Economia (246)

Funcionários comissionados farão declaração; concursados estão livres

A partir de janeiro do ano que vem, quem tiver algum parente servidor do município em linha reta ou colateral, em até 3º grau, não poderá ser funcionário da Prefeitura de Campo Grande. Decreto de combate ao nepotismo foi assinado hoje (17) pelo prefeito Marcos Trad (PSD).

Já na próxima semana, todos os servidores contratados pela prefeitura da Capital terão que preencher um formulário declarando se tem ou não algum parente também como funcionário da administração municipal. Se isso ocorrer, um dos dois será exonerado a partir do ano que vem, independente se os dois trabalharem em secretarias ou setores diferentes. Os funcionários concursados não entram nessa regra.

Parentes em linha reta são consanguíneos, quando há vínculos entre os descendentes e ascendentes de um progenitor comum, como por exemplo bisavós, avós, pais, filhos, netos e bisnetos. O grau se conta a cada geração. O filho é 1º grau, neto 2º grau e bisneto 3º grau. Já parentes colaterais são os irmãos, primos, tios, sobrinhos. Na linha colateral, embora não descendendo um do outro, são descendentes de um tronco ancestral comum. O parentesco começa no 2º grau, por exemplo, irmão é parente de 2º grau, tios e sobrinhos de 3º grau. Primos são parentes de 4º grau, ou seja, não entram no decreto.

De acordo com o secretário municipal de Gestão, Agenor Mattiello, os servidores têm até o fim desse ano para fazer o credenciamento. “A partir de janeiro do ano que vem serão as exonerações, mas já começamos na próxima semana a disponibilizar os formulários para a auto-declaração. Eles que vão declarar se tem ou não parentes na prefeitura. Tem até o final do ano para fazer essa declaração. O próprio servidor que vai fazer a opção quem sai. Se ninguém tomar a escolha, a prefeitura assume a decisão”, explicou.

Ainda conforme Mattiello, em consequência a saída de servidores, vagas em concursos devem ser ampliadas. “É inevitável que vai acontecer alguns desligamentos. Quantos nós ainda não sabemos. Estamos trabalhando nisso através do E-social, que é um recadastramento de todos os funcionários da ativa e inativa, mas é indiscutível que nós vemos ter uma redução e alguns serão desligados. Em consequência, a gente vai ter que ampliar o número de vagas em concurso. Felizmente nós já temos alguns concursos programados. Tem de auditor, de procurador, de médicos e também na área administrativa. Já temos esses concursos no nosso horizonte, já estão previstos”, completou.

O prefeito explicou no evento de hoje que os concursados não correm risco de demissão, mas podem ser afetados também pelo decreto. “Se há um parente concursado, mas que está com função de confiança, vai perder”, disse.

Ainda segundo o prefeito, o decreto acaba com o “jeitinho brasileiro” na administração municipal. “Ela atinge interesses individuais de determinadas pessoas que pregam a moralidade, mas sempre desejam um “jeitinho brasileiro”. Um universo de 25 mil pessoas. Não é questão necessária, é questão de ser justo e decente. Poderia contestar a medida do Ministério Público, fazer uma consulta ao Tribunal de Contas, ao Judiciário e esperar passar minha gestão”, concluiu.

MINISTÉRIO PÚBLICO
A criação do decreto surgiu a partir de uma recomendação do Ministério Público Estadual (MPE), que pretende antecipar a irregularidade do nepotismo e evitar denúncias. “A tentativa de uma normativa, de um decreto que preveja medidas preventivas é justamente para evitar que venha acontecer. Quando fizemos essa recomendação no ano passado, um dos fundamentos que colocamos lá, eram os casos recorrentes que chegavam ao MPE de nepotismo”, explicou o promotor de Justiça Adriano Lobo, da 29ª Promotoria de Justiça de Campo Grande.

Fonte: Correio do Estado

Cobrança indevida ocorreu em 2016

Sentença proferida na 15ª Vara Cível de Campo Grande julgou procedente ação movida por A.L.A. contra empresa de TV por assinatura, que incluiu seu nome nos órgãos de proteção ao crédito por dívida inexistente.

A empresa ré, com a qual o autor nunca celebrou contrato de prestação de serviço, foi condenada a declarar inexistente o débito no valor de R$ 432,33, bem como o pagamento de indenização por danos morais no valor de R$ 10.000,00.

Alega ao autor que no dia 25 de abril de 2016, por meio de contato telefônico, foi surpreendido por um atendente da operadora de TV por assinatura que o informou sobre um débito em seu nome no valor de R$ 432,33, alertando-o que deveria providenciar o respectivo pagamento para a retirada do seu nome do SPC. Salienta ainda que jamais contratou referidos serviços com a operadora, tampouco morou ou esteve na cidade de Fortaleza (CE), onde foi celebrado o contrato.

Dessa forma, em antecipação dos efeitos da tutela pretendida, pleiteou a exclusão de seu nome do cadastro de inadimplentes e a declaração de inexistência do débito alegado, bem como a condenação da requerida pelos danos morais sofridos, no valor de R$ 15.000,00.

Na decisão liminar, os pedidos de antecipação de tutela e de benefícios da assistência judiciária gratuita foram deferidos, determinando-se, a seguir, a citação da parte ré.

Citada, a empresa alegou inicialmente que as afirmações do autor não correspondiam a realidade. Salientou que os dados para cadastro de assinatura são fornecidos exclusivamente pelo cliente e argumentou que um suposto terceiro de má-fé possa ter usado os documentos da parte requerente para contratar os serviços e que, nesse caso, a empresa não tem como negar a prestação de serviço.

Ressaltou ainda que a assinatura habilitada em nome de A.L.A. está cancelada, tendo a empresa providenciado a isenção de todas as faturas inadimplidas, sem qualquer ônus para a parte a autora. Asseverou que não havia motivos para condenação em danos morais, visto que o caso trata apenas de aborrecimentos e inconformismos da vida cotidiana.

Também argumentou que cabe à parte autora o ônus de produzir provas. Por fim, postula que a pretensão autoral seja rejeitada.

O juiz Alessandro Carlo Meliso Rodrigues notou nos autos a falta de comprovação da ré da contratação alegada. "Ressalta-se que a tela do sistema juntada na sua peça de defesa não é hábil, por si só, para provar a referida contratação, visto que não há assinatura do requerente ou qualquer outro meio que pudesse identificar a autenticidade da contratação, como, por exemplo, gravação telefônica".

O juiz observou também a argumentação de má-fe de terceiro apontada pela empresa: "A alegação de que terceiro de má-fé possa ter utilizado os documentos da parte requerente, além de não estar devidamente comprovada, não constitui fundamento para afastar sua responsabilidade sobre danos causados ao consumidor. Sua responsabilidade é objetiva e, sendo assim, responde por qualquer ato danoso contra o consumidor, independentemente do ato ter sido praticado por terceiro".

"Por todas as razões acima expostas, conclui-se que a empresa procedeu à inscrição do nome da parte requerente nos órgãos de proteção ao crédito sem cumprimento dos requisitos legais necessários para tal desiderato, razão pela qual a inscrição no rol dos inadimplentes foi indevida, o que constitui justa causa apta a fundamentar a pretensão reparatória pelo dano moral alegado".

Fonte: Topmidianews

As taxas são justas e o prazo para pagamento pode ser de até 96 meses

A Sicredi Centro-Sul MS disponibiliza ao servidor público estadual do Mato Grosso do Sul a oportunidade de realizar o crédito consignado*. A consignação em folha é uma modalidade de empréstimo pessoal com pagamento das parcelas descontadas diretamente na folha de pagamento. Além disso, o funcionário estadual terá acesso a todas soluções financeiras oferecidas pela instituição financeira cooperativa.

As taxas são justas e o prazo para pagamento pode ser de até 96 meses. Para ter acesso, é necessário o servidor ir até uma agência, ser associado da Cooperativa e fazer uma simulação. Para abertura da conta corrente é preciso apresentar documento de identificação com foto, CPF, comprovante de residência atualizado, comprovante de renda, sendo holerite ou declaração de imposto de renda. Caso o solicitante seja casado, também é necessário certidão de casamento ou comprovação do regime de casamento e cópias de documento de identificação e CPF do cônjuge.

De acordo com o diretor executivo da Sicredi Centro-Sul MS, Giorgio Martins Bonato, esta é mais uma solução que a Cooperativa oferece para ajudar os associados a tirar os planos do papel. “É uma oportunidade de terem acesso ao cooperativismo e ao crédito consignado, com taxas favoráveis e de um jeito descomplicado. Além disso, ao ser um associado, o servidor passa a ser dono da instituição financeira cooperativa e participa dos resultados gerados de forma coletiva.”

Além do crédito consignado, o servidor público que se torna um associado tem à disposição soluções financeiras que se adequam ao seu objetivo e a sua necessidade. Produtos como créditos e consórcios, com taxas justas e com a flexibilidade de escolher o prazo. A tranquilidade para proteger seu patrimônio e sua vida, com diversas modalidades de seguros, investimentos e previdência. Além de soluções para facilitar as transações e movimentações, como cartões, Internet Banking e Sicredi Mobi, garantindo mais comodidade e agilidade onde e quando precisar.

*Crédito sujeito a análise e aprovação.

Sobre a Cooperativa Sicredi Centro-Sul MS

A Sicredi Centro-Sul MS está presente em 23 municípios da região sul do Estado: Amambai, Aral Moreira, Bataguassu, Batayporã, Bela Vista, Caarapó, Coronel Sapucaia, Deodápolis, Dourados (5), Eldorado Fátima do Sul, Iguatemi, Itaporã, Itaquiraí, Ivinhema, Laguna Carapã, Mundo Novo, Naviraí, Nova Alvorada do Sul, Nova Andradina, Novo Horizonte do Sul, Ponta Porã e Rio Brilhante. Atualmente são mais de 70 mil associados atendidos pela Cooperativa.

Em comparação ao montante recebido mês passado pelas cidades de MS, queda foi de 32%

Os municípios de Mato Grosso do Sul receberam R$ 32,3 milhões a menos neste mês de julho, referentes ao repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). A queda foi de 32% na comparação com junho, quando os recursos somaram R$ 100,6 milhões; já neste mês, o montante foi de R$ 68,3 milhões. Os cálculos foram feitos pela assistência técnica da Associação dos Municípios de MS (Assomasul).

O FPM é repassado a cada dez dias do mês como parte da arrecadação do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). O primeiro repasse (decêndio) de julho totalizou R$ 27,9 milhões, enquanto o segundo foi de R$ 10,7 milhões, e o terceiro fechou em R$ 29,6 milhões.

A previsão da Secretaria do Tesouro Nacional (STN), vinculada ao Ministério da Fazenda, é de que haverá uma recuperação de 24% em agosto em relação a julho. No entanto, o fundo constitucional registrará um decréscimo de 10% em setembro, em comparação a agosto.

Fonte: Correio do Estado

Demanda no setor térmico foi reduzida pela metade no comparativo com 2017

Os relatórios da distribuição de gás natural no primeiro semestre de 2018 revelaram queda no consumo do combustível no Estado. O total fornecido entre janeiro e junho foi o menor volume dos últimos quatro anos, 169,4 milhões de metros cúbicos, e 12% a menos em relação ao mesmo período anterior.

Os números são da Companhia de Gás do Estado de Mato Grosso do Sul (MSGás), que, em 2015, atingiu 515,5 milhões de metros cúbicos distribuídos no primeiro semestre. O total despencou para 179,1 milhões no ano seguinte e subiu para 192,5 milhões em 2017.

O volume fornecido nos seis primeiros meses deste ano foi impactado pela baixa demanda no segmento térmico. O consumo de gás natural na Usina Termelétrica Luís Carlos Prestes, em Três Lagoas, caiu pela metade no comparativo com 2017 – de 123,4 milhões para 61 milhões de metros cúbicos.

O declínio na geração de energia elétrica pela unidade três-lagoense – única do Estado em operação – justifica a baixa necessidade pelo combustível. Segundo dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (Ccee), fornecidos pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), foram gerados 223,38 megawatts (MW) médios entre janeiro e maio deste ano. No mesmo período do ano passado, a geração foi pelo menos três vezes maior, com 759,31 MW médios.

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Fonte: Correio do Estado

Apuração será no dia 10 de agosto; serão sorteados 27 prêmios de R$ 2 mil em RDC, sendo um por agência da Cooperativa

A Sicredi Centro-Sul MS realizará mais um sorteio da campanha promocional “Poupar no Sicredi é Tudo de Bom”. No dia 10 de agosto, serão sorteados 27 prêmios em RDC no valor de R$ 2 mil cada, sendo um por agência da Cooperativa. Além destes, ao longo do ano, os associados, pessoas físicas e jurídicas, que realizarem depósitos em poupança, depósitos a prazo e aplicação em capital social na Cooperativa concorrerão a camionete, carros, moto, viagem, bicicletas, eletrônicos e 27 prêmios de R$ 2 mil. Ao todo, são 97 prêmios que somam R$ 327 mil e serão distribuídos em quatro sorteios durante o ano.

O período de participação da promoção iniciou no dia 2 de abril e segue até o dia 7 de dezembro. A primeira apuração, realizada no dia 15 de junho, entregou 27 caixas de som JBL, Flip 4, e 27 prêmios de R$ 2 mil em depósito em RDC, sendo um de cada, para cada agência da Cooperativa. O segundo sorteio que será realizado no dia 10 de agosto e também distribuirá 27 prêmios em RDC no valor de R$ 2 mil cada, sendo um para cada agência. Já na terceira apuração, que ocorrerá no dia 10 de outubro, serão sorteados um drone DJI, modelo phantom 3, uma moto Honda, modelo CG 125, e um carro Fiat Mobi para todos os participantes da Campanha.

E, no último sorteio, que será realizado no dia 15 de dezembro, será um verdadeiro festival de prêmios, com o sorteio de um micro-ondas Philco, duas bicicletas Caloi, um ar condicionado Electrolux 12.000 BTUS, um Xbox One, um refrigerador Brastemp, um Iphone 8, um notebook Dell, um fogão Brastemp, um voucher de viagem nacional no valor de R$ 5 mil, uma TV LG 65”, um carro Hyundai modelo HB20 e uma camionete GM modelo S10 CD Advantage, para todos os associados participantes de acordo com o regulamento.

Regulamento

Os prêmios são válidos somente para associados da Sicredi Centro-Sul MS que realizarem as aplicações nos produtos participantes. Para garantir os cupons, os associados devem atender alguns critérios nas movimentações contempladas na ação. De acordo com o regulamento, os associados, pessoa física, têm direito a concorrer a cada R$ 5.000,00 mantidos na poupança que dá direito a 1 cupom. A cada aplicação de R$ 150,00 em poupança ganha 1 cupom e aplicações programadas de 12 parcelas de no mínimo R$ 100,00, garantem 3 cupons. Se a aplicação for em depósito a prazo, a cada R$ 5.000,00 dá direito a 1 cupom e se a aplicação for programada em 12 parcelas de no mínimo R$ 1.000,00 cada parcela, vale 3 cupons. A integralização em capital social também garante 1 cupom para o associado.

Já os associados pessoas jurídicas garantem seus cupons a cada aplicação em depósito a prazo de R$ 10.000,00, que vale 1 cupom. Se a aplicação em depósito a prazo for programada em 12 parcelas de no mínimo R$ 2.000,00, o associado tem direito a 3 cupons. Os cupons são cumulativos, mas só serão considerados válidos os depósitos e as aplicações realizados e mantidos até a data de cada sorteio.

Para participar da promoção é necessário a apresentação do comprovante da operação a um colaborador sua agência da Sicredi Centro-Sul MS. O associado deve ainda responder corretamente à pergunta “Qual instituição financeira cooperativa que distribui resultado proporcional à movimentação do associado?”. O regulamento completo está disponível nas agências e também no site www.pouparnosicredietudodebom.com.br. A promoção está aprovada sob o Certificado de Autorização 02.000313/2018.

Sobre a Cooperativa Sicredi Centro-Sul MS

A Sicredi Centro-Sul MS está presente em 23 municípios da região sul do Estado: Amambai, Aral Moreira, Bataguassu, Batayporã, Bela Vista, Caarapó, Coronel Sapucaia, Deodápolis, Dourados (5), Eldorado, Fátima do Sul, Iguatemi, Itaporã, Itaquiraí, Ivinhema, Laguna Carapã, Mundo Novo, Naviraí, Nova Alvorada do Sul, Nova Andradina, Novo Horizonte do Sul, Ponta Porã e Rio Brilhante. Atualmente são mais de 71 mil associados atendidos pela Cooperativa.

Governo reduziu alíquota do imposto sobre o combustível, mas valor de referência terá alta

Quase dois meses após o governo do Estado reduzir por tempo indeterminado a alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre o diesel em Mato Grosso do Sul — a queda foi de 17% para 12% —, o combustível poderá ficar até 3,62% mais caro no Estado, a partir de 1º de agosto. De acordo com nova tabela do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), publicada nesta terça-feira (25) no Diário Oficial da União, o diesel S-10 terá aumento no valor de referênca a ser aplicado no mercado estadual, passando de R$ 3,4887 para R$ 3,6149, enquanto para o óleo diesel, a alta será de 3,54%, saindo de R$ 3,3837 para R$ 3,5036. As elevações, respectivamente de 12 e 11 centavos por litro, decorrem de reajustes na pauta fiscal dos combustíveis, que não ocorriam desde o início de junho.

Ainda conforme o ato da Comissão Técnica Permanente (Cotepe) do Confaz, apenas dois produtos terão queda no valor de referência em Mato Grosso do Sul: a gasolina comum e o etanol. Seguindo trajetória inversa à do último reajuste, a gasolina comum deve ficar 1,61% mais barata no Estado, chegando ao preço de R$ 4,3727, ante R$ 4,4448, pela pauta fiscal em vigor, uma diferença de sete centavos por litro. No caso do derivado de cana, a redução será de 1,97%, saindo de R$ 3,3305 para R$ 3,2649, ou seis centavos a menos. Já a gasolina aditivada terá aumento de cinco centavos no valor de referência, indo de R$ 5,8355 para R$ 5,8943 (+1,01%).

Fonte: Correio do Estado

A gasolina atingiu o preço máximo de R$ 4,81 nesta semana em Campo Grande. Segundo levantamento feito pela ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), o menor valor para o combustível encontrado na Capital foi de R$ 3,99.

O preço considera valores pesquisados pela ANP na semana passada. O preço de R$ 4,81 é um dos maiores já registrados e foi encontrado em um posto de bandeira Petrobras do bairro Jardim Panorama.

No Mato Grosso do Sul, o município de Três Lagoas, a 338 km de Campo Grande, também apresentou altos preços para o combustível. A gasolina foi encontrada pelo valor de até R$ 4,79 e o mínimo foi de R$ 4,29.

á o etanol foi encontrado pelo preço mínimo de R$ 2,89 e chegou a R$ 3,36 em Campo Grande. A Capital teve o menor preço para o combustível, que chegou a ser ofertado por R$ 3,67 em Corumbá.

Preço nas refinarias
A Petrobras anunciou uma redução de 1,79% da gasolina na terça-feira (17) e o preço foi mantido até então. Apenas no mês de julho o combustível acumula alta de 0,64%, já que, no final de junho, era negociado a R$ 1,9486.

Fonte: Midiamax

Projeto faz consumidor pagar prejuízo por furtos, além de reajuste de receita de hidrelétricas

A conta de energia do sul-mato-grossense pode ficar até 20% mais cara a partir do ano que vem. De acordo com um novo estudo realizado pelo Conselho dos Consumidores de Energia Elétrica da Área de Concessão da Energisa-MS (Concen-MS), pode haver aumento de até 17,2% na tarifa caso seja aprovado, na Câmara dos Deputados, o projeto de lei que destrava a venda de seis distribuidoras da Eletrobras e eleva em 64% o incremento a ser pago pelos consumidores de energia elétrica para cobrir o benefício da tarifa social. Além disso, foi aprovado ontem pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) um reajuste de 45,52% na receita anual de geração de 69 usinas hidrelétricas que atuam no regime de cotas. Esta medida vai provocar aumento nas contas de luz entre 0,02% até 3,86%, segundo a Aneel. O impacto médio será de 1,54%. “São tantos reajustes tarifários que o consumidor nem vai entender de onde veio tantos aumentos”, comenta a presidente do Concen-MS, Rosimeire Cecília da Costa.

Em nota pública divulgada ontem, a entidade fez duras críticas a vários pontos do projeto de lei. “Essa medida é entendida como inconcebível por nosso Conselho”, afirmou, em relação ao benefício da tarifa social, que dá isenção do pagamento de contas de luz para famílias de baixa renda. Costa esclarece que a entidade não é contra a concessão do benefício, mas defende que os recursos deveriam sair dos cofres da União e não do bolso do consumidor. “A tarifa social é uma política social de governo que deve ser mantida com recursos do Tesouro Nacional e não ser custeada pela tarifa do serviço de fornecimento de energia elétrica”, questiona.

Segundo o projeto de lei, haveria um incremento de 64% no que os consumidores de energia elétrica terão de pagar para viabilizar a tarifa social. “O montante para cobrir o benefício passará de R$ 2,5 bilhões, em 2018, para R$ 4,1 bilhões, em 2019. Adicionalmente, o pagamento desse benefício se dará através da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) e, portanto, comporá a tarifa dos demais consumidores que estarão sujeitos ao acréscimo de impostos (PIS/COFINS e Imposto de Circulação sobre Mercadorias e Serviços - ICMS). Com este efeito o valor final se eleva para inaceitáveis R$ 5,7 bilhões, mais que dobrando os subsídios atuais”, explica a presidente.

Fonte: Correio do Estado

Sistema lançado pela ANP permite que postos publiquem preços diariamente

O preço da gasolina chega a custar até R$ 4,69 o litro em Mato Grosso do Sul, segundo informações dos próprios postos, disponíveis no Infopreço, novo serviço lançado pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) nesta semana, onde os postos revendedores publicam, voluntariamente, os preços cobrados pelos combustíveis. Até o momento, 177 postos espalhados pelo país já se cadastraram, sendo Mato Grosso do Sul o estado com maior número de revendedores disponiveis para consulta.

Os preços mais recentes informados por cada posto de combustível estão acessíveis em uma planilha no site da ANP, que será atualizada diariamente. Além dos preços, constam nome, endereço e CNPJ do posto, além da cidade onde está localizado. A agência ressalta que as informações são cadastradas pelos próprios revendedores, sendo portanto, os valores de responsabilidade de cada posto.

Conforme consulta feita neste sábado (14), entre os 69 postos de Mato Grosso do Sul já cadastrados no sistema, o litro da gasolina mais caro foi verificado em um posto de Rio Brilhante, com o preço de R$ 4,69. Já o valor mais barato é comercializado em Campo Grande, a R$ 4,089.

Com relação ao etanol, preços variam de R$ 2,99, em Campo Grande e Dourados, a R$ 3,49, em Rio Brilhante e Corumbá. Diesel S10 tem preços entre R$ 3,406 (Ribas do Rio Pardo) e R$ 3,839 (Itaporã), enquanto o diesel S500 varia de R$ 3,346, também em Ribas do Rio Pardo, a R$ 3,749 (Itaporã).

Conforme a ANP, o opbjetivo do novo serviço é dar ao consumidor mais uma opção de consulta, além do levantamento de preços divulgado semanalmente pela Agência. Última pesquisa feita pela ANP, divulgada no dia 7 de julho, apontou o preço médio da gasolina no Estado a R$ 4,353 no Estado e R$ 4,266 em Campo Grande.

Para conferir a planilha com todos os preços praticados pelos postos, basta acessar o site da ANP.

Fonte: Correio do Estado

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