Saúde (97)

O Ministério da Saúde, em parceria com a Rede Global de Bancos de Leite Humano e o Programa Iberoamericano de Bancos de Leite Humano, lançou hoje (18), em São Paulo, a campanha nacional Doe Leite Materno, Ajude quem Espera por Você.

O objetivo é incentivar mães que amamentam a serem doadoras, ajudando a ampliar o volume de leite humano coletado e distribuído a recém-nascidos prematuros e de baixo peso. Com o leite materno, o bebê fica protegido de infecções e diarreias, além de se desenvolver melhor, diminuindo o tempo de internação.

A iniciativa celebra o Dia Mundial de Doação de Leite Humano, a ser comemorado neste sábado (19). A madrinha da campanha é a atriz Sheron Menezzes.

“Estaremos com a campanha na mídia até o mês que vem, mas essa é uma campanha para durar o ano inteiro e até mais. As crianças nascem, as mães amamentam, e é muito provável que, no início, haja uma sobra de leite. A mãe pode ter muito mais leite do que o filho precisa. Estamos trabalhando com essa visão, a de compartilhar e salvar vidas. Temos cerca de 330 mil crianças que nascem prematuramente no brasil, por ano, e com necessidade de leite e a mãe, às vezes, ainda não tem leite para amamentar”, disse o ministro da Saúde, Gilberto Occhi.

“Temos que ampliar isso [a doação de leite materno], porque salva vidas, protege os recém-nascidos e, principalmente, os que nascem prematuramente”, ressaltou Occhi, no lançamento do programa.

Segundo o ministro, qualquer quantidade doada aos bancos de leite é válida. “Qualquer miligrama é importante. Se vocês entrarem no site do Ministério da Saúde, vão encontrar os locais de coleta em todo o Brasil. Qualquer mulher que esteja amamentando pode tirar seu leite em um frasco e levá-lo para doar. Guarde na geladeira ou no freezer e leve para o local de coleta, que isso será muito bem-vindo”, disse o ministro. Dependendo do tamanho do bebê prematuro, 1 ml de leite humano pode ser suficiente para nutri-lo.

O leite materno coletado nos bancos passa por controle de qualidade antes de ser distribuído, de acordo com o Ministério da Saúde.

Entre os anos de 2009 e 2017, o Banco de Leite Humano do Brasil já beneficiou dois milhões de recém-nascidos. No ano passado, o volume coletado em todo o país atingiu 212 mil litros, beneficiando 198 mil bebês prematuros. Apesar disso, o número de doações no país ainda é baixo em relação à demanda, atingindo, aproximadamente, 60% do público a que se destina.

Doações

Em São Paulo, segundo a Secretaria de Estado da Saúde, houve crescimento de 10,5% no número de doadoras de leite materno entre os anos de 2016 e 2017 e de 8,9% na quantidade de litros captados na rede de bancos de leite humano do estado. No ano passado, os bancos paulistas contaram com a ajuda de 39.729 doadoras, que contribuíram para a coleta de 51.225 litros. Segundo a secretaria, para ser doadora de leite materno, a mãe precisa ser saudável, estar amamentando, produzindo leite em excesso e não fazer uso de nenhum medicamento que impeça a doação.

Para doar, basta comparecer a um banco de leite, onde ela vai receber as orientações necessárias. As interessadas devem preencher um cadastro e apresentar exames laboratoriais de sorologia realizados nos últimos seis meses. Alguns bancos oferecem serviços de busca em domicílio e kits [como gorros, máscaras e frascos de armazenamento] para garantir a qualidade do alimento doado.

Fonte: Agencia Brasil

A vítima teria aguardado por socorro médico durante um longo tempo

Um idoso de 79 anos, faleceu dentro de uma ambulância a caminho de Dourados, depois que a viatura quebrou na estrada nesta quarta-feira, (25), em Rio Brilhante, a 160 quilômetros de Campo Grande. A vítima teria aguardado por socorro médico durante um longo tempo.

O idoso, que apresentou início de infarto, deu entrada no hospital local e teve que ser transferido de urgência para Dourados.

De acordo com informações do site Rio Brilhante News, o motorista da ambulância teria informado que aquele veículo não tinha as mínimas condições de transportar um paciente em estado grave e que mesmo assim foi utilizado. Ainda segundo o site, a ambulância teve problemas mecânicos e parou, o ar-condicionado não funcionava e o paciente veio falecer por falta de socorro.

O caso está sendo investigado.

Quer receber notícias do Portal de Noticias ValemsNews Online via WhatsApp? Mande uma mensagem com seu nome para (67) 9 8448-3233 e se cadastre gratuitamente!

Fonte: Midiamax

Com 300 mil doses já entregues pelo Ministério da Saúde, Mato Grosso do Sul abriu oficialmente, na semana passada (23.4), a 20ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza.

A meta é vacinar pelo menos 90% do público-alvo, o que representa 663.656 pessoas em Mato Grosso do Sul. Para o secretário de Estado de Saúde, Carlos Alberto Coimbra, que participou da abertura da campanha realizada no Hospital Regional de Mato Grosso do Sul (HRMS), a imunização desse quantitativo vai depender da “consciência do grupo de risco”.

“As pessoas precisam se conscientizar, cuidar mais da saúde e se vacinar. O público alvo são aquelas pessoas mais vulneráveis e que precisam estar atentas a essa gripe”, afirmou.

O Estado recebeu 430 mil doses. Ao todo, serão enviadas 811 mil doses da vacina, quantidade mais do que suficiente para imunizar o público-alvo do Estado, conforme explicou o secretário da SES.

Público-alvo

Fazem parte do público-alvo 737.395 pessoas e, de acordo com o escalonamento da entrega da vacina feito pelo Ministério da Saúde, o início da campanha deve ser para os grupos prioritários que são:

profissionais da saúde
crianças de seis meses a menores de cinco anos (4 anos, 11 meses e 29 dias);
gestantes, puérperas;
professores.
A partir do dia 12 de maio a vacinação será estendida para:

indivíduos com 60 anos ou mais.
Para os demais grupos, a campanha estará disponível a partir do dia 21 de maio:

povos indígenas;
adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas, população carcerária e funcionários do sistema prisional;
pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais independente da idade.
A campanha da vacinação vai até o dia 1° de junho, sendo 12 de maio o Dia de Mobilização Nacional – Dia D. A SES é responsável pela distribuição e orientação aos municípios.

Fonte: A Crítica

Pesquisadores da Universidade de São Paulo garantem

Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) mostra que o vírus da zika é capaz de infectar e matar as células de tumores cerebrais com grande eficácia, sem causar danos às células saudáveis.

De acordo com os autores da pesquisa, os resultados sugerem que, no futuro, vários tipos de tumores agressivos do sistema nervoso central poderiam ser tratados com algum tipo de abordagem envolvendo o uso do vírus da zika, conhecido por sua preferência por atacar células do cérebro em formação.

Realizada por cientistas do Centro de Estudos do Genoma Humano e Células-Tronco da USP, sob coordenação da geneticista Mayana Zatz, nesta quinta-feira, 26, na revista científica Cancer Research, da Associação Americana para a Pesquisa do Câncer.

Segundo Keith Okamoto, autor principal da pesquisa, estudos anteriores já haviam mostrado que o vírus da zika tem uma grande afinidade por células do sistema nervoso central, em especial as células-tronco neurais, que dão origem aos neurônios. Assim, quando um feto é infectado, o vírus ataca seu sistema nervoso e reduz drasticamente a quantidade de células-tronco neurais, gerando problemas como a microcefalia.

Por outro lado, segundo Okamoto, estudos feitos pelo grupo da USP sobre tumores do sistema nervoso central mostravam que as células que compõem esses tumores têm características semelhantes às das células-tronco neurais e estão ligadas ao processo de disseminação do câncer - a metástase.

"Essas células tumorais são especialmente resistentes aos tratamentos convencionais como quimioterapia e radioterapia. Por isso decidimos investigar se o vírus da zika, que infecta células-tronco normais, poderia também infectar e matar as células tumorais que têm características de células-tronco", disse Okamoto ao Estado.

Para realizar a pesquisa, os cientistas infectaram com zika células humanas derivadas de dois tipos de tumores cerebrais que afetam especialmente crianças de até cinco anos de idade: meduloblastoma e tumor teratóide rabdóico atípico. O procedimento também foi feito com células de câncer de mama, de próstata e de intestino.

Em um dos experimentos, os pesquisadores utilizaram essas células tumorais humanas para induzir o crescimento de tumores cerebrais "humanos" em camundongos. Depois de desenvolver o câncer em estágio avançado, os animais receberam uma injeção com o vírus da zika. Os tumores regrediram em 20 dos 29 animais tratados com o vírus - em sete deles, a remissão foi completa e o tumor desapareceu. O vírus também bloqueou e reverteu metástases.

"O estudo mostrou que o vírus da zika de fato possui afinidade com as células do sistema nervoso central, infectando e matando as células tumorais de forma seletiva. O mesmo não ocorreu com os tumores de mama, próstata e intestino. As células-tronco tumorais se mostraram ainda mais suscetíveis a serem destruídas pelo vírus do que as células-tronco sadias. Observamos também que o vírus não foi capaz de infectar os neurônios maduros", explicou Okamoto.

Segundo o cientista, o fato do vírus da zika não afetar os neurônios maduros é crucial do ponto de vista da segurança, já que a destruição de neurônios saudáveis seria uma barreira para o uso do vírus em uma futura terapia contra o câncer cerebral.

"Mostramos que o vírus tem propriedade oncolítica, isto é, ele é capaz de atacar preferencialmente as células tumorais, preservando as células normais do mesmo tecido. Essa linha de estudos é bastante nova e nosso estudo é o primeiro com o vírus da zika a mostrar resultados em células humanas", disse o pesquisador.

Okamoto conta que as propriedades oncolíticas já haviam sido observadas em outros vírus e a estratégia do uso de vírus como "arma" contra o câncer já é uma realidade. Em 2015, a FDA - a agência americana responsável pela regulação de fármacos, terapias e alimentos - aprovou um tratamento que utiliza uma forma modificada do vírus da herpes para tratar melanoma.

No ano passado, quando os cientistas brasileiros já haviam enviado o novo artigo para publicação, um grupo de cientistas americanos publicou um estudo que também mostrou como o vírus da zika destrói células de glioblastoma - outro tipo de câncer cerebral -, mas o estudo foi feito sem o uso de células humanas.

"O estudo sobre o glioblastoma é importante, porque é um tipo de câncer agressivo que carece de tratamento. Mas o estudo não foi feito com células de tumores humanos - e sim com células de tumores de camundongos, que respondem de forma diferente", disse Okamoto.

Como foram utilizadas células de tumores humanos nos camundongos, o estudo brasileiro conseguiu demonstrar não apenas que o vírus da zika consegue reduzir os tumores, mas também inibir a metástase. No caso do glioblastoma, a metástase é rara, já que o paciente costuma morrer antes que o tumor se alastre.

"Outra novidade importante do nosso estudo é que pela primeira vez foi feito um estudo de escalonamento da dose. Isto é, nós adicionamos quantidades crescentes do vírus às células tumorais para descobrir qual é a quantidade mínima capaz de promover a infecção. Verificamos que uma dose do zika 50 vezes menor que a utilizada pelos americanos já é suficiente para eliminar os tumores", explicou Okamoto.

O estudo brasileiro também mostrou que depois de atacar as células-tronco tumorais, o vírus da zika não consegue se reproduzir com eficiência - o que evitaria que os pacientes tratados contra o câncer ficassem doentes com a infecção viral.

"Normalmente, quando um vírus infecta uma célula, ele sequestra sua maquinaria para se replicar e depois libera uma quantidade imensa de partículas virais que irão infectar outras células. Mas descobrimos que, por algum motivo, o vírus não consegue se replicar de forma eficiente na célula de câncer, porque as partículas virais produzidas são defeituosas, com pouca capacidade para destruir células normais."

Fonte: Noticias ao minuto

Os hospitais universitários federais já podem contar com um reforço financeiro de mais R$ 68 milhões. Os recursos são oriundos do Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais (Rehuf), gerido pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), estatal vinculada ao Ministério da Educação (MEC).

A liberação da verba ocorreu por meio de duas portarias do Ministério da Saúde (MS) publicadas nesta terça-feira, 24, no Diário Oficial da União, sendo R$ 50,8 milhões para o custeio de materiais de uso diário das unidades e R$ 17,8 milhões para investimentos em reformas, obras e aquisição de equipamentos. Os recursos financeiros serão liberados mediante a comprovação da liquidação dos empenhos. Em 2018, o Rehuf já liberou de cerca de R$ 199,5 milhões, somados os recursos do MS e do MEC.

Segundo o presidente da estatal, Kleber Morais, a liberação dos recursos impulsiona a melhoria dos serviços prestados de forma gratuita, pelo Sistema Único de Saúde (SUS). “Os recursos do Rehuf destinados aos hospitais universitários reforçam nosso compromisso com o ensino, a pesquisa, a inovação, sem esquecer do atendimento de excelência à saúde das pessoas que utilizam nossos serviços”, avalia Morais.

Esse também é o sentimento de Paulo Mendes, gerente administrativo do Hospital Universitário de Brasília, um dos hospitais contemplados pelo Rehuf. “Esses recursos vêm reforçar o orçamento do hospital a fim de melhor estruturar o abastecimento médico-laboratorial, de maneira a mantermos a excelência dos serviços prestados junto à comunidade, docentes, discentes ou usuários”, reforçou Mendes.

O Programa

Os recursos do Rehuf, programa administrado pela Ebserh, são destinados à reestruturação e revitalização dos hospitais das universidades federais, integrados ao SUS. O objetivo é criar condições materiais e institucionais para que os hospitais universitários federais possam oferecer atendimento médico e hospitalar de qualidade à população, proporcionar a formação qualificada de profissionais da área de saúde e incentivar o ensino e a pesquisa.

A iniciativa também prevê o financiamento compartilhado dos hospitais por meio dos ministérios da Educação e da Saúde e contempla iniciativas de modernização da estrutura física e do parque tecnológico das unidades hospitalares.

Fonte: Diário MS

Campanha começou ontem; vacina combate dois tipos de gripe A e uma do tipo B

A Campanha de Vacinação Contra a Gripe começou em Mato Grosso do Sul com quatro mortes já confirmadas por H3N2, além de outros dois óbitos em investigação. A Secretaria de Estado de Saúde (SES) confirma ainda onze casos da doença e outras 124 notificações em 22 municípios. A procura pela vacina foi grande nos postos.

Em Campo Grande, a Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) já reconhece 103 notificações de influenza este ano e dez casos confirmados – um em fevereiro, quatro em março e cinco este mês. Já as mortes ocorreram em março e abril.

Ontem, foi o primeiro dia da campanha de vacinação nas unidades de saúde e a procura foi grande. Por enquanto, apenas os grupos prioritários podem ser imunizados, mas as doses serão liberadas para toda a população após o dia 1° de junho, prazo máximo para o fim da primeira etapa da
campanha.

A dona de casa Bruna de Paula, 23 anos, chegou cedo na Unidade Básica de Saúde (UBS) da Vila Carlota para vacinar a filha, Júlia, de 1 ano e 11 meses. “É a segunda vez que ela é vacinada. É importante para a saúde da criança. O ruim é a espera mesmo, cheguei cedo e demorou mais de duas horas porque estava cheio e todos são prioridade”.

Fonte: Correio do Estado

A 20ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza começa nesta segunda-feira (23) e segue até 1º de junho. Fazem parte do grupo prioritário da vacina idosos a partir de 60 anos, crianças de 6 meses a menores de 5 anos, trabalhadores da saúde, professores das redes pública e privada, povos indígenas, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), pessoas privadas de liberdade e funcionários do sistema prisional.

Pessoas com doenças crônicas e outras condições clínicas especiais também devem se imunizar. Neste caso, é preciso apresentar uma prescrição médica no ato da vacinação. Pacientes cadastrados em programas de controle das doenças crônicas do Sistema Único de Saúde (SUS) devem procurar os postos de saúde em que estão registrados para receber a vacina, sem a necessidade de prescrição médica.

De acordo com o Ministério da Saúde, os grupos prioritários totalizam 54,4 milhões de pessoas. A pasta informou que adquiriu 60 milhões de doses, que serão entregues aos estados em etapas. “O Ministério da Saúde está assegurando vacina para 100% do público-alvo da campanha”, acrescentou, em nota.

A escolha dos grupos prioritários segue recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS). A definição, segundo o governo brasileiro, também é respaldada por estudos epidemiológicos e pela observação do comportamento das infecções respiratórias, que têm como principal agente os vírus da gripe. São priorizados, portanto, grupos mais suscetíveis ao agravamento de doenças respiratórias.

Fonte: Agencia Brasil

A Campanha de Vacinação contra a Gripe em Campo Grande começa na próxima terça-feira (24) e o objetivo deste ano é imunizar 197.820 pessoas do grupo de risco na Capital. A Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) seguirá a recomendação do Ministério da Saúde, em não adotar escalonamento para vacinação e o Dia D acontece em 12 de maio.

Segundo a recomendação do Ministério da Saúde, devem receber a vacina: indivíduos com 60 anos ou mais de idade; crianças na faixa etária de 6 meses a menores de cinco anos; as gestantes; as puérperas (mulheres até 45 dias após o parto); os trabalhadores de saúde; os povos indígenas; os portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais; os adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas; a população privada de liberdade; os funcionários do sistema prisional e professores (público ou privado) do ensino básico, médio e superior, devem receber as doses.

A vacina estará disponível nas 66 unidades básicas de saúde (UBS) e de saúde da família (UBSF) das 7h às 11h e das 13 às 16h45, podendo ter distribuição de senhas para organizar o fluxo de pacientes próximo do encerramento do expediente.

Para receber a dose, todos os indivíduos do grupo de risco devem apresentar o Cartão Nacional de Saúde (CNS) e/ou número prontuário da rede de saúde de Campo Grande (Hygia); documento pessoal de identificação; e, a caderneta de vacinação (caso tenha).

Além dos documentos exigidos para todos, os doentes crônicos devem apresentar: laudo médico ou atestado da doença, podendo ser aceita cópia do receituário médico recente; as gestantes e puérperas: cartão da gestante, laudo médico ou exames com identificação; profissionais de saúde: a carteira de conselho ou holerite; os indígenas: cadastro na SESAI. O controle mais rigoroso para imunizar as pessoas do grupo de risco é para atender as recomendações do Ministério da Saúde, que não irá disponibilizar doses extras.

"Pedimos a compreensão da população do grupo de risco para procurarem as 66 unidades básicas de saúde e serem vacinados. Precisamos seguir o bom exemplo do ano passado, quando as pessoas do grupo de risco foram vacinadas de maneira tranquila, sem nenhum percalço", disse a coordenadora da CVE, Mariah Barros.

A quantidade de doses destinadas para Campo Grande foi estabelecido pelo Ministério da Saúde com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e considera a população elegível ou do grupo de risco.

Para dar maior transparência e controle das doses, um balanço será divulgado semanalmente, a fim de informar a população. Além disso, os gerentes das UBSs e UBSFs serão os responsáveis pelo controle das doses nas unidades.

Fonte: O Liberdade

Em menos de um ano, o Brasil registrou 1.157 casos de febre amarela e 342 mortes decorrentes da doença. Os números são do Ministério da Saúde e contabilizam os registros feitos entre os dias 1º julho de 2017 e 17 de abril deste ano. No mesmo período do ano passado, foram 733 casos e 241 mortes confirmados. Os números apontam um crescimento de 41,9% no número de mortes e 57% no total de casos.

Os estados com maior número de notificações no período são: São Paulo (2.558), Minas Gerais (1.444), Rio de Janeiro (453) e Paraná (110). Quanto aos óbitos, praticamente todos estão concentrados em Minas Gerais (156), São Paulo (120) e Rio de Janeiro (64), à exceção de uma morte ocorrida no Distrito Federal e outra no Espírito Santo.

No Rio, Secretaria de Saúde abre posto de vacinação contra a febre amarela - Tomaz Silva/Agência Brasil Segundo o Ministério da Saúde, a preocupação em relação à doença decorre não só do aumento do número de registros em relação ao ano passado, mas devido ao fato do vírus estar circulando em regiões metropolitanas com maior contingente populacional, o que pode gerar mais infecções, inclusive em áreas que nunca tiveram recomendação de vacina.

Sintomas e prevenção

A febre amarela é uma doença viral que causa dores no corpo, mal-estar, náuseas, vômitos e, principalmente, febre. Os sintomas duram em média três dias. Em alguns pacientes, o vírus da febre amarela ataca o fígado. São as complicações hepáticas que levam as pessoas infectadas a ficar com uma cor amarelada, daí o nome febre amarela. Segundo o Ministério da Saúde, estima-se que em torno de 30% das pessoas que contraem a doença podem morrer, se não forem diagnosticadas precocemente.

Caso tenha tais sintomas, a recomendação é a de que o paciente busque imediatamente atendimento adequado nas unidades de saúde. Já a prevenção ocorre principalmente por meio da vacinação. Desde o fim de março, o Ministério da Saúde ampliou para todo o território nacional a recomendação para a vacina contra febre amarela.

Fonte: Agência Brasil

A advogada Monica Reis, 30 anos, morreu na noite de quinta-feira (19) 15 minutos depois de dar entrada na Santa Casa de Naviraí, vitimada pelo vírus H3N2, da gripe Influenza.

A informação foi prestada pelo Gerente Municipal de Saúde da Prefeitura de Naviraí, Edvan Thiago Barros Barbosa, que recebeu a confirmação que ela foi vítima do H3N2 em exame feito no LACEN (Laboratório Central de Saúde Pública de Mato Grosso do Sul).

Conforme o fisioterapeuta Edvan Barbosa, a advogada compareceu na Santa Casa nos dias 16, 18 e 19 sempre apresentando sintomas de gripe e amigdalite.

Na noite desta quinta-feira, Mônica novamente voltou à Santa Casa com os mesmos sintomas e quinze minutos depois de dar entrada para atendimento sofreu uma parada cardiorrespiratória e morreu.

“O próximo da Vigilância Epidemiológica de Naviraí é emitir um relatório para o Governo do Estado que será repassado ao Ministério da Saúde com base na investigação feita em prontuário da paciente prestando todas necessárias sobreo caso. Depois disso o Estado deverá emitir uma Nota Técnica para reforçar os cuidados sobre o contágio da doença em Naviraí”, disse o Gerente.

O Gerente de Saúde afirmou que a chefe do setor de Vigilância Epidemiológica Municipal, Daniela Queiróz, no terceiro, do dia 19, atendimento realizou os exames laboratoriais que comprovaram que a advogada havia contraído o vírus H3N2. Os exames foram confirmados pelo LACEN.

Mônica atuava em um escritório de advocacia tendo como sócio o advogado e vereador Luís Alberto Ávila Silva Júnior, o Júnior do PT.

Fonte: MsNews

Pagina 1 de 7

Salvar

Template Settings

Theme Colors

Blue Red Green Oranges Pink

Layout

Wide Boxed Framed Rounded
Patterns for Layour: Boxed, Framed, Rounded
Top