Saúde (68)

Titular da SES está oficialmente de férias

O primeiro escalão do governo de Reinaldo Azambuja (PSDB) pode ter novas mudanças ainda em 2017. Oficialmente de férias, o titular da SES (Secretaria de Estado de Saúde), Nelson Tavares (PSDB), deve deixar a pasta nos próximos dias.

Oficialmente, Tavares está de férias entre os dias 4 a 18 de dezembro, e deve retornar ao trabalho no próximo dia 19 de dezembro. Todavia, o secretário enfrenta um desgaste político à frente da secretaria.

Como o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) está de desde ontem, terça-feira (5), em Brasília (DF) e só deve retornar à Capital, segundo sua assessoria, amanhã, quinta-feira (7), o anúncio oficial da mudança só deve ocorrer no fim desta semana.

Um dos nomes cotados para assumir a pasta é ex-diretor presidente do HCAA (Hospital de Câncer Alfredo Abrão), Carlos Coimbra, que atualmente é o gerente administrativo no Humap (Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian).

Recentemente, Tavares foi alvo do MPE-MS (Ministério Público Estadual), que abriu inquérito contra o secretário por eventual ‘ato de improbidade administrativa’. Conforme apuração do MP, o Governo do Estado deixou de repassar R$ 15,5 milhões à prefeitura de Campo Grande entre 2015 e 2016. O valor deveria ser usado no combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor de várias doenças, entre elas a dengue.

O governo se pronunciou sobre o caso, e explicou que SES investiu cerca de R$ 20 milhões oriundos do Estado no combate ao vetor da dengue, zika e chikungunya no ano de 2016, e que não cometeu irregularidades na aplicação dos recursos.

Fonte: Midiamax

Pelo menos 904 mil pessoas esperam por uma cirurgia eletiva - não urgente - no Sistema Único de Saúde (SUS). Parte desses pacientes aguarda o procedimento há mais de 10 anos. Isso é o que mostra levantamento inédito feito pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) com dados das secretarias da Saúde dos Estados e das capitais brasileiras obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação. A demora para realizar procedimentos, afirmam especialistas, pode agravar o quadro dos pacientes.

Segundo a entidade, o número de demandas represadas é provavelmente mais alto, já que somente 16 Estados e 10 capitais responderam. Há ainda a fila por procedimentos nos serviços de saúde federais.

O levantamento revela também que a quantidade de pessoas que aguardam cirurgia no sistema público é maior do que o medido pelo Ministério da Saúde. Em julho deste ano, a pasta divulgou a primeira lista única desse tipo de procedimento - antes disso, os números eram registrados só pelos Estados e municípios e nunca haviam sido centralizados.

Na ocasião, a pasta informou que a fila era de 804 mil solicitações no País. Na última semana, novo balanço apresentado pelo ministério apontou que, após avaliação feita pela ouvidoria, o número caiu para 667 mil pedidos porque havia duplicidade de cadastros na primeira lista.

"Tanto o número do ministério quanto o levantado pelo CFM são subestimados porque parte dos Estados não respondeu ou não tem os dados organizados. Há ainda aquelas pessoas que precisam da cirurgia, mas nem sequer têm acesso ao especialista que dá o encaminhamento", destaca o presidente em exercício do CFM, Mauro Luiz de Britto Ribeiro.

O próprio ministro da Saúde, Ricardo Barros, admitiu ao jornal O Estado de S. Paulo haver falhas de informação nas listas passadas pelos governos locais à pasta. "Quando os Estados começaram a fazer mutirões, constatamos que a maioria das pessoas que passaram pelas cirurgias não constavam da lista inicial passada pelo Estado. Isso demonstra que nossa fila não era exata", diz ele, referindo-se aos mutirões realizados pelos Estados com verba extra federal repassada após a criação da fila única, em julho.

Complicações

A demora na realização de cirurgias pode levar ao agravamento do quadro de saúde do paciente, piorando o prognóstico e aumentando os custos para o próprio sistema. Quem não faz a cirurgia eletiva, diz Britto Ribeiro, "vai acabar caindo um dia no sistema de urgência e emergência ou operado num quadro muito pior do que no início da doença."

É o caso da comerciária Ana Célia Gonçalves, de 52 anos, que aguarda cirurgia renal desde 2012. Quando seu nome foi incluído na lista, ela tinha quadro leve de cálculo renal. Neste ano, descobriu que o rim direito perdeu totalmente a funcionalidade com o agravamento da doença. Agora, a cirurgia será de retirada completa do rim.

"O exame deste ano mostrou que o órgão está com 13% da capacidade, o que, para os médicos, já é considerado perdido. O rim esquerdo também está em risco, tenho medo de perdê-lo também", afirma. "Mas, quando reclamo, só ouço que tenho de ter paciência e aguardar na fila", conta Ana Célia, que se trata no Hospital Universitário Walter Cantídio, em Fortaleza.

Ela diz sofrer de dores agudas e segue dieta restrita para o problema não piorar ainda mais. "Tenho medo de perder o outro rim e precisar, então, de diálise e entrar na fila de transplante." Procurado pela reportagem, o hospital não se manifestou.

Longa espera

Ao menos 750 pedidos de cirurgias no País estão na fila há mais de 10 anos. No Estado de São Paulo, há casos em que o paciente aguarda desde 2005, recorde entre os Estados que responderam ao CFM. Na rede paulista, 143 mil esperam por cirurgia eletiva.

À reportagem, a secretaria paulista disse que a demanda reprimida por cirurgias eletivas é uma realidade nacional, causada sobretudo pela defasagem na tabela de valores de procedimentos hospitalares do ministério, "congelada há anos e que não cobre os reais valores dos atendimentos". Disse também que o número anual de procedimentos feitos sob gestão do Estado subiu 21% nos últimos sete anos, de 179,2 mil para 217,1 mil. Segundo o órgão, também são feitos mutirões de cirurgias.

Entre os procedimentos com o maior número de demandas represadas no Brasil estão as cirurgias de catarata (113.185), correção de hérnia (95.752), retirada da vesícula (90.275), varizes (77.854) e de amídalas ou adenoide (37.776). Só estes cinco tipos concentram quase metade de todos os pedidos na fila.

Verba repassada

O Ministério da Saúde diz investir na informatização das unidades de saúde para ter noção exata da demanda por cirurgias eletivas no Brasil. Além disso, segundo a pasta, recursos têm sido repassados aos Estados para ajudar a resolver o problema.

"O nosso objetivo é estabelecer a fila única e informar no aplicativo e-saude a posição de cada paciente na lista de espera. Esperamos que isso esteja disponível até o fim de 2018, mas reconheço que há uma dificuldade nas informações", declarou o ministro Ricardo Barros.

Após a criação da fila única em julho, segundo Barros, o ministério liberou R$ 250 milhões extras aos Estados para investimento nas cirurgias eletivas. Até agora, R$ 100 milhões já foram faturados. A maior parte do repasse está sendo usada em mutirões de procedimentos.

O total de cirurgias eletivas feitas no País, diz a pasta, cresceu 39% - de 109,7 mil em janeiro para 152,6 mil em setembro.

Desequilíbrios

Os mutirões de cirurgias podem ajudar a aliviar as filas, mas não são a solução definitiva, alertam especialistas. Para Walter Cintra Ferreira, coordenador do Curso de Especialização em Administração Hospitalar e de Sistemas de Saúde da Fundação Getulio Vargas (FGV), os governos federal, estadual e municipal precisam investir na ampliação dos serviços de saúde, na melhor distribuição dos especialistas e na informatização da rede.

"Temos um sistema subdimensionado para a demanda que tem. Para piorar, os profissionais não estão distribuídos de forma equitativa pelo País. Há uma concentração muito grande de especialistas nos grandes centros, principalmente no Sul e no Sudeste", avalia. "Os mutirões são plenamente válidos, mas é uma medida para mitigar uma situação de crise. A solução verdadeira está em investir em maior qualidade dos serviços públicos", acrescenta.

Outro desafio é saber o tamanho real da fila. "Uma das coisas que falta ao SUS é integrar informações. Se tivéssemos todos os sistemas integrados, teríamos ideia melhor da demanda e das prioridades", diz Ferreira.

De acordo com o CFM, uma fila maior na pesquisa não significa, necessariamente, ser pior no atendimento, mas, sim, que a regulação está melhor sistematizada. Alguns Estados que não responderam, por exemplo, justificaram não ter controle da demanda. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: A critica

Menino chegou na unidade com quadro de mal estar, febre e vômito

A Secretaria Municipal de Saúde Pública investiga a morte de uma criança de três anos em Campo Grande. O menino morreu cerca de uma hora depois de dar entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Universitário, neste sábado (2).

Conforme a Sesau, o menino deu entrada na unidade por volta das 17h de ontem, com quadro de mal estar, letargia, febre e vômito. Imediatamente foi atendido pelo pediatra de plantão, que percebendo a gravidade do caso, o encaminhou para o setor de urgência.

Os atendentes teriam feito todos os procedimentos médicos, mas o quadro da criança se agravou e ela acabou morrendo. Há suspeitas de que o garoto estivesse com meningite, mas autoridades não confirmam a hipótese. "Todas as medidas necessárias foram tomadas durante o atendimento da criança, e agora será investigada a causa da morte", informou a Sesau.

O óbito do menino foi registrado por voltas das 18h. O corpo foi encaminhado para o Instituto de Medicina e Odontologia Legal (Imol).

Fonte: Correio do Estado

O número de casos de Aids está em queda no Brasil. Em 2016, foram registrados 38.090 pacientes com a doença, 7,7% a menos do que havia sido contabilizado em 2014, quando foram notificados 41.279 ocorrências. O número foi apresentado nesta sexta-feira, 1º, Dia Mundial de Luta contra a Aids, pelo Ministério da Saúde como um sinal de avanço no tratamento do HIV/Aids. Foi em 2014 que o País liberou o uso de remédios antiaids para todas pessoas vivendo com HIV, independentemente da situação do sistema imunológico. Até então, a terapia era ofertada apenas em casos em que os números de células de defesa e que a carga do HIV circulante atingiam determinado patamar.

Embora sejam comemorados, os indicadores ainda são altos e estão próximos do que era contabilizado na década passada. Em 2006, por exemplo, havia no País 37.158 pessoas com Aids.

Além da redução de casos, a pasta divulgou a queda de mortalidade provocada pela doença depois de 2014. Os óbitos passaram de 5,7 por 100 mil habitantes para 5,2 por 100 mil, no ano passado.

Os números integram o boletim epidemiológico lançado nesta sexta Os dados mostram que a epidemia continua a avançar entre a população masculina, sobretudo jovem. Atualmente, para cada caso identificado entre mulheres, outros 2,2 são confirmados entre homens. Na faixa etária entre 15 a 19 anos, a detecção por HIV quase triplicou entre o grupo masculino: são 6,7 casos a dada 100 mil habitantes.

O diagnóstico de pessoas com HIV aumentou. No ano passado, foram 37.884 diagnósticos, ante 36.360 identificados em 2015. O número de detecção entre homens que fazem sexo por homens quintuplicou entre 2010 e 2016. Foram 13.969 pessoas com HIV identificadas no ano passado. Em 2010, eram 2.732.

A diretora do Departamento de IST, HIV/Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Adele Benzaken, afirmou que o aumento de casos de HIV não pode ser atribuído a uma falha na prevenção. “Houve um avanço no diagnóstico, o que é uma boa notícia.”

Para a diretora, o maior desafio no momento é tentar reduzir o avanço da doença entre as faixas mais jovens, sobretudo entre o grupo de homens que fazem sexo com homens (HSH). Para tentar frear o avanço de novas infecções, a pasta lança a prevenção combinada.

Considerada como uma das melhores políticas para se tentar fazer a prevenção, a estratégia oferece um cardápio de alternativas para populações-chave, além do já conhecido preservativo. Ele continua sendo considerado como uma ferramenta essencial para evitar o HIV, mas pode ser feito de forma combinada com outras estratégias. Uma delas é a terapia pré-exposição, em que medicamentos antirretrovirais são usados não para tratar o HIV, mas para evitar o contágio. Nesses casos, os antirretrovirais são usados de forma contínua.

A Prep passa a ser ofertada no Brasil em meados deste mês. A terapia estará disponível apenas para populações-chave, consideradas mais vulneráveis para o HIV, como HSHs, travestis, casais em que apenas um parceiro é soropositivo e profissionais do sexo. Nessa primeira etapa, a Prep estará disponível em 22 cidades, consideradas mais vulneráveis.

“Vamos fazer uma ampliação gradual para outros Estados”, disse Adele.

Nos serviços que deverão fazer a dispensação, profissionais já foram treinados. A estratégia se junta à PEP, terapia pós exposição em que o antirretorival é dado logo depois de uma pessoa ter enfrentado uma situação de maior risco de contágio do HIV, como relações sexuais desprotegidas com pessoas em que não se sabe a condição sorológica.

O lançamento do boletim será feito em Curitiba, a primeira cidade no País a ficar livre da transmissão do HIV da mãe para o filho, chamada vertical. “O exemplo de Curitiba mostra que o desafio é possível. A ideia é ter uma geração livre de HIV”, disse Adele.

Fonte: Jovem Pan

Bebê estava na unidade intermediária; segundo a Santa Casa, estado de saúde é estável. Hospital informou que afastou profissional e vai apurar o caso.

Um premauturo de 71 dias foi parar na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) após uma técnica em enfermagem da Santa Casa de Campo Grande injetar leite materno na veia do bebê. Segundo a família, antes do episídio, a criança estava na unidade intermediária.

O hospital informou que afastou a profissional e abriu uma sindicância para apurar o que aconteceu. O resultado deve sair em uma semana. "Ele está reagindo bem. Mas a gente precisa completar o tempo de tratamento. Ele já tem uma melhora em termos de exames laboratoriais e clínica", afirmou Walter Lopes, coordenador infantil da Santa Casa.

A família registrou boletim de ocorrência na polícia e disse que na quinta-feira (16), os médicos precisaram fazer uma punção no coração da criança, de onde retiraram 12 ml de leite. A Santa Casa negou que o procedimento tenha acontecido. O hospital afirma que, o que realmente aconteceu, foi uma complicação no acesso por onde ele recebe medicamentos.

"A respeito desse erro, infelizmente ia cuidar a vida do meu filho. Começa a doer e eu me apavoro por lembrança. Eu estava esperando a alta do meu filho. Eu estava contando vinte dias pra gente ir embora, e não pra eu ficar mais vinte dias no hospital. Quatorze dias são só antibiótico", desabafou a mãe Jaqueline Pereira de Moura.

Fonte: G1

Cinco medicamentos de dois fabricantes internacionais foram suspensos pela Anvisa ontem (26).

A medida foi adotada após a realização de inspeções internacionais feitas pela Anvisa nos locais de fabricação.

Com isso, a importação, o comércio e o uso dos medicamentos ficam suspensos até que os fabricantes corrijam os problemas identificados.

Confira os medicamentos:

Fonte: MSN Noticias

Desde o final de 2015, as vacinas hexavalente e pentavalente acelulares -- que não fazem parte do Programa Nacional de Imunizações do Sistema Único de Saúde (SUS) -- estão escassas na rede privada. O laboratório francês Sanofi Pasteur anunciou nesta quarta-feira, dia 18 de outubro, que passará a vender até o final deste mês a hexa, também chamada de sêxtupla acelular.

A hexacelular protege contra difteria, tétano, coqueluche, meningite provocada pela bactéria Haemophilus influenzae tipo b, hepatite B e poliomielite. A pentavalente protege contra as mesmas doenças, exceto poliomielite.

"Tudo o que a gente deseja é ter mais de um fabricante para cada vacina, porque hoje a questão do desabastecimento é um problema grave. A vacina hexa, que tinha um fabricante só no Brasil, está em falta há muito tempo", disse Isabella Ballalai, presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações.

De acordo com a Sanofi, a vacina já está disponível em outros 86 países e será fabricada na França para ser importada ao Brasil. A empresa já vende a pentavalente acelular no mercado brasileiro. A outra versão da hexa vendida no país é da empresa GSK, de acordo com Ballalai.

O esquema vacinal da hexavalente é de três doses, com uma dose de reforço em crianças de seis semanas a dois anos de idade.

Nos postos e hospitais públicos, é encontrada apenas a vacina pentavalente, dada em associação com a vacina contra poliomielite. "São duas vacinas, em vez de uma, mas o risco de ficar desprotegido contra as doenças é muito pior" do que o inconveniente de tomar uma vacina a mais, disse Isabella.

Qual a diferença entre vacina do SUS e vacina privada?

A diferença entre a vacina da clínica particular e a vacina dos postos de vacinação públicos é que a da clínica privada é acelular e a do posto é de células inteiras. Na prática, as duas são muito eficazes, mas a acelular tem a vantagem de provocar menos reações adversas. "Para quem pode se dar ao luxo de pagar a vacina acelular, ela é menos reatogênica”, diz Isabella.

"Mas, na falta dela, não só é seguro, como muito importante que as mães não deixem de procurar a rede pública para fazer a vacinação de seus filhos", completa a médica. Informações sobre as vacinas recomendadas para cada faixa etária podem ser acessadas no site da SBIm.

Fonte: G1

A partir do dia de 2 de outubro, a Carreta do Hospital de Câncer de Barretos estará em Novo Horizonte do Sul, para oferecer exames preventivos e de câncer de mama.

A Carreta do Hospital de Câncer atenderá próximo ao Posto de Saúde de Novo Horizonte do Sul, com previsão de permanecer no local até o dia 04.

Sistema será implantado também no Regional e no Universitário

Após teste na Santa Casa de Campo Grande, o sistema de regulação municipal será implantando ainda no mês de setembro no Hospital Regional (HRMS) e o Hospital Universitário (HU).

Para a Secretaria Municipal de Saúde (Sesau), as regras válidas há um mês no maior hospital de Mato Grosso do Sul e que ajudaram a desafogar os corredores da Santa Casa, serão colocadas em prática nos outros dois hospitais públicos da Capital.

O coordenador de urgência da Sesau, Yama Higa explicou que o órgão vai implatar o mesmo sistema, que já deu certo na Santa Casa, nos demais hospitais. “A gestão da saúde na Capital é da prefeitura, feita pelo município. Apesar do HR ser um hospital que atende o Estado, é nossa responsabilidade”, afirmou.

Por isso, de acordo com o coordenador, “vamos estender a regulação para o HU e HR. Estamos fazendo a inversão do fluxo do hospital para as UPAs (Unidades de Pronto Atendimento) e CRS (Centros Regionais de Saúde) e depois para as unidades próximas da casa do paciente”, sustentou.

Fonte: Correio do Estado

Policiais Militares Ambientais de Aquidauana receberam reclamações ontem (11), de que uma moradora estaria incendiando a vegetação no terreno de sua residência, causando transtornos aos vizinhos.

A PMA foi ao local e surpreendeu a infratora (53), no momento em que ela provocava o incêndio na vegetação e resíduos na área do terreno, gerando muita fumaça, que dispersa no ar, prejudicava toda a vizinhança. Os Policiais conseguiram conter o fogo que ameaçava as residências vizinhas. A proprietária da residência foi autuada administrativamente e foi multada em R$ 1.211,50.

Apesar dos esforços e das orientações, inclusive pela mídia, em relação à proibição de dos incêndios, algumas pessoas insistem com esse costume, que é bastante prejudicial ao ambiente e à saúde da população afetada.

Fonte: Ivinoticias

Pagina 1 de 5

Salvar

Template Settings

Theme Colors

Blue Red Green Oranges Pink

Layout

Wide Boxed Framed Rounded
Patterns for Layour: Boxed, Framed, Rounded
Top