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Educação (13)

Os dois meninos, de 2 anos, foram localizados pela PM por volta das 8h. Segundo informações do 12°BPM (Niterói), testemunhas viram quando os criminosos fugiram com a van.

 

Criminosos roubaram uma van, na manhã desta sexta-feira (11), com duas crianças no interior do veículo no Barreto, em Niterói. Segundo informações do 12ºBPM (Niterói), sete criminosos levaram o veículo e fugiram em direção ao município de São Gonçalo, na Região Metropolitana. Pouco antes das 8h, policiais do 7ºBPM (São Gonçalo) recuperaram a van e resgataram as duas crianças no bairro do Pita, em São Gonçalo.


Segundo o motorista do veículo, seis crianças estavam na van, mas ele conseguiu retirar quatro delas. Porém, dois meninos de dois anos não conseguiram sair e foram levados pelos criminosos.


De acordo com o twitter da Polícia Militar, as crianças não têm ferimentos. Por volta das 7h30, a polícia estava com um blindado na comunidade do Pita, agentes que faziam busca pelos menores. Segundo informações do batalhão, testemunhas viram quando os criminosos fugiram com o veículo.


“Foi horrível. O momento é crítico no estado do rio. Eles estavam vindo de uma fuga de algum lugar. Eles bateram com o veículo que estavam e eu estava parado do outro lado esperando uma criança. Eles viram a facilidade e me abordaram. Foi horrível, muito triste, muito triste, um desespero", afirmou o motorista da van Josedir Cordeiro.

Fonte: G1

As aulas da rede estadual de ensino começa oficialmente hoje (27), dois dias depois do início do ano letivo. Ontem, em assembleia, os professores decidiram aceitar a proposta do governo e manter as atividades normalmente, sem greve.

Nos últimos dois dias professores e funcionários administrativos estiveram reunidos em assembleias para decidir sobre o reajuste de 2,94% oferecido pelo governo, após cogitar "aumento zero".

Os educadores receberão mais 4,7% de acréscimo nos salários até dezembro, percentual referente ao necessário para que a administração estadual cumpra com acordo anterior baseado na Lei do Piso.

Nesta semana, alunos de 366 instituições de ensino estaduais ficaram sem aulas. Em Campo Grande a estimativa é de que 84 escolas estaduais fecharam, afetando cerca de 10 mil alunos.

Fonte: Campo Grande News

Programa Internacional de Avaliação de Estudantes incluiu os 35 países-membros da OCDE, além de economias parceiras, como o Brasil

 

Quase metade dos estudantes brasileiros (44,1%) está abaixo do nível de aprendizagem considerado adequado em leitura, matemática e ciências. Isso é o que consta no resultado do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), divulgado nesta terça-feira (6) pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Esses estudantes alcançaram uma pontuação que os coloca abaixo do nível 2, considerado adequado nas três áreas avaliadas pelo Pisa. Separadamente, 56,6% estão abaixo do nível 2 e apenas 0,02% está no nível 6, o máximo da avaliação. Em leitura, 50,99% estão abaixo do nível 2 e 0,14% estão no nível máximo; em matemática, 70,25% estão abaixo do adequado, contra 0,13% no maior nível.

Isso significa que esses estudantes não conseguem reconhecer a ideia principal em um texto ou relacioná-lo com conhecimentos próprios, não conseguem interpretar dados e identificar a questão abordada em um projeto experimental simples ou interpretar fórmulas matemáticas.

"O nível 2 é o nível considerado mínimo para a pessoa exercer a cidadania", diz a secretária executiva do Ministério da Educação (MEC), Maria Helena Guimarães de Castro. "Todos os educadores insistem e nós também na questão da equidade. Esse resultado mostra problema de desigualdade muito grande".

O Pisa testa os conhecimentos de matemática, leitura e ciências de estudantes de 15 anos de idade. A avaliação é feita a cada três anos e cada aplicação é focada em uma das áreas. Em 2015, o foco foi em ciências, que concentrou o maior número de questões da avaliação.

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No total, participaram da edição do ano passado 540 mil estudantes que, por amostragem, representam 29 milhões de alunos dos países participantes. O Pisa incluiu os 35 países-membros da OCDE, além de economias parceiras, como o Brasil. No país, participaram 23.141 estudantes de 841 escolas. A maior parte deles (77%) estava matriculada no ensino médio, na rede estadual (73,8%), em escolas urbanas (95,4%).

Desigualdade entre os estados

Dados apresentados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pela aplicação do Pisa no Brasil, mostram que há no país grande desigualdade entre os estados em relação aos resultados do exame.

Em ciências, o estado que obteve a maior pontuação foi o Espírito Santo, com 435 pontos. O estado com o pior desempenho foi Alagoas, com 360 pontos. De acordo com os critérios da organização, 30 pontos no Pisa equivalem a um ano de estudos. Isso significa que, em média, há mais de dois anos de diferença entre os dois estados. A média do Brasil em ciências foi de 401 pontos.

Em leitura, cuja média do Brasil foi de 407 pontos, e em matemática, cuja média foi 377, 15 estados ficaram abaixo da média nacional: Roraima, Mato Grosso, Rio de Janeiro, Pará, Pernambuco, Rondônia, Amapá, Paraíba, Rio Grande do Norte, Piauí, Sergipe, Maranhão, Tocantins, Bahia e Alagoas.

Entre os fatores destacados pelo Inep que influenciam o baixo desempenho está o índice de repetência que, entre outras questões, pode desestimular os estudantes. Na avaliação, 36% dos jovens de 15 anos afirmaram ter repetido uma série pelo menos uma vez.

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O nível socioeconômico também influencia o desempenho. Alunos com maior nível socioeconômico tendem a tirar notas maiores. Entre os países da OCDE, a diferença entre estudantes com maior e menor nível pode chegar a 38 pontos de proficiência. No Brasil, essa diferença chega a 27 pontos, ou o equivalente um ano de aprendizagem.

"O Brasil não melhorou a qualidade e nem a equidade nos últimos 13 anos, principalmente", diz Maria Helena. "A única melhora do país foi no fluxo. É importante registrar que 77% dos estudantes que fizeram o Pisa estão no ensino médio", acrescenta.

* Com informações da Agência Brasil.

Diálogo e medidas educativas diante de desacato e desobediência também estão previstos em regime interno e programa contra evasão e violência nas escolas.

Polêmica, a "Lei Harfouche", que vem dividindo opiniões na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, ainda causa confusão até mesmo nas escolas da rede pública de Campo Grande, onde vigora há 2 anos.

Alunos que picham ou sujam paredes, furtam objetos, agridem fisica e verbalmente colegas e professores ou cometem outros atos de indisciplina no ambiente escolar estão sujeitos às penalidades da lei 8.062, de 2015, que prevê medidas educacionais em casos de infrações cometidas por alunos dentro das escolas da Reme (Rede Municipal de Ensino).

Entretanto, sua aplicação ainda está permeada de dúvidas porque suas diretrizes se integram ao regimento interno da Reme e ao ProCEV (Programa de Conciliação para Prevenir a Evasão e a Violência) - este último também proposto pelo procurador Sérgio Harfouche, assim como a lei.

Poucos exemplos de situações em que a legislação foi posta em prática foram relatados pela Semed (Secretaria Municipal de Educação), que indicou apenas uma escola para a reportagem do Campo Grande News.

"Em abril deste ano, um aluno de 12 anos foi encontrado com um pincel atômico rabiscando toda a parede do banheiro masculino. Fazia alguns dias que estávamos encontrando a pichação, mas ninguém sabia quem era o autor, até que ele foi flagrado”, conta Tânia Vital da Silva Gomes, há 12 anos diretora da Escola Municipal Fauze Scaff Gattass Filho, no Bairro Nova Campo Grande.

A primeira providência foi conversar com o estudante, orientá-lo em relação à indisciplina e depois entrar em contato com os pais. “Eles compreenderam a situação e concordaram que o dano fosse reparado pelo próprio filho, como prevê a lei municipal. O garoto veio limpar a parede no sábado, dia 22, sem que os colegas estivessem na instituição”, diz.

Pichação em banheiro masculino na escola municipal do Bairro Nova Campo Grande. Aluno responsável pelo vandalismo limpou a área. (Foto: Divulgação)

No mesmo dia em que o autor foi “descoberto”, uma colega de sala de 12 anos confessou que também havia cometido o vandalismo na parede da sala de aula. Os mesmos procedimentos foram tomados, com diálogo entre a garota e os pais e, posteriormente, limpeza da área também em um final de semana.

“Em caso de vandalismo, por exemplo, o reparo pelo estudante deve ser realizado no contraturno escolar, com duração de até 2 horas e sem expor o autor a situações vexatórias”, explica Maria Olívia Fernandes, técnica da Superintendência de Gestão e Normas da Semed (Secretaria Municipal de Educação).

“Tivemos casos mais extremos, de alunos que agrediam constantemente os colegas e, por mais que buscássemos o diálogo com a família, não houve acordo. Infelizmente, foi necessário transferir o aluno para outra unidade, que é a medida mais extrema prevista no regimento interno da rede municipal”, acrescenta a diretora.

 

No mês de abril, aluna de 12 anos realizou limpeza de parede que ela havia pichado. Medida só é tomada com consentimento dos pais. (Foto: Divulgação)

“Tripé pedagógico” - O regimento interno da rede municipal de ensino, segundo Tânia, foi atualizado há cerca de 7 anos, quando incorporou as premissas do ProCEV, implantado na Capital e outros municípios de Mato Grosso do Sul a partir de 2010.

Tânia foi questionada se as medidas "punitivas" aplicadas no aluno que pichou a escola seriam tomadas mesmo se a lei municipal não fosse sancionada.

“Ações educativas e pedagógicas já estão previstas no regimento interno, que inclui as diretrizes do programa contra evasão e violência escolar. Todas essas ferramentas preconizam o diálogo entre infratores e familiares, mas sem a lei municipal talvez eu não teria segurança para sugerir que o aluno indisciplinado limpasse a parede pichada”, respondeu.

“Antes, não tínhamos esse amparo e alguns pais até ameaçavam abrir processo na justiça contra a escola”, lembra.

O ProCEV e o regime interno da Reme têm o objetivo de fomentar a solução de conflitos decorrentes de atos de indisciplina escolar em sua origem, evitando a judicialização de condutas contrárias às normas escolares. Ambos possuem amparo legal na Constituição Federal, Estatuto da Criança e do Adolescente e Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.

Fonte: Campo Grande News

Hoje (19) é o último dia de inscrição para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Os interessados têm até as 23h59, no horário de Brasília, para se inscrever pela internet, no site do Enem.

Aqueles que já fizeram a inscrição têm até o fim do prazo para fazer alguma alteração no cadastro, como por exemplo, a cidade em que desejam fazer as provas.

Até a noite de ontem (18), segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), 5,62 milhões haviam concluído a inscrição. A expectativa é que os inscritos cheguem a 7 milhões. As provas serão aplicadas em dois domingos consecutivos, nos dias 5 e 12 de novembro.

Para concluir a inscrição, o candidato deve pagar a taxa de R$ 82. O prazo para pagamento vai até o dia 24 deste mês. Pelas regras do edital, estão isentos da taxa os estudantes de escolas públicas que concluirão o ensino médio este ano, os participantes de baixa renda que integram o Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) e os que se enquadram na Lei 12.799/2013 que, entre outros critérios, isenta de pagamento aqueles com renda igual ou inferior a um salário mínimo e meio, ou seja, R$ 1.405,50.

Os candidatos que solicitarem algum atendimento especializado ou específico, além da isenção da taxa do exame, deverão estar atentos aos documentos comprobatórios.

Este ano, serão exigidos laudos médicos, que deverão ser enviados em formato digital pelo próprio sistema, além de outras informações, como o Número de Identificação Social (NIS), que comprove que o participante integra o CadÚnico.

O atendimento especializado é concedido àqueles que comprovarem, por informação do código de Classificação Internacional de Doenças (CID) e inserção de laudo médico, condições de autismo, baixa visão, cegueira, deficiência física, deficiência intelectual/mental, déficit de atenção, discalculia, dislexia, surdez, deficiência auditiva, surdocegueira e visão monocular.

Já o Atendimento Específico é garantido a gestantes, lactantes, idosos, estudantes em classe hospitalar e, a partir de 2017, a outras condições específicas, para as quais deverá ser informado o CID. Um exemplo são os participantes diabéticos que usem bomba de insulina.

O resultado das provas poderá ser usado em processos seletivos para vagas no ensino público superior, pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), para bolsas de estudo em instituições privadas, pelo Programa Universidade para Todos (ProUni) e para obter financiamento pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Em caso de problema na hora da inscrição, os candidatos podem ligar para o Inep pelo telefone 0800 616161. O atendimento é das 8h às 20h, no horário de Brasília.

EXTRA

Termina nesta sexta-feira (19) o prazo de inscrições para a edição de 2017 do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), usado pela maioria das universidades públicas do país como forma de acesso à educação superior, além de também ter validade em IES (Instituições de Educação Superior) da rede privada.

A principal mudança para este ano está na data das provas. Antes realizada em apenas um fim de semana (sábado e domingo), agora a prova será feita em dois domingos, no caso, os dias 5 e 12 de novembro.

Os alunos de escolas públicas que vão terminar o Ensino Médio neste ano têm isenção na taxa de inscrição. Candidatos com renda mensal per capita igual ou inferior a um salário mínimo, tendo cursado o Ensino Médio em escola pública ou como bolsista integral em escola privada, também tem direito.

Para os demais concorrentes, que terão que pagar a taxa de R$ 82, o prazo final de pagamento do boleto de inscrição é o dia 24 deste mês. As inscrições são realizadas pelo site especial do Enem, enem.inep.gov.br/participante.

Serão aplicadas quatro provas com 45 questões cada, sendo de Ciências Humanas e suas Tecnologias, Ciências da Natureza e suas Tecnologias, Linguagens, Códigos e suas Tecnologias e Matemática e suas Tecnologias.

Os participantes também deve fazer um texto dissertativo-argumentativo a partir de uma situação-problema (política, social ou cultural) com 30 linhas no máximo. Em 2016, 139.637 estudantes se inscreveram em Mato Grosso do Sul. Até ontem (18), apenas 56.803 candidatos se inscreveram no Estado.

Fonte: Campo Grande News

O Ministério da Educação vai fixar um prazo de até dois anos após a homologação da BNCC (Base Nacional Comum Curricular) para que estados e municípios elaborem os próprios currículos.

São os currículos que vão definir como os objetivos de aprendizagem estabelecidos devem chegar aos estudantes nas salas de aula.

"O MEC assegurará todo o apoio técnico do ponto de vista do suporte para que estados e municípios possam avançar na definição dos currículos que obedecerão as normas gerais e as diretrizes gerais consagradas na BNCC", disse o ministro da Educação, Mendonça Filho. "Tanto o suporte técnico, como a formação de professores e currículos devem estar absolutamente sintonizados com a nova base que será homologada", acrescenta.

A Base Nacional Comum Curricular define o que deve ser aprendido a cada etapa da vida escolar. Vale tanto para escolas públicas quanto privadas. O ministério entregou hoje (6) a base comum do ensino infantil e fundamental ao CNE (Conselho Nacional de Educação).

A expectativa é que, após analisar e elaborar parecer e projeto de resolução, a BNCC volte para o MEC para ser homologada até novembro. Entre junho e setembro, o conselho fará cinco audiências públicas, uma em cada região do país.

Se esses prazos forem cumpridos, significa que estados e municípios terão até o final de 2019 ou início de 2020 para concluir os currículos.

Segundo o diretor institucional do Consed (Conselho Nacional de Secretários de Educação), Antônio Neto, o prazo é viável para os estados. "Esse é um movimento que o Brasil nunca fez, alguns estados têm experiência de estrutura curricular, outros não, muitos municípios nem isso.

Esse é um momento não apenas para a construção dos currículos, mas também de um diálogo federativo com regime de maior colaboração, que em alguns territórios possam ser discutidas linhas curriculares semelhantes, para que não haja tanta disparidade. A base curricular vai exigir muito esforço de formulação de estados e municípios", afirmou.

Já entre os municípios, as situações são distintas, alguns estão mais avançados e outros precisam de mais tempo para conformar os próprios currículos, segundo o dirigente Municipal de Educação de Goiânia, Marcelo Ferreira da Costa, presidente da Undime (União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação) Goiás. "Com certeza, durante o processo de discussão, vamos avançar. Temos um parâmetro de trabalho, mas durante as discussões, vamos verificar se o prazo é viável e traremos uma proposta ao ministro, se necessário for", disse.

Mudanças

Entre outras questões, a Base Nacional Comum Curricular apresentada pelo MEC estabelece competências para serem desenvolvidas ao longo de toda a educação básica. Entre elas, está a empatia e o respeito à diversidade. Além disso, a alfabetização, que atualmente é feita até o 3º ano do ensino fundamental, deverá ser antecipada para o 2º ano do ensino fundamental, quando as crianças geralmente têm 7 anos.

A definição antecipa o que está previsto em lei. O Plano Nacional de Educação (PNE) estabele que todas as crianças sejam alfabetizadas até o 3º ano do ensino fundamental, até 2024. Um total de 77,8% das crianças, até 2014, tinha aprendizado adequado em leitura, dentro desse prazo; 65,5%, em escrita; e, 42,9% em matemática.

"[A antecipação] gera mais equidade, principalmente para famílias mais pobres. Famílias de classe média conseguem ter a criança alfabetizada em idade inferior à média das escolas públicas. A medida fixada na BNCC está assegurando o mesmo direito para as crianças que estudam em escolas públicas", disse Mendonça Filho.

Documento de acompanhamento para os pais

Para o diretor executivo da Fundação Lemann, Denis Mizne, a BNCC será um instrumento importante para que pais e responsáveis acompanhem a educação dos filhos. "Ajuda os pais a saberem se aquela escola está entregando para ele aquilo que a nação espera que o filho dele aprenda. Isso é um passo muito importante para o Brasil. A BNCC, se bem implementada, pode ser uma ferramenta fundamental para dar um salto de qualidade na educação brasileira", afirmou.

A expectativa é que, definindo o que é esperado que as crianças e jovens aprendam, isso impacte também na formação dos professores, na produção de materiais didáticos e na elaboração das avaliações nacionais, como a Prova Brasil.

"Vai haver uma mudança. Na maioria das salas de aula do Brasil, não tem nenhum currículo. Alguns estados e municípios têm, mas, na maioria, o currículo não chega na sala de aula. A base comum vai organizar isso. Teremos um material didático coerente com o que é ensinado, um professor formado para ensinar o que é esperado e uma prova que avalia. Parece simples, mas imagina viver sem isso, que é a nossa história, sem clareza do que é esperado que o aluno aprenda", diz.

Ensino Médio

A previsão do Ministério da Educação para a entrega da BNCC do ensino médio ao Conselho Nacional de Educação é no segundo semestre desse ano. A parte do ensino médio foi desmembrada das demais. A intenção é que o documento se adeque à reforma do ensino médio.


Agência Brasil

Caracol (MS) – A prefeitura segue cumprindo rigoroso cronograma de obras em todo o município, principalmente na área da educação, com a construção de novo prédio escolar. As obras de construção da nova escola estão aceleradas.

A nova escola que atendera a educação conta com 06 salas de aula, cozinha, sala de tecnologia e coordenação. A obra um investimento de R$ 900.000,00 (novecentos mil), vindos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação – FNDE. .

A contra partida do município para a construção da escola e de R$ 300.000,00 (trezentos mil reais) recursos próprios do município sendo aplicado em beneficio da educação, mais apoio logístico, totalizando investimento de R$ 1.200.000,00 (um milhão, duzentos mil reais).

A obra faz parte de um pacote do Governo Federal em parceria com a Prefeitura de Caracol que esta melhorando ainda mais a o atendimento a comunidade escolar do município.

Será com grande alegria que irei entregar mais uma obra a nossa comunidade, disse o prefeito. A escola possui no bloco pedagógico, 06 salas de aula, sala de informática, sala de leitura e pátio central, no bloco administrativo possui Diretoria, arquivo, secretaria e sala de professores. No bloco de serviço a escola possui – sanitários, cozinha, área social, material de limpeza e vestiário, paisagismo, estacionamento, playground e campo de futebol suíço, obra que terá 5.010 metros quadrados de área construída.

O prefeito Manoel Viais (PR) visitou a obra e destacou que a Educação ira avançar muito com a construção dessa moderna escola. A escola homenagear o saudoso Joaquim Antonio dos Santos, homem digno e exemplar, disse Manoel.

Manoel ainda lembrou que tem priorizado o incentivo a Educação Básica, a Prefeitura também estimula a pratica de esporte por meio de vários projetos dentro da educação.

“Estamos construindo uma escola padrão que terá uma excelente estrutura para os alunos estudarem com qualidade e conforto. Temos investindo muito na Educação, apesar das dificuldades, tenho certeza que construiremos uma cidade muito melhor com o apoio de todos”, falou prefeito Manoel Viais.
Reportagem: Ademir Mendonça FRONTEIRA NEWS

A desigualdade na qualidade da educação começa desde cedo. Na verdade, desde o início da educação formal. Isso é que revela um levantamento feito pelo movimento Todos pela Educação (TPE), com base nos resultados da Avaliação Nacional da Alfabetização (ANA) de 2014, divulgado nesta quarta-feira (5).

Segundo o relatório, no Brasil, crianças com famílias de níveis socioeconômicos mais altos têm desempenho considerado adequado desde a alfabetização. Entre aquelas com nível socioeconômico mais baixo, o percentual das que têm aprendizado considerado adequado chega a ser seis vezes menor.

Entre as crianças que pertencem a camadas mais pobres da população, ou seja, cuja família tem renda de até um salário mínimo (R$ 937), apenas 45,4% têm o nível adequado, estabelecido pelo Ministério da Educação (MEC), em leitura, 24,9% em escrita e 14,3% em matemática.

Já entre as crianças de famílias mais ricas, com renda familiar acima de sete salários mínimos (R$ 6.559), esses percentuais aumentam: 98,3% têm nível considerado adequado em leitura; 95,4% em escrita e 85,9% em matemática.

"O que preocupa é notar que as desigualdades começam muito cedo", diz o gerente de Conteúdo do Todos pela Educação, Ricardo Falzetta. "Se tivesse um sistema funcionando muito bem, todos teriam as mesmas oportunidades, independentemente de raça, cor, religião, localidade. As condições socioeconômicas não mudam a capacidade de a criança aprender. Se tiver educação de qualidade, ela vai ter a mesma aprendizagem que qualquer outra criança".

A ANA é uma prova aplicada em todo o País para alunos do 3º ano do ensino fundamental, etapa em que passam a ser totalmente alfabetizados. Pelos critérios do MEC, um desempenho adequado significa tirar pelo menos 500 pontos na prova escrita; mais de 425 em leitura; mais de 525 em matemática.

No total, 2,5 milhões fizeram as provas em 2014. Desses, 1,4 milhão não tem aprendizagem adequada em matemática, 865 mil não têm em escrita e 558 mil não têm em leitura.

Esses estudantes não são capazes, por exemplo, de localizar informações em um texto ou entender a sua finalidade. Em matemática, não são capazes de comparar quantidades ou de dividir pela metade.

O que fazer?

"Essas crianças estão avançando nas séries sem o devido desenvolvimento. O domínio da língua passa a ser cada vez mais fundamental para avançar em todas as áreas", diz Falzetta. Ele ressalta, no entanto, que não é possível desistir dessas gerações. "Não adianta dizer que a culpa é de quem não alfabetizou direito. Tem que entender que vai haver crianças em turmas heterogêneas e que é preciso ter estratégias para cada grupo".

Ele reforça que ter uma escola bem preparada, com infraestrutura básica, acervo de livros disponível e que seja usado pelos professores, uma boa formação dos professores e participação dos pais, colabora para uma educação de qualidade, não apenas nos anos iniciais, mas em toda a escolarização.

Além disso, uma atenção maior deve ser dada aos grupos mais vulneráveis, para que avancem juntos. Os dados mostram que as desigualdades existem entre aqueles que moram na cidade e no campo e entre as regiões do País.

A diferença no percentual de crianças com alfabetização adequada entre área urbana e área rural chega a 14 pontos percentuais em leitura, 20,6 pontos em escrita e 17,5 pontos em matemática, sendo que aqueles que moram na cidade têm os melhores desempenhos. Entre as regiões, o Norte e o Nordeste registram os menores percentuais de crianças com alfabetização adequada.

  • Com informações da Agência Brasil.

Os professores das redes municipal e estadual de ensino de Dourados paralisam as atividades mais uma vez nesta sexta-feira (31). A ação é continuidade dos movimentos contra a Proposta de Emenda à Constituição- PEC 287- que prevê a Reforma da Previdência.

Os profissionais realizaram uma greve de cinco dias neste mês. Conforme Gleice Jane Barbosa, presidente do Simted (Sindicato Municipal dos Trabalhadores em Educação de Dourados) a paralisação por dias seguidos pode voltar a acontecer, o que irá depender dos desdobramentos quanto a PEC e decisão da categoria.

"O movimento de greve não chegou ao fim, foi suspenso e pode ser retomado a qualquer momento diante de avanços desta proposta que prejudica totalmente os direitos do trabalhador. As definições serão feitas junto a classe", disse.

Na data, os professores juntamente a outros trabalhadores realizarão mobilizações sobre os prejuízos que podem ocorrer caso haja a aprovação da PEC. Dentre estas atividades, está a panfletagem e caminhada no jardim Água Boa, com saída em frente a igreja São João Batista, às 08h.

Os técnicos administrativos da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados) também cruzam os braços na sexta-feira (31). A convocação divulgada em nota pelo Sintef (Sindicato dos Trabalhadores em Educação das Instituições Federais) é para que toda categoria participe.

Os professores da UFGD não param as aulas, conforme informações do presidente do Sindicato dos Professores, Eder Gomes, no entanto participam dos atos de mobilização.

A presidente do Simted explicou que outras ações para mobilizar a população contra a PEC acontecem ainda este mês como palestras e audiência pública.

No dia 28 de abril, há a convocação de um processo de mobilização nacional de greve geral contra a Reforma da Previdência, Reforma Trabalhista e Terceirização.

Dentro deste mesmo intuito, em Dourados um movimento realizado no dia 15 de março, reuniu mais de 2 mil pessoas.

Fonte: Dourados News

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