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Economia (270)

Azambuja disse hoje que não acredita em suspensão de compra

A Operação Carne Fraca, que investiga um esquema de corrupção na fiscalização de frigoríficos, já repercute no comércio exterior. Na manhã desta segunda (20) o governo da Coreia do Sul anunciou que vai aumentar a fiscalização sobre a carne de frango importada do Brasil e que vai suspender temporariamente as vendas de produtos de frango da BRF, maior produtora de carne da ave do mundo. O governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, disse nesta manhã que não acreditava na suspensão de compra da carne do Estado pela China.

O Brasil é o maior fornecedor de carne de frango para a Coreia do Sul. Segundo a agência de notícias Reuters, mais de 80% das 107.400 toneladas importadas pelo país asiático em 2016 vieram do Brasil. Quase metade disso foi vendida pela BRF, que diz que não ainda foi notificada da decisão.

Ainda de acordo com a Reuters, a China também suspendeu temporariamente as importações de carne brasileira desde domingo (19).

Na Europa a situação também é delicada. A Comissão Europeia afirmou nesta segunda (20), em coletiva de imprensa, que está monitorando as importações de carne brasileira e que as empresas envolvidas na Operação Carne Fraca podem ter o acesso ao mercado da União Europeia suspenso.

Na América do Sul, o Ministério da Agricultura do Chile também anunciou que vai barrar temporariamente importações de carne do Brasil.

REAÇÃO

O ministro Blairo Maggi (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) criticou a PF por "erros técnicos" cometidos na Operação Carne Fraca, que levou o presidente Temer a convocar uma reunião de emergência no Palácio do Planalto neste domingo (19).

O governo tentou minimizar o caso e rebater os argumentos técnicos da PF. Três pontos foram contestados: o uso de ácido considerado cancerígeno na mistura de alimentos, a utilização de papelão em lotes de frango e de carne de cabeça de porco.

NO ESTADO

Questionado nesta manhã sobre a possibilidade de suspensão da importação, principalmente pelo fato da China ser grande compradora da carne sul-mato-grandense, o governador afirmou que não acredita na suspensão em razão de reunião feita ontem entre o presidente Michel Temer e embaixadores dos países que compram carne brasileira.

“No devido tempo vamos mostrar ao mundo a qualidade da carne de Mato Grosso do Sul. Essa pirotecnia é que cria os problemas. A gente precisa de cautela e serenidade. Temos preocupação enorme com a questão da sanidade e qualidade no rebanho e plantas frigoríficas, não tenho dúvida da nossa qualidade. Vamos corrigir essas distorções e essa pirotecnia”, afirmou o governador. (Correio do Estado)

Reunião com presidente da estatal amanhã (10) será para discutir queda de arrecadação

 

Com Mato Grosso do Sul estimando perder R$ 700 milhões de arrecadação do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) do gás natural, o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) voltou a dizer que o Estado corre o “risco iminente” de quebrar e que irá até as últimas consequências para evitar. Na sexta-feira (10), o chefe do Executivo Estadual vai a São Paulo (SP) para uma reunião com o presidente da estatal, Pedro Parente.

“O risco (de quebrar) é iminente se a Petrobras não mudar a política sobre o gás”, afirmou o governador nesta quinta-feira (9), durante evento sobre assistência social. Para Reinaldo, a Petrobras precisa rever a política adotada desde o começo do ano de não bombear gás boliviano, o que prejudicou a arrecadação de MS. “Vamos até as últimas consequências para mostrar a eles”.

Com “farta” documentação, Reinaldo vai a São Paulo (SP), junto com os presidentes da Assembleia, Junior Mochi (PMDB), e da Assomasul (Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul), Pedro Caravina, tentar mostrar a situação de Mato Grosso do Sul. “Mostrar que eles estão ajudando as já combalidas finanças estaduais a trazer mais problemas”.

Ainda segundo Reinaldo, a projeção de perdas é chega próximo dos R$ 700 milhões. “E você não constrói uma receita desta de um dia para noite”.

O Estado passou de uma realidade de arrecadação com a importação do gás natural de 18,18% do total de ICMS, em 2014, para 5,67% em 2017, o que deu início à crise no setor. Em 2015, esse percentual caiu para 16,60% e e 11,51% em 2016.

Bancada - Conforme o coordenador da bancada federal de MS, senador Waldemir Moka (PMDB), que participará da reunião, há preocupação "muito grande" em relação à queda da arrecadação do ICMS do gás.

A intenção é mostrar o prejuízo do Estado e a expectativa é sair com um "resultado favorável", já que, segundo o parlamentar, a estatal já paga cerca de R$ 14 milhões por metro cúbico do gás boliviano. "Não faz sentido paga e não bombear. Além disso, o gás do pré-sal sai mais caro. É prejudicial para MS e população não só do Estado".

Com abundância de rios e peixes, o Mato Grosso do Sul está prestes a se tornar o maior produtor em piscicultura do Brasil, com a abertura de licitação de áreas aquícolas em Selvíria (MS), divulgada na última terça-feira (7) durante sessão na Assembleia Legislativa, pelo coordenador de Pesca e Agricultura do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), César Moura.

Segundo o coordenador, o projeto básico engloba a oferta de cinco áreas destinadas à implantação de projetos de piscicultura em tanques-redes, que totalizam 585 hectares com capacidade produtiva de até 112 mil toneladas de peixes por ano. “Atualmente a produção total do Estado gira em torno de 4 a 5 mil toneladas. Daremos um salto em produtividade. Hoje a piscicultura já faz a diferença na balança comercial”, explicou.

Os dados apresentados estimam receitas em R$ 425 milhões por ano, com criação de 3,4 mil empregos diretos e 13,6 mil indiretos, além da arrecadação R$ 107 mil por ano aos cofres da União, já que a concessão dos espaços de criação está prevista pelo período de 20 anos. A produção é permitida nas bacias dos rios Paraná e Paraguai. “Faremos uma reorganização da piscicultura no Estado. Hoje somam cerca de 300 produtores de peixes e quase 8 mil pescadores profissionais. Pedimos ajuda dos deputados para que incentivem as prefeituras a enviarem projetos de piscicultura. Temos recursos, mas precisamos de empenho. Destinamos máquinas para a produção e muitos prefeitos fazem usos irregulares, em vez de produzir eles limpam córregos com elas, por exemplo. Pedimos que os deputados conscientizem o potencial que a produção de peixes traz para o Estado”, argumentou o coordenador César Moura.

Moura ocupou a tribuna a convite do deputado Eduardo Rocha (PMDB). O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, deputado Junior Mochi (PMDB) agradeceu a presença em nome de todos e afirmou que os deputados darão o apoio necessário. Mara Caseiro (PSDB) elogiou a iniciativa do MAPA. (Ms Noticias)

 

Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro caiu pelo segundo ano seguido em 2016 e confirmou a pior recessão da história, segundo dados divulgados nesta terça-feira (7) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A retração foi de 3,6% em relação ao ano anterior. Em 2015, a economia já havia recuado 3,8%. Essa sequência, de dois anos seguidos de baixa, só foi verificada no Brasil nos anos de 1930 e 1931, quando os recuos foram de 2,1% e 3,3%, respectivamente.

Como a retração nos anos de 2015 e 2016 superou a dos anos 30, essa é a pior crise já registrada na economia brasileira. O IBGE dispõe de dados sobre o PIB desde 1901.

Previsões

A previsão do mercado financeiro era que o PIB encerraria o ano em queda de 3,5%, de acordo com o último boletim Focus que trazia as estimativas para 2016. A expectativa do Banco Central era ainda mais pessimista. O Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), considerado uma espécie de "prévia do PIB", indicava que a economia brasileira havia recuado 4,34% no ano passado.

Em relatório publicado no início de 2017, o Fundo Monetário Internacional (FMI) indicava que o PIB de 2016 teria caído 3,5%.

O que é o PIB

O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. O resultado negativo do ano passado é reflexo da crise econômica, do aumento do desemprego e da taxa de inadimplência.

Em 2015, a economia brasileira já havia registrado encolhimento, de 3,8%. Já em 2014, houve um crescimento de 0,1% no Produto Interno Bruto (PIB).

Para tentar reaquecer a economia, o governo Michel Temer tem anunciado medidas como a liberação de saques das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O Banco Central também vem reduzindo a taxa Selic, o que deve se traduzir em queda dos juros dos empréstimos bancários. (G1)

28,3 milhões de documentos esperados

Mais de 1 milhão de contribuintes acertaram as contas com o Leão em cinco dias de entrega da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física 2017. Segundo balanço divulgado pela Receita Federal, 1.054.321 declarações foram recebidas até as 17h de hoje (6), de um total de 28,3 milhões de documentos esperados.

O prazo de entrega começou na quinta-feira (2) e vai até as 23h59min59s de 28 de abril. O programa gerador da declaração está disponível no site da Receita Federal para download. A declaração do Imposto de Renda é obrigatória para quem recebeu rendimentos tributáveis superiores a R$ 28.559,70 no ano passado.

Neste ano, a declaração do Imposto de Renda teve uma série de mudanças. As principais são a redução da idade mínima, de 14 para 12 anos, na apresentação do CPF de dependentes e a incorporação do Receitanet, programa usado para transmitir a declaração, ao programa gerador do documento.

Precisa ainda declarar o Imposto de Renda quem recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma foi superior a R$ 40 mil; quem obteve, em qualquer mês de 2016, ganho de capital na alienação de bens ou direitos sujeito à incidência do imposto ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias e de futuros.

Quando se trata de atividade rural, é obrigado a declarar o contribuinte com renda bruta superior a R$ 142.798,50; quem pretende compensar prejuízos do ano-calendário 2016 ou posteriores ou quem teve, em 31 de dezembro do ano passado, a posse ou propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, com valor total superior a R$ 300 mil.

A Receita Federal pagará a restituição do IRPF em sete lotes, entre junho e dezembro deste ano. O primeiro lote será pago em 16 de junho, o segundo em 17 de julho e o terceiro em 15 de agosto. O quarto, quinto e sexto lotes serão pagos, respectivamente, em 15 de setembro, 16 de outubro e 16 de novembro. O sétimo e último lote está previsto para ser pago em dezembro.

Ao fazer a declaração, o contribuinte deve indicar a agência e a conta bancária na qual deseja receber a restituição. Idosos, pessoas com deficiência física, mental ou doença grave têm prioridade para receber a restituição. (Midiamax)

 

Redução na receita com gás impactará nas finanças das cidades do Estado

 

A queda na arrecadação com o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do gás natural, além de impactar nas contas públicas estaduais, deverá agravar ainda mais a situação financeira da maioria dos municípios de Mato Grosso do Sul. Somente com a redução do ICMS do gás, os municípios podem deixar de receber neste ano cerca de R$ 128,8 milhões. A estimativa é feita com base na projeção de arrecadação para este ano apresentada pelo Governo do Estado, que prevê perda de R$ 515,3 milhões com o tributo. Se somada aos anos anteriores, o rombo acumulado do Estado gira em torno de R$ 939,8 milhões, o que, corresponde à R$ 234,9 milhões a menos no bolo repartido entre os municípios.

Conforme balanço apresentado pelo Governo estadual neste mês, a participação do gás natural na arrecadação do ICMS, principal fonte de receita do governo, vem registrando perdas gradativas desde que a Petrobras mudou sua política de consumo e reduziu volume de gás natural importado da Bolívia. Em 2014, informou, a proporção média do ICMS do gás sobre o imposto em geral chegou a 18,18%. Já em janeiro deste ano, a proporção fechou a 5,67% e, para fevereiro, a projeção girava em torno de apenas 4%. (Correio do Estado)

Redução é de 5,4% no preço da gasolina e de 4,8% no do diesel nas refinarias.

trobras anunciou nesta sexta-feira (24) redução do preço do diesel em 4,8%, e da gasolina em 5,4%, em média, nas refinarias. Os novos valores começam a ser aplicados a partir deste sábado (25).


De acordo com a empresa, a decisão é explicada principalmente pelo efeito da valorização do real desde a última revisão de preços, pela redução no valor dos fretes marítimos e ajustes na competitividade da Petrobras no mercado interno.


"A Petrobras reafirma sua política de revisão de preços pelos menos uma vez a cada 30 dias, o que lhe dá a flexibilidade necessária para lidar com variáveis com alta volatilidade. Os novos preços continuam com uma margem positiva em relação à paridade internacional, conforme princípio da política anunciada, e estão alinhados com os objetivos do plano de negócios 2017/2021", informou.


Segundo a empresa, como a lei brasileira garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados, as revisões feitas nas refinarias podem ou não se refletir no preço final ao consumidor.


"Isso dependerá de repasses feitos por outros integrantes da cadeia de combustíveis, especialmente distribuidoras e postos revendedores. Se o ajuste feito hoje for integralmente repassado e não houver alterações nas demais parcelas que compõem o preço ao consumidor final, o diesel pode cair 3% ou cerca de R$ 0,09 por litro, em média, e a gasolina 2,3% ou R$ 0,09 por litro, em média", informou.


Os postos de gasolina repassam ao consumidor os custos de toda a cadeia do combustível. Além da gasolina pura comprada de refinarias, as distribuidoras também compram de usinas produtoras o etanol, que é misturado à gasolina que será vendida ao consumidor, em proporção determinada por legislação.


As distribuidoras, então, vendem a gasolina aos postos, que estabelecem o preço por litro que será cobrado do consumidor.
Última revisão


Na última revisão de preços feita pela empresa, no dia 27 de janeiro, os preços da gasolina e do diesel cobrados pela Petrobras nas refinarias foram reduzidos em 1,4% e 5,1% respectivamente.


Nova política de preços da Petrobras

Desde outubro, a Petrobras pratica uma nova política de definição de preços dos combustíveis, com reuniões mensais para definir os valores da gasolina e do diesel cobrados nas refinarias. Na reunião anterior, realizada no dia 5 de janeiro, a Petrobras tinha aumentado o preço do diesel e mantido o da gasolina.
Na prática, o preço da gasolina e do diesel passou a flutuar como uma commodity no mercado nacional, alternando quedas e baixas, refletindo tanto os preços internacionais como também o câmbio e concorrência do mercado de distribuidores.


Na primeira reunião, em outubro do ano passado, a estatal reduziu em 3,2% o preço da gasolina e em 2,7% do diesel nas refinarias. No mês seguinte, fez uma nova redução na gasolina e diesel, respectivamente, de 3,1% e 10,4%.


Em dezembro, a empresa reverteu a tendência de queda e elevou os preços do litro da gasolina (8,1%) e diesel (9,5%). Na primeira reunião de 2017, no dia 5 de janeiro, a estatal manteve o preço da gasolina e elevou em 6,1% os valores cobrados pelo litro do diesel nas refinarias.


Preço médio fica igual
O último levantamento anunciado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) mostrou que o preço médio da gasolina nos postos ficou praticamente estável na semana encerrada no dia 17 de fevereiro. Com isso, a redução de preços nas refinarias, anunciada no final de janeiro pela Petrobras, continua sem ser ser sentida pelos consumidores.


Segundo a pesquisa, o valor médio do litro da gasolina no país passou de R$ 3,754 na semana encerrada no dia 11 de fevereiro para R$ 3,758 no período entre os dias 12 e 17 de fevereiro. Na semana em que a Petrobras anunciou o reajuste, o preço médio estava em R$ 3,765. Em 3 semanas, o recuo foi de 0,19% ou de menos de 1 centavo por litro.

G1

 

Foi implantado na região norte de Mato Grosso do Sul o Sistema de Boletim de Trânsito Online. Com isso, ter a presença da Polícia Militar num acidente sem vítima passou a pesar no bolso do cidadão, que já paga uma alta carga tributária.

Desde segunda-feira (20), a pessoa que se envolver em acidente de trânsito sem vítima terá de desembolsar 7 Uferms (Unidade Fiscal Estadual de Referência de Mato Grosso do Sul), ou seja, R$ 171,01, mas, a partir do dia 1º de março esse valor será mais alto, pois o valor da unidade passará de R$ 24,43 para R$ 24,74. Com isso, a presença da polícia passará a custar R$ 173,18.

Caso contrário, os envolvidos tem como opção acessar os sites da Polícia Militar (www.pm.ms.gov.br) ou do DETRAN/MS (Departamento de Trânsito de Mato Grosso do Sul) (www.detran.ms.gov.br) para registrar o boletim de ocorrência. Nesses sites o cidadão irá encontrar um ícone B.O online, onde ele preencherá todas as informações e poderá anexar até quatro fotos.

Após cadastrar as informações, o envolvido deve ir até a Polícia Militar e solicitar a impressão do documento. Os dados serão conferidos pelo policial responsável, que assinará e carimbará o documento. Entretanto, a impressão custará 3 Uferms, ou seja, R$ 73,29, também até dia 28, posteriormente, R$ 74,22.

É importante ressaltar que essa mudança foi implantada pelo governo do Estado, cabendo a Polícia Militar apenas acatar e se capacitar para atender a população Foi o que aconteceu nesta semana, os policiais militares participaram de um curso, durante três dias, sobre as novas medidas implementadas. As orientações foram passadas pelo sargento Nelson Oliveira Correa, cabo Leonardo Raposo dos Santos e soldado Paulo Henrique da Silva Leite. (Edição MS)

 

Foto: Alisson Silva
Foto: Alisson Silva
 

Importante

Em casos de acidentes com vítimas, independente da gravidade da lesão, a Polícia Militar deve ser acionada e vai atender a ocorrência gratuitamente. A gratuidade no atendimento também vale para acidentes que caracterizam crime de trânsito, como por exemplo: embriaguez, não habilitados, menores condutores, entre outros.

Taxa chegou a 486,8% ao ano em janeiro

A taxa de juros do rotativo do cartão de crédito subiu e bateu novo recorde no início deste ano. A taxa chegou a 486,8% ao ano, em janeiro, informou hoje (23) o Banco Central (BC). A tarifa subiu 2,2 pontos percentuais em relação a dezembro e foi a maior da série histórica iniciada em março de 2011.

O rotativo é o crédito tomado pelo consumidor quando paga menos que o valor integral da fatura do cartão. A taxa do crédito parcelado também subiu e ficou em 161,9% ao ano, alta de 8,1 ponto percentual em relação a dezembro.

Outra taxa de juros alta na pesquisa mensal do BC é a do cheque especial, que ficou em 328,3% ao ano, com uma pequena redução em relação a dezembro de 0,3 ponto percentual.

A taxa média de juros para as famílias ficou em 72,7% ao ano, em janeiro, com alta de 1 ponto percentual em relação a dezembro.

A inadimplência do crédito, considerados atrasos acima de 90 dias, para pessoas físicas ficou estável em 6%.

A taxa de inadimplência das empresas subiu 0,2 ponto percentual para 5,4%. A taxa média de juros cobrada das pessoas jurídicas subiu 1 ponto percentual para 28,8% ao ano.

Esses dados são do crédito livre em que os bancos têm autonomia para aplicar o dinheiro captado no mercado e definir as taxas de juros.
No caso do crédito direcionado (empréstimos com regras definidas pelo governo, destinados, basicamente, aos setores habitacional, rural e de infraestrutura) a taxa de juros para as pessoas físicas ficou estável em 10,4% ao ano. A taxa cobrada das empresas subiu 1,6 ponto percentual para 12,5% ao ano. A inadimplência das famílias subiu 0,1 ponto percentual para 1,8% e das empresas permaneceu em 1,8%.

O saldo de todas as operações de crédito concedido pelos bancos ficou em R$ 3,073 trilhões, com queda de 1% em janeiro, comparado a dezembro. Em 12 meses, a retração ficou em 3,9%.

Esse saldo correspondeu a 48,7% de tudo o que o país produz – Produto Interno Bruto (PIB), em janeiro. Em dezembro, esse percentual era 49,4% do PIB. (Midiamax)

Procuradoria Geral da Fazenda Nacional aponta 3,3 mil empresas devedoras

 

Mato Grosso do Sul tem 3.312 empresas devedoras de Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para trabalhadores. No total, o calote é de mais de R$ 222,6 milhões. O levantamento foi divulgado pela Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN), incluindo informações também da Caixa Econômica Federal. Os dados referem-se a contas inativas e ativas, ou seja, tanto de trabalhos anteriores quanto de atuais empregos dos beneficiados.

“Vim consultar quanto tinha de FGTS das empresas anteriores e descobri que minha empresa atual não repassa o valor, está zerado”, diz surpresa a psicóloga de 53 anos que preferiu não se identificar. No caso das contas de antigos empregos, uma atendente da agência da 13 de maio da Caixa Econômica Federal informou que o problema tem sido identificado por vários clientes que procuram atendimento para consultar o saldo do FGTS após a liberação do Governo Federal para saque das contas inativas. “Chegam aqui e descobrem que empregadores anteriores não depositaram os valores devidos”, conta.

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