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Mundo (155)

Pessoa teria vínculo com os ataques terroristas em Barcelona e Cambrils

 

A polícia da comunidade autônoma da Catalunha, na Espanha, deteve nesta sexta-feira (18) uma terceira pessoa em Ripoll, na província de Girona, por suposta vinculação com os atentados terroristas em Barcelona e Cambrils. A informação é da Agência EFE.

As forças de segurança confirmaram que a terceira detenção foi feita como parte do dispositivo iniciado nessa quinta-feira após os atentados, que causaram a morte de 13 pessoas e feriram mais de 100 no Boulevard de La Rambla, em Barcelona.

Fonte: Band

Polícia confirmou que se trata de um ataque terrorista em, de acordo com o jornal El país, 13 pessoas morreram

 

Um motorista atropelou nesta quinta-feira vários pedestres em La Rambla, uma das mais movimentadas avenidas de Barcelona, na Espanha. Conduzindo uma van branca, ele avançou sobre as pessoas que atravessavam a rua. As autoridades confirmaram uma morte, mas, de acordo com o jornal El Pais, fontes policiais informaram que 13 pessoas morreram e mais de 20 ficaram feridas.

A polícia de Barcelona confirmou que se trata de um ataque terrorista. O homem que dirigia a van fugiu a pé e teria entrado em uma outra van.

Dois homens armados invadiram um restaurante logo após o ataque, mas ainda não há informações sobre reféns ou confirmação se a invasão está diretamente ligada ao atropelamento.

Vídeos publicados no Twitter mostram a van no local do atropelamento e diversas pessoas caídas no chão aguardando atendimento médico.

Fonte: Veja

Pelo menos 12 pessoas morreram, e 52 ficaram feridas nesta terça-feira (15) após a queda de uma árvore durante uma festa religiosa em Funchal, na ilha da Madeira, informou a rede portuguesa "RTP".

O Serviço de Proteção Civil da região deve anunciar o primeiro balanço oficial nas próximas horas, de acordo com a emissora.

Um carvalho de quase 200 anos caiu sobre fiéis que acendiam velas perto de uma fonte, diante de uma imagem da Nossa Senhora do Monte. A fonte é rodeada por árvores centenárias e atrai a cada ano muitos habitantes da Madeira durante a festa do Monte.

As autoridades isolaram a área da tragédia. Consternados, os fiéis tentavam obter informações sobre as vítimas e ajudar os serviços de emergência.

Fonte: Folhapress

Desde que chegou ao poder no final de 2011, Kim Jong-un teria mandado matar o tio, a tia e o irmão mais velho

 

Na Coreia do Norte, sangue é poder. A autoridade do atual ditador do país, Kim Jong-un, vem de três fatores: o primeiro é que ele pertence à família que governa o país há quase 70 anos. O segundo é que seu irmão mais velho caiu em desgraça depois de uma tentativa fracassada de visitar a Disney no Japão em 2001. O terceiro é que ele está disposto a eliminar da face da terra qualquer pessoa que considere um ameaça.

Como se trata do país mais fechado do mundo, as brigas e traições familiares ocorrem dentro de uma elite dinástica protegida do escrutínio público. Há histórias de amantes, tentativas de fuga, execuções e até parentes que “casualmente” desapareceram da história.

Depois da malsucedida viagem ao parque de diversões, o meio-irmão de Un, Kim Jong-nam, conseguiu fugir do país com o filho e acabou por se tornar uma voz dissidente do regime. As críticas vindas de alguém do mesmo sangue se tornaram intoleráveis e o final da história ocorreu em fevereiro, com o assassinato de Nam no aeroporto de Kuala Lumpur, na Malásia, na fila do check-in para um voo para Macau, um território chinês.

Em 2013, Kim-Jong-un ordenou o fuzilamento do tio, Jang Song-thaek, até então o segundo homem mais poderoso do país. Os laços de parentesco não só não o salvaram, como acabaram por condenar toda a sua família. Um dia depois do assassinato de Jang, policiais invadiram a casa de centenas de parentes dele e levaram todos embora. Até os que habitavam cidades distantes da capital, Pyongyang, foram sequestrados. Dois anos depois, um dissidente do regime afirmou que ele havia envenenado a tia, Kim Kyong Hui.

O destino de todos foi o mesmo: os infames campos de trabalhos forçados do país. Mesmo parentes do pai de Jang foram incluídos entre os banidos. A punição a familiares de condenados é uma prática comum na Coreia do Norte e se estende até àqueles que ainda não nasceram.

Também em 2013, jornais da Coreia do Sul acusaram Un de ter mandado matar a ex-namorada, a cantora pop Hyon Song-wol. Mas meses depois, o regime divulgou um vídeo em que afirmava que Hyon ainda estava viva. A última vez que ela apareceu em público foi em 2015, quando atuou em uma missão diplomática na China.

Fonte: Veja

O presidente americano disse que o país governado por Nicolás Maduro "é uma bagunça muito perigosa"

 

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse hoje em coletiva de imprensa que o seu país tem várias opções para conter as atividades do governo do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, incluindo ação militar.

“Temos várias opções para lidar com a Venezuela e não vamos descartar uma opção militar”, disse Trump ao ser questionado por um jornalista sobre a abordagem de seu governo para com o país vizinho. “A Venezuela é uma bagunça, uma bagunça muito perigosa“, disse o republicano.

Durante suas férias em Bedminster, Nova Jersey, o presidente ainda afirmou que “adoraria uma solução pacífica em relação à Coreia do Norte“, com quem seu governo tem trocado ameaças de ação militar. “Podemos ter, também, uma solução ruim”, completou.

A escalada das tensões entre o governo Trump e os líderes da Venezuela e da Coreia do Norte acontecem na esteira da aplicação de sanções contra as duas nações pelos Estados Unidos. Washington se opôs fortemente à votação da assembleia constituinte na Venezuela e vem alertando o governo Maduro de que suas ações contra a democracia trariam consequências. O presidente venezuelano, no entanto, se dispôs a ter um encontro com Trump, em um discurso à assembleia constituinte recém eleita, na noite de ontem.

Fonte: Veja

Em um momento em que a Itália sofre com recordes de calor, tempo seco e incêndios reincidentes, a polícia local descobriu um esquema de fraude envolvendo o Corpo de Bombeiros da cidade de Ragusa, na Sicília.

A fraude consistia em um grupo de 15 bombeiros que causava incêndios propositais e simulava chamados de emergência para apagá-los. A intenção do grupo era receber o pagamento de horas extras trabalhadas. E, por muitas vezes, eles receberam. Cada hora extra equivale a 10 euros (cerca de R$ 36).

De acordo com a Polícia de Estado, que conduziu as investigações a respeito da fraude, os crimes foram cometidos pelo grupo durante os anos de 2013 e 2015.

Interrogados pelas autoridades, os profissionais da corporação admitiram que saíam de seus postos de trabalho, com a cumplicidade dos colegas de trabalho, para atearem fogo em diversos lugares.

Segundo a acusação, os profissionais causavam os incêndios, geralmente de pequenas dimensões, em jardins ou containers de lixo, e depois simulavam pedidos de ajuda para comparecerem ao local.

Escândalo e investigação

Embora o escândalo esteja vindo à tona em um momento delicado na Itália, com maior incidência de incêndios florestais, não há suspeitas de que as emergências deste ano sejam parte de um esquema de fraude. Ou seja, não há nenhuma evidência que aponte para incêndios propositais em 2017.

Além disso, a polícia italiana não informou à imprensa qualquer consequência causada pelos incêndios provocados pelos criminosos. Nem no âmbito material, nem números como de mortos ou feridos pelo fogo planejado.

A investigação começou quando as autoridades se deram conta que esta equipe de bombeiros realizava o triplo de intervenções que as demais. Segundo a agência EFE , em uma intercepção telefônica divulgada também pela polícia, é possível ouvir dois dos membros da corporação comentar as suspeitas de que estavam sendo investigados. Na conversa, um deles chegou a confessar: "provocamos incêndios, eles sabem. Eles sabem".

Fonte: IG

Protestantes foram rendidos por outros membros das Forças Armadas

 

Um grupo de militares do chamado Forte Paramacay, no estado de Carabobo, na Venezuela, promoveu um levante neste domingo contra o governo de Nicolás Maduro. Os militares acabaram rendidos por outros membros das Forças Armadas, de acordo com Diosdado Cabello, integrante da Assembleia Nacional e homem forte do governo chavista.

Em um vídeo divulgado na internet, um grupo de aproximadamente 20 homens usando uniformes militares e armados acompanharam um porta-voz identificado como capitão Juan Caguaripano.

“Nos declaramos em legítima rebeldia, nos unimos hoje mais que nunca com o bravo povo da Venezuela para reconhecer a tirania assassina de Nicolás Maduro[…] Como militares institucionais, reconhecemos e respeitamos a Assembleia Nacional (parlamento do país, cuja maioria é opositora ao governo Maduro) e exigimos que ela reconheça e respeite a vontade de um povo de se livrar da tirania”, disse Caguaripano.

O militar alegou estar acompanhado de oficiais, tropas da ativa e da reserva de todos os componentes das Forças Armadas, assim como policiais.

Um dos integrante da Assembleia Nacional, Diosdado Cabello, disse em sua rede social que o levante foi controlado. “De madrugada, agressores terroristas entraram ao Forte Paramacay, em Valência, atentando contra nossa FANB (Força Armada Nacional Bolivariana). Vários terroristas detidos”, escreveu Cabello em sua conta no Twitter.

 

Fonte: Veja

Luisa Ortega Díaz foi resgatada por manifestantes que impediram a sua prisão pelo regime de Nicolás Maduro

 

Destituída de seu cargo de procuradora-geral da Venezuela, Luisa Ortega Días precisou da ajuda de manifestantes para fugir das forças policiais de Nicolás Maduro. As tropas invadiram a sede do MP venezuelano com o objetivo de prendê-la, depois que o governo anunciou que ela não era mais a chefe da Procuradoria. Luisa Ortega subiu na garupa de uma moto e saiu pelas ruas de Caracas. Além de destituí-la do cargo, o governo pediu a sua prisão alegando crime de traição. Aliada do chavismo desde o princípio, Luisa Ortega passou a criticar a radicalização de Nicolás Maduro. A mais recente de suas medidas foi pedir a anulação da Assembleia Constituinte instalada pelo regime nesta semana. (Leonardo Coutinho, de Washington)

Fonte: Veja

Um morador do Texas, nos Estados Unidos, ficou ferido após disparar uma arma contra um tatu em seu jardim. A bala ricocheteou no animal e atingiu o atirador no rosto, segundo o xerife do condado.

Larry Rowe, xerife do condado de Cass, disse que o homem, cujo nome não foi divulgado, saiu de sua casa na cidade de Marietta, por volta de 3h. Ele viu o tatu em sua propriedade e abriu fogo três vezes.

A carapaça do animal fez pelo menos uma das balas ricochetear, e ela atingiu o homem na mandíbula. Ele foi levado a um hospital próximo.

O estado do tatu é desconhecido. "Não o encontramos", disse o xerife.

Fonte: Midiamax

Além da primeira-dama, Cilia Flores, o filho do presidente venezuelano também está entre os eleitos para redigir a nova Constituição

 

“Nicolasito” Maduro, filho do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, foi eleito como membro da assembleia que redigirá a nova Constituição do país, anunciou a autoridade eleitoral nesta terça-feira. O único filho do mandatário acompanhará a primeira-dama Cilia Flores, também eleita, no órgão formado por 545 membros e que funcionará como um suprapoder.

Nicolás Ernesto Maduro Guerra, 27 anos, entrou na arena política com a sua candidatura à Constituinte. Concorreu na eleição setorial como representante da administração pública, na qual trabalhou desde que o seu pai chegou ao poder, em 2013, ocupando altos cargos criados pelo presidente.

O agora membro da assembleia era praticamente um desconhecido, embora há alguns anos tenha causado polêmica após a circulação de imagens suas recebendo uma “chuva de dólares” enquanto dançava em uma festa de casamento.

Em seu perfil no Twitter, afirma que é graduado em Economia, flautista do aclamado sistema de orquestras juvenis e “soldado de Chávez até além da vida”.

Violência e fraude

A votação da polêmica Assembleia Constituinte, no domingo, foi marcada pela violência, com um saldo de 15 mortos durante o fim de semana. O total de vítimas fatais da dura repressão do governo nos quatro meses de protestos pela saída de Maduro chega a 125, segundo o Ministério Público.

Maduro declarou que mais de oito milhões de venezuelanos (41,5% dos eleitores) compareceram às urnas, mas segundo a oposição, que não reconhece a Assembleia e acusa o processo de fraudulento, a abstenção chegou a 88%.

A Assembleia Constituinte vai liderar o país por tempo indefinido, e estaria – em tese – acima até mesmo do presidente. Será responsável por redigir uma nova Constituição, que a oposição acusa que será usada para instaurar uma ditadura comunista.

 

Líderes da oposição presos

Os dois presos mais emblemáticos da oposição venezuelana, Leopoldo López e Antonio Ledezma, que estavam em prisão domiciliar, foram detidos na madrugada desta terça-feira após seus apelos contra a Assembleia Constituinte.

Segundo o Tribunal Supremo de Justiça (TSJ), López e Ledezma foram levados de volta à prisão por supostos planos de fuga e suas declarações políticas. A oposição venezuelana e os advogados de defesa de López e Ledezma negaram de forma contundente que os dois líderes tivessem a intenção de fugir.

A prisão dos opositores provocou reações da comunidade internacional. O Alto Comissariado de Direitos Humanos da ONU declarou que está “profundamente preocupado” com as prisões e pediu a Caracas que liberte todos aqueles que exercem os seus direitos democráticos.

A porta-voz da Casa Branca Sarah Huckabee disse que “os Estados Unidos condenam as ações da ditadura de Maduro e consideram que o regime é o responsável” pela integridade dos dois políticos. Na América Latina, Brasil, Uruguai, Chile e Costa Rica expressaram sua rejeição à prisão dos dois líderes opositores.

A Espanha promoverá sanções junto à União Europeia contra as prisões, enquanto o secretário-geral da ONU, António Guterres, exortou o governo a resolver as tensões. Já a União Europeia (UE) condenou as detenções, que considerou um “passo na direção equivocada”, nas palavras da porta-voz da diplomacia do bloco, Catherine Ray.

Fonte: Veja

 

 

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