Economia (253)

Unidade em Cassilândia fechou no dia 19 e tinha folha de R$ 2 mi

Os 684 funcionários do frigorífico da JBS em Cassilândia já foram demitidos e aguardam, agora, o acerto das contas e a homologação das rescisões. De acordo com Lucio Clei Souza Rezende, presidente do Sindicato de Trabalhadores de Frigoríficos, a JBS informou que o dinheiro referente aos encargos trabalhistas serão depositados nas contas dos funcionários nesta sexta-feira (29), e a homologação será realizada na segunda-feira (2).

A planta encerrou as operações, oficialmente, no último dia 19. O motivo do fechamento seriam multas no valor de R$ 5 milhões, pagas trimestralmente, referentes a irregularidades apontadas pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

O frigorífico tinha capacidade para abater 500 cabeças por dia e 2 milhões por ano. Era o principal empregador da cidade de 24 mil habitantes. O clima no município é de tristeza, revolta e falta de perspectivas, segundo aponta Clei.

“Não são só os trabalhores que estão apreensivos, mas toda a cidade. Era uma folha de pagamento de R$ 2 milhões que agora Cassilândia não receberá mais. O comércio, todos os moradores vão sofrer muito esse impacto”, diz. “Alguns funcionários receberam propostas de transferência, mas têm família aqui, é difícil. Está todo mundo sem expectativa de nada”, lamenta.

A esperança da população era de que algum outro grupo assumisse a planta, mas, até agora, não há especulações. “Ninguém ainda procurou o sindicato para falar sobre isso. Nós conversamos com o prefeito (Jair Boni), mas por enquanto ele disse que está tentando resolver o impasse da JBS com o Cade”, conta.

Segundo o presidente do Sindicato Rural de Cassilândia, Silas Alberto de Souza, o prédio do frigorífico pertence ao município e existe uma possibilidade de que retorne para responsabilidade da administração municipal. Também haveriam empresas interessadas, mas ainda não há nenhuma negociação avançada.

Correio do Estado

Unidade em Cassilândia fechou no dia 19 e tinha folha de R$ 2 mi

Os 684 funcionários do frigorífico da JBS em Cassilândia já foram demitidos e aguardam, agora, o acerto das contas e a homologação das rescisões. De acordo com Lucio Clei Souza Rezende, presidente do Sindicato de Trabalhadores de Frigoríficos, a JBS informou que o dinheiro referente aos encargos trabalhistas serão depositados nas contas dos funcionários nesta sexta-feira (29), e a homologação será realizada na segunda-feira (2).

A planta encerrou as operações, oficialmente, no último dia 19. O motivo do fechamento seriam multas no valor de R$ 5 milhões, pagas trimestralmente, referentes a irregularidades apontadas pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

O frigorífico tinha capacidade para abater 500 cabeças por dia e 2 milhões por ano. Era o principal empregador da cidade de 24 mil habitantes. O clima no município é de tristeza, revolta e falta de perspectivas, segundo aponta Clei.

“Não são só os trabalhores que estão apreensivos, mas toda a cidade. Era uma folha de pagamento de R$ 2 milhões que agora Cassilândia não receberá mais. O comércio, todos os moradores vão sofrer muito esse impacto”, diz. “Alguns funcionários receberam propostas de transferência, mas têm família aqui, é difícil. Está todo mundo sem expectativa de nada”, lamenta.

A esperança da população era de que algum outro grupo assumisse a planta, mas, até agora, não há especulações. “Ninguém ainda procurou o sindicato para falar sobre isso. Nós conversamos com o prefeito (Jair Boni), mas por enquanto ele disse que está tentando resolver o impasse da JBS com o Cade”, conta.

Segundo o presidente do Sindicato Rural de Cassilândia, Silas Alberto de Souza, o prédio do frigorífico pertence ao município e existe uma possibilidade de que retorne para responsabilidade da administração municipal. Também haveriam empresas interessadas, mas ainda não há nenhuma negociação avançada.

Correio do Estado

A Petrobras anunciou hoje (26) aumento para o preço praticado nas refinarias para o diesel A e para a gasolina A. Os valores entrarão em vigor a partir de amanhã.

Para o diesel, o aumento foi 1,213%, passando de R$1,8475 na sexta-feira para R$1,8702. Nos reajustes anteriores, o diesel tinha diminuído 0,487%, depois de aumento de 2,068% na quinta-feira.

A gasolina subiu 0,761%, em uma sequência de cinco aumentos. Na quinta-feira foi anunciado aumento de 0,92%, no valor de R$1,6404. No anúncio de sexta-feira a tarifa passou para R$1,6431, com aumento de 0,164%.

Segundo a Petrobras, o preço cobrado pela estatal corresponde a 46% da composição do preço ao consumidor do diesel. Na gasolina, o percentual da empresa é 27%.

Agencia Brasil

Executivos alegam dificuldades em regularizar multas de R$ 5 milhões

Desde segunda-feira (19), o município de Cassilândia registra uma crise econômica em razão do fechamento da planta frigorífica de propriedade do grupo JBS.

O fechamento do local, que tem capacidade para abater 500 cabeças diariamente e 2 milhões de animais por ano, impactará nos empregos diretos e indiretos de 684 famílias.

A informação foi confirmada pelo presidente do sindicato rural, Cilas Alberto de Souza, durante entrevista concedida na manhã desta terça-feira (20).

Na ocasião, o representante dos pecuaristas da região explicou que a diretoria da JBS reuniu-se com o prefeito Jair Boni e informou que as multas assumidas pela antiga administração (Rodopa), no valor de R$ 5 milhões, e pagas trimestralmente inviabilizaram a continuidade das operações.

Outro fato decisivo foi a determinação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) impugnar a compra feita pela JBS S/A referente a três unidades de abate de bovinos em 2012, nos municípios de: Santa Fé do Sul (SP), Cachoeira Alta (GO) e Cassilândia (MS).

"Estamos vivendo um trauma na cidade, pois os maiores empregadores são a prefeitura e o frigorífico JBS. É uma notícia que preocupa pelo impacto econômico, tanto a população quanto os empresários que terão de transportar os animais para abate em outros municípios, diminuindo ainda mais a margem de lucro", observa Souza.

POSIÇÃO ESTRATÉGICA

O frigorífico mais próximo localiza-se em Goiás há 20 quilômetros, porém assim como o Frigorífico Estrela, localizado no estado de São Paulo (240 km), será necessário pagar Imposto Sobre Circulação de Mercadorias (ICMS). No lado de Mato Grosso do Sul, existe a Marfrig em Paranaíba (100 km) e Frigosul em Aparecida do Taboado (145 km).

Segundo o presidente, como o prédio do frigorífico pertence ao município existe uma possibilidade de que retorne para responsabilidade da administração municipal.

"Conversei com o prefeito e existe essa possibilidade, porém, a administração aguardará uma decisão definitiva. O lado positivo é que vários grupos da região demonstraram interesse em arrendar a planta, mas, ainda temos que aguardar os entendimentos", finaliza.

Fonte: Correio do Estado

Executivos alegam dificuldades em regularizar multas de R$ 5 milhões

Desde segunda-feira (19), o município de Cassilândia registra uma crise econômica em razão do fechamento da planta frigorífica de propriedade do grupo JBS.

O fechamento do local, que tem capacidade para abater 500 cabeças diariamente e 2 milhões de animais por ano, impactará nos empregos diretos e indiretos de 684 famílias.

A informação foi confirmada pelo presidente do sindicato rural, Cilas Alberto de Souza, durante entrevista concedida na manhã desta terça-feira (20).

Na ocasião, o representante dos pecuaristas da região explicou que a diretoria da JBS reuniu-se com o prefeito Jair Boni e informou que as multas assumidas pela antiga administração (Rodopa), no valor de R$ 5 milhões, e pagas trimestralmente inviabilizaram a continuidade das operações.

Outro fato decisivo foi a determinação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) impugnar a compra feita pela JBS S/A referente a três unidades de abate de bovinos em 2012, nos municípios de: Santa Fé do Sul (SP), Cachoeira Alta (GO) e Cassilândia (MS).

"Estamos vivendo um trauma na cidade, pois os maiores empregadores são a prefeitura e o frigorífico JBS. É uma notícia que preocupa pelo impacto econômico, tanto a população quanto os empresários que terão de transportar os animais para abate em outros municípios, diminuindo ainda mais a margem de lucro", observa Souza.

POSIÇÃO ESTRATÉGICA

O frigorífico mais próximo localiza-se em Goiás há 20 quilômetros, porém assim como o Frigorífico Estrela, localizado no estado de São Paulo (240 km), será necessário pagar Imposto Sobre Circulação de Mercadorias (ICMS). No lado de Mato Grosso do Sul, existe a Marfrig em Paranaíba (100 km) e Frigosul em Aparecida do Taboado (145 km).

Segundo o presidente, como o prédio do frigorífico pertence ao município existe uma possibilidade de que retorne para responsabilidade da administração municipal.

"Conversei com o prefeito e existe essa possibilidade, porém, a administração aguardará uma decisão definitiva. O lado positivo é que vários grupos da região demonstraram interesse em arrendar a planta, mas, ainda temos que aguardar os entendimentos", finaliza.

Fonte: Correio do Estado

Resolução foi publicada no dia 8 de deste mês e o prazo é que em 90 dias entre em vigor no país

O Contran (Conselho Nacional de Trânsito) publicou resolução que traz mudanças significativas no processo de formação de condutores de veículos automotores. Enquanto o Detran (Departamento Nacional de Trânsito) ainda analisa o texto, os Centros de Formação de Condutores da Capital, mais conhecidos como autoescolas, acreditam que as alterações devem impactar diretamente no grau de dificuldade e no valor para novos e antigos motoristas.

A resolução 726/18 foi publicada no dia 8 de deste mês no Diário Oficial da União. O prazo é de que em 90 dias entre em vigor no país. Além das mudanças para novos motoristas, o texto apresenta alterações na realização dos exames, na expedição de documentos de habilitação, nos cursos de formação de condutores, especializados e de reciclagem.

A justificativa do órgão é que as alterações contribuam para um trânsito mais seguro, no qual os condutores tenham condições de receber a devida formação.

Entre as mudanças mais significativas está a aula prática de moto nas ruas. Hoje, o futuro motociclista pratica e realiza a prova em circuito fechado no Detran. Com as alterações, está será apenas uma etapa. Após a realização do exame no circuito, o aluno também terá aulas em vias públicas.

Além disso, o curso no simulador para motoristas de carro continua obrigatório. No entanto, a resolução altera para seis o número de aulas que hoje é de cinco.

Outra mudança drástica será para o condutor que quer incluir uma nova “letra” na CNH (Carteira Nacional de Habilitação). Atualmente, o motorista pode fazer a inclusão passando por exame médico e aulas prática. Mas, pelo novo texto, o condutor também terá que fazer curso teórico de 20h aulas e ainda realizar prova de 20 questões no Detran.

Para quem vai tirar a primeira habilitação o curso teórico de 45h vai aumentar para 65h. Além disso, o número de questões também aumentará proporcionalmente de 45 para 65 perguntas.

A resolução também altera o processo para renovação da carteira, que deve ser feito de 5 em 5 anos. O texto prevê que os motoristas deverão fazer um novo curso teórico de 10h aula seguido de prova no Detran.

Mais caro e difícil – As alterações tem gerado polêmica entre os diretores de autoescolas na Capital. Para o diretor de ensino da autoescola Mônaco, Jairo Ricci, na teoria as mudanças são para preparar melhor o condutor e com isso proporcionar mais segurança no trânsito. Contudo, na prática a realidade pode ser outra.

“Com mais serviços os preços devem aumentar uma médica de até R$ 400 para quem pretende tirar a carteira de carro e moto, por exemplo. Isso, pode esvaziar as autoescolas e ainda fazer com que o número de não habilitados no trânsito aumente”, diz.

Segundo ele, quem tem idade e pretende tirar a CNH deve aproveitar os 90 dias de “carência” para entrar com o processo. “Quem está com o processo em andamento ou protocolá-lo em até 90 dias conseguirá tirar a carteira sem as alterações”, explica.

Detran – Por meio de nota, o Detran revelou que “a diretoria está fazendo a análise de cada artigo da resolução”. O órgão deve se manifestar sobre na próxima semana.

O Campo Grande News também entrou em contato com o SindCFC-MS (Sindicato dos Centros de Formação de Condutores de Mato Grosso do Sul), porém foi informado que o presidente está em viagem e não poderia atender a reportagem.

Contran - É o órgão máximo do Sistema Nacional de Trânsito, que estabelece as normas regulamentares referidas no Código de Transito Brasileiro e as diretrizes da Política Nacional de Trânsito.

Fonte: Campo Grande News

"Achamos melhor recuar estrategicamente e nos reorganizar", disse o secretário-geral da Fentect, Jose Rivaldo da Silva

Trabalhadores dos Correios decidiram pelo fim da greve na tarde desta terça-feira, 13, após decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST) determinar que empregados pagarão parte do plano de saúde e exigir a volta ao trabalho de 80% dos carteiros. "Uma greve com 20% do pessoal não atende ao objetivo do movimento. Achamos melhor recuar estrategicamente e nos reorganizar", disse o secretário-geral da Federação Nacional dos Trabalhadores dos Correios (Fentect), Jose Rivaldo da Silva.

Contrariada, a Federação determinou o fim da greve nacional no fim da tarde, mas defende que o TST pode ter aberto um "precedente perigoso" para outras categorias de trabalhadores por ter desrespeitado acordo coletivo ao determinar o pagamento de uma parcela do plano de saúde pelos carteiros.

A Federação argumenta que o TST julgou uma cláusula social - o benefício de saúde - como sendo uma "questão econômica sem que houvesse comum acordo entre as partes". "Amanhã, a empresa pode cortar outros benefícios, como a alimentação", argumenta o secretário-geral da Fentect.

Apesar das críticas, a Federação reconhece que houve "recuo mínimo" do TST ao permitir manter pais e mães dos empregados no plano de saúde até 31 de julho de 2019 com base nas regras antigas.

Diante do debate sobre eventual privatização dos Correios, a Federação diz que será mantido estado de greve e a categoria pode interromper o trabalho "a qualquer momento contra a privatização ou outro ataque que se coloque na ordem do dia". Enquanto isso, a Federação diz que deve ser intensificada a preparação da campanha salarial esperada para começar em julho.

Balanço dos Correios indicava que 24 dos 32 sindicatos de trabalhadores da empresa que aderiram à greve já tinham decidido pelo retorno ao trabalho às 18h da terça-feira. Segundo a empresa, o grupo representa 96,5 mil empregados - o equivalente a 91% do efetivo dos Correios. Com informações do Estadão Conteudo.

Fonte: Noticias ao minuto

Volume é 5% superior ao de 2017

A Receita Federal disponibilizou ontem, em sua página na internet, o PGD (Programa Gerador da Declaração) para o contribuinte preencher o Imposto de Renda 2018 (ano-base 2017). Em Mato Grosso do Sul, o volume de declarações esperadas é de 410 mil, montante 5% superior ao mesmo período do ano passado.

O órgão estima que 28,8 milhões de declarações serão entregues -foram 28,5 milhões em 2017. O prazo para entrega vai de 1º de março às 23h59 de 30 de abril. O primeiro lote de restituição está previsto para 15 de junho.

Neste ano, a Receita trouxe algumas mudanças na declaração. A primeira delas é que, a partir deste ano, o contribuinte deverá incluir o CPF dos dependentes com 8 anos ou mais. No ano passado, a exigência valia para dependentes com 12 anos ou mais.

A Receita vem reforçando essa exigência ano após ano. Até 2014, o CPF era obrigatório para maiores de 18 anos. Em 2015, caiu para 16 anos. Em 2016, foi para 14 anos e, no ano passado, para 12.

Em 2019, a tendência é que todos os dependentes, independentemente da idade, sejam identificados por CPF. “A Receita quer fiscalizar e evitar deduções em duplicidade”, diz Valdir de Oliveira Amorim, coordenador técnico de editorial da Sage IOB.

Fonte: Correio do Estado

Índice maior será no gás veicular, enquanto GLP sobe 18,4%

Após um mês sem alterações, nova alta nas pautas fiscais deve deixar os combustíveis até 25% mais caros em Mato Grosso do Sul, em março.

De acordo com os novos valores de referência para cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS), publicados nesta sexta-feira pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), as maiores majorações foram estabelecidas para o gás natural veicular (GNV), o gás liquefeito de petróleo (GLP), o popular gás de cozinha, a querosene de aviação e a gasolina comum.

Além de Mato Grosso do Sul, outras 17 unidades da federação também alteram suas pautas fiscais para os combustíveis a partir do dia 1º de março.

As pautas fiscais são publicadas todos os meses pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com ou sem alterações.

Os aumentos ou as reduções acompanham o comportamento do mercado, mas também balizam as remarcações de preços nas bombas. Em 1º de fevereiro, última mudança da pauta fiscal no Estado, o chamado preço médio ponderado ao consumidor final (PMPF) ou pauta fiscal da gasolina comum era de R$ 3,7746; do diesel comum, de R$ 3,4050; e do etanol, de R$ 3,1723.

Na comparação com os valores que entram em vigor em março, os aumentos são, respectivamente, de 11,85%, de 9,62% e de 8,15% – a pauta da gasolina comum ficará em R$ 4,2219, a do etanol em R$ 3,4309 e a do diesel comum, R$ 3,7330.

Em relação às pautas fiscais que estão em vigor hoje, a maior alta será a do gás natural veicular (GNV). O valor passará de R$ 2,3666 para R$ 2,5636 (R$ 0,20 centavos a mais por litro, um acréscimo de 25,28%).

Fonte: Correio do Estado

Autor da proposta, o deputado Paulo Ramos, diz que número de reclamações de clientes sobre a diferenciação dos valores é crescente

O projeto de lei 2.848/14, do deputado Paulo Ramos, aprovado nesta quarta-feira (21) na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), visa proibir a diferença de preços entre bebidas com temperaturas frias e quentes vendidas nos supermercados do Rio de Janeiro.

O autor da proposta diz o número de reclamações de clientes sobre a diferenciação dos valores é crescente nos órgãos de defesa do consumidor. Segundo a proposta, o infrator que não cumprir a regra ficará sujeito a penalidades previstas no Código de Defesa do Consumidor.

"O consumidor é extorquido. Pagar mais porque a bebida está gelada é um exagero muito grande, então o objetivo é equiparar o preço. Também tivemos a sensibilidade de não estender a norma aos bares e restaurantes, que sempre precisam vender bebidas geladas aos consumidores", disse Ramos.

De acordo com jornal 'O Globo', o texto final do projeto ainda precisa ser votada pela Casa antes de chegar na sanção do governador.

Fonte: Noticias ao minuto

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