Mundo (219)

A ex-presidente argentina, que enfrenta um pedido de prisão, assume neste domingo uma cadeira no Senado

As ex-presidentes da Argentina, Cristina Kirchner, e do Brasil, Dilma Rousseff, se reuniram no sábado durante uma visita privada da brasileira a Buenos Aires. “Afetuoso encontro em minha casa com a companheira Dilma”, escreveu Kirchner (2007-2015) em sua conta do Twitter ao divulgar uma fotografia das duas em seu apartamento no bairro de Recoleta, em Buenos Aires.

Kirchner, que assume neste domingo uma cadeira no Senado argentino, enfrenta um pedido de perda de imunidade e de detenção de um juiz federal, por supostamente acobertar iranianos acusados pelo atentado contra um centro judaico que matou 85 pessoas em 1994.

“Entre outros temas, conversamos sobre uma realidade que está se impondo em nossos países. Um processo que se denomina mundialmente Lawfare e consiste na utilização do aparato judicial como arma para destruir a política e os líderes opositores”, relatou Kirchner.

“O objetivo é o mesmo no Brasil e aqui: ocultar o desastre econômico que estão realizando os governos neoliberais da região”, completou Kirchner sobre os vários processos judiciais que as duas ex-presidentes enfrentam em seus respectivos países.

Fonte: Veja

Uma brasileira de 51 anos foi morta por sufocamento e com golpes de taco de beisebol no Havaí na quinta-feira (7). Um casal foi detido horas após o crime, depois de ser flagrado com o carro roubado da vítima, Telma Emery.

Além de matar a mulher, os criminosos amarraram e amordaçaram a filha dela, de 8 anos, no segundo andar da casa onde ambas estavam.

Telma, que vivia há mais de 20 anos no Havaí, era professora substituta e também trabalhava limpando e organizando casas que eram alugadas por temporada. A casa onde aconteceu o crime estava vazia e ela teria surpreendido o casal lá dentro ao chegar no local.

O corpo da brasileira foi encontrado por turistas que iriam alugar a residência.

Após a família ser comunicada pela polícia, o cunhado de Telma, Brian Emery, divulgou em redes sociais fotos do Toyota Tacoma dourado da vítima e um vídeo no qual pedia ajuda da comunidade para localizar o carro e os autores do crime, com base em uma descrição feita pela sobrinha.

O veículo foi encontrado no estacionamento de um supermercado, onde clientes viram o casal e o associaram com a descrição feita por Brian. O comportamento da jovem, aparentemente drogada, também chamou atenção e a polícia foi chamada.

A mulher foi detida por roubo de veículo e o homem, que já tinha um mandado não especificado pela polícia, foi acusado também por danos à propriedade criminal por ter chutado a janela de uma viatura. Segundo a emissora de TV Hawaii News Now, dezenas de pessoas assistiram ao momento em que eles foram conduzidos e gritaram ofensas aos dois.

O jornal “Star Advertiser” diz que Telma era muito querida pela comunidade local e que uma vigília foi realizada na noite de quinta em frente à casa onde ela foi morta. Vizinhos, amigos e parentes a descreveram como uma ótima mãe e uma “pessoa especial”, que dava muita atenção a todos. Seu marido, Kevin Emery, agradeceu às manifestações de solidariedade recebidas pela família.

O Itamaraty informou que o Consulado Geral do Brasil em Los Angeles mantém contato com familiares de Telma e com as autoridades policiais que investigam o caso e que continuará acompanhando seu desenvolvimento e prestando todo o suporte necessário.

Fonte: G1

Decisão de Trump de reconhecer a cidade sagrada como capital de Israel provocou protestos em vários países

O primeiro dos “três dias de fúria” convocados pelo Hamas em resposta à decisão do presidente americano Donald Trump de reconhecer Jerusalém como capital de Israel registrou protesto em diversos países e deixou mais de 50 pessoas feridas na cidade sagrada, informou a rede Al Jazeera.

Segundo o site da TV do Catar, milhares de palestinos saíram às ruas em Jerusalém, Cisjordânia e Faixa de Gaza e houve confronto com as forças israelenses em diversas localidades.

Na Turquia, milhares de pessoas saíram às ruas nesta sexta-feira em resposta ao chamado do grupo Hamas em várias cidades, principalmente em Istambul e Ancara. A polícia da capital Ancara tomou medidas extremas de segurança em torno da embaixada dos Estados Unidos para prevenir qualquer tentativa de ataques contra o prédio.

Os manifestantes se reuniram nas mesquitas de Kocatepe e Hacibayram, as duas maiores e mais populares de Ancara, e um pequeno grupo se manifestou diretamente em frente à embaixada americana com lemas como “Abaixo o Imperialismo Americano” e, quando tentaram queimar uma bandeira de Israel, a polícia interveio para impedir.

Em Istambul, a principal cidade do país, milhares se reuniram na grande mesquita de Fatih antes de rumar para o distrito de Sarachane, na parte europeia da cidade, levando bandeiras palestinas e turcas, ao mesmo tempo em que gritavam palavras de ordem contra Israel e Estados Unidos. Além disso, em outros 39 distritos de Istambul estavam previstas pequenas marchas após a oração muçulmana das sextas-feiras.

No mundo muçulmano, Turquia é, ao lado do Egito, o principal aliado de Israel , com quem mantém relações comerciais, políticas e diplomáticas há décadas. No entanto, desde o violento ataque israelense à chamada “Frotilha da Liberdade” para Gaza em 2010, na qual morreram dez pessoas de origem turca, as relações ficaram abaladas, embora tenham sido oficialmente normalizadas no ano passado.

“Destruição de Israel”

Líderes do Irã, onde a oposição a Israel e o apoio à causa palestina têm sido centrais para a política externa desde a revolução islâmica de 1979, denunciaram a decisão de Trump, incluindo seu plano de transferir a embaixada para a cidade sagrada.

A TV estatal transmitiu imagens de manifestantes entoando “morte à América” e “morte a Israel”, segurando bandeiras palestinas e cartazes com os dizeres: “Quds pertence aos muçulmanos”, usando o nome árabe para Jerusalém. Em diversos locais, manifestantes queimaram imagens de Trump.

O Irã considera que a Palestina compreende toda a Terra Santa, incluindo o Estado judeu, que não reconhece. Teerã tem pedido repetidamente pela destruição de Israel e apoia diversos grupos militantes islâmicos em sua luta contra o país.

A oposição à decisão de Trump uniu facções iranianas de linha-dura, com o presidente pragmático, Hassan Rouhani, e comandantes da Guarda Revolucionária do Irã convocando iranianos a participar de manifestações nacionais do “dia de raiva”.

Alguns manifestantes queimaram também imagens do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, enquanto entoavam “morte ao demônio”.

Alerta de segurança

As representações diplomáticas dos Estados Unidos na Malásia e na Indonésia emitiram alertas de segurança em razão de protestos ocorridos também nesses dois países, nesta sexta-feira, contra a decisão de Trump. As embaixadas americanas em ambos os países pediram aos seus cidadãos que tomem precauções e “evitem áreas de manifestações”.

Na Indonésia, alguns manifestantes queimaram a bandeira americana em frente à embaixada em Jacarta, onde se reuniram levando cartazes e bandeiras da Palestina. “A Nahdlatul Ulama (NU) condena Estados Unidos e Israel por invadir a cidade de Jerusalém”, afirmava um dos cartazes em Jacarta da NU, a maior organização independente muçulmana da Indonésia – o país com maior número de seguidores do Islã.

O porta-voz da polícia de Jacarta, Argo Yuwono, estimou, em declarações à agência EFE, que cerca de 500 pessoas se reuniram na capital sem que se registrassem distúrbios maiores. Em Surabaya, a segunda maior cidade do país em número de habitantes, outros grupos se concentraram em frente ao consulado americano.

Na capital da Malásia, pelo menos 1.000 pessoas gritaram palavras de ordem contra Trump e queimaram figuras e fotos do governante perto da embaixada dos Estados Unidos, segundo o jornal Malasiakini. O protesto em Kuala Lumpur contou com a participação de líderes e membros do partido governante Organização Nacional para a Unidade da Malásia (UMNO), grupos que representam a maioria de etnia malaia e religião muçulmana e ONGs islâmicas.

O presidente da Indonésia, Joko Widodo, e o primeiro-ministro da Malásia, Najib Razak, condenaram na quinta-feira a decisão de Trump e lhe pediram que reconsidere a postura.

Fonte: Veja

 

Uma menina irlandesa de 11 anos se matou após postar uma mensagem dizendo que estava infeliz com sua aparência. O caso aconteceu no início de 2016 mas só foi divulgado recentemente.

Segundo a imprensa local, os pais da pequena Milly Tuomey, alertados por amigos da criança, chegaram a levá-la para acompanhamento psicológico no fim de 2015. Nesta época, eles descobriram um diário de Milly em que ela falava de sua vontade de morrer.

De acordo com a mãe de Milly, ela também teria se cortado e escrito "garotas bonitas não comem" com o próprio sangue. "Estávamos aterrorizados e não sabíamos o que fazer", disse em entrevista ao "The Irish Examiner".

No dia 1º de janeiro, a garota disse estar entediada e foi para seu quarto, onde foi encontrada pouco tempo depois em estado crítico. Milly morreu três dias depois.

Apesar de ter sido revelado quase dois anos depois, o caso gerou uma movimentação de pais e educadores, que cobram mais políticas públicas para a prevenção do suicídio entre crianças e jovens na Irlanda.

Fonte: O dia/ig

Representação americana nas Nações Unidas afirmou que acordo é 'incompatível' com política migratória do país

Os Estados Unidos anunciaram no sábado sua retirada do Pacto Mundial da ONU sobre Proteção de Migrantes e Refugiados, por considerar o acordo “incompatível” com a política migratória americana.

A chamada Declaração de Nova York foi aprovada em 2016 pelos 193 membros da Assembleia Geral da ONU com o propósito de melhorar a proteção e a gestão dos movimentos de migrantes e refugiados. Nesse sentido, a declaração concedeu um mandato ao Alto Comissariado da ONU para os Refugiados para propor à Assembleia Geral, em 2018, um pacto mundial que teria dois eixos: definições de respostas diante do problema e um programa de ação.

“A Declaração de Nova York abarca muitas disposições que são incompatíveis com as políticas americanas de imigração e refugiados e com os princípios ditados pelo governo Donald Trump em matéria de imigração”, afirma o comunicado da missão americana na ONU. “Nossas decisões sobre as políticas de imigração devem ser tomadas pelos americanos, e apenas pelos americanos. Nós decidiremos a melhor forma de controlar nossas fronteiras e quem será autorizado a entrar no nosso país.”

Durante a campanha eleitoral no ano passado, Trump prometeu deportar grandes números de imigrantes e construir um muro na fronteira dos EUA com o México para ajudar a combater a imigração ilegal e o crime nos Estados Unidos. Desde que assumiu em janeiro, ele também proibiu a entrada de cidadãos de certos países muçulmanos nos EUA.

Na administração Trump, os Estados Unidos já romperam vários compromissos assumidos durante o governo de Barack Obama, entre eles o Acordo de Paris sobre o clima. Mais recentemente, Trump retirou os Estados Unidos da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), alegando que a instituição teria preconceitos contra Israel.

(Com AFP e Reuters)

Fonte: 

Durante a campanha eleitoral no ano passado, Trump prometeu deportar grandes números de imigrantes e construir um muro na fronteira dos EUA com o México para ajudar a combater a imigração ilegal e o crime nos Estados Unidos. Desde que assumiu em janeiro, ele também proibiu a entrada de cidadãos de certos países muçulmanos nos EUA.

Na administração Trump, os Estados Unidos já romperam vários compromissos assumidos durante o governo de Barack Obama, entre eles o Acordo de Paris sobre o clima. Mais recentemente, Trump retirou os Estados Unidos da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), alegando que a instituição teria preconceitos contra Israel.

(Com AFP e Reuters)

Fonte: Veja

Slobodan Praljak tomou a substância durante a leitura de sua sentença de crimes de guerra e crimes contra a humanidade

O general bósnio-croata Slobodan Praljak, que se suicidou na quarta-feira diante dos juízes do Tribunal Penal Internacional para a ex-Iugoslávia (TPII) em Haia, morreu de um ataque cardíaco provocado por cianeto de potássio, anunciou nesta sexta-feira a Promotoria holandesa.

“Os resultados preliminares das análises toxicológicas mostraram que Praljak tinha uma grande concentração de cianeto no sangue”, explicou a Promotoria em comunicado. “Isso provocou uma insuficiência cardíaca, o que se observa como possível causa de sua morte.”

Paralelamente, o TPII começará uma investigação interna na semana que vem como complemento da investigação da Promotoria holandesa, solicitada pelo tribunal.

O suicídio de Praljak, de 72 anos, aconteceu durante a leitura de sua sentença de 20 anos de prisão no julgamento. O ex-general levou à boca um frasco enquanto o juiz anunciava sua decisão. “Acabei de tomar veneno”, pronunciou.

Praljak foi condenado de crimes de guerra e crimes contra a humanidade cometidos durante o conflito entre croatas e muçulmanos na Guerra da Bósnia. Outros cinco ex-dirigentes e ex-chefes militares bósnio-croatas também foram considerados culpados no mesmo julgamento.

A necropsia do corpo foi realizada em Rijswijk, perto de Haia, no Instituto Médico Legal holandês, reconhecido como um dos mais importantes laboratórios de medicina forense do mundo. Dois especialistas croatas foram enviados “a pedido do TPII” como observadores.

Dois dias depois ainda não se sabe como o acusado obteve o veneno, burlando todos os controles de segurança entre sua cela e a sala de audiência. Especula-se que o ex-general pode ter recebido ajuda de um dos funcionários do centro de detenção de Scheveningen, onde estava preso.

Fonte: Veja

Pela primeira vez, autoridades dão como certo não haver sobreviventes no ARA San Juan

BUENOS AIRES - Fim da esperança. A Marinha argentina disse nesta quinta-feira que abandonou a tentativa de resgate dos 44 tripulantes do submarino desaparecido há 15 dias, embora vá manter a busca pela embarcação que teria sofrido uma explosão no Atlântico Sul. Apesar de o porta-voz da Marinha, Enrique Balbi, não ter dito expressamente, o anúncio significa que as autoridades consideram como mortos os marinheiros do submarino ARA San Juan.

— Foi ampliado para mais que o dobro o número de dias que determinam as possibilidades de resgate da tripulação. Apesar da magnitude dos esforços realizados, não foi possível localizar o submarino — disse Balbi em entrevista coletiva.

A partir de agora, as buscas — que já diminuíram nos últimos dias em relação ao mutirão internacional montado nos dias que sucederam o sumiço do ARA San Juan — focarão somente em encontrar o veículo, sem prever esforços de resgate improvisado junto a equipes médicas.

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Nesta quinta-feira, o diário "Clarín" informou que o navio norueguês Sophie Siem, que carrega um minissubmarino americano que deveria servir para um eventual resgate dos tripulantes, está regressando ao porto de Comodoro Rivadavia, de onde partira para integrar as missões de busca. Oficialmente, autoridades tratam a volta como por necessidade de corrigir uma falha mecânica.

RELEMBRE

O submarino argentino desapareceu no último dia 15. Com 44 tripulantes a bordo, o ARA San Juan perdeu a comunicação com a base na zona do Golfo de San Jorge quando se dirigia da Base Naval de Ushuaia, no extremo Sul da Argentina, para Mar del Plata. A principal hipótese é uma falha elétrica, provável responsável pela falta de comunicação com terra. Desde seu sumiço, ao menos 12 países apoiaram as autoridades argentinas com navios, aviões e equipamentos para tentar resgatar o mais rápido possível o submarino, sem sucesso.

O submarino realizava uma operação de renovação de oxigênio e carregamento de baterias quando a água entrou pelo sistema de ventilação, atingindo um sistema de baterias e criando um curto-circuito que, segundo tripulantes da embarcação, produziu uma nuvem de fumaça, mas não chamas.

O incidente foi rapidamente resolvido e reportado, e o San Juan seguiu submerso rumo à base, cerca de 400 quilômetros ao sul da capital, Buenos Aires. Horas mais tarde, uma explosão foi detectada pela Organização pela Proibição Total de Testes Nucleares (CTBTO, na sigla em inglês). O capitão do submarino, Pedro Fernández, notificou seus superiores de que a falha fora corrigida e que as baterias afetadas haviam sido isoladas, e a embarcação continuou navegando com circuito de bateria de popa.

— Essa não é a primeira vez que algo assim acontece, e eu mesmo já tive que navegar com um circuito dividido — contou Balbi. — O que se deve fazer é seguir em baixa velocidade, mas é possível navegar até Mar del Plata com um circuito dividido.

A última mensagem do submarino desaparecido, na qual Fernández comunica o curto-circuito, foi revelada pelo canal A24, de Buenos Aires.

“Entrada de água do mar pelo sistema de ventilação ao tanque de baterias nº 3 ocasionou curto-circuito e princípio de incêndio na área das barras de baterias. Baterias de proa fora de serviço. No momento em imersão, propulsando com circuito dividido. Sem novidades de pessoal. Manterei informado”, diz a mensagem reproduzida na TV.

Fonte: O globo

Mensagem do presidente americano é divulgada horas antes de nova reunião de emergência do Conselho de Segurança

Em resposta ao lançamento de mais um míssil balístico pela Coreia do Norte, o presidente americano Donald Trump declarou que “grandes sanções adicionais” serão impostas nesta quarta-feira ao regime de Pyongyang. “A situação será controlada”, escreveu o chefe da Casa Branca em mensagem divulgada em seu Twitter.

Trump comunicou que teve uma conversa com o presidente chinês Xi Jingping para falar sobre “as ações provocativas da Coreia do Norte“. Representantes de ambos os países são esperados na reunião de emergência desta tarde no Conselho de Segurança para discutir o disparo do projétil. Em seu tuíte, o presidente americano não deixou claro se as sanções contra os norte-coreanos serão impostas unilateralmente ou se serão parte de uma nova rodada sancionada pela ONU.

A Coreia do Norte divulgou nesta quarta-feira informação de que o último projétil lançado pelas suas forças é um novo modelo do míssil balístico intercontinental (ICBM) batizado Hwasong-15, que é capaz de alcançar “todo o território dos Estados Unidos“. A televisão estatal do país detalhou, por meio da veterana apresentadora Ri Chun Hee, que o míssil voou 950 quilômetros e alcançou a altura de 4.475 quilômetros. As informações foram confirmadas por Seul, Washington e Tóquio.

O projétil foi lançado na madrugada da quarta-feira (horário local) de Pyongsong, cerca de 30 quilômetros a nordeste da capital Pyongyang, em direção ao leste. De acordo com a rede CNN, Pyongyang conduziu quinze testes balísticos desde fevereiro, com 22 misseis sem cargas explosivas disparados.

O secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, exortou Pyongyang a “desistir de tomar qualquer possível passo desestabilizador no futuro”. Guterres qualificou o teste como uma “clara violação das resoluções do Conselho de Segurança” e que “revela a completa falta de respeito pela visão conjunta da comunidade internacional”.

Fonte: Veja

Míssil teria caído no mar do Japão

A Coreia do Norte disparou um míssil balístico na madrugada desta quarta-feira (29), pelo horário local, afirmam militares sul-coreanos citados pela agência Yonhap News, da Coreia do Sul. De acordo com o Pentágono, uma avaliação inicial indica que se trata de um míssil balístico intercontinental (ICBM), que voou por mil quilômetros até cair no Mar do Japão. O órgão militar americano afirmou que o disparo não representou uma ameaça aos EUA, seus territórios ou aliados.

O presidente americano Donald Trump foi informado enquanto estava visitando o Congresso e o míssil ainda estava no ar, informou a Casa Branca. Mais tarde, ele afirmou que o novo lançamento não irá mudar a forma como os Estados Unidos lidam com a questão norte-coreana. Questionado por jornalistas durante um pronunciamento sobre impostos, ele se limitou a dizer: "cuidaremos disso".

Segundo a Yonhap, o míssil foi disparado da província de South Pyongan, que fica ao norte de Pyongyang, em direção ao leste. Militares sul-coreanos estão analisando os detalhes com o Estados Unidos, acrescenta a agência.

O governo japonês estima que o míssil voou por 50 minutos e caiu na zona econômica exclusiva do país, informa a emissora de TV japonesa NHK.

Em resposta, as forças armadas da Coreia do Sul conduziram um lançamento de míssil de "ataque de precisão", segundo os militares citados pela Yonhap. A agência não deixa claro qual o alvo deste projétil.

O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, ordenou uma reunião de emergência com o gabinete de ministros. O presidente sul-coreano, Moon Jae-in convocou uma reunião do Conselho de Segurança Nacional de seu país para discutir o lançamento.

Sanções

O último míssil disparado pela Coreia do Norte, um Hwasong-12 de alcance intermediário, foi lançado no dia 15 de setembro, sobrevoou o Japão e caiu no Oceano Pacífico.

A comunidade internacional condena os disparos de mísseis e considera os programas nuclear e balístico da Coreia do Norte violações contra as resoluções da ONU.

No dia 11 de setembro, o Conselho de Segurança da Organização impôs, por unanimidade, a proibição das exportações de produtos têxteis do país e limitou as importações de petróleo. Aquela foi a nona resolução de sanções aprovada por unanimidade pelo conselho de 15 membros desde 2006 sobre os programas de mísseis balísticos e nuclear da Coreia do Norte.
As sanções mais recentes foram uma resposta ao teste com uma bomba de hidrogênio, o sexto teste nuclear do país dos últimos 11 anos, ocorrido em 3 de setembro.

Na semana passada, Trump incluiu a Coreia do Norte em uma lista de 'países que patrocinam terrorismo', no que diz ser uma "campanha de pressão máxima" dos EUA em relação à Coreia do Norte.

Fonte: G1

A esperança de que os 44 tripulantes do submarino argentino desaparecido há nove dias serão encontrados vivos diminuíram, depois que evidências apontaram para a possibilidade de que a embarcação explodiu e porque a equipe só tinha abastecimento de oxigênio para sete dias.

Familiares dos tripulantes que estavam esperando por notícias na base do submarino na cidade argentina de Mar del Plata começaram a ir para casa na noite de quinta-feira, enquanto a Marinha se comprometeu a continuar com as buscas.

"Neste momento, a verdade é que eu não tenho nenhuma esperança de que eles vão voltar", disse Maria Villareal, mãe de um dos tripulantes, a uma televisão local na manhã de sexta-feira.

Alguns familiares acusaram a Marinha de colocar seus entes queridos em risco desnecessário ao enviá-los em uma embarcação de mais de 30 anos, que eles suspeitam que não estava adequadamente conservada, algo que a Marinha nega.

"Eles mataram meu irmão", gritou um homem para repórteres, enquanto deixava a base de carro. Enquanto isso, o homem que dirigia o veículo chorava.

O submarino San Juan começou a ser usado em 1983 e entrou em manutenção em 2008 na Argentina. As Forças Armadas argentinas têm enfrentado um declínio nos recursos e falta de treinamento desde o fim de uma ditadura militar no início dos anos 1980.

"Eles não nos disseram que eles estão mortos, mas essa é a conclusão lógica", disse a repórteres Itatí Leguizamón, esposa de um dos tripulantes desaparecidos.

Na quinta-feira, o porta-voz da Marinha, Enrique Balbi, disse que um som detectado debaixo d'água na manhã do dia 15 de novembro, perto da hora em que o San Juan enviou seu último sinal e na mesma área em que o submarino estava localizado, é "consistente com uma explosão".

 

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