Por ano, 37,9 mil pacientes de MS buscam terapia em Barretos

12 Março 2018
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Sala de radioterapia do Hospital de Câncer Alfredo Abrão está quase pronta, mas a entrega e o funcionamento estão atrasados. - Foto: Gerson Oliveira / Correio do Estado

Com estrutura precária no Estado, doentes são “exportados”

Não basta estar com câncer, as pessoas diagnosticadas com a doença em Mato Grosso do Sul precisam enfrentar verdadeira batalha para iniciar o tratamento – que é de graça – pelo Sistema Único de Saúde (SUS).


Com estrutura precária, o Estado “exportou”, no ano passado, 37.969 pacientes para realizar procedimentos no Hospital de Câncer de Barretos. A peregrinação é antiga e revela que é necessário mais investimento na área.

Uma das dificuldades para que o tratamento seja melhor e dê conta dos pacientes sul-mato-grossenses é a dependência de instituições particulares para realização de radioterapia, por exemplo. Atualmente, em Campo Grande, apenas a empresa Radius Terapia Oncológica (antiga NeoRad, alvo da Operação Sangue Frio, da Polícia Federal, em 2013) atende pacientes do SUS, por meio de parceria.

De acordo com levantamento do Instituto Nacional de Câncer (Inca), de abril do ano passado, além da antiga NeoRad, o Instituto de Tratamento do Câncer (ITC), o Hospital Universitário da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e o Hospital do Câncer Prof. Dr. Alfredo Abrão realizam radioterapia. Os dois últimos, no entanto, tiveram o serviço desativado e o primeiro atende apenas a rede privada.

Fonte: Correio do Estado

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Redação

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