Mundo (256)

Projeto foi lançado em uma carta assinada por mais de 200 mulheres, entre elas as atrizes Kate Winslet, Emma Thompson e Keira Knightley

A atriz e ativista britânica Emma Watson doou 1.000.000 de libras para um fundo destinado a apoiar as vítimas de assédio e de abuso sexual. O Justice and Equality Fund (Fundo para a Justiça e a Igualdade) foi anunciado em uma carta aberta publicada na imprensa britânica. O texto é assinado por cerca de 200 mulheres, entre elas as atrizes Kate Winslet, Emma Thompson e Keira Knightley.

Iniciada com um “queridas irmãs”, a carta propõe um movimento internacional para acabar com a cultura de abusos exposta pelo escândalo envolvendo o produtor de cinema Harvey Weinstein. Nos Estados Unidos, surgiu uma iniciativa similar em janeiro, com um fundo de defesa jurídica da associação Time’s Up.

A página de arrecadação de fundos mostra a doação feita por Emma Watson, ex-estrela da saga Harry Potter e, hoje, embaixadora da Boa Vontade da ONU Mulheres. A atriz Keira Knightley e o também ator Tom Hiddleston doaram 10.000 libras cada um.

Os recursos do fundo serão usados para estabelecer uma rede de assessoria, apoio e projetos para perseguir os abusos em todos os setores profissionais. “Em um passado muito recente, vivíamos em um mundo no qual o assédio sexual era uma brincadeira incômoda, uma parte difícil e inevitável de ser uma menina, ou uma mulher”, explica a carta, publicada no jornal The Observer.

Na noite deste domingo, acontecerá a cerimônia do Bafta, o Oscar do cinema britânico. Na festa, a expectativa é que as estrelas repitam o protesto do Globo de Ouro, no mês passado, vestidas de preto em solidariedade às vítimas.

Fonte: Veja

 

Um jovem de apenas 13 anos foi condenado a prisão perpétua por um tribunal de West Mindlands, na Inglaterra, por ter assassinado uma mulher, escreve o The Guardian.

O crime teve lugar à porta de um bar. O menor, na companhia de outro jovem agora com 21 anos, assaltou e agrediu uma mulher.

A vítima, Glynis Bensley, foi atirada ao chão e o menor pisou-lhe a cara com tamanha violência que a sua pegada ficou marcada na face da mulher, tendo provocado uma hemorragia cerebral que levou à morte da vítima de 47 anos.

A irmã de Glynis Bensley disse ao The Guardian é a sua família que está a cumprir uma prisão perpétua.

“Não importa quantos anos eles vão ficar na prisão, porque vão receber as visitas dos familiares. Essas famílias vão poder ver os seus filhos, mas nós não vamos voltar a ver a nossa irmã”, disse Dawn Bensley.

Fonte: Noticias ao minuto

As informações sobre o acidente foram comunicadas pela agência iraniana ISNA

De acordo com várias mídias, o avião teria caído no centro do país e a confirmação oficial é de que todas as pessoas a bordo morreram.

As informações sobre o acidente foram comunicadas pela agência iraniana ISNA, que cita aos serviços de emergência.

A agência Tasnim, por sua vez, também confirma os relatos, adiantando que a bordo seguiam 66 passageiros e que a aeronave da Aseman Airlines se acidentou nos arredores da cidade de Semirom.

O canal Press TV comunica que testemunhas viram como o avião estava tentando efetuar uma aterrissagem de emergência em uma área de granjas.

Segundo a mídia local, o avião estava realizando um voo entre as cidades iranianas de Teerã e Yasuj. Com informações do Sputnik News.

Fonte: Noticias ao Minuto

Um atirador foi detido nesta quarta-feira (14) após deixar mortos e feridos em uma escola em Parkland, na Flórida. O xerife do condado de Broward, Scott Israel, disse que 17 pessoas morreram.

Consultada pelo “G1”, a assessoria de imprensa do Itamaraty informou que o Consulado-Geral do Brasil na Flórida disse que não há informações sobre as nacionalidades das vítimas, mas que entre os brasileiros dos quais o consulado tem conhecimento estão todos bem.

Vítimas confirmadas

Segundo Israel, 12 pessoas foram mortas dentro da escola; duas vítimas morreram fora do prédio; uma morreu em uma rua próxima e 2 morreram no hospital. Além deles, o hospital recebeu mais seis pacientes, sendo que três estão em condição crítica e três, em condição estável. O suspeito do tiroteio também foi levado ao hospital, sob custódia da polícia.

O atirador foi identificado como Nikolas Cruz, um ex-aluno da Stoneman Douglas High School. Ele tem 19 anos e, segundo as autoridades, tinha sido expulso da escola por motivos disciplinares. Cruz portava um rifle AR-15 e agiu sozinho.

Um alarme de incêndio foi disparado por volta das 14h30, pouco antes do final das aulas, e os tiros começaram em seguida.

O jornal "Miami Herald" conversou com professores e alunos que conhecem Cruz e dizem que ele era considerado uma pessoa problemática, que ameaçava colegas e não tinha autorização para entrar no prédio portando mochilas. Segundo o professor de matemática Jim Gard, o jovem chegou a receber uma solicitação para deixar o local no ano passado.

Reação da Casa Branca

A Casa Branca informou que o presidente Donald Trump foi comunicado rapidamente sobre o caso. O presidente postou uma mensagem sobre o assunto no Twitter. "Nenhuma criança, professor ou qualquer outra pessoa jamais deveria se sentir insegura em uma escola americana", escreveu.

Área isolada

A polícia de Coral Springs está pedindo que as pessoas continuem evitando a região da Marjory Stoneman Douglas High School. Um hotel nas proximidades foi usado como ponto de encontro entre alunos e seus pais.

Imagens de TV mostraram mais cedo diversos estudantes deixando o prédio, escoltados por agentes da SWAT. Agentes do FBI também estão no local.

Um esquadrão anti-bombas está vasculhando a escola como medida de precaução. Segundo a CNN, os examinadores e policiais só terão acesso à escola depois que essa varredura termine.

Parkland fica a cerca de 24 km a oeste de Fort Lauderdale.

Fonte: G1

A bordo do AN-148 da Saratov Airlines estavam 71 pessoas, sendo 65 passageiros e seis tripulantes. Ninguém sobreviveu à queda, que aconteceu no último domingo (11)

Imagens feitas por uma câmera de segurança mostram o momento em que o avião da companhia Saratov com 71 pessoas a bordo caiu na Rússia, no último domingo (11), perto de Moscou. É possível ver no vídeo que a aeronave já pegava fogo quando se chocou com o chão. Ninguém sobreviveu.

Inicialmente, um canal russo chamado Mash divulgou as primeiras imagens do episódio. O local estava coberto de neve. A temperatura estava em torno de -5º.

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O avião desapareceu próximo à localidade de Argunovo, dois minutos após decolar. Conforme a Sky News, a bordo do AN-148 da Saratov Airlines estavam 71 pessoas, sendo 65 passageiros e seis tripulantes. Entre eles, uma criança de 5 anos.

Confira o vídeo:

Fonte: Noticias ao minuto

O Executivo também quer investir US$ 50 bilhões em zonas rurais

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, apresentou nesta segunda-feira (12) um plano para reconstruir a infraestrutura do país e que procurará mobilizar até US$ 1,5 trilhão nos próximos dez anos, combinando fundos federais e estaduais com incentivos para o setor privado. A informação é da agência EFE.

"Temos que reconstruir a nossa combalida infraestrutura. Trata-se do maior e mais ousado plano" dos EUA nesta área, disse Trump em um encontro na Casa Branca com governadores e prefeitos, quando informou alguns detalhes da sua proposta.

Desses US$ 1,5 trilhão, cerca de US$ 200 bilhões serão fundos federais que o presidente pedirá diretamente ao Congresso durante os próximos dez anos. Trump disse que quer gastar metade desses US$ 200 bilhões em investimentos em nível local, de modo que o governo federal possa dar um empurrão final de financiamento aos estados e localidades que precisem completar o orçamento de um projeto já em andamento.

O Executivo também quer investir US$ 50 bilhões em zonas rurais, com ações como acesso a internet banda larga, e outros US$ 20 bilhões em "programas transformadores" e que reflitam uma visão de futuro. "As pessoas das áreas rurais têm ficado para trás", afirmou Trump em seu discurso.

Além disso, o plano dedicará US$ 20 bilhões para expandir seu atual programa de empréstimos e bônus para empresas privadas, com o qual atualmente são financiadas atividades para a renovação de infraestruturas de transporte e de água, entre outras.

Fonte: Agencia Brasil

Senador republicano obstrui votação no Senado; na Câmara, democratas exigem discussão sobre imigração. 'Shutdown' do governo se inicia à 0h local de sexta

O destino de um acordo orçamentário negociado pelo Senado americano na quarta-feira de forma bipartidária está cada vez mais incerto com republicanos e democratas ainda em desacordo sobre os gastos autorizados ao governo federal e a questão da imigração no país. Caso ambos o Senado e a Câmara dos Representantes não aprovem o plano até à 0h de sexta-feira (3h no horário de Brasília), o governo americano entrará novamente em paralisação parcial por falta de fundos para cobrir seus gastos, o chamado shutdown.

No Senado, o principal entrave vem de um republicano — mesmo partido de Donald Trump –, o senador Rand Paul, do estado do Kentucky, apresentou objeções ao plano firmado com os democratas e disse que pretende travar o acordo após o prazo limite para forçar um novo acordo.

Em entrevista à emissora americana Fox News, Paul disse que não estava defendendo um novo shutdown. “Mas também não estou defendendo deixar esse troço aberto e tomando um milhão de dólares em crédito por minuto”, explicou.

Na Câmara, o acordo bipartidário do Senado para um orçamento válido por dois anos e que autoriza um aumento de 300 bilhões de dólares nos gastos com defesa durante este período foi criticado momentos após ao anúncio do plano. Legisladores democratas afirmavam que não aceitariam nenhum acordo que não incluísse alguma discussão sobre imigração, enquanto alguns republicanos se diziam preocupados com o aumento exorbitante de gastos autorizados que deve inflar o já enorme déficit orçamentário do país em bilhões de dólares.

A líder da minoria na casa, a representante do partido democrata pela Califórnia, Nancy Pelosi, fez um discurso de mais de oito horas ainda na quarta-feira contra o acerto feito no Senado. Um número cada vez maior de deputados democratas parece estar disposto a votar contra o plano, seguindo Nancy. Um grupo de cerca de 30 legisladores republicanos também anunciou sua intenção de não aprovar o orçamento, tornando muito remota a chance de que a proposta recebe o aval da Casa.

Dreamers
Em uma carta aos colegas democratas, Nancy resumiu sua posição: “A recusa do presidente da Câmara, [Paul] Ryan, em permitir um processo bipartidário por uma proposta para o Daca diminui a dignidade da Câmara dos Representantes. Ela também insulta o povo americano, que majoritariamente apoia os dreamers”.

O Daca é um programa aprovado por Barack Obama, que protege da deportação centenas de milhares de imigrantes que entraram em situação irregular nos Estados Unidos enquanto eram menores de idade — são os chamados dreamers (sonhadores) à que Nancy se refere na carta. Trump anunciou que não renovaria o programa, deixando esses imigrantes em um limbo jurídico e possível expulsão do país até que o Congresso crie um plano alternativo para eles.

Fonte: Veja

 

Uma menina grávida de 11 anos, moradora da Múrcia, na Espanha, deu à luz uma criança cujo pai é seu irmão de 14 anos. De acordo com o Daily Mail , o bebê nasceu na última sexta-feira (2), após a garota, cujo nome não foi divulgado, se dirigir ao hospital com "dores estomacais".

A polícia assumiu as investigações do caso e descobriu que o pai do bebê é o irmão mais velho dela, com apenas 14 anos. Ele a engravidou quando tinha 13. A família declarou que não sabia que a menina estava grávida, e que só a levou até um centro médico por acreditar que a garota estava com problemas intestinais graves.

Manuel Villegas, diretor da Secretaria Regional da Saúde na Múrcia, disse que o caso é "absolutamente excepcional", e que, agora, é preciso esperar o desfecho das investigações. "Quando tudo estiver claro, veremos o que aconteceu e de que forma podemos ajudar", explicou.

Fontes locais noticiaram que não há evidência de estupro , por mais que as autoridades ainda não tenham anunciado as conclusões do caso. Tanto a mãe quanto o bebê passam bem e estão internados em um hospital local.

Caso de estupro entre irmãos britânicos

Em uma situação que, por sua vez, envolveu um estupro, a britânica Tressa Middleton decidiu contar sua história 11 anos depois de viver tamanho sofrimento. Isso porque sua primeira gravidez aconteceu aos 12 anos, depois de ser vítima de estupro provocado por seu irmão, cinco anos mais velho, e ter perdido a guarda do bebê, que foi colocado para adoção.

Apesar de passados tantos anos, ela conta ainda sente falta de sua filha, Annie, que criou por dois anos. A jovem mãe não teve escolha e foi proibida de ter contato com a criança depois de ter revelado que havia sido estuprada por seu irmão. Com a confissão de Tressa, ele foi julgado e condenado à prisão por quatro anos, a partir de 2009.

Grávida novamente, agora Tressa espera que sua filha um dia conheça o novo bebê, mas não pretende procurar a guarda da menina, porque acredita que seria egoísmo de sua parte retirá-la da família que a criou por tantos anos.

Um concurso de beleza no Cazaquistão foi por água abaixo depois que uma das finalistas revelou que na verdade era homem.

Ilay Dyagilev, de 22 anos, enganou os organizadores concorrendo como Alina Alieva. O jovem conseguiu passar na frente de 4.000 candidatas na última etapa da competição.

O jovem explicou o motivo da farsa: "Meus amigos e eu tivemos um debate sobre a beleza, e eu decidi participar do concurso. Sempre fui um campeão da beleza natural”.

"Você pode ver que muitas mulheres novas parecem idênticas, com a mesma maquiagem, o mesmo estilo, e elas acham que são lindas se seguirem as tendências”, explicou Dyagilev.

Quando viu até onde tinha chegado, Dyagilev decidiu dizer aos organizadores do Miss Cazaquistão Virtual que eles haviam sido enganados, assim como o público que o escolheu on-line em todo o país.

"Eu cheguei na final e decidi expor a identidade de Arina Alieva quando percebi que eu tinha ido longe demais." No início, havia cerca de 4.000 candidatas de todo o país, mas eu cheguei à final ", contou o jovem.

Segundo o Metro Reino Unido, os organizadores disseram ficaram "chocados" com a revelação. Após a confissão de Dyagilev, ele foi substituído por Aikerim Temirkhanova, uma jovem de 18 anos.

Metro/PCS

Um menina de apenas cinco anos foi amarrada e queimada, ficando parcialmente desfigurada, após ser obrigada a participar de um ritual de vodu, em Massachusetts, nos EUA. As suspeitas são duas mulheres Peggy LaBossiere, de 51 anos, e Rachel Hilaire, de 40, que são irmãs.

De acordo com informações divulgadas pela polícia de Massachusetts e publicadas pelo 'G1', as mulheres também ameaçaram cortar a cabeça do irmão da menina, de oito anos, com uma machete. O menino ainda contou que sua irmã foi amarrada em pelo menos duas ocasiões, com as irmãs ateando fogo em seu rosto e fazendo cortes em seu braço e na área do pescoço.

O objeto que as mulheres usavam, de acordo com o menino, era algo semelhante a uma agulha, tirando seu sangue. A menina disse que as mulheres também pingaram em seus olhos uma substância que pinicava. A menina sofreu queimaduras de terceiro grau em seu rosto que a deixarão permanentemente desfigurada. Ela recebeu tratamento médico e está sob custódia de entidades assistenciais

As irmãs negaram ter agredido a menina e ameaçado o irmão dela, de acordo com o jornal “Brockton Enterprise”. Elas se declararam não culpadas por mutilação, agressão e outras acusações. Um defensor público encarregado do caso não respondeu aos pedidos de entrevista.

A polícia diz que a mãe das crianças é uma cabelereira de ascendência haitiana que tinha as irmãs LaBossiere como clientes e solicitou o ritual. Ela não foi acusada, mas está recebendo tratamento psiquiátrico. As irmãs retornarão à Corte Superior de Brockton na quarta-feira para uma audiência que irá determinar sua sentença.

De acordo com o 'G1', elas disseram à polícia que realizaram “banhos de limpeza” para familiares e amigos no passado, algo que envolve entoar cantos, esfregar incensos e olhos de eucalipto e sal marinho em seus corpos, e queimar mirra, de acordo com o jornal. As crianças às vezes ficam queimadas quando espíritos deixam seus corpos, elas disseram.

Fonte: Noticia ao minuto

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