Mato Grosso do Sul (265)

Incidente ocorreu na noite de quarta-feira (dia 21) na fazenda Nossa Senhora de Fátima

Vinte e uma cabeças de gado morreram depois que um raio atingiu a fazenda Nossa Senhora de Fátima, em Aparecida do Taboado, 481 quilômetros de Campo Grande. As informações são do site Costa Leste News.

O incidente ocorreu na noite de quarta-feira (dia 20) e, segundo o produtor rural Nelson Bernal Salvador, o raio matou parte do rebanho de 150 cabeças, que pastava no local. Foram 17 vacas, um boi e três bezerros da raça Braford atingidos.

Segundo cálculos do Sindicato Rural, as mortes representam prejuízo de R$ 50 a R$ 60 mil - a carne de animais mortos por raios é imprópria para o consumo.

Em tempos de chuva, o recomendado é a retirada do gado do pasto para colocá-lo em um estábulo quando a precipitação vier acompanhada de descargas elétricas.

Fonte: Campo Grande News

 

A fumaça era tanta que o prédio teve que ser evacuado

Os alunos e funcionários de uma escola em Ladário, a 426 km de Campo Grande, levaram um susto nesta terça-feira (19) após um princípio de incêndio. O Corpo de Bombeiros de Corumbá foi chamado ao local e verificou as chamas no quadro de distribuição de energia da escola.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o fogo queimou parte da fiação de dentro da escola e provocou muita fumaça dentro da escola. O prédio teve que ser evacuado para a ventilação do ambiente.

A equipe conseguiu apagar o fogo com extintor de pó químico e acionou a concessionária de energia para avaliação do estrago. Não houve feridos e, após orientação aos funcionários, o local ficou aos cuidados dos funcionários da secretaria de obras.

Fonte: Midiamax

 

Deputada federal quer presidir partido e governador dever interferir em eleição

A deputada federal Rose Modesto está insatisfeita com a possibilidade de o governador Reinaldo Azambuja assumir a presidência regional do PSDB em nome do consenso para evitar uma suposta disputa dela com o atual coordenador do partido, o deputado federal Beto Pereira.

A parlamentar foi enfática ao responder indagação do Correio do Estado sobre esta terceira via para comandar o partido. “Respeito a decisão do partido de lançar o governador para acabar com a disputa. Mas entenderei como um segundo não do PSDB para mim“. De acordo com a deputada, na eleição anterior o consenso foi obtido quando ela abriu mão da disputa, preocupada em assegurar que o partido saísse fortalecido.

Em 2017, quando Beto Pereira assumiu a executiva estadual do PSDB, Modesto também tinha o interesse, porém desistiu para que houvesse um consenso e o colega presidir a sigla.

Fonte: Correio do Estado

 

Pista ficou interditada e impediu alunos de irem à escola

Um caminhão tanque ficou pendurado por dois dias sobre o rio Pontinha, no distrito de Camapuã, distante 143 quilômetros de Campo Grande. Devido ao peso do veículo a estrutura da ponte rompeu parcialmente, no último domingo (10).

Com a interdição da pista, moradores e estudantes da região ficaram impossibilitados de passar pelo local. Segundo informações do site Hora News, a situação só foi resolvida na manhã dessa terça-feira (12), quando a empresa responsável pelo caminhão mandou um guindaste.

Ao menos 6 alunos do distrito ficaram sem ir a escola, já que o transporte escolar não conseguia chegar até a propriedade ondem moram.

Fonte: Topmidianews

 

Falta de acordo entre os deputados Rose e Beto seria motivo para governador assumir PSDB

Caso não tenha um consenso entre os deputados federais Beto Pereira e Rose Modesto sobre quem deve assumir a gerência do PSDB em Mato Grosso do Sul, o governador Reinaldo Azambuja pode ser o nome da sigla na tentativa de evitar um racha dentro do ninho tucano.

A possibilidade do atual presidente Beto e de sua concorrente não cederem tem preocupados liderandas da sigla. Conforme informações de bastidores, a avaliação dos tucanos é de que essa disputa possa provocar ruptura e interferir negativamente nas pretensões do PSDB nas eleições municipais de 2020. Para resolver o impasse, em reuniões fechadas lideranças tem cogitado o nome do governador para presidência.

Azambuja, porém, ainda mantém esperanças dos efeitos de suas ações nos bastidores para colocar pano quente na briga pela indicação de apenas uma chapa. Em conversas reservadas, a indicação de Reinaldo para o comandar o diretório acabou estremecendo as candidaturas de Rose e Beto.

Fonte: Correio do Estado

 

Verba deve ser destinada a pagamento de salários de servidores convocados por parlamentares

Os oito deputados federais de Mato Grosso do Sul vão receber R$ 893.404,72 por mês para o custeio de funcionários convocados para servirem aos seus gabinetes. Conforme mostrado pela Agência Estado, Cada deputado tem R$ 111.675,59 por mês para pagar salários a até 25 funcionários do gabinete - os “secretários parlamentares” Eles podem receber de R$ 1.025,12 a R$ 15.698,32. Encargos trabalhistas como 13.º salário, férias e auxílio-alimentação são bancados com recursos da Câmara.

Na bancada de Mato Grosso do Sul, o único parlamentar que assumiu que deve contratar o máximo de 25 funcionários é o representante do PDT, Dagoberto Nogueira. Ele destacou que apesar de usar o máximo de cargo, nenhum dos nomeados devem receber o teto salarial.

“Eu tenho seis funcionários em Brasília o resto aqui em Mato Grosso do Sul. Tenho quatro regionais que não ficam no escritório. As vezes tem deputado com 10 funcionários, mas o salário usa toda a verba”, destacou.

Fonte: Correio do Estado

 

Galo ficou no empate por 1 a 1 com o time de Aquidauana e deixou escapar oportunidade de encostar no líder Águia Negra.

O Operário vencia o Aquidauanense até os 44 minutos do segundo tempo no estádio Morenão, em Campo Grande, mas a vitória acabou escapando em cobrança de pênalti para o Azulão. Apesar do empate por 1 a 1, o Alvinegro retomou a vice-liderança do Campeonato Estadual, que estava nas mãos do Corumbaense desde sábado.

O Galo abriu o placar aos 27 minutos de jogo com o centroavante Thiago Miracema. O gol de empate do Aquidauanense foi marcado pelo zagueiro Baiano de pênalti.

O Morenão recebeu na tarde deste domingo (24) 375 torcedores pagantes, com renda de R$ 6.400.

O Galo volta ao segundo lugar, com 14 pontos, enquanto o Aquidauanense soma 12 pontos. O Operário ainda tem um jogo a menos em relação a maioria das equipes. O duelo com o Urso está marcado para 13 de março.

O Operário volta a campo no próximo fim de semana contra o xará de Dourados no estádio Chavinha, em Itaporã. Já o Aquidauanense vai à Costa Rica enfrentar o time da casa.

A 8ª rodada do Estadual também contou com a vitória do Costa Rica sobre o Comercial por 2 a 0, os empates de 1 a 1 entre Corumbaense e Serc e de 2 a 2 entre Urso e União, e a goleada do Sete de Setembro por 5 a 0 sobre o Operário de Dourados.

Fonte:Campo Grande News

 

Proximidade com a ministra Tereza Cristina ajudou na indicação

O deputado estadual Márcio Fernandes (MDB) assumiu a presidência da Secretaria Nacional de Agricultura e Pecuária da União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (Unale). “O grupo sempre faz várias reuniões em vários estados e eu farei essa interlocução com o presidente (Jair Bolsonaro)”, declarou o parlamentar.

Fernandes está há doze anos à frente da Comissão de Agricultura na Assembleia Legislativa e o parlamentar acredita que a escolha do nome dele se deve a essa experiência que ele tem no setor, bem como a proximidade com a ministra da Agricultura Tereza Cristina (DEM), pois as pautas mais importantes serão debatidas em parceria com sua conterrânea.

Dentre as pautas mais importantes, o deputado salientou a necessidade da liberação de recursos provenientes do Fundo de Financiamento do Centro-Oeste (FCO), a diminuição de juros para produtores. A questão da produção de leite no Brasil, como a situação do antidumping que também serão pautas prioritárias.

A primeira reunião, de acordo com Fernandes, está marcada para o dia 11 de março, em Brasília.

Fonte: Correio do Estado

 

Dino Rocha era autodidata e desde criança tocava acordeão

Mato Grosso do Sul e o Brasil perdem um de seus mais apaixonados chamamezeiros, o sanfoneiro Dino Rocha, os 67 anos. Por complicações do diabetes, pressão alta e problemas respiratórios, ele morreu ontem à noite, no Hospital Regional em Campo Grande, onde estava internado desde 25 janeiro. O velório, segundo a ex-mulher Ruth Haruko Ishikawa, acontecerá a partir do meio-dia, no Memorial Park, onde ele será enterrado amanhã, às 9h.

Conhecido no Estado e Brasil afora por seu talento no instrumento e nas composições, Dino Rocha tocava não só individualmente como fez parte do grupo Chalana de Prata ao lado de Paulo Simões, Guilherme Rondon e Celito Espíndola.

Autor de dezenas de composições, sendo a mais lembrada “Gaivota Pantaneira”, Dino Rocha era autodidata e desde criança tocava acordeão.

Filho de músicos - a mãe era alemã e o pai, paraguaio. Em 1971, mudou-se para a cidade de Campo Grande e, aos 16, apresentou-se com seu primeiro grupo, “Los 5 Nativos”, em Ponta Porã.

Segundo a ex-mulher, Dino nunca deixou de defender musicalmente o chamamé e fazia questão de sempre estar junto da família . “Ele foi um pai fantástico, meu amigo, irmão, um ensinador que deixa um legado de novos talentos, sanfoneiros, acordeonistas.

Ele é um incentivo para isso tudo continuar, porque sempre defendeu o chamamé. Desde criança ele
optou pelo chamamé, nunca mudou o repertório. Vai deixar um grande vazio na cultura de MS".

Mesmo enfrentando problemas de saúde nos últimos anos, Dino Rocha não deixava de se apresentar e nem de sonhar com novos projetos. “Ele estava aguardando uma verba ser liberada pelo Governo do Estado para a gravação de um DVD. Tinha músicas gravadas e algumas imagens captadas”, conta Ruth.

Para o diretor cultural do Instituto do Chamamé de MS, o Estado e o Brasil perdem um grande talento musical. “Estamos consternados com esta perda, tristes. Dino Rcoha manteve a fidelidade ao chamamé, que é a musica autêntica do nosso Estado, do povo de Mato Grosso do Sul e deixa composições importantes. Uma figura musical da maior importância. Dino Rocha deixa três filhos, todos músicos.

 

Fonte: Correio do Estado

 

Atual Secretário Especial do Governo autorizava compras sem licitação e com indícios de superfaturamento, segundo investigação do MP-MS

O atual Secretário Especial de Articulação Política de Reinaldo Azambuja, Sérgio de Paula (PSDB), era chefe da Casa Civil no período em que a Operação Aprendiz, deflagrada nesta quinta-feira (15) pela 30ª Promotoria de Justiça do Patrimônio Público, com apoio da CGU (Controladoria Geral da União) e da Polícia Federal, flagrou compras de cartilhas educativas com indícios de fraude e superfaturamento.

Os sobrepreços apontados pelo promotor Marcos Alex Vera, em pelo menos 10 campanhas diferentes, ocorriam sempre em campanhas encomendadas pela Casa Civil, órgão ligado diretamente à Governadoria, e tinham aditivos contratuais assinados por ‘De Paula’.

Pedidos partiam da Casa Civil
Segundo o promotor da Justiça Marcos Alex Vera, chefe da 30ª Promotoria do Patrimônio Público, e que está à frente das investigações, uma das irregularidades encontradas foi a falta de licitação para a aquisição de cartilhas educativas de várias campanhas promovidas pelo Governo do Estado. O material era feito por meio de uma editora que era contratada pelas agências de publicidades que tinham contratos vigentes com o governo.

As seis empresas envolvidas recebiam a demanda por parte da Casa Civil, que na época tinha como chefe Sérgio de Paula, e repassavam a apenas uma editora, que não possuía nem maquinário ou pessoal para criar a arte e imprimir as cartilhas. Por este motivo, a editora comprava o material de pequenas gráficas em Campo Grande, com valor baixo, e, ao revender o produto, cobrava muito acima do valor de mercado.

De acordo com Marcos Alex, aquisições deste tipo devem ser feitas por meio de licitação. “A regra é: toda a aquisição de bens e serviços ela deve ser feita por meio de licitação. Apenas em alguns casos muito específicos pode ser feita a dispensa, mas nesse caso não, porque há várias empresas que podem produzir cartilhas temáticas”.

Como as investigações são relativas ao período de junho de 2015 e agosto de 2016, quando De Paula comandava a pasta, ele assinou todos os contratos de publicidades com as empresas investigadas e também passaria por ele o aval para a aquisição do material.

Essas aquisições teriam gerado um dano aos cofres públicos de R$ 1,6 milhão. Pelas 10 campanhas a editora recebeu R$ 2.097.785, porém, gastou apenas R$ 497.208 com as gráficas. Agora o MP quer saber se há agentes públicos envolvidos nas irregularidades e quem são os empresários que participavam do esquema.

Exonerado e réu por improbidade
Sérgio de Paula foi secretário de Estado da Casa Civil do governo Azambuja até março de 2017, quando teve de deixar o cargo, oficialmente, devido à reforma administrativa que reduziu o número de pastas, com a Casa Civil incorporada à Secretaria de Governo.

Na mesma época, ele acabou envolvido em um escândalo quando o dono do curtume Braz Pelli acusou integrantes do governo de fazer parte de suposto esquema de extorsão para cobrança de propina em troca de benefícios fiscais. Após a denúncia chegar à rede nacional de televisão, o empresário voltou atrás e mudou a versão. O caso foi encerrado com todos inocentados, segundo o PSDB informou durante a campanha de 2018 para o Governo do Estado.

Na sequência, De Paula virou réu por improbidade administrativa depois de ser flagrado usando o avião do Governo de Mato Grosso do Sul para viagens particulares. Na expectativa de ‘abrandar’ a sentença, no fim de 2018 ele devolveu aos cofres públicos R$ 8,9 mil, apontados pelo Ministério Público Estadual como valor equivalente ao uso das aeronaves em compromisso particular em em junho de 2016.

De Paula e parentes usaram avião do Estado por duas vezes para participar de sepultamento e missa de 7º dia do pai do ex-secretário, no interior de São Paulo.

Durante audiência sobre o caso em setembro, a defesa do ex-secretário ainda insistiu na tese de que ele não tinha cometido nenhuma irregularidade pelo fato de ‘não haver regulamentação sobre uso de aeronaves oficiais’.

Uma condenação por improbidade administrativa pode deixar Sérgio de Paula com os direitos políticos suspensos por até 5 anos, além de impedido de contratar com o governo pelo prazo de 3 anos. No entanto, o processo, que corre na 1ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos, aguarda sentença do juiz Marcel Henry Arruda.

‘Não muda nada’
Apesar da exoneração e do ‘afastamento’ oficial, Sérgio de Paula continuou próximo à administração de Reinaldo Azambuja. Mesmo fora do cargo de chefe da Casa Civil, chegou a ser flagrado dando expediente e assumiu a coordenação política. Na campanha para reeleição de Reinaldo, atuou no interior e já em outubro, após a vitória, cogitava voltar.

Quando voltou ao Governo em janeiro deste ano, agora como Secretário Especial, ele mesmo resumiu o papel que cumpre no grupo. “Meu trabalho não muda nada, vou continuar atendendo Assembleia, prefeito, vereadores”, afirmou de Paula.

A reportagem tentou contato com Sérgio de Paula para comentar o envolvimento da Casa Civil no período em que ele era chefe do órgão na operação Aprendiz. Até o momento não houve resposta, e o Governo do Estado emitiu uma nota oficial sobre o caso, afirmando que vai contribuir com as investigações. (Com informações de Evelin Cáceres, Aliny Mary Dias e Ludyney Moura)

Fonte: Midiamax

 

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