Saúde (134)

Segundo o médico, João de Deus deve ficar em leito isolado em hospital

O médium João de Deus, acusado de crimes sexuais, foi transferido do presídio de Goiania para um hospital, devido a um aneurisma.

Nesta sexta-feira (22), o médico Alberto Las Casas Júnior afirmou que João de Deus corre risco de ter uma “morte súbita” por hemorragia caso o aneurisma que possui no abdômen se rompa.

Além disso, o cardiologista disse que João de Deus deve ficar em um leito isolado no Instituto de Neurologia de Goiânia. De acordo com o profissional, o quarto já está reservado para o médium.

Como destaca o G1, Alberto avaliou o médium há exatamente um mês na prisão, a pedido dos advogados dele, e emitiu um laudo que embasou decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) de transferi-lo da cadeia para um hospital.

João de Deus está preso desde o dia 16 de dezembro acusado de crimes sexuais durante atendimentos espirituais. Ele nega as acusações.

Fonte: Noticias ao minuto

 

Já foram registradas duas mortes em Campo Grande e duas em Três Lagoas

A dengue fez mais uma vítima em Mato Grosso do Sul e desta vez um menino de 11 anos não resistiu à doença. Nicolas Lima Henklain Ferruzzi morreu na madrugada desta sexta-feira (22) em decorrência da dengue hemorrágica em Dourados, a 225 km de Campo Grande.

Conforme informações do HU-UFGD (Hospital Universitário da Universidade Federal da Grande Dourados), Nicolas deu entrada no hospital por volta das 7 horas da quinta-feira (21) já em estado grave. Ele foi internado na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) pediátrica.

O menino já havia sido atendido em uma UPA (Unidade de Pronto Atendimento), mas como o caso era grave, foi pedida a transferência para o HU. Apesar do socorro, ele faleceu às 3h35.

O colégio que o menino estudava publicou nota de falecimento em suas redes sociais nesta sexta-feira (22). As aulas foram suspensas em respeito à família.

Nicolas é a quinta vítima de dengue em Mato Grosso do Sul neste ano. De acordo com o Boletim Epidemiológico da SES (Secretaria de Estado de Saúde), foram registrados dois óbitos de idosos por conta da dengue em Campo Grande. Já em Três Lagoas, foi registrada a morte de mais duas pessoas. As vítimas já tinham outras comorbidades, como a hipertensão.

Fonte: Midiamax

 

Pesquisa aponta que maioria dos casos são relativos a tratamentos e medicamentos

Com média de 111,12 processos judiciais relativos a saúde para cada 100 mil habitantes, Mato Grosso do Sul é o estado do País com maior volume de ações judiciais em saúde, em termos per capita, conforme conforme revela a pesquisa “Judicialização da Saúde no Brasil: Perfil das demandas, causas e propostas de solução”.

 

O estudo, elaborado pelo Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper) para o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), foi divulgado nesta segunda-feira (18/3) durante a III Jornada de Direito da Saúde, em São Paulo. Pesquisa traz dados entre 2009 e 2017.

De acordo com a pesquisa, os casos ajuizados em Mato Grosso do Sul são, na maioria, relativos a tratamento médico-hospital ou fornecimento de medicamentos.

Ainda conforme o levantamento, o número de processos aumenta ano a ano no Estado. Em 2009, a média era de 2,16 casos para 100 mil habitantes, número que saltou para 214,70 casos para casa 100 habitantes em 2017.

Os números refletem no orçamento do Ministério da Saúde, que registrou um crescimento nos gastos com demandas judiciais. Conforme divulgado no fim do ano passado pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS), nos 12 meses de 2017, ano base da pesquisa do CNJ, o pagamento de pedidos judiciais de medicamentos, exames e procedimentos cirúrgicos pelo Estado totalizou R$ 19,7 milhões. Em 2016, o valor foi de R$ 17,4 milhões.

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, participou da Jornada e disse que o país lida, no Sistema Único de Saúde (SUS), com a judicialização de acesso pontual “de medicamentos que estão na rede nacional, de uma quantidade enorme de pequenas cirurgias, que são frutos da desorganização do sistema, falta de informatização e subfinanciamento”.

Fonte: Correio do Estado

 

Durante reunião com integrantes do Conselho Nacional de Saúde (CNS) realizada na última quinta-feira (31) o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, questionou o repasse anual de R$ 450 milhões à ONG Missão Evangélica Caiua, de Dourados (MS). Vários assuntos estiveram em pauta, especialmente a saúde dos povos indígenas.

Mandetta afirmou que o Governo Federal direciona R$ 1,4 bilhão todos os anos para a saúde indígena. Desse valor R$ 690 milhões são direcionados para ONG’s na qual a organização de Dourados recebe mais da metade.

O ministro frisou a aldeia de Dourados é a que tem maior índice de suicídio e de desnutrição. "Dourados é a sede da ONG que leva mais recursos e eu não posso questionar? E eu tenho que falar, deixa assim porque eu não quero retrocesso? Que retrocesso? Alguém me explica? Se alguém não me convencer, eu vou falar e vou provocar, sim!", reforçou Mandetta.

Mandetta disse que as informações reveladas ainda são superficiais e que um diagnóstico da real situação está sendo feito. O ministro salientou que dentro do ministério "não tem assunto proibido". "Tudo o que existe pode ser questionado", afirmou. O ministro encoraja os representantes do CNS para que não tenham medo da discussão. "Não pense que ela é uma mobilização nacional contra. Contra o que? Contra a evidência, a verdade, os números, contra o que está colocado na mesa?", questionou.

Fonte: Dourados Agora

 

Valor será pago de acordo com os dias trabalhados, conforme Decreto

Prefeitura de Campo Grande alterou e acrescentou uma norma ao Decreto n. 8.930, de 23 de abril de 2004, que vai pagar por mês, benefício por produtividade a mais de 800 servidores administrativos e auxiliares da Secretaria Municipal de Saúde (Sesau). De acordo com a nova publicação, foi acrescentado que, nos casos de licença para tratamento médico que for inferior a 15 dias, os servidores vão receber a produtividade apenas no valor proporcional aos dias trabalhados de acordo com cada cargo.

Os servidores terão o valor de R$ 600 incorporados ao salário de maneira gradativa. O primeiro valor acrescido foi estabelecido em R$ 200; o valor deve subir para R$ 400 em março e abril e de maio até dezembro o valor pago passa a ser de R$ 600. A medida terá impacto de R$ 6 milhões ao ano nos cofres públicos. Atualmente, a folha de pagamento é de cerca de R$ 120 milhões.

O salário base da categoria dos mais de 870 servidores do Administrativo da Saúde da Prefeitura de Campo Grande é de R$ 894,00 mensais por 40 horas trabalhadas por semana.

Atuam nas mais de 100 unidades de assistência, além da sede do administrativo, 871 servidores, sendo eles: agentes de atividades educacionais (2), ajudante de operação (114), artífice de copa e cozinha (4), assistente administrativo I (30) e II (322), assistente de serviços em saúde (247), auxiliar de serviços diversos (55), auxiliar social I (18) e II (73), digitador (1), redator (1) e telefonista (4).

Fonte: Correio do Estado

 

O número é 450% maior que em 2017, quando 6 perderam a vida

O último boletim epidemiológico da Influenza de 2018 e o primeiro de janeiro de 2019 foram divulgados pela SES (Secretaria Estadual de Saúde) e apontam que no ano passado, a doença viral matou 33 pessoas, 450% a mais que em 2017, quando seis perderam a vida.

De janeiro de 2018 a 21 de janeiro de 2019, o Lacen (Laboratório Central) notificou 2141 casos e exames confirmaram 282, sendo 78 para H1N1 (Influenza A), 37 para não suptipado (Influenza A), 139 para H3N2 (Influenza A), e 28 para influenza B.

O último surto da doença ocorreu em 2016, quando 103 pessoas morreram por algum vírus da doença. Normalmente, quatro tipos de vírus (citados acima) são os mais comuns do Estado.

Sobre as mortes de 2018, 20 ocorreram em Campo Grande, sendo cinco por H1N1, oito por H3N2, quatropor Influenza B e três por Influenza “A” não subtipado.

Naviraí, Costa Rica e Coxim registraram duas mortes cada um, e os municípios de Alcinópolis, Aquidauana, Chapadão do Sul, Dourados, Nioaque e Três Lagoas, um óbito cada.

Fonte: Campo Gande News

 

Os postos disponíveis serão abertos em uma próxima etapa prevista para os dias 23 e 24 de janeiro.

Cerca de 18% das vagas disponíveis para o Programa Mais Médicos não foram preenchidas desde que o governo de Cuba saiu do programa de cooperação com o Brasil. De acordo com o G1, ao todo 7057 vagas foram preenchidas de um total de 8517, cerca de 82% das posições oferecidas pelo Ministério da Saúde.

Os postos disponíveis serão abertos em uma próxima etapa prevista para os dias 23 e 24 de janeiro destinadas a profissionais brasileiros que se formaram no exterior.

Dentre os 1707 médicos que se inscreveram na última chamada, apenas 1089 compareceram aos locais escolhidos. Os postos não preenchidos foram somados aos 842 que haviam sobrado anteriormente, gerando um total de 1460 vagas em aberto.

Ainda de acordo com o G1, se as vagas não forem preenchidas em sua totalidade nesta próxima etapa, elas serão reabertas nos dias 30 e 31 de janeiro para médicos estrangeiros.

Fonte: Noticias ao minuto

 

O médico Luiz Henrique Mandetta assumiu hoje (2) o comando do Ministério da Saúde. Na cerimônia em que recebeu o cargo de Gilberto Occhi, Mandetta disse que planeja implantar um terceiro turno de atendimento, com horário estendido, em unidades de saúde que atualmente abrem das 7h às 11h e das 13h às 17h. De acordo com o ministro, o objetivo é reestruturar a atenção à saúde básica no país.

A proposta para implantação do terceiro turno ainda está em estudo. De acordo com o ministro, é necessário observar as peculiaridades de cada região do país para adotar as medidas adequadas. Ele esclareceu que não se deve implementar ações iguais para todos os locais. “São diferentes ‘Brasis’ . Não adianta uma receita de bolo para esse país inteiro.”

Mandetta disse também que tem um “compromisso muito grande” com a família, a fé e a pátria. Segundo ele, “cada centavo” economizado pela pasta em sua gestão irá para a assistência à população. “A mulher trabalhadora e o homem trabalhador, muitas vezes, saem de casa antes das 7h e voltam depois das 18h. Ou seja, a unidade básica de saúde, para eles, fica praticamente inalcançável.”

Deputado federal de 2011 a 2018 e ex-secretário de Saúde de Campo Grande, o médico ortopedista teve o nome confirmado em novembro pelo presidente Jair Bolsonaro.

Primeiros 100 dias

Além da reestruturação da atenção básica, os primeiros 100 dias da nova gestão na pasta devem priorizar o atendimento hospitalar, com foco no Rio de Janeiro, onde há uma rede de responsabilidade da União – seis hospitais federais e três institutos.

“Devemos fazer um choque de gestão nessas unidades, construindo alguns conceitos coletivos de compra para a redução de custo, dando transparência ao acesso”, defendeu o ministro.

De acordo com Mandetta, há ainda planos para enviar profissionais especializados do Ministério da Saúde para Roraima, estado que registra surto de sarampo há pelo menos 10 meses. A cepa do vírus que circula na área é a mesma identificada no surto que assola a Venezuela.

“Essa entrada de venezuelanos, desregrada como foi, trouxe à tona um surto de sarampo em Roraima que se se estendeu à região amazônica e que está se estendendo pelo país porque a nossa vacinação é muito baixa.”

Mais Médicos

Mandetta confirmou que pretende revisar o Programa Mais Médicos e rebateu a afirmação de que faltam profissionais no Brasil. Segundo ministro, o país conta com aproximadamente 320 faculdades de medicina e 26 mil médicos graduados em 2018, com previsão de aumento desse contingente em 10% ao ano até chegar a 35 mil profissionais formados.

“Quem forma essa quantidade toda de profissionais? Muitos deles endividados pelo Fies [Fundo de Financiamento Estudantil] e muitos formados em escola pública. Não temos uma proposta ou política de indução para que eles venham para o sistema público de saúde.”

Médicos militares

O ministro ressaltou que a alternativa de usar a mão de obra de médicos militares já existe – profissionais, quando se formam, precisam se reapresentar ao serviço militar para fazer a retirada do diploma. Atualmente, segundo ele, cerca de 4.500 médicos são convocados para atuar no militarismo brasileiro.

“Se estamos formando 25 mil, podemos, sim, discutir uma maneira de aumentar, se estiver faltando. Principalmente nesses locais de difícil provimento é, sim, uma possibilidade a utilização desses profissionais via Exército Brasileiro.”

Saúde indígena

O ministro adiantou planos de mudanças na saúde indígena. Ele lembrou que a Secretaria Nacional de Saúde Indígena, para operacionalizar o sistema, faz repasses sistemáticos ao terceiro setor para que organizações não governamentais possam chegar às populações em questão.

“Não nos parece a maneira mais adequada para controle, nem a maneira adequada de estruturar uma política permanente de saúde indígena”, disse, ao citar indicadores como elevadas taxas de mortalidade infantil, de obesidade e de diabetes nas aldeias.

Em seguida, Mandetta acrescentou: “Não conseguimos, nesses anos todos, trazer uma política de saúde pública para a população indígena sempre porque partimos do conceito de que tem que ser tutorado”. “Não temos preconceito algumcom organizações não governamentais [ONGs]. Mas a maneira como é feito hoje, me parece que há um repasse de volumes muito altos para uma prestação de contas muito frágil.”

Fonte: Agencia Brasil

 

Segundo o ministro Marun, recursos serão usados para aquisição de ambulâncias

Cinco municípios de Mato Grosso do Sul receberão 6,5 milhões em recursos extras para a Assistência de Média e Alta Complexidade. Recursos referem-se a emendas parlamentares e a liberação foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União, nesta sexta-feira (28).

Ministro chefe da Secretaria de Governo, Carlos Marun, disse ao Correio do Estado que a liberação do recurso ocorreu na tarde de hoje, em Brasília, e que o valor deverá ser usado para aquisição de ambulâncias comuns. Ainda segundo o ministro, até o dia 31 de dezembro, novos recursos devem ser destravados para o Estado.

"Conseguimos a liberação desse recurso agora e vamos tentar, até o fim do ano, novas brechas para liberar mais recursos para o Mato Grosso do Sul e para o Brasil", disse Marun.

Conforme portaria publicada no Diário Oficial da União, do Ministério da Saúde, Campo Grande receberá R$ 2 milhões; Costa Rica, Coxim, Maracaju e Nova Andradina receberão R$ 1 milhão cada e Paranaíba receberá R$ 500 mil. Os valores serão destinados aos Fundos Municipais de Saúde.

O Fundo Nacional de Saúde deverá transferir os valor para os Fundos Municipais em até seis parcelas. Municípios deverão prestar contas sobre a aplicação dos recursos por meio do Relatório Anual de Gestão.

Fonte: Correio do Estado

 

A Prefeitura de Novo Horizonte do Sul através da Gerência Municipal de Saúde juntamente com a Coordenação de Controle Vetores de Novo Horizonte do Sul, faz um alerta aos moradores da nossa cidade, que calor e chuva faz com que aumente os focos do mosquito aedes aegypti transmissor da dengue, chikungunia e zica.

Vamos evitar essas doenças nesse próximo verão!

Não deixem água parada e nem depósitos que possam conter água sem a devida proteção, limpem quintais e terrenos vazios.

A prevenção é o maior remédio. Vamos todos juntos combater o mosquito!

Nesta SEXTA-FEIRA | dia 07 de dezembro MULTIRÃO CONTRA A DENGUE, coloque na frente de suas casas lixos e entulhos que acumulem água e que possa prolifera esse mosquito.

 

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