Geral (500)

Na madrugada desta segunda-feira, dia 21 de janeiro, o Brasil poderá ver um eclipse lunar total – quando Sol, Terra e Lua se alinham e nosso planeta faz sombra sobre o satélite. O fenômeno será parecido com o que vimos em julho de 2018, mas poderá ser observado por mais tempo em todas as cidades do país.

O eclipse começa à 00h36. A fase da umbra – quando a sombra do Sol começa a ser observada na Lua tem início à 01h33. Às 03h12, o satélite estará na fase total máxima. A fase parcial segue até às 04h50 e tudo termina às 5h48.

Diferente de um eclipse solar total – quando o que é "escondido" é o Sol – a observação da versão lunar não exige um óculos de proteção. A visão da Lua é a olho nu. Um binóculo ou uma luneta simples podem ajudar. É mais fácil de assistir em áreas menos iluminadas – campos e praias – e com o horizonte livre.

"Quando o eclipse começar, a Lua vai estar alta. Mas quando a fase total começar, ela já vai estar no lado oeste do céu, e é pra lá que as pessoas precisam olhar", disse Josina Nascimento, pesquisadora do Observatório Nacional.

Mais próxima

A Lua também estará próxima de seu perigeu – ponto de sua órbita mais perto da Terra. Por isso, ela parecerá maior para quem a observa da perspectiva do nosso planeta. Quando isso acontece, o fenômeno é chamado de "superlua".

"O perigeu será no dia 21, às 18h, horário de Brasília. E a gente considera superlua quando esse perigeu acontece no mesmo dia, no dia anterior, ou até no dia seguinte da lua cheia", explicou Josina.

Lua de sangue

Em todo eclipse lunar total se observa a chamada "lua de sangue" – termo usado popularmente, mas não adotado tecnicamente pelos astrônomos, e que se refere ao tom avermelhado que a Lua assume quando entra na fase máxima de sombreamento. Essa mudança de cor é provocada pelos mesmos fatores que fazem o céu ser azul.

Nesta segunda, a Lua deverá assumir essa tonalidade na fase total do eclipse. Sol, Terra e Lua ficarão alinhados, e nosso planeta bloqueará a passagem dos raios solares até o satélite. A forma como a luz de cores vermelho e laranja é "desviada" ao passar pela atmosfera da Terra e reflete na Lua, criando o tom da "lua de sangue".

Próximo eclipse lunar total

O mundo verá o próximo eclipse total da lua só em 2021 – com possibilidade de observação parcial no Brasil. Outros fenômenos parciais acontecem antes. No Brasil, um eclipse total plenamente visível ocorrerá apenas em 16 de maio de 2022.

Em compensação, teremos um eclipse solar total "aqui do lado" no dia 2 de julho: a Lua passará entre o Sol e a Terra, "tampando" sua luz. O Sol ficará escuro por alguns minutos, os animais se escondem, um fenômeno bastante raro. Ele poderá ser observado em uma faixa que vai do Chile até a Argentina.

"Eclipse solar é mais interessante, porque ele só acontece em uma faixa muito pequena na Terra. É diferente da Lua: quem está vendo a Lua no horário, está vendo o eclipse", disse Josina. "Ele é muito mais raro. Poucas pessoas já viram um eclipse total do Sol uma vez, e pouquíssimas viram duas vezes na vida. Isso porque ele não vai passar duas vezes no mesmo lugar tão cedo".

Fonte: Dourados News

 

Líderes políticos se reúnem com ministro das Relações Exteriores do governo Bolsonaro nesta quinta-feira (17)

Líderes opositores do ditador venezuelano, Nicolás Maduro, desembarcaram nesta quarta-feira (16) e na madrugada desta quinta (17) em Brasília, chamados para uma reunião com o chanceler Ernesto Araújo.

O encontro, que ocorre no Palácio do Itamaraty, visa discutir maneiras de aumentar a pressão internacional sobre Maduro, que é considerado um mandatário ilegítimo pelos países que compõem o chamado Grupo de Lima, entre eles o Brasil.

A reunião conta com expoentes da oposição ao chavismo, como o ex-prefeito de Caracas Antonio Ledezma e o deputado opositor Julio Borges.

Na chegada ao Itamaraty, Ledezma defendeu que o presidente da Assembleia Nacional, Juan Guaidó, seja reconhecido pela comunidade internacional como presidente legítimo do país.

O governo Bolsonaro tem como uma das suas prioridades na área internacional aumentar a pressão sobre a Venezuela. No início de janeiro, os chanceleres do Grupo de Lima acordaram não reconhecer a legitimidade do novo mandato de Maduro, por considerarem que as eleições presidenciais de maio do ano passado no país não foram justas nem transparentes.

Durante visita do presidente da Argentina, Mauricio Macri, nesta quarta em Brasília, o tema Venezuela foi novamente tratado. Macri fez duras críticas a Maduro durante pronunciamento à imprensa e afirmou que a Assembleia Nacional, de maioria opositora, é o único poder legítimo na Venezuela. Com informações da Folhapress.

Fonte: Noticias ao minuto

 

À polícia, mulher disse que acreditava que o pai queria morrer

Um homem de 60 anos morreu envenenado após receber uma injeção de carrapaticida enquanto estava internado na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do hospital Giselda Trigueiro, em Natal. A filha é a principal suspeita do crime que aconteceu nesta terça-feira (15).

Segundo o site UOL, o homem era portador do vírus HIV e tinha tuberculose. A filha da vítima teria cometido o crime durante visita ao leito. À polícia, membros da equipe da UTI desconfiaram do comportamento da mulher quando o pai começou a passar mal, e ela foi presa em flagrante.

A mulher identificada apenas como Rocha confessou o crime e disse à polícia que comprou veneno para injetar no pai. "Ela disse que sentia que o pai estava sofrendo muito e resolveu comprar o produto numa casa de ração para aplicar no soro. Depois que ela injetou o veneno, o aparelho que media a frequência cardíaca da vítima começou a avisar que os batimentos estavam acelerados. Ela se desesperou e chamou a equipe médica", disse o delegado Roberto Andrade, da DHPP (Divisão de Homicídios e Proteção a Pessoa).

Ainda conforme a publicação, o material foi recolhido pelos peritos do Itep-RN (Instituto Técnico-Científico de Pericia do Rio Grande do Norte). "A acusada contou que pensou em desistir, mas foi em frente porque acreditava que o pai queria morrer", disse o delegado.

O corpo da vítima foi trasladado para o ITEP-RN para ser submetido à necropsia. O exame vai apontar, oficialmente, o que causou a morte. A filha foi indiciada por homicídio qualificado pela falta de defesa da vítima e deve ser transferida para uma unidade prisional do Rio Grande do Norte nesta quarta-feira.

Fonte: Top midia News

 

Um mulher de 34 anos foi sentenciada a seis meses de prisão por ter esfaqueado o namorado em uma noite de bebedeira. Dianne Margaret Clayton se irritou ao perceber que Simon Hill havia comido toda a batata frita e o feriu no ombro. As informações são do Metro.

Uma audiência sobre o caso foi realizada esta semana na Inglaterra. De acordo com a acusação, o caso ocorreu no último mês de novembro, quando Dianne e Simon foram jantar na casa de amigos. Eles tomaram alguns drinks e, então, a britânica percebeu que o namorado havia comido toda a batata frita.

"Simon Hill comeu tudo, o que a deixou com raiva. Ela foi vista dando um tapa na cara dele antes de deixar a sala. Ela pegou uma faca na cozinha e o atingiu, causando um ferimento superficial", explicou a promotora Parveen Akhtar.

Dianne compareceu a uma audiência esta semana e admitiu a lesão corporal. Ela vai passar 26 semanas na prisão.

Fonte: Extra

 

O animal estava abandonado e bem debilitado

Um cachorro que estava abandonado e com uma fita adesiva amarrada na boca foi encontrado por moradores na região do bairro Pró Moradia XV, em Rio Brilhante, distante a 161 quilômetros de Campo Grande.

Segundo informações do site Rio Brilhante em Tempo Real, a AAMR (Associação de Proteção aos Animais) informou que o cão estava bem debilitado e foi solto pelos moradores. Agora, os protetores tentam encontrá-lo para atendimento veterinário.

Os protetores da AAMAR pedem ajuda da população para localizar o animal e também informações que levem ao responsável por tamanha violência. O caso será levado ao conhecimento da Polícia.

Fonte: TopmidiaNews

 

O governador Reinaldo Azambuja sancionou nesta sexta-feira (11.01) a Lei nº 5.321, aprovada pela Assembleia Legislativa, que proíbe por cinco anos a captura, embarque, transporte, comercialização, processamento e a industrialização da espécie dourado (Salminus brasiliensis ou Salminus maxillosus) nos rios de Mato Grosso do Sul.

A lei permite a captura na modalidade pesque-solte, para o consumo dos pescadores profissionais e os exemplares criados em cativeiro. A medida já é adotada em Corumbá, um dos principais centros pesqueiros do Estado, desde 2011, e atende a setores ambientalistas e do trade turístico, visando a preservação da espécie, considerada nobre nas bacias hidrográficas dos rios Paraná e Paraguai.

O biólogo Thomaz Lipparelli, consultor ambiental e especialista na área ictiológica, parabenizou o governador Reinaldo Azambuja pela medida, que considera uma mudança de paradigma. “É uma regra extremamente positiva para recomposição dos estoques pesqueiros e, de fato, criarmos um atrativo de pesca esportiva, onde toda a cadeia produtiva se beneficia”, destacou.

Todos ganham

Lipparelli ressaltou que o governador teve coragem de sancionar uma lei restritiva num momento de grandes dificuldades econômicas do País. “Seu governo entendeu tecnicamente a importância dessa proibição, que vai beneficiar a todos, principalmente a natureza, o turismo, o pescador profissional e o ribeirinho, que é extremamente vulnerável à pesca predatória”, acrescentou.

Para o diretor de relações institucionais do Instituto Homem Pantaneiro (IHP), Ângelo Rabelo, a moratória do dourado é o primeiro passo para proibir a captura de todas as espécies na modalidade de pesca amadora, já adotada em outros países, como Paraguai e Argentina.

“A decisão do governo tem seu mérito, mas é preciso que a medida seja ampliada para atender a todo um conjunto de espécies comprometido”, disse. “Com certeza, o governo está avaliando a implementação de outras medidas para atender o sistema como um todo, principalmente na região peri-pantanal”, pontuou.

O trade turístico de Corumbá também se manifestou favorável à nova lei, que está em vigor no município desde 2011. A empresária Joice Santana, que atua no segmento de pesca esportiva, observou que o turista que visita o Pantanal está mais consciente e prefere o pesque-solte à captura do peixe, de qualquer espécie.

“A decisão do governador é louvável e vai tornar nosso turismo mais competitivo em relação aos países vizinhos, que já adotaram essa moratória”, ressaltou. “A lei é um grande avanço para chegarmos à cota zero. O Pantanal é o nosso berçário da fauna aquática, mas a natureza não se recompõe na mesma proporção do que se retira dela”, ponderou.

Política de pesca

A lei sancionada, de autoria do deputado estadual Beto Pereira, será regulamentada pelo Estado, por meio do Imasul (Instituto do Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul). O não cumprimento da medida resultará em multas, simples e diária, de 100 a 1.000 Uferms (unidade fiscal de referência), apreensão do produto e subproduto da pesca, interdição do estabelecimento, atividade ou empreendimento, bem como suspensão de licença, autorização e registro.

O diretor-presidente do Imasul, Ricardo Eboli, informou que o prazo de cinco anos de proibição da pesca do dourado, além de reduzir os impactos à espécie, permitirá que se observe o comportamento dos aspectos de reprodução, visando a melhoria dos estoques.

Após esse prazo, o Imasul terá dados precisos para tomada de outras decisões e propor mudanças na política de pesca do Estado. “A lei preserva o pescador profissional e o ribeirinho, os quais poderão capturar o dourado para consumo próprio”, disse Eboli, observando que o dourado é o 8º peixe na lista de espécies comercializadas no mercado estadual.

Créditos: Sílvio Andrade – Subsecretaria de Comunicação (Subcom)

Fonte: Bocado povoNews

 

Carlos Marun foi indicado pelo presidente Michel Temer para mandato no Conselho até maio de 2020

Exonerado do cargo de ministro-chefe da Secretaria de Governo, o deputado Carlos Marun (MDB-MS) tomou posse na manhã de hoje (10) no Conselho de Administração de Itaipu.

Marun afirma que exercerá com a mesma determinação todas as missões que lhe foram confiadas até hoje.

Carlos Marun foi indicado pelo presidente Michel Temer para mandato no Conselho até maio de 2020. O deputado renunciou ao mandato de parlamentar, que teria duração até fevereiro, e pediu afastamento de suas funções no MDB nos diretórios nacional e estadual.

"É uma vaga que me interessa em função de que Itaipu passou a ter importância muito grande na vida de Mato Grosso do Sul principalmente em função da construção da ponte entre Porto Murtinho (MS) e Carmelo Peralta (Paraguai)", justificou Marun, citando uma das obras prioritárias do final do governo Temer. Ele também destacou que o lago de Itaipu também atinge o Estado, e, portanto, "é positivo e importante até que MS esteja presente em Itaipu".

Carlos Eduardo Xavier Marun nasceu em Porto Alegre, mas construiu a carreira política em Mato Grosso do Sul. É advogado e engenheiro civil e já atuou nas secretarias de Habitação municipal e estadual.

Fonte: A critica

 

Ex-assessor do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL), Fabrício Queiroz disse nesta terça-feira, 8, ao jornal O Estado de S. Paulo que esclarecerá "em breve" as movimentações atípicas em sua conta apontadas pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). Ele, porém, não disse quando iria dar as explicações e reclamou de, em suas palavras, ter sido tratado como "o pior bandido do mundo".

"Após a exposição de minha família e minha, como se eu fosse o pior bandido do mundo, fiquei muito mal de saúde e comecei a evacuar sangue. Fui até ao psiquiatra, pois vomitava muito e não conseguia dormir", disse Queiroz, que também é policial militar da reserva. "Estou muito a fim de esclarecer tudo isso. Mas não contava com essa doença. Nunca imaginei que tinha câncer."

Alegando fortes dores, o ex-assessor atribuiu os problemas detectados recentemente em sua saúde à exposição do caso Coaf na imprensa. As dores, segundo ele, o teriam feito faltar a depoimentos marcados pelo Ministério Público.

Queiroz foi submetido a uma cirurgia para retirada de um tumor maligno no intestino, no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, onde estava internado desde 30 de dezembro, e teve alta nesta terça-feira. Ele disse que pagou a conta dos serviços médicos com recursos próprios e declarou ter recibo para comprovar, mas não quis dizer o valor.

O ex-assessor afirmou que dará as explicações apenas ao MP "por respeito" ao órgão, mas não informou a data. "Vocês saberão. Vocês sempre sabem de tudo", disse à reportagem. Queiroz disse ainda que ficará em repouso em São Paulo nos próximos dias e, a partir de 21 de janeiro, fará sessões de quimioterapia. Elas poderão durar de três a seis meses.

O ex-assessor também reclamou do tratamento da imprensa no caso. "A mídia está fazendo o papel dela, mas está superparcial em meu caso. Isso é muito feio." Também declarou que muitos acham que sua doença é mentira e enviou à reportagem uma foto em que aparece com uma cicatriz na barriga e um cateter.

Movimentações

O relatório que apontou as movimentações financeiras suspeitas nas contas de Queiroz, revelado pelo Estado, foi produzido pelo Coaf na Operação Furna da Onça, conduzida pelo Ministério Público Federal e pela Polícia Federal para investigar corrupção na Assembleia Legislativa do Rio. A ação resultou na decretação da prisão de dez deputados.

A investigação foi transferida para o Ministério Público do Estado do Rio porque podem envolver deputados estaduais. Mais de 70 assessores ou ex-assessores de 22 parlamentares são investigados. Uma das filhas de Queiroz, Nathalia, é citada em dois trechos do relatório do Coaf (mais informações nesta página).

Queiroz foi chamado para depor duas vezes no Ministério Público do Rio, mas faltou em ambas as ocasiões alegando questões de saúde. Em entrevista ao SBT, ele justificou a movimentação detectada na conta dizendo que "fazia dinheiro" com a compra e revenda de carros.

O MP do Rio sugeriu o comparecimento de Flávio Bolsonaro - filho mais velho do presidente Jair Bolsonaro - para depor ao órgão nesta quinta-feira, 10. Por prerrogativa do cargo parlamentar, porém, ele pode escolher data, hora e local para prestar depoimento.

Questionado, o MP não informou se Flávio confirmou presença. A assessoria do senador eleito também não quis confirmar se ele irá ou não. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: A crtitica

 

Texto foi escrito sob inspiração de integrantes de agências publicitárias e executivos de concorrentes da emissora, e será apresentado pelo deputado Alexandre Frota

O governo Jair Bolsonaro (PSL) tem projeto de lei pronto visando proibir um instrumento de negociação comercial que, segundo críticos, garante o domínio da Rede Globo no mercado publicitário de TV aberta no Brasil.

O texto foi escrito sob inspiração de integrantes de agências de publicidade e executivos de concorrentes da Globo, e será apresentado pelo deputado eleito Alexandre Frota (PSL-SP) quando o novo Congresso assumir em fevereiro.

"O projeto foi entregue a mim e a uma equipe de profissionais com autorização do Jair. Vou apresentar ao presidente e me reunirei com SBT, RedeTV!, TV Record e talvez a Band", disse Frota.

Nesta segunda (7), enquanto reiterava críticas à distribuição de verbas oficiais do governo a veículos de mídia, Bolsonaro sinalizou sua intenção.

"Vamos buscar junto ao Parlamento brasileiro a questão do BV. Isso tem de deixar de existir. Eu aprendi há pouco o que é isso e fiquei surpreso e até mesmo assustado", disse ao discursar em cerimônia de posse dos novos presidentes dos bancos públicos.

O BV em questão, alvo do novo projeto, é a sigla de Bonificação por Volume. O mecanismo foi introduzido pela Globo nos anos 1960 para, segundo a emissora, estimular o mercado publicitário e chamado de "câncer" por um de seus maiores adversários, o vice-presidente e sócio da RedeTV! Marcelo de Carvalho.

O funcionamento do BV é simples. Um anunciante contrata uma agência de publicidade para promover um produto. Os veículos de comunicação pagam uma comissão para as agências, o BV, para que elas os escolham como destinatários da verba.

Para os críticos, isso cria um ciclo vicioso em que o meio mais rico do Brasil, a TV aberta, mantém seu domínio sobre o bolo publicitário alimentado as agências com BVs.

Grandes contratos costumam ter um BV variando de 10% a 20% de seu valor.

O mecanismo levou agências grandes a reduzir ou mesmo deixar de cobrar as comissões regulares -que podem chegar a 20%, mas em média são de 5% por negócio.

"O BV está sendo tratado como um mito. É uma prática normal, feita por todos, para a qual se dá uma importância absurda. Queremos abrirmos um canal de comunicação com o novo governo para ensinar como é o dia a dia do mercado. Somos liberais", afirmou o presidente da Abap (Associação Brasileira de Agências de Publicidade), Mário D' Andrea.

O BV foi regulamentado em 2010. Ela deu parâmetros a uma lei de 1965 e complementa outra de 2002. O BV existe em todos os meios e é usado por quase todos os veículos para atrair anunciantes.

Marcelo de Carvalho lembra que a lei de 2010 dizia respeito apenas à publicidade oficial. "O mercado tomou emprestado o texto legal, fingindo que lhe dizia respeito", afirmou ele, que já se aproximara de Bolsonaro no ano passado.

D' Andrea pondera que o texto "dá outras providências que tratam de matérias não públicas". "Na prática, também regulamenta atividade como um todo", afirmou.

Bolsonaro já prometeu cortar verba da Secretaria de Comunicação de veículos que considera parciais contra ele, como a Folha de S.Paulo e a Rede Globo. Usa sua conta no Twitter para acusar a imprensa de criar "fake news", à moda de seu ídolo americano, Donald Trump.

No caso da emissora, afirma que ela concentra verbas não tendo mais tanta audiência. Em 2017 e 2018, a emissora ficou com cerca de 50% do bolo publicitário estatal, tendo cerca de 36% do mercado.

A diferença agora é que ele quer mexer com uma instância privada -a regra da Secom sobre publicidade é clara a respeito de critérios técnicos para uso de verba, embora possa ser revogada.

Sua fala sobre o BV veio após dois expoentes da Globo, os apresentadores Luciano Huck e Fausto Silva, serem associados a críticas a seu governo.

No primeiro caso, Huck ironizou a polêmica do "menino veste azul, menina veste rosa", levantada pela ministra Damares Alves. Depois, desejou sucesso ao presidente.

No segundo, Faustão falou em seu programa no domingo (6) sobre "um idiota" e "imbecil" no poder, mas disse depois tratar-se de uma generalização sobre políticos.

No cerne da disputa está o predomínio da Globo no mercado publicitário da TV aberta, que responde por quase 70% do gasto brasileiro com propaganda. Procurada, a emissora afirmou que sua posição sobre o assunto é a mesma da Abap.

Os números desse setor são sigilosos. A reportagem ouviu um especialista no tema, que estima um faturamento publicitário na casa dos R$ 12 bilhões em 2018 para a Globo.

Segundo Carvalho e Frota, isso dá 90% do mercado de publicidade em TV aberta, mas o dado não é aferível.

Segundo balanço do instituto Kantar Ibope, a Globo teve no ano passado 35,9% do "share" (a audiência medida em TVs ligadas).

Já a Record, com 13,9% de "share", recebeu R$ 1,5 bilhão nas contas desse agente de mercado. O SBT, com 15%, teria na estimativa R$ 1 bilhão. A Band, com 3,2% de share, ganhou R$ 400 milhões e a RedeTV!, cerca de 1% de share e R$ 250 milhões, sempre segundo essas projeções.

A discussão tem nuances. Audiência não é parâmetro único: há público-alvo a ser definido por ferramentas de mídia que hoje são a segunda maior despesa das agências depois de salários.

A autorregulamentação do setor é considerada eficaz, o que coibiria distorções.

Na sexta (4), Bolsonaro celebrou ter divulgado a nova logomarca do governo via internet, o que teria economizado R$ 1,4 milhão. Sempre comemora seu número de seguidores nas redes -nesta segunda, postou ter 10 milhões no Facebook. Com informações da Folhapress.

Fonte: Noticias ao minuto

 

A possibilidade é de o recado ser destinado ao recém-eleito presidente da república Jair Bolsonaro

Fausto Silva desabafou sobre política no "Domingão do Faustão" exibido neste domingo (6), na Rede Globo. Sem citar nomes, o apresentador falou sobre "um idiota que está ferrando com todo mundo" e "novos ares" após a atriz Sophie Charlotte defender a Amazônia e o Carnaval brasileiros.

"O brasileiro, na hora do Carnaval e na hora seleção, nós sabemos muito bem, é um povo que tem união, tem solidariedade, tem uma integração. Por que isso não acontece nas coisas sérias?", questionou.

"Lutar pela educação, por saúde pública, contra a corrupção, contra a incompetência, que é uma forma de corrupção. O imbecil que está lá -e não devia estar- pode até ser honesto, mas é um idiota que está e está ferrando com todo mundo. Você paga imposto, o que você recebe? Vamos ver se esses novos ares vão mudar, tem que rezar para dar certo", completou o apresentador.

A possibilidade de o recado ser destinado ao recém-eleito presidente da república Jair Bolsonaro alçou rapidamente o nome de Fausto Silva ao primeiro lugar dos assuntos mais comentados no Twitter. Com informações da Folhapress.

Fonte: Noticias o minuto

 

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