Saúde (115)

A Prefeitura de Novo Horizonte do Sul através da Gerência de Saúde receberam nesta quarta-feira, dia 19 de setembro de 2018 duas camionetes Amarok.

Estes veículos fazem parte da Emenda Parlamentar destinada para área da saúde pelo Senador Pedro Chaves no valor de R$ 232.000,00 (duzentos e trinta e dois mil reais). A Prefeitura de Novo Horizonte do Sul entrou com a contrapartida de R$ 33.800,00 (trinta e três mil e oitocentos reais), totalizando o valor dos dois veículos de R$ R$ 265.800,00 (duzentos e sessenta e cinco mil e oitocentos reais).

As camionetes, além de reforçar a frota da gerência, serão utilizadas para os serviços da saúde, dos ESF Rural e ESF Urbano, dando assim uma maior comodidade para a equipe da saúde atender a população de Novo Horizonte do Sul.

Divulgação

Fonte: Assessoria

A Prefeitura de Novo Horizonte do Sul através da Gerência de Saúde receberam nesta quarta-feira, dia 19 de setembro de 2018 duas camionetes Amarok.

Estes veículos fazem parte da Emenda Parlamentar destinada para área da saúde pelo Senador Pedro Chaves no valor de R$ 232.000,00 (duzentos e trinta e dois mil reais). A Prefeitura de Novo Horizonte do Sul entrou com a contrapartida de R$ 33.800,00 (trinta e três mil e oitocentos reais), totalizando o valor dos dois veículos de R$ R$ 265.800,00 (duzentos e sessenta e cinco mil e oitocentos reais).

As camionetes, além de reforçar a frota da gerência, serão utilizadas para os serviços da saúde, dos ESF Rural e ESF Urbano, dando assim uma maior comodidade para a equipe da saúde atender a população de Novo Horizonte do Sul.

Divulgação

Fonte: Assessoria

Oito universidades oferecem curso, com mensalidade a R$ 700

Facilidade de acesso e mensalidade até dez vezes mais barata atraem pelo menos 10 mil brasileiros que hoje estudam Medicina em Pedro Juan Caballero, no Paraguai. Com a demanda crescente, novas instituições de ensino se preparam para se instalar na cidade – que fica na divisa com Ponta Porã, no Brasil –, enquanto universidades já estabelecidas ampliam suas unidades.

O alto investimento necessário para estudar Medicina em faculdades particulares brasileiras, aliado à concorrência grande dos processos seletivos em universidades públicas do País, ajudou a popularizar a alternativa paraguaia.

Thaís dos Santos, 22 anos, está a 1,5 mil quilômetros da cidade natal, a pequena Felixlândia (MG), de 15 mil habitantes, para realizar o sonho de se tornar médica. A mineira conta que a mensalidade durante o primeiro semestre pela Universidad Politécnica y Artística del Paraguay (Upap) custa 1 milhão de guaranis – aproximadamente R$ 700. “Uma das vantagens é que não tem vestibular. A gente passa por um curso de nivelação, apenas”.

O curso de Medicina foi o mais disputado do vestibular 2018 da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), instituição pública, com 144 candidatos por vaga.

Fonte: Correio do Estado

No dia 14 de setembro comemora-se o Dia Municipal do Agente Comunitário de Saúde em Novo Horizonte do Sul, e a Gerência Municipal de Saúde, preparou, juntamente com os profissionais do novo NASF, um café da manhã para nossos agentes.

Foi uma manhã de bate papo com o Prefeito Marcilio Alvaro Benedito, onde na oportunidade, o mesmo falou da importância do trabalho dos Agentes Comunitários de Saúde, do elo de ligação que fazem entre a comunidade e os serviços de saúde prestados pelo município, do trabalho preventivo e do acompanhamento direto nas comunidades, parabenizando desta forma a todos os Agentes Comunitários de Saúde pelo seu dia.

PARABÉNS A TODOS E TODAS QUE EXERCEM COM AMOR E DIGNIDADE, A PROFISSÃO DE AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE EM NOVO HORIZONTE DO SUL!

Fonte: Assessoria

Paciente denúncia suposto descaso; Sesau diz que jovem foi acolhida e apenas aguardava enquanto enfermeiras chamavam médico

Registro em vídeo divulgado nas redes sociais mostra uma gestante, logo após perder o bebê, gritando de dores sozinha no CRS (Centro Regional de Saúde) do Nova Bahia, em Campo Grande. O caso aconteceu na noite de ontem (6), véspera de feriado.

Indignada com a situação, outra paciente relata suposto descaso dos médicos, que teriam deixado a grávida abandonada na maca ao lado do feto, que aparece enrolado em um tecido, possivelmente uma camiseta.

A reportagem apurou que a jovem, que não teve a identidade revelada, seria usuária de drogas e, possivelmente, moradora de rua. Em situação de vulnerabilidade social, ela teria sido atendida pela primeira vez na quarta-feira (5), quando o feto já não apresentava sinais vitais.

Segundo a Sesau (Secretaria Municipal de Saúde), no exame físico feito pelo médico no primeiro atendimento, anteontem, a grávida apresentou sinais de “colo do útero apagado”, quando há dilatação aumentada do útero para o parto. No entanto, o bebê estava sem batimentos, ou seja, já estava morto.

Segundo a secretaria, “por volta das 18h, ela foi encaminhada para o Hospital Regional onde passou por exames. Em casos onde há comprovação de ausência de vida, alguns profissionais defendem que o feto seja liberado de forma espontânea, sem a necessidade de intervenção cirurgia. Porém, até o momento, a Sesau não teve acesso ao prontuário de atendimento do hospital que já foi solicitado”.

Nesta quinta-feira, explica a Sesau, a paciente retornou ao CRS supostamente já com o feto em mãos, enrolado em uma toalha, e foi acolhida pela equipe de plantão da unidade. “Ela foi encaminhada à enfermaria e foi orientada a aguardar o médico, momento em que a pessoa entrou na sala e produziu as imagens”, enfatiza a assessoria.

Em nota, a Sesau lamentou o ocorrido, “principalmente pela exposição irresponsável da paciente”, e reforçou que “toda a assistência necessária foi prestada na unidade”, sendo que as imagens foram produzidas no intervalo entre a chegada da grávida no posto de saúde e o pedido para um médico avaliar a situação.

Também enfatizou que o vilipêndio a cadáver, “do qual contempla o ato de filmar e expor pessoas mortas, é uma figura de crime previsto no Código Penal Brasileiro e prevê pena de detenção, de 1 (um) a 3 (três) anos, e multa”.

AVISO: Abaixo o vídeo foi borrado para preservar as vítimas.

Fonte: Topmidianews

Somente este ano, em Campo Grande, foram 15 notificações

Subiu para oito o número de casos suspeitos de sarampo em Mato Grosso do Sul. Além dos cinco investigados pela Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) de Campo Grande, há ainda outros três nas cidades de Taquarussu, Sonora e Nioaque, segundo a Secretaria de Estado de Saúde (SES).

Enquanto isso, 20.121 crianças ainda não foram vacinadas, das 158.083 que deveriam ter sido imunizadas em MS até sexta-feira, último dia da campanha nacional contra a doença e também contra a poliomielite.

Um dado preocupante é que, até o momento, apenas 70,50% das 47,5 mil crianças que fazem parte do público-alvo em Campo Grande foram imunizadas. Da meta de 47.574, apenas 33.541 receberam as vacinas.
Ainda na Capital, dos cinco casos que a Sesau está investigando, três são de crianças (1, 2 e 5 anos) e um adulto (28 anos), quanto ao quinto não há informações.

“Nós tivemos a reintrodução do vírus do sarampo no Brasil com a entrada dos venezuelanos, além disso, a Europa já teve milhares de casos. Nós podemos ter o risco da reintrodução do vírus aqui no nosso município, então é importante que todos estejam protegidos”, orienta a coordenadora de Vigilância Epidemiológica de Campo Grande, Mariah Barros. O último caso da doença no Estado ocorreu em 2002, em Campo Grande.

Fonte: Correio do Estado

Estados que enfrentam surto da doença, como Amazonas e Roraima, são os que registram menor índice de adesão à campanha

O Dia D da campanha de vacinação contra sarampo e poliomelite acontece nesse sábado (18) e é uma boa oportunidade para os pais levarem os filhos até um posto de vacinação. Todas as unidades de saúde do Brasil, 36 mil ao todo, vão estar abertas para vacinar as crianças.

Até o momento, o Brasil vacinou 1,8 milhões de crianças, segundo o Ministério da Saúde, o que representa cerca de 16% da meta. Ainda faltam 9,4 milhões para o país bater a meta de imunizar 95% das crianças entre 1 e 4 anos — ou 5 anos incompletos.

Os estados com melhor cobertura vacinal neste momento, são Rondônia, com 45% para a pólio e 44% para o sarampo; seguido por São Paulo com 28,35% pólio e 27,91% sarampo.

As coberturas mais baixas são dos dois estados com o maior número de casos de sarampo, o Amazonas vacinou apenas 3% do público-alvo para pólio e sarampo. Roraima vacinou 5% contra a pólio e 3% contra o sarampo.

Por causa do surto de sarampo e da possibilidade de volta da polio, este ano a campanha acontece de forma indiscriminada. Isso significa que os pais e responsáveis devem levar as crianças, mesmo que elas ja tenham sido vacinadas em outro momento contra as doenças.

A campanha vai até o dia 31 de agosto.

Para a poliomielite, as crianças que ainda não tomaram nenhuma dose da vacina serão vacinadas com a Vacina Inativada Poliomielite (VIP). As crianças que já tiverem tomado uma ou mais doses receberão a gotinha (Vacina Oral Poliomielite - VOP).

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Em relação ao sarampo, todas as crianças devem receber uma dose da vacina tríplice viral, independente da situação vacinal. A exceção é para as que tenham sido vacinadas nos últimos trinta dias, que não necessitam de uma nova dose.

Casos de sarampo passam de mil

Até o momento, foram registrados 1.237 casos de sarampo no Brasil. Quase 6 mil casos estão em investigação.

O estado onde mais pessoas contraíram a doença é o Amazonas: são 910 casos confirmados até o dia 14 de agosto.

Roraima confirmou 296 casos. Outros estados que também registraram casos de sarampo são São Paulo (1), Rio de Janeiro (14), Rio Grande do Sul (13), Rondônia (1) e Pará (2).

Em todo o país, seis pessoas morreram por causa do sarampo neste ano: quatro em Roraima e duas no Amazonas.

Tire suas dúvidas sobre a vacina do sarampo:

Como posso me proteger contra o sarampo? Receber duas doses da vacina contra o sarampo após os 12 meses de idade é a única maneira de se prevenir da doença. O esquema vigente do Ministério da Saúde para crianças é o de uma dose da tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) ao 1 ano de idade e uma da quadrupla viral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela) ao 1 ano e 3 meses de idade. Para quem não se vacinou no período, a tríplice viral é oferecida gratuitamente em duas doses até os 29 anos ou em uma dose dos 30 aos 49 anos. Os demais podem recorrer às clínicas privada

Fonte: R7

Hospital Regional e Santa Casa terão de receber os 53 pacientes que chegam todos os dias ao PAM

O fechamento do Pronto Atendimento Médico (PAM) do Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian (Humap) por 15 dias vai prejudicar quase 800 pacientes de Mato Grosso do Sul. A unidade recebe 53 pacientes por dia, mas tem capacidade para apenas 26. Diante da situação, caberá à Santa Casa e ao Hospital Regional absorverem essa demanda.

Ontem, o hospital chegou a ter 67 pacientes no PAM. Mais que o dobro da capacidade. Doentes tiveram de ser distribuídos em macas pelos corredores. De acordo com a médica coordenadora do PAM, Cláudia Lang, o hospital frequentemente funciona acima da capacidade.

“Não fechamos o pronto-socorro de vez. Vai ser por alguns dias, para que a gente possa dar um pouco de dignidade para esses pacientes que já estão aqui”, afirmou.

Conforme o secretário estadual de Saúde, Carlos Coimbra, a Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) negocia a abertura do hospital antes do prazo anunciado, porém, caso isso não seja possível, as outras unidades estarão preparadas para receber os pacientes.

Fonte: Correio do Estado

O número se compara aos registros de mortes violentas

Erros em hospitais brasileiros públicos ou privados matam cerca de 148 pessoas por dia, segundo pesquisa divulgada pelo 2º Anuário de Segurança Assistencial Hospitalar no Brasil, produzido pelo IESS (Instituto de Estudos de Saúde Suplementar) e pelo Instituto de Pesquisa Feluma, da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais.

O número se compara aos registros de mortes violentas, cerca de 175 por dia, registradas em 2017.

No estudo, foram destacados os óbitos como "eventos adversos graves" como infecção generalizada, infecção urinária, erro no uso de medicamentos e hemorragia.

Ao todo, 54.076 pacientes morreram em 2017 por causa de falhas hospitalares.

Fonte: Noticias ao minuto

A nutricionista Maria Rosa Rodrigues, 32 anos, é mãe do Leonardo, de 4 anos, e da Beatriz, de 1 ano e 11 meses. Pouco antes do primogênito completar 30 dias de vida, ela perdeu o pai em um acidente de trânsito. E, mesmo em meio à tristeza e às dificuldades, decidiu que não desistiria de amamentar o bebê. “Resolvi focar no meu amor pelo meu filho. E, naquele momento da amamentação, eu era feliz”, contou. Leonardo mamou até quase 2 anos, quando parou por conta própria, sem ter de passar pelo chamado desmame forçado. A irmã caçula, Beatriz, segue mamando até hoje, às vésperas do segundo aniversário.

A história de superação de Maria Rosa se repete em cada uma das mães que participaram da cerimônia de lançamento da Campanha de Aleitamento Materno, na sede da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). A atriz e madrinha da campanha, Sheron Menezzes, compareceu ao evento acompanhada do filho Benjamin, de 9 meses. “É importante para mim estar aqui, emprestando a nossa imagem e conscientizando pessoas”, disse. “Amamento o Ben em qualquer lugar. Se meu filho tem fome, eu amamento. Não é vergonha não. É saúde para ele”, reforçou.

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O representante da Opas no Brasil, Joaquín Molina, descreveu a amamentação como um dos gestos mais generosos que podem existir, ao se dirigir às mães reunidas no salão principal da entidade. “Nunca esse auditório esteve tão lindo como hoje. Elas trazem uma mensagem de vida, de saúde e de bem-estar”, disse, ao destacar que o aleitamento funciona como uma primeira vacina para o bebê, já que protege de doenças potencialmente perigosas. Molina alertou, entretanto, que, nas Américas, pouco mais da metade das crianças é amamentada nas primeiras horas de vida, enquanto apenas 39% seguem mamando até os 2 anos.

“Amamentar é doar aquilo que é seu, que é gratuito, que é amor e que ajuda a salvar vidas”, disse o ministro da Saúde, Gilberto Occhi. Durante a cerimônia, ele lembrou que, na próxima semana, mais de 150 países – incluindo o Brasil – participam da Semana Mundial da Amamentação, promovida pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Entre os desafios no país, Occhi citou a ampliação de salas para amamentação dentro de empresas, instituições e nos próprios órgãos de governo.

Fonte: Agencia Brasil

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