Economia (312)

Os dados são do levantamento semanal da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP)

O preço médio do litro da gasolina comercializada em postos de combustível de todo o país fechou esta semana a R$ 4,319. Essa foi a quarta alta semanal do produto, que acumula um aumento de preço de 3,5% em um mês, já que, na semana de 17 a 23 de fevereiro, o litro era vendido a R$ 4,172.

Os dados são do levantamento semanal da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O óleo diesel, comercializado em média a R$ 3,54 por litro, registrou nesta semana sua quinta alta consecutiva e acumulou, no período, aumento de preços de 2,8%.

O litro do etanol, que foi comercializado em média a R$ 2,969, também subiu pela quinta vez consecutiva, acumulando alta de 8,2% no período de cinco semanas. Já o preço do GNV (gás natural veicular) aumentou pela terceira semana, fechando em média a R$ 3,169 o metro cúbico, uma alta de 1% no período.

Fonte: Noticias ao minuto

 

Reajuste foi solicitado pela Energisa à Aneel

A Energisa MS solicitou que a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) conceda um reajuste de 15,75% na tarifa de energia elétrica dos consumidores atendidos pela concessionária. Até o dia 8 de abril a agência define o percentual a ser aplicado a partir desta data.

No pleito entregue à Agência no dia 12 de março, a empresa alega que o percentual se justifica em virtude dos encargos setoriais de 1,12%, compra de energia de 5,4% entre abril do ano passado até agora e receita requerida de 7,4%.

Ao apresentar uma planilha com os custos, a EnergisaMS afirma que “o efeito médio desse reajuste, a ser percebido pelo consumidor, deverá ser de +15,75%”, enfatizando que “todos os dados utilizados na construção do presente pleito foram colhidos junto à atual regulamentação setorial e ás áreas técnicas, comercial e contábil da empresa, com a memória de cálculo completa do reajuste”.

Com o pleito em mãos e mais informações das áreas técnicas da agência, os diretores da autarquia vão se reunir até o dia 5 de abril para definir o percentual de reajuste que começa a ser aplicado nas tarifas até o dia 8 de abril.

ABATIMENTO

Anteontem a Aneel informou que nos próximos reajustes serão abatidos do cálculo da tarifa percentual entre 3,7% e 4,1%.

É que em setembro será antecipada a quitação de empréstimo de R$ 21,2 bilhões feito com um pool de bancos, em 2015, para evitar um reajuste elevado nas contas de luz naquele período. Originalmente, a amortização do financiamento, que ocorre por recolhimento de taxas nas contas de luz, ocorreria apenas em abril de 2020. Com isso, os consumidores deixarão de pagar R$ 6,4 bilhões em suas contas de luz neste ano, o que deve reduzir as tarifas em 3,7%, em média.

Fonte: Correio do Estado

 

Moeda perdeu 83,25% do poder aquisitivo, aponta estudo do matemático financeiro José Dutra Vieira Sobrinho exclusivo para a coluna

Depois de quase 25 anos do Plano Real, a nota de R$ 100, que em julho de 1994 pagava o valor de um salário mínimo e ainda sobrava troco, vale agora R$ 16,75. Em julho de 1994 o salário mínimo era de R$ 64,79. Hoje são necessárias dez notas para pagar o mínimo de R$ 998.

Segundo o cálculo feito com exclusividade para a coluna “O que é que eu faço, Sophia?” pelo matemático financeiro José Dutra Vieira Sobrinho, a inflação de 1º de julho de 1994 até 1º de fevereiro de 2019 foi de 496,88%.

Isso significa que para adquirir a mesma quantidade de mercadorias e serviços que R$ 100 compravam em 1994, o consumidor precisa desembolsar R$ 596,88, um valor quase seis vezes superior.

“Quem tivesse guardado R$ 1 milhão no colchão em 1994, que na época compraria um apartamento ultra luxuoso, com a desvalorização da moeda teria R$ 167.500, que não dá nem um apartamento popular”.

Já quem tivesse colocado o dinheiro na poupança sem mexer teria hoje mais de R$ 6 milhões.

"Isso por si só é muito educativo e mostra por que não se deve deixar dinheiro parado", diz o professor.

Há o que comemorar?

Mesmo a perda do poder aquisitivo ao longo desses 25 anos, há muito o que comemorar, garante o professor.

“Se durante todos esses anos, o real perdeu 83,25% do poder de compra da moeda, no período de apenas um ano na época da hiperinflação o Brasil perdeu muito mais do que isso.

“Basta lembrar que, apenas um mês, de 1º de março de 1990 a 1º de abril de 1990, a inflação oficial foi de 84,32%.

"É uma vitória que a moeda tenha mantido poder de compra mesmo depois de tantos anos."

Fonte: R7

 

A Receita Federal deve liberar hoje o programa para os contribuintes fazerem a declaração de Imposto de Renda (IR). Além de ser possível baixar o programa no computador, estará disponível o aplicativo para dispositivos móveis. Os formulários, no entanto, só poderão ser enviados a partir de 7 de março, depois do carnaval. O prazo termina em 30 de abril. Está obrigado a declarar quem recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2018 — o mesmo valor do ano-base de 2017.

Diante de um calendário apertado — o carnaval vai “comer” uma semana do prazo da entrega —, é melhor começar logo a separar documentos e comprovantes.


— É fundamental que o contribuinte tenha em mãos os documentos que são encaminhados pelas fontes pagadoras (informes de rendimento), como as empresas e bancos — explica Gustavo da Gama, professor da pós-graduação de Direito Tributário do Ibmec/RJ. — Além disso, os recibos de gastos com saúde e educação devem estar todos reunidos.

E não é necessário esperar juntar todos os informes para colocar mãos à obra, ressalta Gama:

— À medida que o contribuinte já tenha algumas informações, é aconselhável que ele preencha os campos da declaração.

O planejamento antecipado evita que faltem documentos no momento de preencher a declaração ou que erros causados por desatenção ou pressa, como deixar de informar uma fonte pagadora ou incluir valores incorretos, façam o contribuinte cair na malha fina. Por isso, a dica é ficar atento e saber quais são os gastos mais comuns que têm de ser declarados.

Fonte: Extra

 

No texto da reforma da Previdência, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) resgatou propostas feitas pela ex-presidente Dilma Rousseff (PT) quando ele ainda era deputado federal.

Na esteira do plano de ajuste fiscal lançado logo após vencer a eleição de 2014, Dilma editou MPs (medidas provisória) que tornavam as regras para pagamentos de pensão por morte, abono salarial e seguro-desemprego mais rígidas. Bolsonaro votou contra.

Na pensão por morte, por exemplo, a petista teve de ceder às pressões do Congresso, e a mudança no cálculo foi derrubada.

Dilma propôs uma fórmula para reduzir o valor da pensão de acordo com o número de dependentes.

Em texto assinado pelo então ministro da Fazenda, Guido Mantega, o governo petista justificou os ajustes na forma de cálculo do benefício com o argumento de que a morte do segurado diminui o núcleo familiar.

O texto mais enxuto foi aprovado pelos parlamentares e criou regras como a concessão do benefício apenas a quem comprovar união estável e casamento por mais de dois anos. Também exigiu, pelo menos, um ano e meio de contribuições ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) para deixar pensão para viúvas e viúvos.

Agora, o presidente apresenta um corte semelhante no benefício. Bolsonaro propõe cortar o valor da pensão por morte para metade da aposentadoria e dar um adicional de 10% por dependente. Ou seja, o valor mínimo seria de 60%, e o máximo, a integralidade do benefício no caso de cinco ou mais dependentes.

Técnicos do governo reconhecem que, se o texto não for alterado pelo Congresso, a pensão por morte poderá ser inferior a um salário mínimo (R$ 998).

O líder do Solidariedade na Câmara, Augusto Coutinho (SD-PE), afirma que o governo precisa ampliar a interlocução com o Congresso para que pontos como esse não sejam eliminados do texto.

"Há um sentimento de que é preciso limitar e acabar com muitos privilégios. O único problema é que o governo precisa, antes de qualquer coisa, fortalecer a base. Ainda está muito distante", afirmou.

Na avaliação do líder do PPS, Daniel Coelho (PPS-PE), diversos pontos da proposta de Bolsonaro serão alterados. "Se acharmos que os itens não são adequados, vamos fazer emendas, vamos tentar retirar."

Fonte: Correio do Estado

 

Pagamento pode estar inviabilizando investimentos em outras áreas

O pagamento de supersalários no regime próprio de previdência pode estar inviabilizando investimentos e direcionando recursos de outras áreas da administração pública para cobrir o rombo no sistema. Para se ter uma ideia, somente na categoria dos auditores-fiscais, ligados à Secretaria de Estado de Fazenda, dos cinquenta maiores salários, quarenta são destinados a aposentados ou pensionistas. O maior deles é de R$ 68.797,00, que todos os meses fica em R$ 32.132,56, valor ainda muito acima do teto do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que é de R$ 5,9 mil.

Em Mato Grosso do Sul, neste ano, o Poder Executivo precisará aportar, pelo menos, R$ 1,16 bilhão na Agência Estadual de Previdência (Ageprev) para permitir que os inativos recebam em dia. A quantia equivale a 7% do orçamento do Estado para este ano, que será de R$ 15,04 bilhões.

TOP 50 SALÁRIOS

O Correio do Estado teve acesso a levantamento com os cinquenta maiores salários pagos para os servidores da Sefaz. Só dez desta lista estão em atividade, os outros quarenta são aposentados ou pensionistas. Por mês, levando em consideração o teto constitucional, o custo com pagamento de salários apenas destes quarenta beneficiários passa de R$ 1 milhão. Há 29.625 aposentados e pensionistas no Estado.

Fonte: Correio do Estado

Agora, o texto precisará passar por comissões da Casa antes de ser levado ao plenário

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, afirmou nesta quarta-feira (20) que a decisão de enviar uma nova proposta de reforma da Previdência para tramitar do zero no Congresso foi tomada para evitar questionamentos.

O governo chegou a cogitar o aproveitamento da reforma enviada pelo ex-presidente Michel Temer, que tem tramitação avançada na Câmara e poderia acelerar a aprovação.

Agora, o texto precisará passar por comissões da Casa antes de ser levado ao plenário.

"A nova proposta seria um corpo estranho dentro do projeto de Temer. Se isso pudesse acontecer, nós ganharíamos tempo, mas, pelo número de novas propostas incorporadas ao projeto, fizemos avaliação que teríamos dificuldades no Parlamento. Alguém poderia questionar a constitucionalidade da proposta", disse.

Para Marinho, ao prever diferentes idades mínimas para homens e para mulheres, a proposta de reforma da Previdência tem mais chances de ser aprovada no Legislativo.

"Acredito que é o que vai ser mais fácil de passar", disse.

A equipe econômica defendia que homens e mulheres tivessem que cumprir 65 anos de idade, mas, após negociação com o presidente Jair Bolsonaro, a proposta foi alterada e passou a prever idade mínima de 62 anos para mulheres.

Segundo ele, havia a discussão de igualar as regras para ambos os sexos, porque mulheres vivem mais do que homens.

Fonte: Noticias ao minuto

 

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O ministro da Economia, Paulo Guedes, repetiu nesta tarde de quinta-feira, 7, a fala dada pela manhã de que a reforma da Previdência não incluirá neste momento mudanças no regime trabalhista. Após reunião com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), ele voltou a dizer que o atual sistema de direitos trabalhistas faz com que mais de 46 milhões de brasileiros estejam na informalidade. Perguntado se o governo pretende acabar com direitos previstos na Constituição como férias e 13º salário, o ministro negou. "Ninguém mexe em direitos, mas daremos novas alternativas para os trabalhadores", respondeu, afirmando que preferia deixar essa discussão para um outro momento.

Guedes ainda aproveitou para atacar as centrais sindicais que já combatem a ideia do governo de criar uma carteira de trabalho verde e amarela com menos direitos. "Interesses corporativos são falsas lideranças que aprisionaram o Brasil a uma legislação fascista de trabalho. Os presidentes dos sindicatos precisam ter paciência, mas devem saber que a vida deles não será tão boa como antes. Está saindo a velha política e entrando uma nova política", alfinetou.

O ministro reiterou que a palavra final sobre a reforma da Previdência é do presidente Jair Bolsonaro. Guedes não comentou a informação divulgada agora à tarde, pela equipe médica, sobre o quadro de pneumonia do presidente. "Precisamos respeitar o timing de recuperação de Bolsonaro. Cabe à equipe econômica formular as ideias e ao presidente decidir sobre elas", disse.

Fonte: Correio do Estado

 

Guedes disse que governo trabalha com duas ou três versões da proposta

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta terça-feira (5), em Brasília, que a proposta de reforma da Previdência do governo projeta uma economia de pelo menos um R$ 1 trilhão, em um período de 10 anos. A afirmação foi feita em entrevista coletiva ao lado do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia. Os dois se reuniram no gabinete de Guedes para tratar da tramitação da reforma e Maia chegou a dizer que o tema poderá ser votado pelos deputados até maio.

"A ideia é que ela [a reforma] chegue pelo menos a R$ 1 trilhão [de economia de gastos]. Simulamos com 15 anos, com 20, com 10. O valor de R$ 1 trilhão é para 10 anos, mas há simulações em que é R$ 1 trilhão em 15 anos também, de valor presente. Isso é o que está sendo calibrado", afirmou o ministro. Ele voltou a criticar o atual sistema previdenciário que, segundo ele, aprofunda desigualdades sociais e contribui para o desemprego.

"São 96 milhões de brasileiros economicamente ativos, e 46 milhões não contribuem, e vão envelhecer. Então, eles vão quebrar a Previdência. Nosso desafio é não só salvar a Previdência antiga, como impedir que ela seja um mecanismo perverso de transferência de renda, como ao mesmo tempo livrar as futuras gerações da armadilha em que essas gerações passadas, as nossas, caíram, que foi produzir um sistema que piora a desigualdade e destrói empregos em massa. São dezenas de milhões de empregos destruídos, por financiamento equivocado, uma série de defeitos que ela tem", acrescentou.

Paulo Guedes disse que pediu a Rodrigo Maia um rito democrático para a tramitação da medida na Câmara e revelou que o governo teria até três versões alternativas da proposta, cuja palavra final será do presidente Jair Bolsonaro. "Nós já temos duas ou três versões alternativas, simuladas com os números. Ele [Bolsonaro] chegando, a gente entrega, ele bate o martelo e a coisa entra no processo", disse.

Idade mínima
Perguntado sobre o estabelecimento de uma idade mínima única de 65 anos para homens e mulheres, conforme o trecho vazado na segunda-feira (4), do que seria uma das propostas do governo, Guedes reforçou que a decisão final é do presidente da República.

"Vocês sabem que a posição, por exemplo, do deputado Rodrigo Maia, é que fosse iguais [as idades mínimas de aposentadoria], porque as mulheres têm, inclusive, uma expectativa de vida mais longa. Só que a posição do presidente Bolsonaro sempre foi que não, que as mulheres deviam ficar com uma idade menor. E foi o que o general Mourão falou hoje, que a palavra final nisso é do presidente, porque ele que asina a PEC [proposta de emenda constitucional]. Nós vamos ser mais precisos muito brevemente", acrescentou.

Caso a idade mínima seja 62 anos para homens e 57 para as mulheres, como chegou a mencionar o próprio presidente, no mês passado, Paulo Guedes disse que a economia seria menor do que R$ 1 trilhão. Nesse cenário, no entanto, as regras de transição poderiam ser mais rígidas para a atual geração.

"O presidente chegou a dizer 57 para mulheres e 62 para os homens. E o próprio deputado Rodrigo Maia disse, na época, que a transição teria que ser mais estreita, mais rápida. Nós simulamos isso também, fizemos com números. Favorece muito o nosso governo, mas não é generosa o suficiente para quem estava na iminência [de se aposentar]", comentou.

Fonte: Agencia Brasil

 

Parece piada, mas não é. Um campo-grandense levou um susto ao abrir a conta de luz da residência onde mora, com a esposa e um bebê, no Parque do Sol. Isso porque a fatura da Energisa, com vencimento em fevereiro, veio no valor de exatos R$ 79.135,79, deixando a família boquiaberta.

A esposa do consumidor contou ao Jornal Midiamax que esta é a segunda conta que vem no CPF do marido. A primeira, com vencimento em janeiro, foi no valor de R$ 16 – ela conta que a casa não tem ar condicionado e a única coisa que eles fizeram “de diferente” foi ligar o pisca-pisca natalino nos últimos meses. A decoração, no entanto, não seria o suficiente para consumir tanta energia.

“Mesmo que seja só um erro, não vamos admitir. Esse valor é um absurdo. Vou consultar um advogado porque isso já está passando dos limites”.

A residência da família, segundo a consumidora, possui um ventilador, uma televisão e uma geladeira. A jovem garante que o casal trabalha o dia todo, por isso só toma banho quente no período da noite e não justifica o valor que ultrapassa os R$ 79 mil.

Em nota, a Energisa esclarece que identificou falha de impressão na emissão da fatura do cliente dentro do seu processo de análise de faturamento. A conta de energia foi automaticamente corrigida no sistema, na última sexta-feira (01) com novo valor de R$ 101, 22.

A concessionária ainda reforçou que, em casos como este, o cliente deve entrar em contato imediatamente para esclarecimentos pelo 0800 722 7272 ou na loja de atendimento.

Fonte: Midiamax

 

 

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