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Saúde (59)

Policiais Militares Ambientais de Aquidauana receberam reclamações ontem (11), de que uma moradora estaria incendiando a vegetação no terreno de sua residência, causando transtornos aos vizinhos.

A PMA foi ao local e surpreendeu a infratora (53), no momento em que ela provocava o incêndio na vegetação e resíduos na área do terreno, gerando muita fumaça, que dispersa no ar, prejudicava toda a vizinhança. Os Policiais conseguiram conter o fogo que ameaçava as residências vizinhas. A proprietária da residência foi autuada administrativamente e foi multada em R$ 1.211,50.

Apesar dos esforços e das orientações, inclusive pela mídia, em relação à proibição de dos incêndios, algumas pessoas insistem com esse costume, que é bastante prejudicial ao ambiente e à saúde da população afetada.

Fonte: Ivinoticias

O Governo do Estado repassou, nesta semana, mais de R$ 26 milhões aos hospitais de Mato Grosso do Sul, incluindo as unidades de Campo Grande, que receberam cerca de R$ 6,5 milhões. Na Capital, o valor foi destinado à Santa Casa, Hospital do Câncer, Hospital São Julião e Maternidade Cândido Mariano. No município de Dourados, os hospitais da Vida e Universitário receberam R$ 2,4 milhões. O montante pago pelo Governo é reflexo de esforços e remanejamento de recursos, manobra exigida pelo governador Reinaldo Azambuja para que a gestão esteja em dia com os incentivos na área de saúde, mesmo diante da crise financeira que afeta o país.

Além de quitar o repasse mensal referente ao mês de julho – cerca de R$ 12 milhões -, o Governo do Estado também quitou alguns atrasos com os municípios e, assim, selou a saúde como prioridade na gestão. O total depositado nessa semana, por meio da Secretaria de Estado de Saúde (SES), contempla 65 municípios de Mato Grosso do Sul.

Diretores de hospitais reafirmaram a importância do convênio entre Governo e entidades. Em Fátima do Sul, município que recebeu mais de R$ 336 mil, a diretora do Hospital SIAS (Sociedade Integrada de Assistência Social do Hospital SIAS), Rose Conceição da Costa Villasboas, lembrou que “o governo sempre esteve empenhado em cumprir com seus compromissos”.

“O Governo do Estado representa uma importante parceria com o hospital em Fátima do Sul. Sabemos que a situação econômica não é favorável devido à crise atual em todo país, mas desde então. Os nossos recursos estão em dia, o que significa muito para a rotina do hospital que é uma grande referência para outros municípios. O nosso hospital foi responsável por 850 cirurgias durante a Caravana da Saúde”, afirmou Rose.

Para Três Lagoas foram repassados mais de R$ 2,7 milhões. Já para o município de Ponta Porã foram depositados R$ 1,3 milhão e Paranaíba recebeu R$ 1,7 milhão, sendo R$ 85 mil destinados ao Hospital de Psiquiatria Bezerra de Menezes.

“O Hospital de Psiquiatria de Paranaíba é uma referência para receber pacientes de praticamente todo o estado. O Governo do Estado nunca mediu esforços para atender a instituição, até mesmo com seus incentivos financeiros, na atual condição econômica que o país enfrenta, e mesmo assim estão em dia. A atual política nacional de cuidados psiquiátricos não favorece as instituições filantrópicas, por isso o compromisso do Governo do Estado tem sido de grande importância. Sem esses repasses não conseguiríamos custear o hospital por conta própria”, explicou o gerente de planejamento do hospital, Wagner Alves Oliveira.

Nos últimos dois anos de gestão – 2015 e 2016- mais de R$ 2,4 bilhões foram investidos em saúde pelo Governo do Estado, valor quase 5% maior do que o investimento determinado por lei, de 12% ao ano.

Entre os inúmeros investimentos realizados na saúde, estão a implementação de 48 novos leitos de UTI em todo Estado – 10 em Dourados, 10 em Nova Andradina, 10 em Ponta Porã, 10 na Maternidade Cândido Mariano e oito no Hospital do Câncer, ambos na Capital. Também houve aumento no repasse de hospitais e incremento na realização de cirurgias eletivas por meio do programa Caravana da Saúde.


Municípios Beneficiados


Água Clara, Amambai, Anastácio, Anaurilândia, Angélica, Antônio João, Aparecida do Taboado, Aquidauana, Aral Moreira, Bandeirantes, Bataguassu, Bela Vista, Bodoquena, Bonito, Brasilândia, Caarapó, Camapuã, Campo Grande, Caracol, Cassilândia, Coronel Sapucaia, Corumbá, Costa Rica, Coxim, Deodápolis, Dois Irmãos do Buriti, Dourados, Fátima do Sul, Glória de Dourados, Guia Lopes da Laguna, Inocência, Itaporã, Itaquiraí, Ivinhema, Jardim, Jateí, Juti, Laguna Caarapã, Maracaju, Miranda, Mundo Novo, Naviraí, Nioaque, Nova Alvorada do Sul, Nova Andradina, Novo Horizonte do Sul, Paranaíba, Paranhos, Pedro Gomes, Ponta Porã, Porto Murtinho, Ribas do Rio Pardo, Rio Brilhante, Rio Negro, Rio Verde, Rochedo, São Gabriel do Oeste, Sete Quedas, Sidrolândia, Sonora, Santa Rita do Pardo, Tacuru, Taquarussu, Três Lagoas e Vicentina.

Fonte: Portal do MS

Paciente teria ficado 20 minutos aguardando atendimento

A Sesau (Secretaria Municipal de Saúde investigará), em paralelo ao inquérito policial, vai investigar o que motivou socorristas do Corpo de Bombeiros a deter porteiros da Santa Casa de Campo Grande, na noite de ontem, sábado (5).

O coordenador de urgências da Sesau, Yaga Higa, confirmou ao Jornal Midiamax abertura de processo administrativo, a partir de segunda-feira (7), para investigar possíveis excessos.

“Não cabe trancar o portão e dar voz de prisão”, resumiu Higa, ressaltando relato do hospital de que o paciente estaria estável e com fratura no pé decorrente de acidente de trânsito.

Boletim de ocorrência, registrado pelos bombeiros, informou que estes foram impedidos de entrar no pronto socorro da Santa Casa por 20 minutos, enquanto mantinham na viatura um paciente politraumatizado, que segundo assessoria do hospital, não estava regulado para unidade, ou seja, não havia vaga para este atendimento específico.

Registro

A apuração pode estar limitada ao relato dos envolvidos, caso a regulação da vaga hospitalar tenha ocorrido via rádio. O dispositivo, neste caso, não permite gravar os diálogos.

Os dados de atendimento seriam registrados em livro físico que será requisitado pela secretaria para averiguação. Isso porque sistema de digital está instalado em 70% das unidades de saúde e o Corpo de Bombeiros opta por regular via rádio ao invés do telefone.

Para o coordenador de urgências, mudanças no registro atual são essenciais a fim de que se permita averiguar por meio de “gravações e auditorias possíveis erros”.

Prisão

Dois funcionários da Santa Casa foram presos, no sábado (5), por omissão de socorro e desobediência por não abrir portão do pronto socorro a viatura do Corpo de Bombeiros. O caso foi parar na polícia, uma vez que militar teria danificado estrutura para que ambulância entrasse com vítima de acidente de 31 anos. Equipe do hospital verificava senha de regulação.

Para a delegada plantonista da Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) do Centro, Priscilla Anuda Quarti, os funcionários da Santa Casa alegaram que cumpriam ordens da direção do hospital. O jovem ferido, por sua vez, apresenta quadro clínico estável.

Todos os envolvidos foram ouvidos e liberados. A Santa Casa, por meio de sua assessoria de imprensa, ressaltou que pretende representar contra os militares por abuso de autoridade e depreciação do patrimônio, tendo em vista os danos causados ao portão da unidade.

Hospital adotou, na quarta-feira (2), restrição de acesso a paciente não regulados pelo município devido a superlotação. Faixas informam inexistência de vagas no pronto socorro, centro de terapia intensiva e alas de internação.

Fonte: Midianax

HU é um dos que absorvem efeito das restrições

 

O fechamento do pronto-socorro da Santa Casa desde a noite de quarta-feira já provocou aumento de atendimentos no Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian (Humap), onde o setor de emergência chegou a atender três vezes mais pacientes que a capacidade normal.

A situação mais grave, no entanto, foi enfrentada no Centro de Terapia Intensiva (CTI), em que seis pacientes precisaram de ventilação mecânica. No Hospital Regional, o movimento também era maior na sexta-feira.

O hospital conta com oito leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no CTI, equipados com respiradores. Contudo, além desses, mais seis pacientes eram atendidos, mas respiravam por meio da ventilação mecânica, feita por enfermeiros ou técnicos por intermédio de ambu, que é um respirador artificial manual.

A quantidade estava bem acima do considerado “normal”, quando entre um e dois pacientes precisam ser submetidos a essa forma de respiração.

O Pronto Atendimento Médico (PAM) do Humap, que tem apenas 18 leitos, tanto para os casos mais graves quanto menos graves, chegou a manter, na quinta-feira, 58 pacientes em macas, mas também em cadeiras e nos corredores, onde se chegou a ter 41 pacientes.

Fonte: Correio do Estado

Faixa indicando superlotação foi afixada no hospital

 

Sem capacidade para receber mais pacientes de emergência, a Santa Casa encaminhou ofício ao Conselho Regional de Medicina (CRM) e ao Ministério Público Estadual (MPE) informando a situação. Faixa, indicando a superlotação foi afixada no portão de entrada do pronto-socorro.

Área vermelha da emergência que disponibiliza apenas seis leitos, ontem à noite era ocupada por 22 pacientes. Foi quando a incapacidade foi informada às autoridades, inclusive à Secretaria Municipal de Saúde (Sesau).
Segundo a assessoria de imprensa do hospital, esta manhã são 10 pacientes emergenciais aguardando vaga no Centro de Terapia Intensiva (CTI) ou no Centro Cirúrgico, que estão 100% ocupados.

Ontem à noite, dois pacientes graves foram transferidos para o CTI do Hospital de Câncer Alfredo Abraão, mas um deles não resistiu e faleceu.

Segundo o hospital, possível reabertura do pronto-socorro só ocorrerá quando mais vagas no CTI ou no Centro Cirúrgico forem liberadas.

Fonte: Correio do Estado

Eurofarma informou que adotou a medida para implantar melhorias

 

O laboratório Eurofarma suspendeu temporariamente a produção do medicamento Benzetacil, um dos antibióticos mais populares do Brasil.

A empresa informou, nesta sexta-feira, que adotou a medida para implantar melhorias, mas não especificou quais.

A Eurofarma afirma ainda que todos os lotes disponíveis podem ser consumidos normalmente até a data de validade.

Confira o comunicado completo:

"Motivados pela relação de respeito e transparência estabelecida nesses 45 anos no mercado, a Eurofarma informa a suspensão temporária da produção do medicamento Benzetacil® (penicilina G. benzatina) para implantação de melhorias.

As unidades remanescentes poderão ser consumidas normalmente até a data de validade informada na embalagem.

Estamos empenhados em reestabelecer a produção o mais rápido possível e envidando nossos melhores esforços para a retomada do abastecimento de Benzetacil®. Cabe ainda ressaltar que outros medicamentos disponíveis no mercado podem ser utilizados como alternativa terapêutica.

Nosso time de Qualidade e a Central de Atendimento Eurofarma seguem sempre à disposição para quaisquer dúvidas que possam surgir no 0800-704-3876, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, ou pelo O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo..

O garoto Felipe Hobold de 13 anos morador da cidade de Novo Horizonte do Sul anos vivia uma vida de um pré adolescente normal, praticando esportes e indo a escola normalmente mas há 6 meses isso veio a mudar, Felipe começou a mancar e sentir fortes dores nas pernas.

Conforme apurou o Site Ivinoticias, seus pais o levaram ao médico e depois de uma consulta fez uso de medicamentos e as dores aliviaram, porém as dores voltaram com muito mais intensidade e ao ser consultado por um ortopedista, e em posse de um exame de RX, o médico constatou que ele estava com uma epifisiolise que consiste no descolamento da cabeça do fêmur do quadril.

A cirurgia custa R$ 25.000 e precisa ser feita o mais rápido possível, para que ele possa voltar a ter uma vida normal e sem seqüelas, porém a família não tem condições de pagar.

A mãe do garoto Elizângela Hobold cabeleireira no município se vendo em um momento de dificuldade com a doença do filho resolveu criar uma vaquinha online que se iniciou hoje (25) e se encerra no dia 23 de Agosto.

Qualquer valor poderá ser doado e o doador pode escolher pagar por boleto ou via cartão!

Você que não tem impressora para contribuir via boleto a Livraria e Papelaria KF imprime para você sem cobrar nada.

A Livraria e Papelaria KF, esta localizado na Avenida Marcos Freire, 745, em frente a Camara Municipal de Novo Horizonte do Sul.

Fonte: Ivinoticias

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Demorou alguns meses mais do que o esperado inicialmente, mas a partir desta quarta-feira (19), 16 farmácias do Uruguai começarão a vender maconha psicoativa de uso não medicinal e legalizada em pequenos pacotinhos de 5 gramas, que custarão 187,04 pesos, o equivalente a US$ 6,53. O produto só poderá ser comprado pelos 4.711 uruguaios (70% são homens e 30% mulheres) que se inscreveram no Instituto de Regulação e Controle do Cannabis (IRCCA). Estão excluídos da nova lei uruguaia estrangeiros não residentes no país, os 6.235 autocultivadores e membros dos 38 clubes de cannabis que existem no Uruguai.

A iniciativa (lei 19.172), que nasceu no governo do ex-presidente José Mujica (2010-2015) e torna-se realidade na gestão de seu sucessor, Tabaré Vázquez (ambos são hoje as duas principais figuras da esquerdista Frente Ampla, no poder desde 2005), terá neste começo um alcance bem menor do que o esperado. Das cerca de mil farmácias que existem no país, apenas 16 aceitaram vender o produto, em suas duas alternativas: "Alfa I" e "Beta I".

- Muitas farmácias não quiseram se arriscar e acham que não será um bom negócio - comentou um farmacêutico local, que pediu para não ser identificado.

As grandes redes de farmácia do Uruguai ficaram de fora da iniciativa, talvez em reação a pesquisas locais que mostram que a maioria dos uruguaios não está de acordo com a lei. Segundo trabalho realizado pela Equipos Consultores, 62% da população se opõe à venda de maconha nas farmácias. Entre os eleitores da Frente Ampla, 41% expressaram seu respaldo à medida.

A lei foi aprovada em 2013, mas demorou vários anos em ser regularizada. Será mais um passo de avançada do Uruguai, país que já legalizou o aborto (até a 12 semana de gestação) e a adoção de crianças por parte de casais gays.

Cada comprador deverá apresentar um documento de identidade e um software especial, instalado em cada uma das 16 farmácias aderidas, servirá para identificar as pessoas registradas e manter um controle de quanta maconha comprarão mensalmente.

Com a nova lei, o Estado assumiu totalmente o controle das atividades de plantação, colheita, produção, comercialização e distribuição. Cada pessoa poderá comprar até 40 gramas por mês e cultivar seis plantas. No caso de clubes ou cooperativas com 45 ou mais sócios, serão permitidas até 99 plantas.

O consumo de maconha é livre no país desde a década de 70. A grande revolução promovida por Mujica foi legalizar a produção e, principalmente, a venda em farmácias, medida inédita na região e no mundo.

O GLOBO

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu nesta quarta-feira  (19) a comercialização de um lote do medicamento Lexotan 3 mg, indicado para combater ansiedade e estresse. O órgão classificou o lote RJ0874 (com validade até 01/2019)  como de "alto risco" após comunicado da fabricante Roche Químicos e Farmacêuticos confirmar a detecção de resultados abaixo da especificação do produto.

O produto também não pode mais ser distribuído aos pontos de venda a partir desta quarta-feira, de acordo com a resolução publicada no Diário Oficial da União. A publicação também determinou o recolhimento do estoque existente no mercado. Procurada, a Roche não retornou o contato até a publicação da matéria.

VEJA

Governo anunciou que irá usar biometria para controlar jornada de trabalho

 

 

O Ministério da Saúde vai usar a biometria para controlar a jornada de trabalho dos médicos que atuam na rede pública. A ideia é adotar o sistema em todas as unidades básicas de saúde para acompanhar horas trabalhadas e, simultaneamente, criar um controle de produtividade, com metas de atendimento.

"Vamos parar de fingir que a gente paga médicos, e o médico parar de fingir que trabalha. Isso não está ajudando a saúde do Brasil", disse o ministro Ricardo Barros no lançamento do programa, em que estava o presidente Michel Temer (PMDB).

As metas de produtividade ainda estão discussão. O plano inicial é estabelecer critérios de acordo com a atividade. Consultas, por exemplo, deverão obedecer ao padrão recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), e ter, no mínimo, 15 minutos de duração. Os critérios adotados de forma conjunta têm como objetivo evitar, por exemplo, que o profissional apresse o atendimento para ir embora mais cedo, informou Barros.

"Um médico que tem quatro horas de jornada, por exemplo. Ele pode dedicar cinco minutos para cada paciente e ir embora. Temos de ter uma média de desempenho." Aqueles que não cumprirem a jornada de trabalho estarão sujeitos a processo administrativo.

Informatização

A biometria integra uma das políticas ditas por Barros como prioritárias de sua gestão: a informatização do SUS. Para tentar acelerar esse processo, a pasta deverá arcar com 50% dos gastos de prefeituras com a contratação de empresas de informática. A meta é de que todas as unidades básicas estejam informatizadas até o fim do ano.

O Ministério da Saúde não soube informar quantos serviços contam atualmente com biometria. Experiências foram relatadas em Goiânia, Maceió e na cidade paranaense de Pinhais. De acordo com Barros, onde o sistema já está em funcionamento metade dos médicos pede demissão. "Eles têm vários trabalhos e acabam abandonando o serviço quando há maior controle da jornada", disse. De acordo com Barros, a média de comparecimento de médicos identificada até o momento é de 30%. "Isso vai mudar com a biometria."

Ele disse ainda que a jornada de trabalho desrespeitada acaba criando uma sobrecarga de demanda em hospitais. "Lá o paciente sabe que vai encontrar médico." Ele admitiu, no entanto, que a simples adoção da biometria não será suficiente para reduzir vazios assistenciais. Assim que profissionais começarem a pedir demissão para fugir de maior controle, prefeituras terão de ofertar salários mais atraentes - isso explicaria a frase: "a gente finge que paga".

Reação

O Conselho Federal de Medicina (CFM) classificou as declarações como pejorativas, inadequadas e reflexo da incapacidade de autoridades em responder às necessidades da população. A Federação Médica Brasileira atribuiu as críticas ao "desespero de tentar salvar um governo afundado em denúncias de corrupção".

A Associação Médica Brasileira (AMB) cobrou retratação e disse que o "ministro mostra absoluta falta de conhecimento sobre funcionamento e entraves do sistema". Na mesma linha, Lavínio Nilton Camarim, presidente do Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp), destacou que no interior "profissionais têm tido a tolerância de ficar até quatro meses sem remuneração" e o governo tenta passar para os médicos "a responsabilidade de um mau atendimento".

Para o presidente do CFM, Carlos Vital, as afirmações de Barros são lastimáveis. "Não é justo com a classe médica."

Vital disse não ser contrário à adoção da biometria, mas observou que a medida, se de fato implementada, deveria valer para todos os funcionários. Já a opinião sobre as metas de produtividade, no entanto, não é a mesma. "Profissionais têm responsabilidade. Eles sabem exatamente o que tem de ser feito, não se arriscam de forma a colocar em risco o paciente." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Band

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