Economia (234)

Reajuste linear de 2.94% será concedido a partir de setembro a todos os servidores estaduais e terá impacto mensal de R$ 11 milhões na folha de pagamento

 

Reajuste linear de 2.94% aos 75 mil servidores estaduais ativos e inativos foi anunciado nesta tarde pelo Governo, posicionando Mato Grosso do Sul como o único Estado brasileiro a conceder reajuste em 2017. O percentual foi elaborado mediante a capacidade de pagamento estadual, considerando a inflação e terá impacto de mensal de R$ 11 milhões na folha de pagamento a partir de setembro.

O anúncio foi feito durante reunião na Governadoria, nesta tarde (3), com o governador Reinaldo Azambuja e representantes de 39 sindicatos que representam as diferentes categorias de servidores. Estiveram presentes os secretários estaduais Carlos Alberto (SAD) e Eduardo Riedel (Segov), além do presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Júnior Mocchi.

Na reunião, Reinaldo Azambuja destacou os avanços feitos nas negociações com os representantes dos servidores desde 2015 – inclusive assumindo reajustes e benefícios pactuados na gestão anterior – e o impacto que as milhares de promoções, progressões funcionais e diversos outros benefícios tiveram nas contas estaduais.

“Nós saímos de uma folha de pagamento em 2014 de R$ 3,9 bilhões para uma folha em 2016 de R$ 5,3 bilhões. Isso foi para o servidor, nas suas representações, categorias, progressões, promoções que ficaram mais de dez anos paralisadas por governos anteriores”, disse. Ele lembrou que as mudanças ocorreram em um cenário de crise em todo o País. “São poucos os estados que estão cumprindo com as suas obrigações de pagamento”, ressaltou.

“Nenhum estado brasileiro deu, hoje, qualquer tipo de reajuste. Mato Grosso está dando para 2018/2019. Nenhum estado brasileiro deu qualquer tipo de reajuste. Então, nós estamos pedindo responsabilidade. O Governo está atento nesse momento. Pedimos aos nossos servidores tranquilidade porque é a maior crise que o Brasil já vivenciou. Então, nós estamos conseguindo avançar em conquistas específicas. Mas, no momento, o reajuste geral maior que esse não é possível porque põe em risco a saúde financeira do Estado”, afirmou o secretário de Estado de Governo e Gestão Estratégica, Eduardo Riedel.

Ele lembrou da responsabilidade do Estado em cumprir a Lei Complementar 156, que prevê contenção de gastos como contrapartida ao alongamento da dívida dos estados com a União, votada no ano passado em Brasília (DF). “Essa é uma responsabilidade do Estado para manter seu equilíbrio fiscal, sua saúde até o momento. Nós passamos isso aos sindicatos dos servidores do Estado, aí eles vão levar às suas bases. Mas essa é a proposta que o Estado tem”, adiantou.

Melhorias

Desde que iniciou a administração, o governador Reinaldo Azambuja concedeu mais de 15 mil promoções e outras 12 mil progressões funcionais. Foram também realizados cursos de formação para milhares de militares, como ferramenta para progredirem na carreira.

Em relação à política salarial, foram feitas correções de distorções salariais, com reajuste em tabelas, com incorporação de benefícios proporcionando ganhos de 5% a 45% na remuneração de várias categorias. No caso dos professores, somados, os reajustes concedidos em 2015 e 2016 elevaram em até 41% os salários. Já os abonos salariais de R$ 100 a R$ 250 garantiram ganhos reais de até 25% para as categorias com menores salários. O valor das diárias também foi corrigido em 33%, após 3 anos sem reajuste.

Além dos benefícios já concedidos, o Governo do Estado se comprometeu ainda com a manutenção do abono salarial por mais 12 meses (contados a partir de maio deste ano), garantindo a irredutibilidade dos salários; a continuidade dos processos de revisão do Plano de Cargos e Carreiras; a efetivação da promoção por merecimento e da política de desenvolvimento permanente com a implantação do Programa Gestão por Competência; manter o acesso dos sindicatos às contas do Governo Estadual; manter a prioridade no pagamento dos salários em dia; repactuação de acordos que impliquem aumento de despesas em 2017; e a continuidade do diálogo com os representantes das categorias por meio do Fórum Dialoga.

Fonte: A critica

Reajuste será a partir de setembro para os 75 mil servidores estaduais ativos e inativos. Sindicatos vão discutir proposta.

 

O governo de Mato Grosso do Sul anunciou, nesta segunda-feira (3), reajuste salarial de 2,94% para os 75 mil servidores estaduais ativos e inativos. Segundo o Executivo estadual, o reajuste será a partir de setembro e terá impacto mensal de R$ 11 milhões na folha de pagamento.

O anúncio foi feito durante reunião nesta tarde na Governadoria com representantes de 39 sindicatos que representam diferentes categorias de servidores.

Segundo o governo, o reajuste anunciado atende às questões legais, como a responsabilidade em cumprir a Lei Complementar 156, que prevê contenção de gastos como contrapartida ao alongamento da dívida dos estados com a União.

Após o anúncio, cada sindicato deve levar a proposta para ser discutida e dar uma resposta ao governo.

Além dos benefícios concedidos, o governo informou que se comprometeu ainda com a manutenção do abono salarial por mais 12 meses, além da continuidade dos processos de revisão do Plano de Cargos e Carreiras.

Fonte: G1MS

Disputa entre postos baixou valor do combustível, mas preço médio ainda é de R$ 3,65, segundo pesquisa da ANP

 

Já é possível abastecer o carro e pagar menos de R$ 3,30 no litro da gasolina em Dourados, a 233 km de Campo Grande. Em um posto localizado na Rua Bela Vista, no Jardim Água Boa, região sul da cidade, o litro do combustível está sendo vendido hoje por R$ 3,29, valor que não era praticado na cidade desde 2015.

Esse estabelecimento, que possui filial no Grande Parque do Lago, na região oeste da cidade, ficou conhecido por vender a gasolina mais barata de Dourados, mas o valor praticado hoje é “inédito” nos últimos meses.

Apesar do valor abaixo dos R$ 3,30, boa parte dos postos localizados nas avenidas Marcelino Pires e Hayel Bon Faker vende a gasolina de R$ 3,49 a R$ 2,59. Até mesmo estabelecimentos conhecidos como “careiros” baixaram os preços para acompanhar a concorrência.

Entretanto, pesquisa da ANP (Agência Nacional do Petróleo) feita na semana passada aponta preço médio de R$ 3,65 para a gasolina em Dourados. O menor valor encontrado foi de R$ 3,39 e o maior de R$ 3,79.

Fonte: Campo Grande News

Monteiro apura se houve apresentação de documentos fraudulentos

 

A suspeita de que a JBS está “enganando o governo” para os irmãos Joesley e Wesley Batista ganharem muito dinheiro em Mato Grosso do Sul com a apresentação de documentos fraudulentos, como forma de comprovar o cumprimento dos termos de acordos sobre incentivos fiscais, está no foco da CPI da JBS, constituída pela Assembleia Legislativa.

Outro alvo das investigações será a emissão de notas frias pela empresa para mascarar investimentos “fantasmas” no Estado a fim de garantir os privilégios da renúncia fiscal, bem como pagamentos de propinas por meio de caixa 2 a políticos e operadores.

Para verificar a “enganação”, os deputados da CPI vão aos frigoríficos da JBS para confrontar as notas dos bens adquiridos.

O propósito é saber se os investimentos previstos nos acordos são reais ou apenas fictícios. A consequência desta “enganação” ao Estado, alertou o presidente da CPI da JBS, deputado estadual Paulo Corrêa (PR), em entrevista exclusiva ao Correio do Estado, será o cancelamento de todos os benefícios fiscais concedidos pelo governo de Mato Grosso do Sul e o ressarcimento do dinheiro da concessão dos benefícios.

O secretário estadual de Fazenda, Márcio Monteiro já determinou auditoria na JBS para verificar a confirmação da delação premiada do procurador da empresa, Valdir Aparecido Boni, à força-tarefa da Lava Jato, sobre o não cumprimento dos termos de acordos da concessão dos incentivos fiscais firmados entre 2011 e 2016.

Fonte: Correio do Estado

Está faltando gás de cozinha em todo o país e em Mato Grosso do Sul não é diferente. O fechamento de uma produtora no interior de São Paulo, aliado as dificuldades com transporte provocaram um desabastecimento em vários estados brasileiros, sem previsão de terminar.

O presidente do Simperga/MS (Sindicato das revendedores de GLP) Vilson de Lima, confirma que não há botijão disponível para venda na maioria das distribuidoras. "Hoje na minha empresa não tem nenhum. Na Copagaz também não e a previsão é de que só comece a chegar amanhã".

Outros distribuidores também afirmam que está faltando gás para revenda. Em Dourados, segunda maior cidade do Estado, a situação se repete e os estoques do botijão de 13 quilos de gás GLP estão ficando vazios.

Ao certo, ninguém explica os motivos que levaram a atual situação, mas afirmam que além da falta do gás haverá consequências sérias no preço. No início do mês a Petrobras informou que o valor será reajustado todo dia 5 e, na Capital, o botijão já é vendido por quase R$ 70.

A Asmirg (Associação Brasileira dos Revendedores de GLP) informou em seu site que "as Companhias Distribuidoras vêm se empenhando, mas há limites dentro de uma logística que depende de transporte rodoviário, que além da elevação dos custos, vem provocando atrasos que resultam na falta de gás em algumas de suas bases".

Vilson de Lima afirma que a solução encontrada temporária é importar gás natural da Europa, mas além de ser uma opção cara o tempo de espera é de três dias para chegar até os estados. "Está complicado e não há previsão de regularizar".

Fonte: Campo Grande News

Governo fará uma auditoria rígida para verificação da qualidade das vacinas contra aftosa - há a suspeita de que abscessos na carne sejam reação à vacina

 

Não é a primeira vez que a carne brasileira exportada para outros países apresenta problemas. Nesta semana, os Estados Unidos suspenderam a importação de carnes in natura após apontarem problemas com o produto.

Em carta enviada ao governo brasileiro, o Departamento de Agricultura dos EUA apontou a necessidade de uma revisão abrangente do programa de inspeção de segurança alimentar do país após a identificação de violações na carne in natura, como abscessos e material estranho não identificado.

Esse problema informado agora pelos Estados Unidos já havia sido comunicado em novembro de 2016 pelo Chile.

Segundo o secretário-executivo do Ministério da Agricultura, Eumar Novacki, a questão foi resolvida na época com o fatiamento da carne para exportação, para que as partes inflamadas fossem identificadas

Ele disse que as partes que possuíam indícios eram descartadas.

Segundo Novacki, os problemas apontados pelos Estados Unidos em relação à carne brasileira não oferecem risco à saúde pública e há indicações de que os abscessos encontrados no produto são uma reação à vacinação do gado contra febre aftosa.

Embora os problemas não coloquem em risco a saúde pública, Novacki afirma que “causa aparência não muito conforme” no produto.

“Tudo indica que sejam problemas causados pela vacinação. Mas pode haver também problemas de manuseio, de operação. Vamos detectar quando tivermos investigação concluída”, afirmou.

Segundo Novacki, haverá uma auditoria rígida para verificação da qualidade das vacinas contra aftosa. Ele também afirmou que foram suspensas as exportações das 15 plantas habilitadas no país para exportação da carne in natura para os EUA.

Estão entre as atingidas pela suspensão a JBS (cinco unidades), Minerva (quatro) e Marfrig (quatro), que lideram as exportações de carne bovina do país, o maior exportador global.

Fonte: Veja

No primeiro trimestre de 2017, foram emitidas 7.989 carteiras de Trabalho e Previdência Social a estrangeiros. Desse total, 3.017 foram para haitianos, 1.107 para venezuelanos, 443 para cubanos, 346 para argentinos, 311 para bolivianos, 282 para paraguaios, 250 para colombianos, 232 para peruanos, 219 para uruguaios e 190 para senegaleses, entre outras nacionalidades.

Os dados são da Coordenação Geral de Imigração (CGIg), uma unidade administrativa do Ministério do Trabalho. Segundo o órgão, grande parte desses imigrantes entra no país utilizando o instituto do refúgio, mas nem todos se enquadram nos requisitos de refugiados pelo Comitê Nacional para os Refugiados (Conare) do Ministério da Justiça. Nesses casos, o processo é encaminhado para análise do Conselho Nacional de Imigração (CNIg), que, se reconhecer a situação humanitária, concede a autorização de residência no país por prazo indeterminado.

O coordenador-geral de Imigração substituto da CGIg, Luiz Alberto Matos dos Santos, avalia que, apesar de um aumento do fluxo migratório nos últimos cinco anos, o índice de imigrantes ainda é pequeno. "Não chega a representar 1% da população, enquanto a média mundial é de 4%", informou. Segundo ele, a maioria dos imigrantes ocupa empregos pelos quais brasileiros não se interessam mais.

O ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, diz que a nova legislação da imigração brasileira é destacada internacionalmente como uma das mais avançadas do mundo. "O Brasil exerce um papel de vanguarda ao reconhecer o imigrante como sujeito de direitos, com princípios e garantias estabelecidos em lei".

As autorizações de trabalho a estrangeiros no Brasil são concedidas pelo Ministério do Trabalho, por meio da CGIg. A autorização é exigida pelas autoridades consulares brasileiras, para efeito de concessão de vistos permanentes ou temporários, a estrangeiros que desejem permanecer no Brasil a trabalho.

AGENCIA BRASIL

Autoridades encontraram irregularidades provocadas por reação à vacina

 

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) suspendeu as exportações de cinco frigoríficos para os Estados Unidos, depois de autoridades sanitárias americanas identificarem irregularidades provocadas pela reação à vacina contra a febre aftosa.

Segundo nota do ministério, a proibição continuará em vigor até que sejam adotadas “medidas corretivas”.

De acordo com a pasta, foram suspensas as exportações de três plantas da Marfrig, localizadas em São Gabriel (RS), Promissão (SP) e Paranatinga (MS); uma da JBS, localizada em Campo Grande (MS); e uma da Minerva, em Palmeiras de Goiás (GO).

O ministério informou que recebeu documento do Serviço de Segurança e Inspeção de Alimentos, cuja sigla em inglês é FSIS, agência do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, relatando não conformidades constatadas em reinspeção de produtos dos locais em questão.

A pasta preventivamente suspendeu a certificação sanitária das plantas citadas "até a adoção de medidas corretivas e trabalha para prestar todos os esclarecimentos e correções no sentido de normalizar a situação".

"Trabalhamos ainda, para que não haja recusa das mercadorias já embarcadas, até porque não há risco algum à saúde pública. O mecanismo de autossuspensão é acionado como estratégia para facilitar o retorno de forma mais acelerada, após os esclarecimentos", acrescenta a nota.

A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (ABIEC) esclareceu que a autossuspensão ocorreu após detecção de reações à vacina contra a febre aftosa, que em alguns casos pode provocar abscessos internos e, portanto, não visíveis. "A iniciativa demonstra a responsabilidade do Brasil no que diz respeito à condução de suas exportações".

Em comunicado, a ABIEC disse que a produção de carne bovina brasileira segue "os mais altos padrões de vigilância sanitária e de qualidade. As plantas industriais suspensas representam uma fração mínima da produção nacional de proteína animal".

OUTRO LADO

Procurada, a JBS disse em nota que já encaminhou os esclarecimentos solicitados via ABIEC e ressaltou que "não foram encontrados problemas relativos às instalações da planta ou de qualidade do produto”.

A Minerva Foods disse que a produção de carne para os Estados Unidos segue em ritmo normal. "O volume produzido pela planta temporariamente suspensa pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento por não conformidade decorrente da identificação alguns cortes com marcas de vacina aplicadas nos bovinos (que não oferecem risco à saúde das pessoas) foi realocado para outras unidades. A companhia segue os mais rígidos padrões de qualidade e segurança alimentar em todos os países onde atua”.

A empresa informou ainda que intensificou os controles para retomar a operação desta planta para os EUA o mais rápido possível.

A Marfrig Global Foods disse em nota que conta com "um rigoroso processo de garantia de qualidade para os produtos que são vendidos no mercado nacional e internacional. A empresa esclarece que já está tomando todas as providências necessárias para atender as exigências do mercado americano nos seus processos produtivos e está atendendo a todas as etapas existentes estabelecidas pelo Ministério da Agricultura de forma técnica e imediata, visando o retorno dessas plantas para exportação para este mercado".

Fonte: Agencia Brasil

Autoridades encontraram irregularidades provocadas por reação à vacina

 

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) suspendeu as exportações de cinco frigoríficos para os Estados Unidos, depois de autoridades sanitárias americanas identificarem irregularidades provocadas pela reação à vacina contra a febre aftosa.

Segundo nota do ministério, a proibição continuará em vigor até que sejam adotadas “medidas corretivas”.

De acordo com a pasta, foram suspensas as exportações de três plantas da Marfrig, localizadas em São Gabriel (RS), Promissão (SP) e Paranatinga (MS); uma da JBS, localizada em Campo Grande (MS); e uma da Minerva, em Palmeiras de Goiás (GO).

O ministério informou que recebeu documento do Serviço de Segurança e Inspeção de Alimentos, cuja sigla em inglês é FSIS, agência do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, relatando não conformidades constatadas em reinspeção de produtos dos locais em questão.

A pasta preventivamente suspendeu a certificação sanitária das plantas citadas "até a adoção de medidas corretivas e trabalha para prestar todos os esclarecimentos e correções no sentido de normalizar a situação".

"Trabalhamos ainda, para que não haja recusa das mercadorias já embarcadas, até porque não há risco algum à saúde pública. O mecanismo de autossuspensão é acionado como estratégia para facilitar o retorno de forma mais acelerada, após os esclarecimentos", acrescenta a nota.

A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (ABIEC) esclareceu que a autossuspensão ocorreu após detecção de reações à vacina contra a febre aftosa, que em alguns casos pode provocar abscessos internos e, portanto, não visíveis. "A iniciativa demonstra a responsabilidade do Brasil no que diz respeito à condução de suas exportações".

Em comunicado, a ABIEC disse que a produção de carne bovina brasileira segue "os mais altos padrões de vigilância sanitária e de qualidade. As plantas industriais suspensas representam uma fração mínima da produção nacional de proteína animal".

OUTRO LADO

Procurada, a JBS disse em nota que já encaminhou os esclarecimentos solicitados via ABIEC e ressaltou que "não foram encontrados problemas relativos às instalações da planta ou de qualidade do produto”.

A Minerva Foods disse que a produção de carne para os Estados Unidos segue em ritmo normal. "O volume produzido pela planta temporariamente suspensa pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento por não conformidade decorrente da identificação alguns cortes com marcas de vacina aplicadas nos bovinos (que não oferecem risco à saúde das pessoas) foi realocado para outras unidades. A companhia segue os mais rígidos padrões de qualidade e segurança alimentar em todos os países onde atua”.

A empresa informou ainda que intensificou os controles para retomar a operação desta planta para os EUA o mais rápido possível.

A Marfrig Global Foods disse em nota que conta com "um rigoroso processo de garantia de qualidade para os produtos que são vendidos no mercado nacional e internacional. A empresa esclarece que já está tomando todas as providências necessárias para atender as exigências do mercado americano nos seus processos produtivos e está atendendo a todas as etapas existentes estabelecidas pelo Ministério da Agricultura de forma técnica e imediata, visando o retorno dessas plantas para exportação para este mercado".

Fonte: Agencia Brasil

Líder mundial do segmento, marca viu valor cair mais de 30% no mercado

 

Gigante mundial no ramo alimentício, a JBS começa a dar sinais de enfraquecimento e anuncia pacote de desinvestimentos.

Desde que vieram à tona as delações dos irmãos Joesley e Wesley Batista, há um mês, o valor de mercado do grupo teria recuado em torno de 32%, para R$ 17 bilhões – em 2014, o valor chegou a R$ 34,5 bilhões –, de acordo com levantamento da Economática. Paralelamente, aumentou a resistência contra o grupo, seja de bancos, empresas, pecuaristas e até consumidores.

No mês passado, por exemplo, a empresa anunciou pagamento do gado somente a prazo. Em resposta, pecuaristas lançaram campanha para venda do gado à vista, uma vez que estariam com dificuldade de recebimento da Nota Promissória Rural (NPR) pelos bancos.

Além disso, segundo reportagem do jornal Folha de S. Paulo, o Itaú Unibanco ameaça deixar as negociações com a JBS e comprar antecipadamente cerca de R$ 1 bilhão que tem a receber. Outros grandes credores, como Banco do Brasil e Caixa Econômica, podem seguir os passos do maior banco privado do País. O banco nega este endurecimento das negociações com a companhia.

Ontem, a JBS anunciou venda de parte dos ativos, ação que pode chegar a R$ 6 bilhões.

Fonte: Correio do Estado

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