Warning: ini_set(): A session is active. You cannot change the session module's ini settings at this time in /home/valems/www/libraries/joomla/session/handler/joomla.php on line 46
Brasil

Brasil (366)

MPE vai apurar suspeita de doações ilegais à campanha de Bolsonaro

Pelo menos dois pedidos de investigação já foram protocolados nesta quinta-feira (18)

O Ministério Público Eleitoral (MPE) vai apurar a suspeita de que empresas privadas estejam fazendo doações ilegais para a campanha do candidato à Presidência da República, Jair Bolsonaro (PSL). Pelo menos dois pedidos de investigação já foram protocolados nesta quinta-feira (18) na Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE). A expectativa é que outras representações sejam apresentadas diretamente ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

De acordo com reportagem publicada nesta quinta (18) pelo jornal “Folha de S.Paulo”, empresas que apoiam Jair Bolsonaro estariam pagando pelo serviço de disparo de mensagens pelo WhatsApp a fim de favorecer o candidato Jair Bolsonaro. Procurado para comentar a denúncia publicada pelo jornal, o vice-procurador eleitoral, Humberto Jacques de Medeiros informou, por meio da assessoria do MPE, que não concederá entrevistas, pois o órgão não pode antecipar qualquer posicionamento sobre casos em análise. A atuação dos pedidos de investigação apresentados ao órgão será feita no âmbito das demais representações que forem encaminhadas ao TSE.

A reportagem diz ter apurado que alguns contratos podem chegar a R$ 12 milhões. A prática, conforme lembra o jornal, é ilegal, pois, se confirmada, trata-se de doação de campanha vedada por lei e, evidentemente, não declarada à Justiça Eleitoral.

Ainda segundo o jornal, as empresas de marketing digital se valem da utilização de números no exterior para enviar centenas de milhões de mensagens, burlando as restrições que o WhatsApp impõe a usuários brasileiros. As atividades envolvem o uso de cadastros vendidos de forma irregular. A legislação eleitoral só permite o uso de listas elaboradas voluntariamente pelas próprias campanhas. O financiamento empresarial de campanha também é proibido.

Bolsonaro defendeu-se da acusação por meio de sua conta no Twitter. “O PT não está sendo prejudicado por fake news, mas pela verdade. Roubaram o dinheiro da população, foram presos, afrontaram a justiça, desrespeitaram as famílias e mergulharam o país na violência e no caos. Os brasileiros sentiram tudo isso na pele, não tem mais como enganá-los!”, escreveu o candidato, alegando que o PT “desconhece e não aceita apoio voluntário”.

Representações
O deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ), em representação na Procuradoria-Geral Eleitoral, classifica o resultado da apuração do jornal como uma “grave denúncia” envolvendo a “ocorrência de ao menos três atos ilícitos de gravidade avassaladora, uma vez que podem viciar a vontade do eleitor e, assim, fraudar o resultado da eleição”.

O PDT também anunciou que ingressará ainda esta semana com uma representação no Tribunal Superior Eleitoral contra a candidatura de Bolsonaro. A decisão foi tomada no início da tarde de hoje, durante reunião do presidente nacional do partido, Carlos Lupi, com a assessoria jurídica e outros integrantes da sigla. O PDT, que declarou "apoio crítico" a Haddad no segundo turno, definiu a suspeita de que um dos candidatos esteja sendo favorecido pela suposta compra de pacotes de divulgação em massa de notícias falsas como crime de abuso do poder econômico.

Mais cedo, o candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, defendeu que, diante da gravidade das suspeitas, o correto seria que a candidatura de Bolsonaro fosse impugnada e que o candidato Ciro Gomes (PDT), que terminou o primeiro turno em terceiro lugar, disputasse com ele o cargo. Ciro obteve 12,47% dos votos válidos, terminando atrás de Haddad.

Fonte: Agencia Brasil

Câmara pagou voos de filho de Bolsonaro para treinos de tiro

"Sessão de desestresse ontem no Clube e Escola de Tiro 38". É com essa legenda que o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL) aparece em um vídeo que mostra uma sessão de tiros em clube privado em Santa Catarina. As imagens foram publicadas no canal que leva seu nome no YouTube no dia 28 de agosto de 2016.

A data coincide com o uso de uma passagem do Rio de Janeiro para Florianópolis no dia 27 do mesmo mês. O voo foi comprado com verba da chamada cota parlamentar, a que todos os deputados federais têm direito, com a condição de que usem quando há interesse público.

Segundo a legislação que regulamenta o uso dos recursos, a cota é "destinada a custear gastos exclusivamente vinculados ao exercício da atividade parlamentar".

Eleito por São Paulo –e reeleito no início do mês como o deputado mais votado do estado–, o filho do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) fez viagens frequentes durante o mandato iniciado em 2015 para o litoral catarinense, onde tem amigos e pratica o tiro esportivo, e também para o Rio Grande do Sul, onde sua atual namorada, a consultora e psicóloga Heloísa Wolf, morava e estudava até julho do ano passado.

Entre outubro de 2015 e outubro de 2016, como é possível constatar em prestações de conta no sistema de transparência da Câmara, o gabinete de Eduardo pediu reembolso para 21 passagens que tinham como origem ou como destino Florianópolis e uma cidade vizinha, Navegantes.

No mesmo período, a prestação de contas pede reembolso para outras 13 passagens que tiveram como destino ou como origem Porto Alegre e Caxias do Sul.

A reportagem entrou em contato com o gabinete do deputado na manhã de terça-feira (16) solicitando agendas que justificassem as viagens, mas até a noite desta quarta (17) não obteve resposta.

Em ao menos dez vezes, o intervalo entre os voos abrangeu o fim de semana. Em uma dessas viagens, a passagem foi usada em janeiro, durante o recesso parlamentar.

O total da verba gasta com as passagens relativas apenas ao litoral catarinense é de R$ 21 mil. Já as passagens para o Rio Grande do Sul totalizam o uso de R$ 19 mil. As somas são referentes apenas ao período de 12 meses. Em duas ocasiões o uso da passagem foi destinada a funcionários do gabinete do deputado.

Eduardo gastou R$ 411 mil da cota parlamentar nestes meses, dos quais R$ 224,5 mil para passagens aéreas. Durante o mandato que se encerra no fim desta ano, além de passagens para esses destinos, Bolsonaro viajou para Fortaleza, João Pessoa, Salvador.

No dia 17 de outubro de 2015, o deputado foi fotografado ao lado do pai e de outros dois amigos no Oktoberfest, em Blumenau (SC), todos eles sentados a uma mesa onde havia canecas e latas de cerveja.
Pai e filho estão vestidos com a famosa jardineira da Oktoberfest, que reproduz trajes alemães com suspensório, meias brancas sempre bem esticadas e chapéu.

Um dia antes de posar com esta roupa, Eduardo comprou passagens para a capital catarinense e, no dia 18, a volta de Navegantes para o Rio. Os voos também foram adquiridos com recursos da cota parlamentar.
Nas prestações de contas do presidenciável Jair Bolsonaro não estão anexadas notas fiscais do mês de outubro de 2015 e por isso não foi possível saber se ele também pediu reembolso pelos tíquetes.

A ida do deputado e do presidenciável foi registrada pela imprensa local na época.

Ao ser questionado pelo site O Blumenauense sobre sua participação na centopeia, uma bicicleta coletiva que vai passando por barris de cerveja, Jair Bolsonaro respondeu: "Fiquei quase três horas pedalando. Mas cheguei vivo, são e salvo no destino. Já recuperei meus dois dias de chope".

No dia 10 de julho de 2016, Eduardo comemorou seu aniversário junto a amigos em um restaurante japonês em Camboriú (SC). Segundo as notas apresentadas, ele gastou R$ 642 para ir do Rio de Janeiro para Navegantes no dia 10 e R$ 1.405 para ir de Navegantes para São Paulo no dia 11.

Naquele ano, Eduardo não compareceu a 5,3% das sessões deliberativas na Câmara, sendo que 3,2% das ausências não foram justificadas.

Em 2017 esse número foi de 11,8% e 10%, respectivamente. Em 2018, as ausências subiram para 13,1%, sendo que 8,2% não foram justificadas. Os dados são do portal da Câmara dos Deputados.

De acordo com declarações de bens entregues ao Tribunal Superior Eleitoral, Eduardo teve uma evolução patrimonial de 432% desde 2014. Em vídeo no YouTube ele disse que esse acúmulo de bens aconteceu porque o salário de deputado é superior a renda que tinha até então.

Fonte: Correio do Estado

Polícia Federal indicia Temer por corrupção e lavagem de dinheiro

Maristela, filha do presidente, também foi indiciada pela PF

A Polícia Federal concluiu o inquérito que investigava Michel Temer e o grupo político dele sobre o recebimento de propina em troca de benefícios a empresas do setor portuário e indiciou o presidente e a filha Maristela por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

De acordo com o jornal “O Globo”, outras 10 pessoas também foram indiciadas.

O relatório final aponta que o presidente usou empresas de João Baptista Lima, coronel reformado da PM e amigo de longa data do presidente, para receber dinheiro indevido da companhia Rodrimar. A empresa Libra, que assim como a Rodrimar também é concessionária de áreas do porto de Santos, também foi apontada no documento da PF por cometer crimes em pagamentos.

Ainda segundo informações de “O Globo”, o relatório da Polícia Federal foi enviado ao Supremo Tribunal Federal nesta terça-feira (17), prazo máximo estabelecido pelo ministro Luís Roberto Barroso.

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, também receberá o relatório e decidirá se oferece denúncia contra Temer. A PF já solicitou o bloqueio de bens de Temer e dos demais envolvidos e pediu a prisão prisão preventiva do coronel Lima, seu sócio Carlos Alberto Costa, sua mulher Maria Rita e o contador Almir Martins Ferreira, todos indiciados.

Vale lembrar que o presidente já havia sido denunciado outras duas vezes por Rodrigo Janot, antecessor de Dodge, em casos que envolveram a delação do grupo J&F. No entanto, o Congresso barrou a abertura de ação penal.

O presidente Michel Temer ainda não se manifestou sobre o relatório final da investigação, que durou 13 meses.

Fonte: Noticias ao minuto

'Há terrorismo no Brasil', diz ministro da Justiça

Torquato Jardim citou oito pessoas que foram condenadas e presas no presídio de segurança máxima de Campo Grande e "outro número razoável de brasileiros sob supervisão"

O ministro da Justiça, Torquato Jardim, afirmou nesta terça-feira (16) que é preciso acreditar que há terrorismo no Brasil, em discurso pontuado por uma série de críticas a questões políticas atuais, que foram do presidente americano, Donald Trump, aos militares que compõe a chapa de Jair Bolsonaro (PSL) à Presidência da República.

"É preciso que no governo e na sociedade civil se acredite que há terrorismo, que há terroristas no Brasil", disse em palestra de abertura de Congresso de Combate e Prevenção à Lavagem de Dinheiro e ao Financiamento ao Terrorismo, promovido pela Febraban (Federação dos Bancos).

Jardim citou oito pessoas que foram condenadas e presas no presídio de segurança máxima de Campo Grande e "outro número razoável de brasileiros sob supervisão".

A polícia brasileira prendeu oito brasileiros sob acusação de terrorismo duas semanas antes do início da Olimpíada do Rio, em 2016.

Segundo Jardim, são supervisionados por suspeita de ligação com terrorismo. São pessoas que moraram fora do Brasil, mas não falam árabe e cometem erros gramaticais na língua equivalentes aos cometidos por quem usa o Google Tradutor, disse.

O importante, afirmou, "é não negar a validade de cada pedacinho de informação e não ficar surpreso, como há quatro semanas que prenderam um agente do Hezbollah em Foz do Iguaçu".

"Revelo porque já está publicado, não vou fugir ao compliance", disse o ministro.

Ainda em seu discurso, Jardim defendeu um maior número de servidores da Polícia Federal trabalhando no exterior e comentou que esse seria um importante investimento para o Brasil, que pretende ser membro ativo da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico).

A crítica foi ao presidente americano, Donald Trump.

"O Brasil ser membro ativo da OCDE pode ter boas consequências a despeito da barreira Trump desse momento, que nós vamos superar, nem que seja na próxima eleição", disse Jardim.

Ainda no campo do combate ao terrorismo, Jardim criticou que o Brasil não seja signatário de convenção da ONU (Organização das Nações Unidas) que impõe sanções imediatas em casos de terrorismo.

"Mesmo com essa lei entrando em vigor, não vai faltar alguém concedendo liminar a ação direta de inconstitucionalidade no STF e ganhando", disse.

Para ele, essas seriam soluções carregadas de ideologia.

"Em um país que ainda luta por saúde básica, o que pode haver de mais ultrapassado do que ideologias?", acrescentou.

Antes, ele havia criticado a dificuldade de negociar acordos de leniência com empresas investigadas em crimes financeiros porque as negociações envolvem muitos órgãos brasileiros, cujos papéis estariam pouco claros nesse momento: AGU (Advocacia-geral da União), TCU (Tribunal de Contas da União), MPF (Ministério Público Federal) e Ministério da Transparência.

"É a constituição que foi mal pensada. Não estou propondo constituinte sem consulta popular. Não estou propondo nada disso, por favor. Embora eu seja ex-aluno de colégio militar eu sou intelectualmente mais disciplinado que alguns deles", afirmou, arrancando risos da plateia.

O candidato a vice-presidente na chapa de Jair Bolsonaro (PSL), general Hamilton Mourão, chegou a propor a criação de uma nova constituição escrita por uma comissão de notáveis, que depois seria submetida a um plebiscito. A própria constituição não prevê que isso possa ser feito no Brasil. Com informações da Folhapress.

Fonte: Noticias ao minuto

Bolsonaro defende interesse de ricos e jovens, revela pesquisa Ibope

Haddad é o mais associado à defesa dos pobres, dos trabalhadores e das mulheres

Apesquisa Ibope/Estado/TV Globo mostra que a maioria do eleitorado do País identifica o candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, como o principal representante dos interesses dos ricos, dos bancos, agricultores e dos empresários no segundo turno, enquanto Fernando Haddad (PT) é o mais associado à defesa dos pobres, dos trabalhadores e das mulheres.

O Ibope perguntou aos entrevistados "quem representa melhor os interesses" de uma série de setores. Em relação aos ricos, 65% responderam Bolsonaro, contra 22% de Haddad. Entre os eleitores que ganham mais de cinco salários mínimos, o presidenciável do PSL é visto por 70% como o representante da elite.

Já o candidato do PT lidera como defensor dos interesses dos eleitores de menor poder aquisitivo, com 48% a 37% de Bolsonaro. No segmento com até um salário mínimo de renda, o porcentual atribuído a Haddad chega a 62%.

O Ibope avaliou ainda a imagem dos candidatos como defensores dos seguintes temas: agricultura (42% Bolsonaro ante 40% de Haddad), defesa do meio ambiente (40% Bolsonaro e 39% para Haddad), aposentados (39% para Bolsonaro, 44% para Haddad) e jovens (46% Bolsonaro, ante 39% de Haddad).

Essas diferenças de imagem também se manifestam em relação à defesa dos empresários, dos bancos e dos trabalhadores. De acordo com o Ibope, Bolsonaro é considerado pela maioria um defensor dos interesses do empresariado (65%) e dos bancos (54%), enquanto seu rival é mais relacionado a pautas dos trabalhadores (47%).

Perfil

O perfil de cada candidato indicado pela pesquisa vai ao encontro do resultado da votação do primeiro turno das eleições. Enquanto o capitão reformado liderou em cidades com índice de desenvolvimento mais alto, ou seja, mais ricas, o petista teve o eleitorado concentrado em municípios com IDH menor. Historicamente, o voto antipetista se concentra mais entre eleitores brancos, mais escolarizados e de renda mais alta.

Com a rejeição maior de Bolsonaro entre o eleitorado feminino, Haddad é visto pela maior parte como o principal representante dos interesses das mulheres: 48% tem essa imagem do candidato do PT, ante 37% do PSL.

O Ibope ouviu 2.506 eleitores nos dias 13 e 14 de outubro. A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos, e o intervalo de confiança é de 95%. Isso significa que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro. O registro na Justiça Eleitoral foi feito sob o protocolo Nº BR-01112/2018. Os contratantes foram o Estado e a TV Globo.

Repercussão

Para o cientista político Jairo Pimentel, pesquisador do Centro de Política e Economia do Setor Público (Cepesp) da Fundação Getúlio Vargas (FGV), os números do Ibope mostram que Haddad só conseguiria vencer a eleição se retirar votos de Bolsonaro. "Mesmo se Haddad conseguisse reverter a totalidade de brancos, nulos e indecisos, Bolsonaro venceria mesmo assim. O mercado eleitoral disponível para Haddad parece ser bem pequeno. Ele tem de ir atrás mesmo é do eleitorado de Bolsonaro", disse Pimentel.

De acordo com o Ibope, votos em branco e nulos somaram 9%, enquanto 2% dos consultados se mostraram indecisos.

Já o professor Antonio Alkmim, da PUC-RJ, diz ver um quadro praticamente definido a favor de Bolsonaro. Em sua opinião, apenas um fato novo e de forte impacto poderia tirar a diferença entre os dois candidatos a 13 dias da votação.

"O que podemos ver é que existe aí um teto do Bolsonaro, se compararmos com as pesquisas da semana passada. Ao mesmo tempo, a rejeição dele cai, enquanto a de Haddad aumenta. Faltando 13 dias para a eleição, existe um quadro quase que consolidado, a não ser que ocorra algo de forte impacto na campanha."

Para ele, a possível migração de votos de outros concorrentes, como Ciro Gomes (PDT) e Marina Silva (Rede), já ocorreu em direção ao petista e é raro que as intenções de voto mudem de trajetória no segundo turno. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Noticias ao minuto

Forças Armadas e Polícia Federal fazem operação no Rio de Janeiro

Devido à ação, são esperadas interdições de vias e o controle do espaço aéreo, com restrição para aeronaves civis

Militares e policiais federais fazem hoje (15) uma operação no Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo, na região metropolitana do Rio de Janeiro. As forças federais fazem incursões dentro da comunidade e um cerco no entorno.

As ações, que envolvem 1.070 militares das Forças Armadas e 30 policiais federais, também incluem revistas de veículos e pessoas. Blindados e aeronaves estão sendo usados na operação.

Devido à ação, são esperadas interdições de vias e o controle do espaço aéreo, com restrição para aeronaves civis.Desde julho do ano passado, militares fazem operações em favelas e rodovias no Rio de Janeiro. A segurança pública do estado está sob intervenção federal desde fevereiro deste ano. Com informações da Agência Brasil.

Fonte: Noticias ao Minuto

Bolsonaro diz que aceita realizar debate com Haddad, com condições

O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, disse neste sábado, 13, que concorda em ir a debates “sem interferência externa”, referindo-se à suposta influência do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na campanha de Fernando Haddad (PT). Ele afirmou ainda que num governo Haddad quem escolheria os ministros seria Lula.

“Se for debate só eu e ele (Haddad), sem interferência externa (de Lula), eu topo comparecer. Estou pronto para debater; tem de ser sem participação de terceiros”, disse, em meio a uma gravação de programas eleitoral na casa do empresário Paulo Marinho, no Jardim Botânico, bairro da Zona Sul do Rio.

“(Se Haddad vencer), quem vai escalar time de ministros será o Lula. Não adianta (ele) ter boas propostas se vai ter indicação política”, continuou. “O mais importante é ter independência para escalar um time de ministros componentes.”

Ao ser questionado sobre projetos para a saúde, Bolsonaro declarou que o mais importante para que a população tenha saúde é que tenha, antes de tudo, emprego. Disse ainda que é preciso “combater a corrupção para aplicar os recursos” e que o ministro da pasta tem que ter “amor” pela área.

Perguntado sobre sua maior preocupação neste segundo turno, afirmou serem as supostas “falhas” ocorridas no primeiro turno no processo eleitoral. “Teve uma enxurrada de reclamações. O Tribunal Superior Eleitoral tem que tomar providências”.

Fonte: MSN

Após desencontro, Bolsonaro diz não saber quem marcou reunião com Doria

Candidato do PSL agradeceu apoio do candidato ao governo de SP, mas disse que ficará neutro nas disputas estaduais

O presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) declarou ao G1, neste sábado (13), que não sabe quem foi o responsável por agendar uma reunião com João Doria, candidato do PSDB ao governo de São Paulo.

Bolsonaro não compareceu a um encontro com o tucano na sexta (12), mas, hoje, agradeceu o apoio e desejou "boa sorte" a Doria. O presidenciável ressaltou que permanecerá neutro em todas as disputas, a não ser nos casos em que o PSL tem candidato próprio no estados.

Segundo o colunista do G1 Valdo Cruz, Doria foi até o Rio de Janeiro em busca de um encontro com Bolsonaro. A ideia era gravar um vídeo com manifestações mútuas de apoio - Doria enfrentará Marcio França (PSB) no segundo turno.

A reunião era para ter acontecido na casa do empresário Paulo Marinho. Porém, segundo interlocutores, Bolsonaro alegou mal-estar e não compareceu  ao encontro.

Fonte: Noticias ao minuto

Brasileiro é o povo que mais acredita em notícias falsas, diz pesquisa

Em segundo lugar está Arábia Saudita e Coreia do Sul, com 58%, Peru e Espanha com 57% e China

Os brasileiros são o povo que mais acredita em notícias falsas, as chamadas fake news, aponta pesquisa realizada pelo instituto Ipsos. O estudo, realizado em 27 países, aponta que 62% dos brasileiros acreditam em uma notícia que, na verdade, não passa de boato, segundo o jornal Valor Econômico.

Em segundo lugar está Arábia Saudita e Coreia do Sul, com 58%, Peru e Espanha com 57% e China, com 56%. Já os países que mais desconfiam de notícias falsas são o Reino Unidos e Turquia, seguido pela Itália. O estudo aponta ainda que quanto menos se confia nos políticos, mais se propaga notícias falsas em redes sociais e plataformas digitais.

Fonte: Noticias ao minuto

 

Tida como favorita, Dilma perde eleição para o Senado

Até o momento, 95% das seções já foram apurada

A ex-presidente Dilma Rousseff não conseguiu se eleger para uma vaga no Senado em Minas Gerais. Após ter liderado todas as pesquisas, a petista ocupa apenas a quarta colocação, com 15,06% dos votos.

Os candidatos que ocupam as duas vagas mineiras no Senado são Rodrigo Pacheco (DEM) e Carlos Viana (PHS), que têm pouco mais de 20% cada um.

Dinis Pinheiro (Solidariedade) é o terceiro colocado, com 18,45%. Dilma sofreu um impeachment em 2016 e apostava nas eleições ao Senado para voltar ao cenário político. Apesar de mineira de nascimento, a ex-presidente passa a maior parte do tempo no Rio Grande do Sul. (ANSA).

Fonte: Noticias ao minuto

Pagina 1 de 27

Salvar

Template Settings

Theme Colors

Blue Red Green Oranges Pink

Layout

Wide Boxed Framed Rounded
Patterns for Layour: Boxed, Framed, Rounded
Top