Saúde (108)

Hospital Regional e Santa Casa terão de receber os 53 pacientes que chegam todos os dias ao PAM

O fechamento do Pronto Atendimento Médico (PAM) do Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian (Humap) por 15 dias vai prejudicar quase 800 pacientes de Mato Grosso do Sul. A unidade recebe 53 pacientes por dia, mas tem capacidade para apenas 26. Diante da situação, caberá à Santa Casa e ao Hospital Regional absorverem essa demanda.

Ontem, o hospital chegou a ter 67 pacientes no PAM. Mais que o dobro da capacidade. Doentes tiveram de ser distribuídos em macas pelos corredores. De acordo com a médica coordenadora do PAM, Cláudia Lang, o hospital frequentemente funciona acima da capacidade.

“Não fechamos o pronto-socorro de vez. Vai ser por alguns dias, para que a gente possa dar um pouco de dignidade para esses pacientes que já estão aqui”, afirmou.

Conforme o secretário estadual de Saúde, Carlos Coimbra, a Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) negocia a abertura do hospital antes do prazo anunciado, porém, caso isso não seja possível, as outras unidades estarão preparadas para receber os pacientes.

Fonte: Correio do Estado

O número se compara aos registros de mortes violentas

Erros em hospitais brasileiros públicos ou privados matam cerca de 148 pessoas por dia, segundo pesquisa divulgada pelo 2º Anuário de Segurança Assistencial Hospitalar no Brasil, produzido pelo IESS (Instituto de Estudos de Saúde Suplementar) e pelo Instituto de Pesquisa Feluma, da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais.

O número se compara aos registros de mortes violentas, cerca de 175 por dia, registradas em 2017.

No estudo, foram destacados os óbitos como "eventos adversos graves" como infecção generalizada, infecção urinária, erro no uso de medicamentos e hemorragia.

Ao todo, 54.076 pacientes morreram em 2017 por causa de falhas hospitalares.

Fonte: Noticias ao minuto

A nutricionista Maria Rosa Rodrigues, 32 anos, é mãe do Leonardo, de 4 anos, e da Beatriz, de 1 ano e 11 meses. Pouco antes do primogênito completar 30 dias de vida, ela perdeu o pai em um acidente de trânsito. E, mesmo em meio à tristeza e às dificuldades, decidiu que não desistiria de amamentar o bebê. “Resolvi focar no meu amor pelo meu filho. E, naquele momento da amamentação, eu era feliz”, contou. Leonardo mamou até quase 2 anos, quando parou por conta própria, sem ter de passar pelo chamado desmame forçado. A irmã caçula, Beatriz, segue mamando até hoje, às vésperas do segundo aniversário.

A história de superação de Maria Rosa se repete em cada uma das mães que participaram da cerimônia de lançamento da Campanha de Aleitamento Materno, na sede da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). A atriz e madrinha da campanha, Sheron Menezzes, compareceu ao evento acompanhada do filho Benjamin, de 9 meses. “É importante para mim estar aqui, emprestando a nossa imagem e conscientizando pessoas”, disse. “Amamento o Ben em qualquer lugar. Se meu filho tem fome, eu amamento. Não é vergonha não. É saúde para ele”, reforçou.

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O representante da Opas no Brasil, Joaquín Molina, descreveu a amamentação como um dos gestos mais generosos que podem existir, ao se dirigir às mães reunidas no salão principal da entidade. “Nunca esse auditório esteve tão lindo como hoje. Elas trazem uma mensagem de vida, de saúde e de bem-estar”, disse, ao destacar que o aleitamento funciona como uma primeira vacina para o bebê, já que protege de doenças potencialmente perigosas. Molina alertou, entretanto, que, nas Américas, pouco mais da metade das crianças é amamentada nas primeiras horas de vida, enquanto apenas 39% seguem mamando até os 2 anos.

“Amamentar é doar aquilo que é seu, que é gratuito, que é amor e que ajuda a salvar vidas”, disse o ministro da Saúde, Gilberto Occhi. Durante a cerimônia, ele lembrou que, na próxima semana, mais de 150 países – incluindo o Brasil – participam da Semana Mundial da Amamentação, promovida pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Entre os desafios no país, Occhi citou a ampliação de salas para amamentação dentro de empresas, instituições e nos próprios órgãos de governo.

Fonte: Agencia Brasil

Desemprego e reajustes no preço cobrado pelas operadoras são as principais razões da redução

Os planos de saúde de Mato Grosso do Sul perderam, entre outubro do ano passado e maio deste ano, 64.314 beneficiários. Conforme a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), até aquele mês de 2017, 576.334 pessoas mantinham a assistência ativa. Já em maio, esse total caiu para 512.020. O aumento do desemprego e os reajustes no preço cobrado pelas operadoras levaram à perda de usuários. O resultado é um Sistema Único de Saúde (SUS) ainda mais sobrecarregado.

Conforme os números, que variam mês a mês, a maior queda de adesão aos planos de saúde foi verificada entre os meses de outubro e novembro de 2017, quando 65.784 beneficiários deixaram os planos ativos no Estado. A quantidade chegou a cair para 500.869 no mês de dezembro. Entre janeiro e maio deste ano, o número de adesões registrou um avanço, saindo de 506.901 para 512.020.

Vale ressaltar que, entre janeiro e outubro do ano passado, a média de beneficiados manteve-se praticamente estável, entre 572 mil e 576 mil.

Conforme os dados da ANS, cerca de 85% dos beneficiários sul-mato-grossenses aderem ao tipo de contratação coletiva, ou seja, aquela assinada entre uma operadora de planos de saúde e uma pessoa jurídica. Estes podem ser coletivos empresariais ou por adesão.

Fonte: Correio do Estado

Segundo o Ministério Público, são 35.948 chamados por mês

Com número insuficiente de viaturas, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) tem média de 89 acionamentos por dia. Segundo relatório do Ministério Público Estadual (MPE), que investiga o problema, os socorristas dispõem apenas de duas ambulâncias básicas e duas motos, sem nenhum veículo avançado, diante de uma demanda de 35.948 ligações por mês. Deste total, 2.690 dos telefonemas geram deslocamento.

Atualmente, a três viaturas avançadas existentes estão em manutenção, sem previsão de liberação, o que agrava ainda mais a situação. Ao todo, são 10 ambulâncias básicas habilitadas e qualificadas, financiadas pelo Ministério da Saúde, Estado e Município. Dessas dez, oito encontram-se paradas para conserto, sendo que, no mês de junho, apenas 5 básicas estavam integrando a frota ativa.

Cada unidade da frota roda cerca de seis mil quilômetros por mês, o que acarreta desgaste e exige constante manutenção, já que cada veículo tem em média cinco anos de uso. Para mininimizar o problema, a Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) transferiu o transporte de pacientes de postos de saúde para unidades hospitalares, que antes era feito pelo Samu, para uma ambulância básica cedida pela Secretaria de Estado de Saúde (SES), com apoio do Corpo de Bombeiros.

A 32ª Promotoria de Justiça de Saúde Pública de Campo Grande instaurou inquérito civil para apurar a insuficiência do número de ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), diante do risco de interrupção do serviço. A ação é resultado de reportagens publicada no Correio do Estado nos dias 9 e 11 de julho. Segundo edital publicado no Diário Oficial do Ministério Público Estadual desta sexta-feira, pela promotora de justiça Filomena Aparecida Depólito Fluminhan, são alvos de investigações a Sesau e SES.

Fonte: Correio do Estado

Por unanimidade, os deputados aprovaram na sessão desta quinta-feira (11) projeto que proíbe a formação de profissionais da área da saúde em cursos EAD (Ensino à Distância) em Mato Grosso do Sul. A proibição vale tanto para cursos de nível médio quanto para técnico. O projeto agora segue para sanção do governador Reinaldo Azambuja (PSDB).

Sancionada, a Lei Estadual não deve acabar com os cursos vigentes, apenas com a abertura de novas vagas. De acordo com o autor do projeto, deputado Paulo Siufi (MDB), o MEC (Ministério da Educação) não fiscaliza como deveria essa modalidade de ensino.

“Um profissional da Saúde precisa de tato, do contato com o paciente. de atendimento humanizado. Isso se aprende com a prática, não se aprende com cursos a distância. Sou a favor desses cursos em outras áreas”.

Segundo o deputado, somente me 2018 mais de 600 mil novas vagas foram abertas em todo país. “Isso dá um falso acesso à Educação, com cursos de baixa qualidade. Então eu entendo que essas vagas não devem ser mais abertas, se sequer preenchem os requisitos do que determina o regramento para a educação a distância”.

Federações de Biologia, Educação Física, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia e Terapia Ocupacional, Fonoaudiologia, Medicina, Medicina Veterinária, Nutrição, Odontologia, Psicologia, Biomedicina, Radiologia e Serviço Social já se manifestaram contrárias à abertura de novas vagas no Estado.

Fonte: Midiamax

Henzo Elias deu entrada em hospital com febre e vômito

O Ministério Público do Amazonas (MPE-AM) está investigando a morte de um bebê de 10 meses, que morreu no domingo (8), no Hospital Público de Santo Antônio do Içá, município a 881 km de Manaus. Um médico sem registro no Conselho Regional de Medicina prescreveu para a criança uma dosagem 10 vezes maior de um medicamento para tratar alergia.

O bebê Henzo Matheus Pinto Elias chegou ao hospital de Santo Antônio do Içá com quadro de febre e vômito. O menino morreu na tarde de domingo, após passar seis dias internado na unidade. O MPE-AM investiga crimes de negligência, exercício ilegal da medicina e até crime de homicídio.

Henzo foi atendimento pelo médico na unidade. Na receita assinada por ele, é recomendado o uso de dipirona e 25 miligramas de prometazina – medicamento usado para combater reações alérgicas.

À esquerda, uma cópia da receita prescrita pelo médico antes da correção da dosagem para 2,5 mg feita com caneta (direita) (Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal)

Depois que a medicação foi aplicada, o quadro clínico do bebê piorou. O pai do bebê, Rômulo Souza, conta que foi chamado pelo médico, que corrigiu a receita para 2,5 miligramas do medicamento.

“Meu filho já estava muito doente depois de dois dias, com essa super dosagem, essa overdose no seu corpo. Ele [médico] me chamou em particular, pediu a receita. Eu mostrei uma cópia e ele pegou uma caneta e acrescentou um ponto [entre o 2 e o 5]. Disse, ‘eu errei aqui’. Eu fiquei me perguntando, será se ele quis anular a prova?”, disse.

O menino foi transferido para o Hospital do Exército no dia 4 de julho, mas não resistiu. Na certidão de óbito da criança consta que a causa da morte foi edema cerebral e hemorragia intracraniana.

O pai do bebê prestou depoimento no Ministério Público. Um dos fatos mais graves da investigação é que o médico não tem registro no Conselho Regional de Medicina. Segundo o promotor de Justiça Carlos Firmino, tanto o médico como quem fez a contratação podem ser penalizados.

“Vai ser averiguado pelo promotor se o gestor agiu sabendo desse caso. Ele poderá ser responsabilizado também, porque é dever do gestor, do prefeito, ver se o médico que ele contrata tem as condições para atuar, que é o CRM. Jamais podem cometer esse erro. Além do mais, o Município pode sofrer uma ação de indenização por dano moral”, afirmou.

Contratação ilegal

Em março deste ano, o Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM) questionou a prefeitura de Santo Antônio do Içá por contratar cinco médicos sem CRM, incluindo o que atendeu Henzo, para trabalhar na cidade.

O médico tem diploma de medicina da Bolívia, mas não possui validação para atuar no Amazonas. Segundo o TCE-AM, ele não tem inscriçãono Conselho Regional de Medicina ou vinculação ao “Programa Mais Médicos”, do Governo Federal.


Na ocasião, o prefeito Abrão Lasmar Magalhães informou ao TCE-AM que havia exonerado todos os médicos que não tinham registro. Agora, o Ministério Público quer saber porque a exoneração nunca aconteceu.

“Em tese pode ter acontecido o exercício irregular da medicina ou até o crime de homicídio culposo ou com dolo eventual, porque uma pessoa que não é médica, não tem CRM, e ministra erradamente fármacos e drogas, pode ocorrer o crime de homicídio com penas de até 30 anos de reclusão”, explicou o promotor.

O que diz a prefeitura

O prefeito Abraão Magalhães Lasmar informou que o médico não faz parte do quadro de funcionários desde fevereiro, em razão de não ter apresentado o registro do Conselho. Segundo o prefeito, o médico estava atuando no hospital como voluntário por 10 dias, por conta da alta demanda. A reportagem não conseguiu localizar o médico.

Fonte: Midiamax

Ampliação do horário de funcionamento dos postos, busca ativa e cobranças no cumprimento do calendário de vacinas estão entre as ações

Prefeitos de mais de 300 cidades brasileiras, nas cinco regiões do Brasil, foram oficiados na última sexta-feira (6) pelo Ministério Público Federal (MPF) para que adotem as medidas necessárias para garantir a adequada vacinação de crianças. Cinco municípios sul-mato-grossenses estão na lista: Ivinhema, Japorã, Amambai, Ladário e Miranda.

De acordo com informações do Ministério da Saúde, a cobertura vacinal estaria em queda na maior parte das cidades brasileiras, impondo riscos de reintrodução de doenças já erradicadas – como a poliomielite e o sarampo. A pasta informou ao Ministério Público Federal os 312 municípios nos quais o índice de cobertura vacinal para a poliomielite estaria abaixo dos 50%, quando a recomendação é que seja de 95%.

No ofício a essas prefeituras, a procuradora federal dos Direitos do Cidadão, Deborah Duprat, solicita que seja ampliado o horário de funcionamento das salas de vacina, a fim de assegurar a pais e responsáveis a possibilidade de atendimento fora do horário comercial. O órgão do Ministério Público Federal também solicita que seja rigorosamente observado o Calendário Nacional de Vacinação, ainda que se tenha que aplicar mais de uma dose por vez – exceto se houver recomendação médica em contrário.

As 312 prefeituras também deverão assegurar a implantação do Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunização (SI-PNI), bem como o treinamento adequado dos servidores responsáveis pela utilização do referido sistema, a fim de que as informações nominalmente identificadas da cobertura vacinal cheguem regularmente ao Ministério da Saúde.

Deverão ser adotadas, ainda, medidas para que os profissionais da atenção básica – inclusive os agentes comunitários de saúde – façam busca ativa das crianças de sua área de abrangência que não estejam com a caderneta de vacinação em dia. As escolas também deverão ser chamadas a contribuir com o cumprimento do calendário, sendo orientadas a verificarem, no momento da matrícula, a caderneta de vacinação do aluno e a informarem à família e às autoridades sanitárias em caso de ausência de doses obrigatórias.

Responsabilidades
De acordo com a legislação brasileira, os municípios devem dispor de sala de vacinas adequadamente equipadas, com acesso, inclusive, ao Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunização – cuja implantação tornou-se obrigatória a partir de 31 de dezembro de 2013.

O Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069/1990) também determina como obrigatória a vacinação nos casos recomendados pelas autoridades sanitárias. O ECA estabelece que crianças e adolescentes são prioridade absoluta, e que a realização dos seus direitos – tais como a vida e a saúde – são responsabilidade da família, do Estado e da sociedade.

“O descumprimento das obrigações estabelecidas nessas legislações pode caracterizar ato de improbidade administrativa, estando as autoridades que o praticarem incursas nas penalidades do art. 12 da Lei 8.429/1992”, destaca a Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão.

DataSUS
Na quinta-feira (5), a Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão também havia solicitado ao ministro da Saúde, Gilberto Occhi, a adoção de providências necessárias para que o Departamento de Informática do SUS (DataSUS) dê prioridade à atualização e manutenção dos dados referentes ao sistema de informação do Programa Nacional de Imunização (PNI). A ferramenta é fundamental para garantir a eficiência no monitoramento da cobertura vacinal no Brasil.

Fonte: Jornal da Nova

A informação foi divulgada em audiência pública nesta segunda-feira

Em audiência pública realizada nesta segunda-feira (9), a coordenadora do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Maithê Vendas Galhardo, informou que nove ambulâncias serão descartadas nos próximos dias, e com isto, o serviço pode ser paralisado em Campo Grande.

“ Precisamos de 12 ambulâncias e só temos duas”, lamentou Maithê. Segundo ela, ambulâncias básicas do Samu foram acionadas 2,8 mil vezes e avançadas 700 vezes, somente no mês de junho. “Hoje não temos nenhuma ambulância médica para atender Campo Grande. Tenho equipado uma ambulância básica e peço apoio aos Bombeiros”, declarou.

Em relação ao sistema de regulação, ela disse que, se for retirado e “deixar os pacientes irem para onde quiserem vai virar o maior caos da história”.

Maithê afirmou ainda que, o serviço só não parou ontem porque conseguiram três macas. A afirmação dela tem relação com a retenção das macas nas unidades. Quando não há vagas nos postos, as macas dos Samu ficam "retidas" e impedem novos atendimentos. “Pode prender reguladores. Pode me prender não vai resolver " disse Maithê, se referindo às ações judiciais e decisões da Justiça relacionadas a vagas, sistema de regulação e abertura de leitos.

O diretor administrativo do hospital São Julião, Amilton Fernandes Alvarenga cobrou atitudes das autoridades presentes na audiência. " Desculpe os títulos, mas vocês estão aqui para resolver os problemas. Nós ouvimos a situação dela [coordenadora do SAMU], o que ela está enfrentando. Aluga uma ambulância da Quali Salva. Quando você é gestor, você tem que dar um jeito! Se alguém sofrer um acidente na rua e não tem ambulância para atender para quê a legislação 8666 [lei das licitações]!? Ah!? Pára com isso!" Disse.

Fernandes cobrou do secretário municipal de saúde, Marcelo Vilela alguma atitude porque a coordenadora do Samu já adiantou que, não vai mandar arrumar as nove ambulâncias sem licitação. "Outros que me precederam mandaram arrumar sem o processo de licitação, mas eu não vou correr o risco de fazer isso porque não quero responder por improbidade administrativa", finalizou a coordenadora do Samu.

A promotora do Ministério Público Estadual, Filomena Aparecida Depolito Fluminhan, disse que vai instaurar inquérito para apurar o caso, mas, vai emitir termo de acordo para que sejam alugadas prioritariamente as ambulâncias, já que inquérito demanda tempo de investigação.

Fonte: Correio do Estado

 

A Prefeitura de Novo Horizonte do Sul através da Gerência Municipal de Saúde, ganhou o Prêmio de Incentivo à Promoção, Prevenção, Proteção e Vigilância em Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora.

Novo Horizonte do Sul foi um dos 13 municípios (por microrregião) ganhadores de um carro zero quilômetro.

O Prêmio tem a finalidade de estimular e fortalecer as ações de Vigilância em Saúde do Trabalhador nos 79 municípios do Estado, a fim de contribuir para o desenvolvimento da Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora no âmbito das Secretarias Municipais de Saúde do Estado de Mato Grosso do Sul.

O concurso tem como objetivo selecionar os treze melhores municípios que se destacarem na elaboração de um diagnóstico situacional da saúde do trabalhador e elaborar um Plano de Proteção, Prevenção e Vigilância em Saúde para o município.

A secretaria estadual de Saúde de Mato Grosso do Sul criou um prêmio para reconhecer o trabalho das prefeituras que se destacarem em ações voltadas a promoção, prevenção, proteção e vigilância a saúde do trabalhador.

A Gerência Municipal de Saúde de Novo Horizonte do Sul desenvolveu um diagnóstico, contendo o levantamento do perfil produtivo, os tipos de trabalho exercidos no município, identificados às ocupações que representam o maior risco para a saúde dos trabalhadores e fez o levantamento do perfil epidemiológico, por meio das notificações registradas nos últimos três anos. Elaborou um plano de ação com iniciativas para promover, prevenir, proteger e monitorar a saúde dos trabalhadores no município.

“Alegro-me muito em receber essa notícia, tendo em vista as condições financeiras do município que não nos permite adquirir veículos para transporte no momento. Parabenizo toda equipe pelo desempenho e dedicação neste projeto! Fico feliz em ver Novo Horizonte do Sul entre os 13 municípios ganhadores do carro zero”, disse o Prefeito Marcilio Alvaro Benedito.

ASSESSORIA

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