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A partir de quarta-feira, dia 18, a JBS vai paralisar as atividades das sete unidades de Mato Grosso do Sul. A informação foi confirmada pela empresa, que justificou a ação pela "insegurança jurídica" depois do bloqueio de R$ 730 milhões determinado pela Justiça na semana passada, a pedido da CPI que investiga os negócios da empresa dos irmãos Joesley e Wesley Batista, implicados em um escândalo nacional.

Os 15 mil funcionários dos frigoríficos no Estado vão receber seus "salários normalmente até que a Companhia tenha uma definição sobre o tema". A paralisação, conforme traz a nota, é por tempo indeterminado.

Em MS, são sete unidades em Campo Grande (duas), Dourados, Cassilândia, Ponta Porã, Nova Andradina e Naviraí.

A paralisação havia sido informada ao pecuarista Francisco Maia, presidente da Frente Nacional da Pecuária, que é ex-presidente da Acrissul (Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul.

Maia, assim como diversos produtores rurais, tem manifestado preocupação com os impactos no mercado com a situação da JBS. “E se a empresa fechar, o que vai acontecer”.

De acordo com ele, a JBS compra 60% do boi que é produzido em Mato Grosso do Sul e abate em torno de seis mil cabeças por dia. “Tem 60 mil produtores no Estado que têm negócios com os frigoríficos”.

Na manhã de hoje, pelo menos 2 mil trabalhadores da empresa foram à Assembleia Legislativa de MS para pedir apoio dos deputados. Eles se sentem inseguros e temem perder os empregos, além de não receber as remunerações em virtude da situação.

A CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da casa de leis que investiga os benefícios fiscais concedidos pelo governo estadual à empresas é quem conseguiu bloquear bens das empresas.

Agora, pressionados pelos trabalhadores, os deputados afirmaram que vão tentar acordo judicial com a JBS para que ela pague o que deve ao Estado - a título de desumprimento dos acordos de benefícios fiscais -, garanta o pagamento dos funcionários e seus empregos além de pagar os fornecedores. Em troca, poderá ter o recurso desbloqueado.

Fonte: Campo Grande News

Antônio Lorival Cândido, encontrado morto na manhã de hoje junto à filha, ex-vereadora e ex-secretária de saúde, Ivanilde Farias Cândido, de 47 anos, deixou uma carta intitulada “Carta de Livramento”, dizendo que pretendia 'levar' também o neto. O crime aconteceu em Batayporã, hoje pela manhã.

Conforme a Polícia Militar da cidade, mãe de Ivanilde estava na residência quando ouviu o primeiro disparo. Logo que houve o tiro, que aconteceu no quarto da vítima, a mulher correu para a rua e pediu ajuda dos vizinhos, que acionaram a polícia. Posteriormente, o segundo tiro foi ouvido.

Quando os militares entraram na residência, Ivanilde e Antônio já estavam mortos no quarto. Ao lado dos corpos, um revólver calibre .38, além de uma carta foram encontrados.

No manuscrito, a PM informou para a reportagem que Antônio detalhou que também 'levaria' um dos netos, mas decidiu “poupá-lo” para que ele cuidasse da avó.

Como a letra da carta estava difícil de ser compreendida, a Polícia Militar informou que o documento vai precisar ser analisado de forma minuciosa. Não foi possível identificar se no documento estava descrito um possível motivo para o crime.

Ainda segundo a PM, o homem teria histórico de problemas psicológicos e tomava remédios controlados.

Ivanilde Cândido foi morta enquanto dormia e sofreu um tiro na cabeça. O pai dela se matou, logo depois de cometer o assassinato, com um disparo na boca. Ela era mãe de dois filhos e na casa também morava Antônio Cândido.

A Polícia Civil e a Perícia Criminal estão no local onde aconteceu o homicídio seguido de homicídio e ainda vai ser apurado a motivação do crime. Quem cuidará do caso é o delegado Rafael de Souza Carvalho. A reportagem entrou em contato com ele, mas ligações não foram completadas.

A carta encontrada no local onde estavam os corpos foi apreendida e será levada pela perícia para análise.

Fonte: Correio do Estado

Tucano estava afastado da Casa desde setembro por decisão da Primeira Turma do Supremo, baseada nas investigações contra ele a partir da delação da JBS

 

O Senado decidiu nesta terça-feira, por 44 votos a 26, devolver ao senador Aécio Neves (PSDB-MG) o exercício do mandato parlamentar. Aécio estava afastado da Casa desde o final de setembro por decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), que se baseou nas investigações contra o mineiro a partir das delações premiadas de executivos do Grupo J&F. O colegiado também havia determinado a Aécio o recolhimento noturno domiciliar, medida que, assim como a suspensão do mandato, foi derrubada pelos senadores.

Para que pudesse voltar a frequentar o Senado, Aécio Neves precisaria de ao menos 41 votos entre seus 80 colegas. A deliberação sobre a decisão da Turma do STF foi iniciada pelo presidente da Casa, Eunício Oliveira (PMDB-CE), por volta das 17h e o resultado saiu por volta das 19h40. Conforme decisão do ministro do Supremo Alexandre de Moraes nesta terça-feira, a votação foi aberta, ou seja, é possível saber como cada parlamentar se posicionou. Caso não houvesse 41 votos para devolver o mandato ao tucano ou para manter seu afastamento, a votação seria repetida, conforme Eunício.

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Senadores cujas ausências eram dadas como certas, como o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), e o líder do DEM na Casa, Ronaldo Caiado (GO), compareceram e votaram. Jucá, que tratava de uma diverticulite em um hospital de São Paulo, posicionou-se por devolver o mandato a Aécio Neves. Caiado, que quebrou um dos ossos do ombro esquerdo ao cair de uma mula, votou para manter o tucano afastado.

A decisão do Senado sobre o afastamento de Aécio havia sido adiada duas vezes. Na última delas, a Casa decidiu que esperaria o julgamento, pelo plenário da Corte, de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) impetrada em 2016, na qual os partidos PP, PSC e Solidariedade pediam que o afastamento de parlamentares do mandato fosse submetido às respectivas Casas Legislativas.

Na última quarta-feira, por 6 votos a 5, o STF decidiu que qualquer medida que “impossibilitar, direta ou indiretamente o exercício regular do mandato parlamentar”, deve ser analisada pela Câmara, em casos de deputados, e pelo Senado, em casos de senadores.

O senador mineiro foi gravado pelo empresário e delator Joesley Batista, sócio do Grupo J&F, pedindo a ele 2 milhões de reais para custear as despesas com sua defesa na Operação Lava Jato. O dinheiro foi repassado pelo ex-diretor de relações institucionais da JBS, Ricardo Saud, a Frederico Pacheco de Medeiros, primo do tucano. A Polícia Federal gravou as entregas do montante, em São Paulo, divididas em parcelas de 500.000 reais em dinheiro vivo. Aécio Neves nega que o dinheiro era propina e afirma que se tratava de um empréstimo de Joesley.

Deflagrada no dia seguinte à divulgação da delação da JBS, em maio, a Operação Patmos prendeu Pacheco de Medeiros, a irmã de Aécio Neves, Andrea Neves, e o ex-assessor do senador Zezé Perrella (PMDB-MG), Mendherson de Souza Lima, que recebeu do primo do tucano uma das parcelas de 500.000 reais. Também alvo da Patmos, Aécio foi afastado do mandato na ocasião pelo ministro do STF Edson Fachin. Em junho, por decisão do ministro Marco Aurélio Mello, o mineiro voltou ao Senado.

Fonte: Veja

O professor Renildo Nilo, 39, ficou gravemente ferido em um acidente envolvendo dois carros, na tarde de ontem (16), próximo ao rio Maracaí, em Itaquiraí, distante 410 km de Campo Grande.

Segundo informações do site Tá na Mídia Naviraí, o professor conduzia um Fiat Palio sentido a Naviraí, quando tentou uma ultrapassagem, o carro rodou na pista e atingiu o automóvel Toyota Etios que seguia no sentido contrário.

O condutor do Etios que não teve o nome divulgado, não conseguiu evitar a colisão, atingiu a lateral do Palio e ambos veículos rodaram na pista e pararam às margens da rodovia.

O professor ficou em estado grave, foi transferido para um hospital em Itaquiraí e depois levado para Dourados. Os ocupantes do Etios tiveram ferimentos leves.

As causas do acidente são investigadas.

Fonte: Correio do Estado

Manifestantes temem demissão em massa por conta de bloqueio judicial

 

Aproximadamente 500 trabalhadores de frigoríficos lotam o plenário da Assembleia Legislativa, na manhã desta terça-feira (17). Temendo demissões em massa por causa do bloqueio judicial das contas do JBS, eles querem que os deputados estaduais intercedam em favor da categoria.

A ação tem impedido algumas atividades dos frigoríficos como, por exemplo, a compra de insumos. "Estamos muito preocupados. Queremos montar comissão formada pelo Governo do Estado, Legislativo, representantes dos trabalhadores, frigoríficos e representantes da avicultura para que seja debatido o desbloqueio das contas da empresa", disse o presidente do Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias de Carnes e Derivados de Sidrolandia, Sérgio Lonzan

Lonzan também é tesoureiro da Federação dos Trabalhadores das Indústrias e declarou que mais de 30 mil trabalhadores dependem das operações no Estado e que a expectativa é de que mais de dois mil trabalhadores participem do protesto na manhã de hoje. "Estamos esperando mais dois ônibus chegarem", disse Lonzan.

Ontem, o secretário de Fazenda de Mato Grosso do Sul, Márcio Monteiro, tentou tranquilizar os trabalhadores. Segundo ele, o risco de fechamento de plantas é pequeno. "Pode até reduzir um pouco o abate, porque vai ter uma readequação no mercado. Assim como outras empresas do setor, eles podem se manter sem usar outros artifício. O JBS é um grupo consolidado", afirmou.

Fonte: Correio do Estado

Discussão familiar terminou na morte de uma pessoa na tarde deste domingo (15), em uma fazenda localizada na região da cidade paraguaia de Bela Vista Norte, que faz fronteira com o Brasil. Lourenzo Valiente Martinez, de 24 anos, é apontado como responsável pela morte do pai, identificado como Eleno Martines.

De acordo com informações do site Porã News,moradores que testemunharam a discussão acionaram equipe a polícia. No local, os policiais encontraram a vítima já sem vida.

Após buscas pela região, agentes da divisão de homicídios conseguiram localizar o autor do crime, que recebeu voz de prisão e foi encaminhado para a sede da Polícia Nacional de Pedro Juan Caballero, na fronteira com Ponta Porã.

Não há informações sobre o que teria motivado a discussão que resultou no assassinato.

Fonte: Midiamax

O casal 'Jeizeca' aparece junto em uma confraternização familiar, rodeado de filhos, no capítulo final da trama das nove

 

O final feliz de Jeiza vai agradar a torcida do casal "Jeizeca" na novela "A Força do Querer". Apesar de ficar noiva de Caio (Rodrigo Lombardi), no último capítulo da trama das nove, que vai ao ar na sexta-feira (20), a major vai reatar com Zeca (Marco Pigossi) e os dois terão seu desfecho juntos, numa cena com crianças, em uma confraternização familiar. A policial também conquista o tão sonhado cinturão no MMA, ao vencer uma luta em Los Angeles. As informações são do colunista de TV Daniel Castro.

JEIZA FICA ABALADA QUANDO ZECA PEDE RITINHA EM CASAMENTO
Apesar de aceitar o pedido de casamento de Caio, Jeiza vai ficar abalada quando Zeca decidir se casar de novo com Ritinha (Isis Valverde e voltar com ela e o filho para Parazinho. Quando receber a notícia de que terá uma nova chance de lutar pelo cinturão de MMA, ela recebe os parabéns do ex-noivo e também o parabeniza, com sarcasmo, pelo noivado com a "sereia". Mas no penúltimo uma conversa com Alan (Raul Gazolla) já dá a entender que o destino amoroso da lutadora vai mudar.

PAOLLA E MARCO GRAVAM CENAS DE JEIZA E ZECA COM FILHOS
O treinador aconselha Jeiza: "O tempo passa e tudo fica bobo, pequeno. Você reencontra a pessoa, entende que se o tempo não volta para te dar chance de fazer diferente, os sentimentos voltam, rebobinam sozinhos! Por isso, cuidado. É só um alerta! Acho o Caio perfeito para você, mas quando estiver sozinha, se imagina daqui a uns anos, casada com ele e reencontrando o Zeca para você ter certeza". Nesta última semana da trama, Paolla Oliveira e Marco Pigossi gravam cenas em que o casal "Jeizeca" aparece junto em uma confraternização familiar, rodeados de filhos.


CAIO FICA COM BIBI
Depois de se entregar à polícia e confessar que incendiou o restaurante de Dantas (Edson Celulari), Bibi (Juliana Paes) vai cumprir sua pena também no último capítulo. A redenção da Perigosa a liberta para ter o seu "felizes para sempre", que será com Caio. Já nos próximos capítulos ela descobre que a casa em que mora foi cedida pelo ex-noivo e se arrepende ainda mais de tê-lo trocado por Rubinho (Emílio Dantas.

Purepeople

Ivanildo Miranda, ex-operador das campanhas de André Puccinelli e de Reinaldo Azambuja, teria intermediado operação para agilizar empréstimo milionário de frigorífico com a Caixa.

 

Uma nova delação é o principal assunto na política brasileira e Mato Grosso do Sul tem lugar de destaque. Nela, o doleiro Lúcio Funaro cita um agropecuarista do estado como a pessoa que recebia e distribuía a propina. Ivanildo da Cunha Miranda, ex-operador das campanhas de André Puccinelli e de Reinaldo Azambuja, teria intermediado uma operação para agilizar um empréstimo milionário de um frigorífico com a Caixa Econômica Federal.

Em mais de 13 horas de depoimento à Procuradoria-Geral da República (PGR), o doleiro Lúcio Funaro relatou vários casos de corrupção. Um deles envolve o empresário Ivanildo da Cunha Miranda, que tem negócios em Mato Grosso do Sul. Em 2012, uma operação na Caixa Econômica Federal liberou R$ 350 milhões para a empresa Marfrig, que pertence ao empresário Marcos Molina. De acordo com Funaro, 3%, equivalentes a R$ 10,5 milhões, foram pagos como propina para várias pessoas.

“Quem recebeu propina nessa operação? Eu, o Geddel, o Eduardo Cunha e a pessoa que me apresentou ao Marcos Molina, que chama Ivanildo Miranda. - 'Daonde' é esse cara? - Do Mato Grosso do Sul. - Quem é ele? - Quem me apresentou ele foi o Joesley. ”

Nesta operação, Ivanildo teria ficado com R$ 1,5 milhão. “- E o senhor pagou pro Ivanildo? - Paguei um milhão e meio de reais pra ele. O Marcos Molina pagou direto pra ele. - O Marcos Molina pagou direto pra ele? - Mandei descontar da minha conta. - Quanto que ele pagou? - Um milhão e meio. - E como é que ficou decidida essa propina com o Marcos Molina? - Eu sentei e acertei com ele. ”

Essa não é a primeira vez que o empresário Ivanildo da Cunha Miranda é citado. De acordo com a Polícia Federal (PF), ele foi alvo de buscas na quarta fase da operação Lama Asfáltica, que apura desvio de recursos públicos do governo do estado entre 2011 e 2014, quando André Puccinelli era governador. No depoimento à Procuradoria-Geral da República, Lúcio Funaro também disse que Ivanildo era o operador de crédito para Joesley Batista em Mato Grosso do Sul.

Na delação feita em maio de 2017, Joesley Batista disse que Ivanildo recebeu R$ 5 milhões da JBS em um esquema de emissão de notas fiscais frias. O esquema teria beneficiado outras pessoas de Mato Grosso do Sul, entre empresários e políticos.

Além do escritório, Ivanildo tem várias empresas em Mato Grosso do Sul. Ele é dono de uma distribuidora de bebidas em Corumbá.

O que dizem os citados

Por telefone, o advogado de Ivanildo, Newley Amarilha, disse que vai se manifestar quando tomar conhecimento oficial do que disse Lúcio Funaro na delação.

A TV Morena tentou falar com Ivanildo da Cunha Miranda por meio de dois números de celulares, mas a ligação caiu na caixa postal. No escritório de Ivanildo, em Campo Grande, o funcionário disse que o empresário não estava no local.

Por meio de nota, a Marfrig informou que o assunto tratado na delação é uma questão antiga, já investigada e esclarecida pela empresa às autoridades. O empréstimo tomado em 2012 foi feito sob condições e taxas de mercado e os valores foram pagos integralmente pela empresa. Os únicos honorários repassados à Vizcaya Holding ou qualquer outra empresa ligada a Funaro totalizaram R$ 617 mil, valor auditado e informado às autoridades competentes.

G1/MS

Peixe fica no 2 a 2 com o Vitória e perde chance de diminuir a distância para o líder do Brasileirão

 

Longe de repetir as boas atuações das últimas rodadas, o Santos precisou de um gol contra para arrancar o empate com o Vitória, por 2 a 2, na noite desta segunda-feira, no Pacaembu. A igualdade, no encerramento da 28ª rodada do Campeonato Brasileiro, deixou a equipe santista mais longe da briga pelo título.

Com o resultado, o Santos chegou aos 49 pontos está a nove do líder Corinthians, na terceira colocação - o Grêmio retomou a vice-liderança ao bater o Coritiba no domingo e tem a mesma pontuação, porém com mais triunfos.

O Vitória, com 33 pontos, segue lutando para se afastar da zona de rebaixamento. Mesmo sem vencer, fez grande exibição e confirmou a fama de visitante indigesto neste Brasileirão. Tem apenas uma vitória a menos que o Corinthians como visitante no campeonato e segue como a melhor campanha do segundo turno como visitante.

Sem Bruno Henrique, seu artilheiro do time na temporada, o Santos aumentou para 24 jogos a série invicta no Pacaembu. Mas assustou a torcida diante das fragilidades de sua defesa, que havia sofrido apenas um gol nos três jogos anteriores. Só nesta noite foram dois gols, fora uma bola no travessão e ao menos duas grandes defesas de Vanderlei.

O JOGO - Exibindo considerável invencibilidade no Pacaembu, o Santos entrou em campo confiante nesta segunda. E a finalização perigosa de Copete, logo aos 9 minutos de jogo, só aumentou a empolgação da torcida no início da partida. Ainda mais pela eficiência da defesa diante das primeiras investidas do Vitória.

Mas logo o time baiano se estabeleceu em campo, equilibrou as ações e passou a surpreender os mandantes. No ataque, a investida de Copete foi a exceção. Logo o colombiano escancarou a falta de ritmo e passou a minar cada tentativa ofensiva da equipe.

Inoperante no ataque, ele comprometeu a defesa também, aos 22 minutos, quando perdeu a bola no meio-campo e Neilton acionou contra-ataque. Com a rápida trama, o Vitória cercou a área santista até a bola chegar em David, que até driblou Vanderlei antes de bater para as redes.

O gol fez os visitantes crescerem ainda mais em campo. Aos 28, quase ampliaram em forte chute de Uillian Correia, que exigiu bela defesa do goleiro santista. Cada chegada do Vitória desestabilizava a defesa do Santos, que vinha esbanjando solidez nos últimos jogos.

Se não teve sorte na escalação de Copete, Levir Culpi acertou ao apostar em Jean Mota. Foi dele o gol que empatou o duelo e devolveu o Santos ao jogo. Aos 36, Zeca cruzou da esquerda e o meia improvisado no ataque cabeceou para o chão. A bola quicou e encobriu o goleiro Caíque, que substituiu o titular Fernando Miguel de última hora.

Os minutos finais da etapa foram mais parelhos, com duas investidas em sequência do Vitória, com Yago e Ramon. E uma cabeçada perigosa de Ricardo Oliveira, do outro lado do campo.

Mas o time baiano não perdeu ritmo com o intervalo e voltou com tudo para o segundo tempo. Aos 9, Neilton mandou no travessão e assustou a defesa santista. Dez minutos depois, o mesmo Neilton fez a diferença ao levantar na área para cabeçada de Wallace para as redes.

O Vitória dominava o jogo e parecia perto de aumentar a vantagem no placar. Mas uma vacilada na defesa custou o empate. Daniel Guedes cruzou da direita e Ramon cabeceou contra as próprias redes, ao tentar fazer o desvio, aos 23 minutos.

Era tudo o que o Santos precisava para voltar de vez para a partida, que ganhou em aceleração e lances de perigo para ambos os lados. A correria abateu primeiro os mandantes, mais lentos na reta final da partida. E o Vitória impôs pressão até o apito final, que veio como alívio para os jogadores e para a torcida do Santos.

Fonte: Band

Incêndio no Parque Estadual das Várzeas do Rio Ivinhema está mobilizando equipes do Corpo de Bombeiros de quatro municípios de Mato Grosso do Sul. Os militares de Nova Andradina, Fátima do Sul, Ivinhema e Naviraí fazem força tarefa para controlar o fogo que atinge parte dos 73,3 mil hectares.

De acordo com o major Leonardo Congro, de Fátima do Sul, nove militares saíram às 6h com destino ao parque. “São três horas para chegar até a sede e depois mais uma hora de embarcação e duas andando em mata. É muito difícil chegar e ainda não temos informação de quanto já queimou”, destacou Congro.

Segundo o militar, o incêndio pode ter sido causado pela queda de um raio no local e o fogo formou uma linha de dois quilômetros. Esta é a terceira ação de combate que está sendo realizada no parque apenas em outubro.

“Na primeira vez eu fui com a equipe e choveu logo depois, o que ajudou a apagar o fogo. Ontem foram dois militares aqui de Fátima do Sul, mas voltaram para pedir reforço. Hoje saiu uma equipe com nove e só voltam quando terminarem ou para pedir reforço”, afirmou.

O tempo na região está seco, segundo o bombeiro, o que dificulta o combate às chamas. Segundo o sargento Renato Bernardo, de Ivinhema, os colegas que estão no parque só conseguem contato com a equipe na sede do local.

A equipe está utilizando abafadores e bombas costais para apagar as chamas. Duas caminhonetes com 500 litros de água, cada, também estão de apoio na sede do Parque Estadual das Várzeas do Rio Ivinhema.

O PARQUE

De acordo com o Governo do Estado, o Parque Estadual das Várzeas do Rio Ivinhema tem 73.345,15 hectares localizados na Bacia do Rio Paraná, abrangendo os municípios de Jateí, Naviraí e Taquarussu.

Ele foi criado em 1998, foi à primeira Unidade de Conservação do Estado assim constituída. Sua criação foi motivada pela medida compensatória da Usina Hidrelétrica Eng. Sérgio Motta, em dezembro de 1998.

Entre os objetivos da unidade estão conservar os fragmentos de florestas, os remanescente de várzea e ecossistemas associados dos rios Ivinhema e Paraná, manter mecanismos de regulação natural das bacias hidrográficas locais e promover a preservação da diversidade genética das espécies que habitam o Parque, principalmente aquelas ameaçadas de extinção.

Fonte: Correio do Estado

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