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Economia

Economia (258)

Veja quais são as propostas dos presidenciáveis para o Imposto de Renda

A proposta de isentar de Imposto de Renda quem ganha até cinco salários mínimos (R$ 5 mil) — defendida pelos dois candidatos à Presidência — deixaria 16 milhões de contribuintes livres da cobrança e traria alívio até para quem ganha mais. No plano de Jair Bolsonaro (PSL), que prevê alíquota única, quem recebe R$ 20 mil, pagaria R$ 3 mil por mês, R$ 1.630 a menos que o cobrado hoje (queda de 35%). Já no desenho de Fernando Haddad (PT), que quer tabela progressiva como a atual, em que quem ganha mais paga mais, a economia para a mesma faixa salarial seria de R$ 605,34 (menos 13,1%).

Para especialistas, no entanto, faltam dados para mostrar como financiar as mudanças diante da fragilidade das contas públicas. Segundo o Projeto de Lei Orçamentária, a meta para 2019 é de deficit fiscal de R$ 139 bilhões.

As simulações foram feitas a pedido da reportagem pelo tributarista Paulo Henrique Pêgas, professor do Ibmec-RJ, com base nas ideias apresentadas até agora pelas duas campanhas. Bolsonaro defende alíquota de até 20% sobre a renda acima do limite de isenção. No programa petista, uma das possibilidades é adotar uma tabela com três faixas: 22,5% para quem recebe de R$ 5 mil a R$ 7 mil; 27,5% para quem ganha de R$ 7 mil a R$ 40 mil; e 35% sobre renda acima de 40 salários mínimos. Os valores foram arredondados levando em consideração o salário mínimo previsto para 2019 (R$ 1.006).

As mudanças no IR são acompanhadas por uma alteração na estrutura dos tributos que incidem sobre bens e serviços no país. A adoção de um imposto sobre valor agregado (IVA) está nos planos dos dois candidatos. E, no caso de Bolsonaro, há a hipótese de se fazer essa simplificação por meio de um imposto sobre movimentação financeira.

Críticas aos dois

“Isentar valores até R$ 5 mil, no momento atual brasileiro, é irresponsabilidade fiscal. O problema é que você diminui muito o IR para rendas mais elevadas e isso destrói a arrecadação. As duas propostas são eleitoreiras, sem qualquer fundamento técnico”, diz Paulo Henrique Pêgas, do Ibmec-RJ.

Isenção maior

Já o advogado Luiz Gustavo Bichara, especialista em tributação, afirma que faz sentido aumentar a faixa de isenção. “Isso tem que ser feito. Se fosse atualizar só pela inflação, daria uma faixa de mais de R$ 8 mil” afirma.

Faixas amplas

O professor da FGV Direito Rio Linneu de Albuquerque Mello afirma que, seja qual for o modelo adotado, o importante é manter a progressividade — princípio previsto na Constituição. “Temos cinco faixas de zero a R$ 4 mil e depois de R$ 4 mil ao céu. Tem que espaçar mais”.

Mudança custaria R$ 60 bilhões aos cofres

Hoje, não paga o IR quem recebe até R$ 1.903,98. Paulo Henrique Pêgas, do Ibmec-RJ, estima que só o aumento do limite de isenção causaria perda de R$ 2,7 bilhões em arrecadação.

A mudança beneficiaria mais gente, no entanto, por causa da tabela progressiva do IR. Quem ganha R$ 10 mil, por exemplo, não paga imposto sobre a parcela de sua renda que fica dentro do atual limite de isenção — ou seja, sobre R$ 1.903,98. Mas este limite seria ampliado e, com isso, a arrecadação com o IR pelo governo seria bem menor. A atual equipe econômica estima que a mudança custaria R$ 60 bilhões aos cofres públicos.

A ideia do time de Bolsonaro é compensar isso com medidas de ajuste fiscal, explica o economista Marcos Cintra, responsável por assessorar Guedes na área tributária. O programa prevê, por exemplo, a tributação de dividendos (hoje isentos), privatizações e mudanças nas regras de outros impostos. Ele não estima qual seria o impacto da mudança no IR.

— Toda e qualquer simulação em torno de variáveis tributárias têm que ser sempre de acordo com o ajuste fiscal — afirma Cintra.

Impacto menor

Já no modelo de Haddad, a compensação viria do aumento da cobrança sobre os mais ricos. Segundo Guilherme Mello, economista da Unicamp que integra a equipe do petista, o impacto da mudança de regras, com ampliação do limite de isenção, é de R$ 30 bilhões a R$ 40 bilhões — em uma das 11 simulações com as quais o grupo trabalha. A tributação sobre salários mais altos e sobre lucros e dividendos ajudaria a fechar a conta, com arrecadação de até R$ 80 bilhões.

— Queremos garantir que a proposta é viável do ponto de vista fiscal — destaca Guilherme Mello.

Fonte: Extra.globo

Correios fecham 41 agências a partir desta terça, no MS também

A estatal informa que as unidades que serão desativadas estão em imóveis alugados, localizadas muito próximas a outras agências

A partir desta terça-feira (16), os Correios vão fechar e encerrar as atividades em 41 agências de 15 estados do país. De acordo com a estatal, as unidades que serão desativadas estão em imóveis alugados, localizadas muito próximas a outras agências (menos de dois quilômetros) e não geram lucros. A empresa informou que os funcionários que trabalham nesses locais serão realocados.

Atualmente, os Correios têm pouco mais de 6,3 mil agências próprias em todo o país, além de 4,3 mil comunitárias, 1 mil franqueadas e 127 permissionárias. Segundo a empresa, o encerramento das atividades dessas agências faz parte do processo de remodelagem da rede de atendimento, que prevê a substituição gradativa de unidades convencionais “por soluções diferenciadas e mais adequadas às necessidades dos clientes”.

“O processo de remodelagem prevê a ampliação dos pontos de atendimento, dos atuais 12 mil para 15 mil, em todo o país, até 2021, melhorando os serviços para a população”, informou a estatal, em nota.

Nenhuma outra agência foi desativada dentro desse processo de remodelagem do ano passado para cá e não há previsão de mais fechamentos até o fim de 2018. De acordo com os Correios, fechamentos pontuais que ocorreram foram relacionados a questões administrativas como reformas, aluguel e mudança de imóvel.

Serão fechadas agências nos estados do Amazonas, da Bahia, do Ceará, do Espírito Santo, de Goiás, do Piauí, de Minas Gerais, do Mato Grosso do Sul, de Mato Grosso, do Pará, do Piauí, do Rio de Janeiro, de Roraima, do Rio Grande do Sul e de São Paulo.

Fonte: Edição MS

Imposto de Renda 2018: dinheiro da restituição do 5º lote está na conta

Os contribuintes contemplados com a liberação do quinto lote de restituições do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) 2018 (ano-base 2017) já estão com o dinheiro na conta. O depósito foi feito nesta segunda-feira, dia 15, pela Receita Federal. Neste lote, estão incluídas 2.532.716 pessoas, totalizando R$ 3,3 bilhões. Essa leva de devoluções contempla também restituições residuais dos exercícios de 2008 a 2017.

No caso das restituições referentes a 2018, o dinheiro será devolvido com uma correção de 3,62%, equivalente à variação da taxa básica de juros (Selic) de maio a outubro deste ano. Para os lotes residuais de 2008 a 2017, as correções vão variar de 11,45% a 105,74% (dependendo do ano).

Se a pessoa tiver sido incluída neste lote, mas o dinheiro não estiver creditado na conta indicada por ela, é preciso procurar uma agência do Banco do Brasi (BB) ou ligar para a central de atendimento da instituição por meio dos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos).

Neste caso, o interessado poderá agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer outro banco.

Desse total a ser depositado, R$ 171.726.024,67 são restituídos a contribuintes prioritários, sendo 4.307 contribuintes idosos acima de 80 anos, 32.257 contribuintes entre 60 e 79 anos, 4.530 contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou doença grave e 20.362 professores.

Confira o calendário de pagamento bancário das próximas restituições:

6º lote - 16/11/2018

7º lote - 17/12/2018

Fonte: Extra

Ativos do Sicredi crescem 20,6% no 1º semestre e totalizam R$ 87,8 bilhões

  • §Instituição financeira cooperativa cresceu 17,1% em patrimônio líquido, alcançando R$ 13,8 bilhões
  • §Depósitos totais tiveram incremento de 20,8%, atingindo R$ 57,2 bilhões
  • §Poupança registrou crescimento de 49,9%, alcançando R$ 11,6 bilhões
  • §Carteira de crédito totalizou R$ 45,7 bilhões, 23,5% a mais na comparação com 1º semestre de 2017

O Sicredi – instituição financeira cooperativa com mais de 3,8 milhões de associados e atuação em 22 estados brasileiros e no Distrito Federal – anuncia os resultados financeiros do primeiro semestre de 2018. De acordo com as Demonstrações Financeiras Combinadas, o resultado líquido cresceu 11% e o patrimônio líquido do Sicredi registrou aumento de 17,1%, quando comparado ao mesmo período do ano anterior, totalizando, respectivamente, R$ 1,36 bilhão e R$ 13,8 bilhões. Já os ativos atingiram R$ 87,8 bilhões, crescimento de 20,6% no comparativo com o primeiro semestre de 2017.

Na captação, o Sicredi obteve um crescimento de 20,8% em depósitos totais na comparação com o mesmo período do ano passado, alcançando R$ 57,2 bilhões. No mesmo período, a poupança – um dos focos da instituição financeira cooperativa, tendo em vista que incrementa e auxilia a fomentar o crédito rural – teve um aumento de 49,9%, atingindo R$ 11,6 bilhões. Já a carteira de crédito totalizou R$ 45,7 bilhões, um incremento de 23,5% em relação ao mesmo período de 2017. A carteira de crédito rural fechou em R$ 17,5 bilhões no primeiro semestre de 2018, com crescimento de 14% em comparação ao mesmo período de 2017.

Mesmo com a ampliação da carteira de crédito, o índice de inadimplência do Sicredi manteve-se decrescente, com 1,51% (no primeiro semestre de 2017 era 2,04%). Vale ressaltar que, por conhecer melhor o associado e manter com ele uma relação na qual o associado é o dono do negócio, as cooperativas de crédito apresentam um menor índice de inadimplência, o que permite oferecer taxas melhores e condições para empréstimos, contribuindo decisivamente para o desenvolvimento regional.

“Mais uma vez, o Sicredi registrou um forte crescimento em seu balanço financeiro combinado, reforçando, assim, seu crescimento contínuo e robustez do trabalho realizado pelas nossas 116 cooperativas”, afirma o presidente-executivo do Banco Cooperativo Sicredi, João Tavares. “Todo trabalho e resultados são fruto da cooperação de nossos colaboradores e mais de 3,8 milhões de associados, que são os donos do negócio e atuam, igualitariamente, nas decisões e rumos das cooperativas de crédito que compõem o Sicredi. Com a expansão para novas localidades, estamos fortalecendo a presença nacional com atuação regional”, enfatiza Tavares.

O Sicredi também registrou um aumento em seu número de agências, chegando a 1.611 em todo o Brasil. De janeiro a junho deste ano, foram 46 novas inaugurações, entre elas agências no Distrito Federal e em Minas Gerais, marcando a entrada do Sicredi nessas duas unidades federativas. Outro destaque deste primeiro semestre foi o lançamento da conta digital Woop Sicredi, uma solução financeira cooperativa para um público conectado e jovem de espírito, que procura resolver suas necessidades financeiras virtualmente, ao mesmo tempo em que colabora para o desenvolvimento da sua comunidade. O Woop Sicredi faz parte da transformação digital do Sicredi, que inclui a substituição progressiva dos sistemas que processam os produtos e serviços (core bancário). “O movimento de aumento do número de agências somado à oferta digital, o Woop Sicredi, demonstra a nossa visão de atender às demandas do consumidor de perfil mais digital, sem perder a essência de estarmos próximos dos associados”, contextualiza Tavares.

Pioneiro no segmento de cooperativismo de crédito no País e referência nacional e internacional pela organização em Sistema, com padrão operacional e utilização de marca única, o Sicredi conta, atualmente, com 116 cooperativas de crédito filiadas, presentes em 1.238 cidades, sendo que em 199 delas é a única instituição financeira presente.

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,8 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br.

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

Litro da gasolina chega a R$ 4,60 na Capital; na fronteira a R$ 4,82

O preço médio em Campo Grande é de R$ 4,33; filas se formam nos locais mais baratos

Andar de carro está cada vez mais difícil em Campo Grande. Isso porque o preço do litro da gasolina já pode ser encontrado por R$ 4,60 em postos de combustível da Capital.

Conforme a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), entre os dias 23 a 29 de setembro, foram levantados preços de 43 postos de Campo Grande. O litro do combustível mais barato foi encontrado por R$ 4,16 em um estabelecimento na rua Marechal Rondon.

Ainda segundo o levantamento feito pela ANP, o litro mais caro da gasolina, que chegou a R$ 4,60, foi encontrado em um posto da Avenida Mato Grosso. O preço médio em Campo Grande é de R$ 4,33.

O mesmo levantamento realizado em Campo Grande também foi feito em Corumbá, na fronteira com a Bolívia. Oito postos foram pesquisados e o preço do litro da gasolina chegou a ser encontrado por R$ 4,82 e o mínimo por R$ 4,56. O preço médio na cidade é de R$ 4,76.

Fonte: Top midia news

 

Dólar fecha a R$ 4,19 e atinge valor histórico em relação ao real

A maior alta foi em 21 de janeiro de 2016, quando chegou a R$ 4,163

O dólar encerrou o pregão de hoje (13) próximo dos R$ 4,20, no maior patamar desde a criação do Plano Real. A moeda norte-americana fechou em alta de 1,21%, cotada a R$ 4,1957 para venda, superando o teto de R$ 4,1655 de janeiro de 2016.

No acumulado do mês, o dólar já apresenta valorização de 3,03% em relação ao real. O Banco Central segue com a política tradicional de swaps cambiais, sem efetuar na semana nenhum leilão extraordinário de venda futura de dólares, como fez na última sexta-feira para conter a valorização da moeda norte-americana.

O índice B3, da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), terminou o dia em baixa de 0,58%, com 74.686 pontos. Os papéis da Petrobras tiveram desvalorização de 1,27%, seguidos pelos do Itau com (-0,55%) e Bradesco (-0,40%). Com informações da Agência Brasil.

Fonte: Noticias ao minuto

Dólar dispara, ultrapassa R$ 4,20 e Banco Central intervém

Ao todo, 13,8 mil contratos foram fechados no primeiro leilão

Com o avanço do dólar comercial frente nesta quinta-feira (30), quando chegou a valer quase R$ 4,17, o Banco Central (BC) aunciou, no início da tarde, o leilão de US$ 1,5 bilhão em contratos de swap cambial – equivalente à venda de dólares no mercado futuro – para tentar conter a alta da moeda norte-americana.

Ao todo, 13,8 mil contratos foram fechados no primeiro leilão. Segundo o BC, 16 mil foram oferecidos na segunda rodada. A intervenção pode ter reduzido o apetite do mercado por dólares, já que, por volta das 14h, a moeda dos Estados Unidos dava sinais de recuo, passando a valer R$ 4,144 na venda. No mesmo horário, o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, tinha queda de 1,88%, a 76.914,34 pontos. Mesmo com a atuação do BC, o dólar continua em alta na comparação com o dia anterior, quando encerrou o pregão vendido a R$ 4,114.

O dólar turismo, usado em viagens internacionais, está sendo vendido a R$ 4,56 em casas de câmbio de São Paulo, segundo consulta da Agência Brasil. O valor não inclui taxas de serviço e tributos, como o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), cobrado de quem compra a moeda na hora da transação.

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Na última quarta-feira (28), dia em que a moeda norte-americana fechou no segundo maior nível desde a criação do real, o BC já havia anunciado a venda de US$ 2,15 bilhões das reservas internacionais do Brasil com compromisso de recomprá-las mais adiante.

Entenda os swaps

Por meio das operações de swap cambial, o Banco Central vende dólares no mercado futuro, mas sem transferir o recurso de fato. Ao fim do contrato, o BC garante ao investidor o pagamento da variação do dólar no período, e o investidor restitui a variação da taxa de juros no período. Se a taxa de juros for superior, o investidor embolsa os rendimentos. Se a moeda subir mais que os juros no período, o BC ganha num primeiro momento, mas troca de rendimentos com os investidores e sai perdendo. Esse contrato faz com que os investidores diminuam o interesse na compra da moeda norte-americana e com que seu valor frente ao real seja reduzido no mercado de câmbio. Com informação da Agência Brasil.

Fonte: Noticias ao minuto

Pagamento do 13º salário de aposentados começa hoje

A primeira parcela corresponde a 50% do valor do 13º salário

Os pagamentos da primeira parcela do 13º salário dos aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começarão a ser efetuados nesta segunda-feira (27).

Terão direito a essa parcela do abono anual 30 milhões de beneficiados. O Governo Federal estima que a antecipação da chamada gratificação natalina injetará R$ 20,6 bilhões na economia do país nos meses de agosto e setembro.

A primeira parcela corresponde a 50% do valor do 13º salário e será depositada junto com o benefício mensal da folha de pagamento. O calendário de pagamentos começa no dia 27 e vai até o dia 10 de setembro. O decreto presidencial que garantiu esse direito anual de aposentados e pensionistas foi publicado no último dia 17 de julho no “Diário Oficial da União”.

O advogado Bruno Souza Dias, do escritório Stuchi, Dias & Andorfato Advogados, informa que têm direito ao 13º salário os segurados do INSS que durante o ano receberam benefício previdenciário de aposentadoria, pensão por morte, auxílio-doença, auxílio-acidente, auxílio-reclusão ou salário-maternidade.

“Já aqueles que recebem benefícios assistenciais, como o Benefício de Prestação Continuada da Lei Orgânica da Assistência Social (BPC/LOAS), e o Renda Mensal Vitalícia (RMV), não têm direito ao 13º salário”, alerta o especialista.

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A Constituição Federal prevê que o 13º dos segurados da Previdência Social deve ser pago com base no valor integral dos benefícios ou aposentadoria recebida durante o ano, considerando-se o valor dos proventos do mês de dezembro, e deverão ser depositados até o fim do ano.

Cálculo

O advogado João Badari, especialista em Direito Previdenciário e sócio do escritório Aith, Badari e Luchin Advogados afirma que gratificação natalina do INSS é dividida em duas parcelas. Para calcular quanto receberão os aposentados e pensionistas devem levar em consideração duas variáveis: total de mês de vigência do benefício no ano e total de dias de pagamento dentro de um mês. Só é considerado o mês quando o benefício foi pago por mais de 15 dias.

Segundo exemplo dos especialistas, um benefício pago de 20 de fevereiro de 2018 até 16 de dezembro de 2018 terá o 13º salário calculado levando em conta o mês de dezembro, pois este teve mais de 15 dias de pagamento, e desconsiderado o mês de fevereiro, por este ter tido menos de 15 dias de pagamento normal.

Assim, o 13º salário será calculado com base no salário integral do mês de dezembro, dividindo o valor por 12 (número de meses de um ano) e multiplicando o resultado por 10 (quantidade de meses de vigência do benefício).

Badari observa que na primeira parcela, 50% do valor antecipado entre agosto e setembro, não há incidência de Imposto de Renda. Entretanto, os segurados que recebem benefícios que ultrapassam o limite do teto do IR, há taxação sobre a segunda parcela – isso quando a renda ultrapassa R$ 28.559,70, o equivalente a renda mensal de mais de R$ 1.903,98.

Cuidados

Como existem regras específicas, o advogado João Badari aconselha que o segurado do INSS requisite um extrato detalhado de seu pagamento. “Assim, ele poderá calcular se o valor depositado corresponde aos 50% do valor pago no último mês nesta primeira parcela. Caso não concorde com o valor depositado, poderá se dirigir ao INSS e solicitar a análise pelo atendente da agência”, ensina.

O segurado deve tomar cuidado com os valores depositados, orienta o advogado Roberto Hadid, do escritório Yamazaki, Calazans e Vieira Dias. “Se ocorrer algum problema relacionado ao valor do abono ou não for depositado nenhuma quantia, o segurado deverá procurar a agência do INSS em sua cidade e reivindicar os corretos valores referentes à parcela do 13º salário. Caso o erro persista e não seja resolvido, ele poderá ingressar com uma ação judicial para receber seu direito”, recomenda.

Fonte: Noticias ao minuto

Brasil tem taxa de juros do cartão de crédito mais alta do mundo

Juros cobrados nas modalidades do crédito rotativo são uma das causas do crescente endividamento dos brasileiros

O Brasil é o país onde a taxa de juros do cartão de crédito né a mais alta do mundo. No ano passado, segundo um levantamento da Proteste com base em dados dos bancos centrais de diversos países, a média anual da taxa do rotativo — aplicada quando se paga o mínimo da fatura do cartão — era de 352,76%. De acordo com o Extra, em 2018, considerando os cinco principais bancos do Brasil, a média chega a 231% ao ano, segundo uma pesquisa feita por Filipe Pires, professor do MBA em Finanças do Ibmec.

A publicação explica que a redução foi consequência de uma norma do Banco Central (BC) que estabeleceu o limite de 30 dias para o rotativo. Depois disso, as instituições financeiras entram em contato com os clientes para oferecer um parcelamento, que costuma ter juros reduzidos (em média, 154% ao ano).

A mudança pode ser considerada um ponto positivo, segundo destaca Pires. Ele ressalta que, antes, o consumidor que tinha uma dívida de mil reais, quando sujeito a juros anuais de 400%, por exemplo, via seu débito se multiplicar para R$ 125 mil ao fim de três anos.

"Nossa taxa é absurdamente cara, comparada a países emergentes ou até do primeiro mundo. Se utilizarmos como parâmetro todas as emissoras de cartão de crédito, a média sobe mais, chegando a 337%", afirma.

A Protesta afirma que os juros cobrados nas modalidades do crédito rotativo são uma das causas do crescente endividamento dos brasileiros. Segundo dados da PEIC (Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor), o cartão de crédito foi apontado como um dos principais tipos de dívida por 76,9% das famílias endividadas.

A orientação é para que os clientes sempre paguem o total da fatura no vencimento, pois caso pague o total após o vencimento o juros do rotativo também incidirá.

Fonte: Noticias ao minuto

Sicredi se consolida entre os ‘10 Maiores’ do País

Instituição financeira cooperativa conquistou colocações em 12 indicadores na edição 2018 do Valor 1000

O Sicredi – instituição financeira cooperativa com mais de 3,8 milhões de associados e atuação em 22 estados brasileiros e Distrito Federal – está mais uma vez entre os maiores do País, de acordo com o Valor 1000. Nesta edição 2018, divulgada em evento ocorrido na capital paulista na noite de 20 de agosto, a instituição se destacou em 12 categorias do anuário. Todas elas levam em consideração o balanço combinado do Sistema.

Na classificação dos 100 Maiores Bancos, o mais amplo do anuário, o Sicredi ficou em 10º lugar, subindo uma posição em relação ao ano passado. Entre as instituições financeiras que mais cresceram em Operações de Crédito e em Depósitos Totais, figurou em 4º e 11º lugar, respectivamente.

Já nos rankings voltados para os 20 Maiores Bancos, o Sicredi se destacou em Operações de Crédito, ocupando a 9ª posição; em Depósitos Totais, 7º colocado; em Patrimônio Líquido e Lucro Líquido, 8º lugar em ambos; em Receita de Intermediação, 9º; e em Resultado Operacional Sem Equivalência Patrimonial, 7º.

Entre os 20 Grandes Bancos, a instituição financeira cooperativa ainda ficou na 9ª colocação no ranking de Rentabilidade Operacional sem Equivalência Patrimonial, em 3ª entre os Mais Rentáveis sobre o Patrimônio e em 11º na categoria Bancos que Mais Cresceram em Depósitos Totais.

Elaborado pelo jornal Valor Econômico e pelo Serasa Experian, com base em dados do ano contábil de 2017, o Valor 1000 conta com o trabalho de homologação da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV/EAESP). A publicação traz informações completas sobre as mil maiores empresas do Brasil, com rankings comparáveis, demonstrações financeiras consolidadas, faturamento bruto e outros itens estratégicos retirados dos balanços ou informados pelas companhias ou instituições.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,8 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br.

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

Fonte: Assessoria

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