Economia (292)

A Petrobras anunciou nesta quarta-feira (31) uma nova redução no preço da gasolina nas refinarias. Desta vez, a queda anunciada é de 0,84%. Com isso, o litro do combustível passará a ser comercializado a R$ 1,8466 a partir desta quinta-feira (1).

Esta é a décima redução consecutiva do preço do combustível, desde que ele atingiu R$ 2,2514 em setembro. A queda acumulada desde 25 de setembro (quando o preço começou a recuar) chega a 17,98%, ou seja, 40 centavos por litro.

Fonte: Agencia Brasil

 

Deputados se reuniuram com o senador do MDB, Waldemir Moka, em Campo Grande

A bancada federal vai assegurar que o Governo federal invista R$ 168 milhões no Mato Grosso do Sul em 2019 por meio de emendas impositivas ao Orçamento da União.

Os parlamentares decidiram em reunião na tarde de ontem recursos para seis ações, cada uma no valor de R$ 28 milhões, sendo prioridade o aparelhamento das polícias militar e civil; compra de equipamentos para hospitais e postos de saúde; e ônibus escolares.

Também os parlamentares sul-mato-grossenses garantiram o recapeamento das ruas de Campo Grande, construção do Contorno Rodoviário de Três Lagoas e recursos para compra de máquinas agrícolas.

Outras nove emendas também serão apresentadas, só que não são impositivas – quando o governo federal tem a obrigação em usar o recurso na atividade proposta. São recursos para custeio da saúde; investimentos na UFMS e UFGD; na construção da BR-419, na continuidade das obras na MS-165, a Rodovia Sul-Fronteira; para a Rodoviária de Campo Grande; Aeroporto de Dourados; Hospital Regional de Dourados; e compra de equipamentos pela Sudeco (Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste).

Fonte: Correio do Estado

 

 

Agora os associados ao Sicredi – instituição financeira com mais de 3,8 milhões de associados presente em 22 estados e no Distrito Federal – têm mais uma alternativa para saques. Já é possível sacar sem o cartão nos caixas eletrônicos das agências, utilizando apenas o número da conta e o código gerado pelo aplicativo do Sicredi.

 

Os saques sem cartão podem ser feitos entre 7h30 e 22h, com o código gerado pelo aplicativo e o valor máximo é de R$ 300,00 (trezentos reais).

O aplicativo do Sicredi está disponível para smartphones e tablets nos sistemas IOS e Android.

Sobre o Sicredi 

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,8 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br.

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

Fonte: Assessoria

 

A proposta de reforma da Previdência, apresentada no Congresso Nacional em 2016, não foi votada este ano, conforme pretendia o presidente Michel Temer. E, como o prazo para a discussão e a aprovação após as eleições é curto, o mais provável é que as mudanças sugeridas pelo atual governo não saiam do papel.

Com isso, ficará a cargo do presidente eleito no próximo domingo, dia 28, propôr outras mudanças e apresentar um novo texto ao Congresso. Para saber o que pode mudar na Previdência com a nova gestão, o EXTRA reuniu as principais propostas de Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT). Alguns pontos constam dos programas de governo, que são enviados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no início da campanha, enquanto outros fazem parte de afirmações em discursos e entrevistas.


Jair Bolsonaro

Uma das propostas do candidato Jair Bolsonaro, do PSL, é aumentar a idade mínima de aposentadoria para o serviço público de 60 para 61 anos, e o tempo de contribuição de 35 para 36 anos. A ideia é criar uma regra progressiva, em que esse limite aumente em mais um ano a cada período de tempo. O candidato, porém, não especifica como funcionaria o sistema.

Além disso, Bolsonaro propõe introduzir o regime de capitalização. Hoje, o sistema previdenciário brasileiro funciona sob o regime de repartição, em que os mais jovens contribuem para a aposentadoria das gerações futuras, e no qual há um teto para o benefício. Com o envelhecimento da população, o número de pessoas que o recebem aumenta em ritmo superior ao dos que contribuem, causando desequilíbrio nas contas públicas. No sistema de capitalização, não há essa relação de dependência, pois cada um é responsável por acumular sua própria reserva.

Em sua proposta, inspirada no modelo chileno, apenas quem entrar no mercado de trabalho teria a opção de aderir ao novo regime, fora do INSS. Cada um teria uma conta individual, gerida pela instituição privada que escolher, na qual seriam feitos aportes (depósitos) ao longo da carreira. Para quem não conseguir poupar, o governo garantiria uma renda mínima, menor do que o salário mínimo e maior do que o Bolsa Família.

Ao optar pelo novo regime previdenciário, o trabalhador também estaria enquadrado em um sistema alternativo de regras trabalhistas. A chamada carteira verde e amarela — em oposição à tradicional azul — não seria regida pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Não haveria representação sindical, por exemplo. O atual modelo do INSS também passaria por uma reforma, incluindo a adoção de uma idade mínima para a aposentadoria, mas os detalhes ainda não foram fechados.

Fernando Haddad

O candidato do PT, Fernando Haddad, não prevê a proposta de reforma em seu plano de governo. Mas, segundo publicações, o petista poderia discutir a proposta de Ciro Gomes, que foi candidato à Presidência pelo PDT, de usar a capitalização para as aposentadorias acima do teto pago pelo INSS, atualmente de R$ 5.645,80.

Pela proposta de Ciro Gomes, o grupo que recebe acima do teto entraria no sistema de capitalização. Para garantir benefícios maiores, esses trabalhadores fariam aportes a um fundo, desafogando o INSS. A proposta também seria aplicada para os servidores públicos.

Em entrevistas, Haddad também mostrou preocupação com os Regimes Próprios de Previdência de estados e municípios, que enfrentam dificuldades em quase todo o país. O candidato não deu detalhes do que pretende propor a governadores e prefeitos, mas afirmou que é preciso repensar o sistema de aposentadoria do funcionalismo.

Fonte: Extra

 

A projeção foi feita pelo economista Sergio Gobetti a pedido do jornal 'Folha de S. Paulo'

Se for implementada tal como propõe, a reforma tributária do candidato à Presidencia pelo PSL Jair Bolsonaro geraria um rombo anual de R$ 27 milhões. A projeção foi feita pelo economista Sergio Gobetti a pedido do jornal 'Folha de S. Paulo'.

De acordo com a reportagem, é provável que Bolsonaro faça as mudanças por meio do corte de subsídios para empresas e de deduções no Imposto de Renda para pessoas físicas, já que a Lei de Responsabilidade Fiscal não permite a redução de impostos sem a criação de compensações.

+ Haddad diz que Bolsonaro 'treme' com sua subida nas pesquisas

Bolsonaro pretende isentar o Imposto de Renda para quem ganha até cinco salários mínimos (R$ 4.770) e adotar de uma alíquota única de 20% para as demais faixas de renda. A mesma alíquota seria usada para a tributação de empresas, que hoje vai de 24% a 34%.

Segundo o economista ouvido pela Folha, a mudança em relação ao imposto de renda de pessoas físicas geraria perdas de R$ 69 bilhões. Já a adoção da mesma alíquota, de 20%, para as empresas provocaria uma queda de R$ 34 bilhões na arrecadação.

Mas a proposta de Bolsonaro também se baseia na aplicação da mesma alíquota de 20% para o pagamento de dividendos, o lucro distribuído para acionistas de empresas. Esta tributação traria ganhos de R$ 76 bilhões. Logo, o resultado destas medidas representaria uma perda de R$ 27 bilhões ao ano.

O candidato à Presidêndia do PT, Fernando Haddad, também quer isentar o imposto de renda para quem ganha até 5 salários mínimos. No entanto, ele defende a criação de uma alíquota de 35% para taxar os que chama de super-ricos - que ganham entre R$ 38,2 mil a R$ 57,2 mil. Segundo a estimativa do PT; só esta taxação dos super-ricos renderia R$ 80 bilhões, o que evitaria os rombos.

Fonte: Noticias ao minuto

 

Por unanimidade, ministros confirmaram liminar à favor da suspensão da legislação

Por unanimidade, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) admitiram ação direta de inconstitucionalidade movida pela Associação das Operadoras de Celulares (Acen) contra a Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul e julgaram procedente pedido para tornar inconstitucional a lei estadual 4.804/2011, que proíbe a imposição de limite de tempo para a utilização de créditos ativados de telefones celulares pré-pagos no Estado. A decisão, proferida no dia 10 deste mês, confirma liminar que já havia sido concedida anteriormente à favor da suspensão da legislação, de acordo com publicação no Diário Oficial da União.

A lei foi apresentada em maio de 2011 na Casa de Leis, sendo vetada pelo Governo de MS dois meses depois, com a alegação de que não seria competência do Estado legislar sobre as ações das operadoras de telefonia, sendo esta uma prerrogativa apenas da União. No entanto, os deputados estaduais derrubaram o veto em setembro do mesmo ano e o projeto de lei foi promulgado pela Mesa Diretora da Assembleia Legislativa.

Pela matéria, de autoria do deputado estadual Paulo Duarte, o cliente de pré-pago poderia utilizar seus créditos comprados pelo tempo que achasse necessário. A operadora que descumprisse a lei ficaria sujeita às sanções como multa, suspensão temporária de atividade e até a revogação de concessão ou permissão de uso.

Fonte: Correio do Estado

 

A proposta de isentar de Imposto de Renda quem ganha até cinco salários mínimos (R$ 5 mil) — defendida pelos dois candidatos à Presidência — deixaria 16 milhões de contribuintes livres da cobrança e traria alívio até para quem ganha mais. No plano de Jair Bolsonaro (PSL), que prevê alíquota única, quem recebe R$ 20 mil, pagaria R$ 3 mil por mês, R$ 1.630 a menos que o cobrado hoje (queda de 35%). Já no desenho de Fernando Haddad (PT), que quer tabela progressiva como a atual, em que quem ganha mais paga mais, a economia para a mesma faixa salarial seria de R$ 605,34 (menos 13,1%).

Para especialistas, no entanto, faltam dados para mostrar como financiar as mudanças diante da fragilidade das contas públicas. Segundo o Projeto de Lei Orçamentária, a meta para 2019 é de deficit fiscal de R$ 139 bilhões.

As simulações foram feitas a pedido da reportagem pelo tributarista Paulo Henrique Pêgas, professor do Ibmec-RJ, com base nas ideias apresentadas até agora pelas duas campanhas. Bolsonaro defende alíquota de até 20% sobre a renda acima do limite de isenção. No programa petista, uma das possibilidades é adotar uma tabela com três faixas: 22,5% para quem recebe de R$ 5 mil a R$ 7 mil; 27,5% para quem ganha de R$ 7 mil a R$ 40 mil; e 35% sobre renda acima de 40 salários mínimos. Os valores foram arredondados levando em consideração o salário mínimo previsto para 2019 (R$ 1.006).

As mudanças no IR são acompanhadas por uma alteração na estrutura dos tributos que incidem sobre bens e serviços no país. A adoção de um imposto sobre valor agregado (IVA) está nos planos dos dois candidatos. E, no caso de Bolsonaro, há a hipótese de se fazer essa simplificação por meio de um imposto sobre movimentação financeira.

Críticas aos dois

“Isentar valores até R$ 5 mil, no momento atual brasileiro, é irresponsabilidade fiscal. O problema é que você diminui muito o IR para rendas mais elevadas e isso destrói a arrecadação. As duas propostas são eleitoreiras, sem qualquer fundamento técnico”, diz Paulo Henrique Pêgas, do Ibmec-RJ.

Isenção maior

Já o advogado Luiz Gustavo Bichara, especialista em tributação, afirma que faz sentido aumentar a faixa de isenção. “Isso tem que ser feito. Se fosse atualizar só pela inflação, daria uma faixa de mais de R$ 8 mil” afirma.

Faixas amplas

O professor da FGV Direito Rio Linneu de Albuquerque Mello afirma que, seja qual for o modelo adotado, o importante é manter a progressividade — princípio previsto na Constituição. “Temos cinco faixas de zero a R$ 4 mil e depois de R$ 4 mil ao céu. Tem que espaçar mais”.

Mudança custaria R$ 60 bilhões aos cofres

Hoje, não paga o IR quem recebe até R$ 1.903,98. Paulo Henrique Pêgas, do Ibmec-RJ, estima que só o aumento do limite de isenção causaria perda de R$ 2,7 bilhões em arrecadação.

A mudança beneficiaria mais gente, no entanto, por causa da tabela progressiva do IR. Quem ganha R$ 10 mil, por exemplo, não paga imposto sobre a parcela de sua renda que fica dentro do atual limite de isenção — ou seja, sobre R$ 1.903,98. Mas este limite seria ampliado e, com isso, a arrecadação com o IR pelo governo seria bem menor. A atual equipe econômica estima que a mudança custaria R$ 60 bilhões aos cofres públicos.

A ideia do time de Bolsonaro é compensar isso com medidas de ajuste fiscal, explica o economista Marcos Cintra, responsável por assessorar Guedes na área tributária. O programa prevê, por exemplo, a tributação de dividendos (hoje isentos), privatizações e mudanças nas regras de outros impostos. Ele não estima qual seria o impacto da mudança no IR.

— Toda e qualquer simulação em torno de variáveis tributárias têm que ser sempre de acordo com o ajuste fiscal — afirma Cintra.

Impacto menor

Já no modelo de Haddad, a compensação viria do aumento da cobrança sobre os mais ricos. Segundo Guilherme Mello, economista da Unicamp que integra a equipe do petista, o impacto da mudança de regras, com ampliação do limite de isenção, é de R$ 30 bilhões a R$ 40 bilhões — em uma das 11 simulações com as quais o grupo trabalha. A tributação sobre salários mais altos e sobre lucros e dividendos ajudaria a fechar a conta, com arrecadação de até R$ 80 bilhões.

— Queremos garantir que a proposta é viável do ponto de vista fiscal — destaca Guilherme Mello.

Fonte: Extra.globo

 

A estatal informa que as unidades que serão desativadas estão em imóveis alugados, localizadas muito próximas a outras agências

A partir desta terça-feira (16), os Correios vão fechar e encerrar as atividades em 41 agências de 15 estados do país. De acordo com a estatal, as unidades que serão desativadas estão em imóveis alugados, localizadas muito próximas a outras agências (menos de dois quilômetros) e não geram lucros. A empresa informou que os funcionários que trabalham nesses locais serão realocados.

Atualmente, os Correios têm pouco mais de 6,3 mil agências próprias em todo o país, além de 4,3 mil comunitárias, 1 mil franqueadas e 127 permissionárias. Segundo a empresa, o encerramento das atividades dessas agências faz parte do processo de remodelagem da rede de atendimento, que prevê a substituição gradativa de unidades convencionais “por soluções diferenciadas e mais adequadas às necessidades dos clientes”.

“O processo de remodelagem prevê a ampliação dos pontos de atendimento, dos atuais 12 mil para 15 mil, em todo o país, até 2021, melhorando os serviços para a população”, informou a estatal, em nota.

Nenhuma outra agência foi desativada dentro desse processo de remodelagem do ano passado para cá e não há previsão de mais fechamentos até o fim de 2018. De acordo com os Correios, fechamentos pontuais que ocorreram foram relacionados a questões administrativas como reformas, aluguel e mudança de imóvel.

Serão fechadas agências nos estados do Amazonas, da Bahia, do Ceará, do Espírito Santo, de Goiás, do Piauí, de Minas Gerais, do Mato Grosso do Sul, de Mato Grosso, do Pará, do Piauí, do Rio de Janeiro, de Roraima, do Rio Grande do Sul e de São Paulo.

Fonte: Edição MS

 

Os contribuintes contemplados com a liberação do quinto lote de restituições do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) 2018 (ano-base 2017) já estão com o dinheiro na conta. O depósito foi feito nesta segunda-feira, dia 15, pela Receita Federal. Neste lote, estão incluídas 2.532.716 pessoas, totalizando R$ 3,3 bilhões. Essa leva de devoluções contempla também restituições residuais dos exercícios de 2008 a 2017.

No caso das restituições referentes a 2018, o dinheiro será devolvido com uma correção de 3,62%, equivalente à variação da taxa básica de juros (Selic) de maio a outubro deste ano. Para os lotes residuais de 2008 a 2017, as correções vão variar de 11,45% a 105,74% (dependendo do ano).

Se a pessoa tiver sido incluída neste lote, mas o dinheiro não estiver creditado na conta indicada por ela, é preciso procurar uma agência do Banco do Brasi (BB) ou ligar para a central de atendimento da instituição por meio dos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos).

Neste caso, o interessado poderá agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer outro banco.

Desse total a ser depositado, R$ 171.726.024,67 são restituídos a contribuintes prioritários, sendo 4.307 contribuintes idosos acima de 80 anos, 32.257 contribuintes entre 60 e 79 anos, 4.530 contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou doença grave e 20.362 professores.

Confira o calendário de pagamento bancário das próximas restituições:

6º lote - 16/11/2018

7º lote - 17/12/2018

Fonte: Extra

 

  • §Instituição financeira cooperativa cresceu 17,1% em patrimônio líquido, alcançando R$ 13,8 bilhões
  • §Depósitos totais tiveram incremento de 20,8%, atingindo R$ 57,2 bilhões
  • §Poupança registrou crescimento de 49,9%, alcançando R$ 11,6 bilhões
  • §Carteira de crédito totalizou R$ 45,7 bilhões, 23,5% a mais na comparação com 1º semestre de 2017

O Sicredi – instituição financeira cooperativa com mais de 3,8 milhões de associados e atuação em 22 estados brasileiros e no Distrito Federal – anuncia os resultados financeiros do primeiro semestre de 2018. De acordo com as Demonstrações Financeiras Combinadas, o resultado líquido cresceu 11% e o patrimônio líquido do Sicredi registrou aumento de 17,1%, quando comparado ao mesmo período do ano anterior, totalizando, respectivamente, R$ 1,36 bilhão e R$ 13,8 bilhões. Já os ativos atingiram R$ 87,8 bilhões, crescimento de 20,6% no comparativo com o primeiro semestre de 2017.

Na captação, o Sicredi obteve um crescimento de 20,8% em depósitos totais na comparação com o mesmo período do ano passado, alcançando R$ 57,2 bilhões. No mesmo período, a poupança – um dos focos da instituição financeira cooperativa, tendo em vista que incrementa e auxilia a fomentar o crédito rural – teve um aumento de 49,9%, atingindo R$ 11,6 bilhões. Já a carteira de crédito totalizou R$ 45,7 bilhões, um incremento de 23,5% em relação ao mesmo período de 2017. A carteira de crédito rural fechou em R$ 17,5 bilhões no primeiro semestre de 2018, com crescimento de 14% em comparação ao mesmo período de 2017.

Mesmo com a ampliação da carteira de crédito, o índice de inadimplência do Sicredi manteve-se decrescente, com 1,51% (no primeiro semestre de 2017 era 2,04%). Vale ressaltar que, por conhecer melhor o associado e manter com ele uma relação na qual o associado é o dono do negócio, as cooperativas de crédito apresentam um menor índice de inadimplência, o que permite oferecer taxas melhores e condições para empréstimos, contribuindo decisivamente para o desenvolvimento regional.

“Mais uma vez, o Sicredi registrou um forte crescimento em seu balanço financeiro combinado, reforçando, assim, seu crescimento contínuo e robustez do trabalho realizado pelas nossas 116 cooperativas”, afirma o presidente-executivo do Banco Cooperativo Sicredi, João Tavares. “Todo trabalho e resultados são fruto da cooperação de nossos colaboradores e mais de 3,8 milhões de associados, que são os donos do negócio e atuam, igualitariamente, nas decisões e rumos das cooperativas de crédito que compõem o Sicredi. Com a expansão para novas localidades, estamos fortalecendo a presença nacional com atuação regional”, enfatiza Tavares.

O Sicredi também registrou um aumento em seu número de agências, chegando a 1.611 em todo o Brasil. De janeiro a junho deste ano, foram 46 novas inaugurações, entre elas agências no Distrito Federal e em Minas Gerais, marcando a entrada do Sicredi nessas duas unidades federativas. Outro destaque deste primeiro semestre foi o lançamento da conta digital Woop Sicredi, uma solução financeira cooperativa para um público conectado e jovem de espírito, que procura resolver suas necessidades financeiras virtualmente, ao mesmo tempo em que colabora para o desenvolvimento da sua comunidade. O Woop Sicredi faz parte da transformação digital do Sicredi, que inclui a substituição progressiva dos sistemas que processam os produtos e serviços (core bancário). “O movimento de aumento do número de agências somado à oferta digital, o Woop Sicredi, demonstra a nossa visão de atender às demandas do consumidor de perfil mais digital, sem perder a essência de estarmos próximos dos associados”, contextualiza Tavares.

Pioneiro no segmento de cooperativismo de crédito no País e referência nacional e internacional pela organização em Sistema, com padrão operacional e utilização de marca única, o Sicredi conta, atualmente, com 116 cooperativas de crédito filiadas, presentes em 1.238 cidades, sendo que em 199 delas é a única instituição financeira presente.

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,8 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br.

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

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