Mato Grosso do Sul (212)

Ele estava afastado desde junho para tratamento de saúde

Morreu neste sábado (17) o desembargador do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, Manoel Mendes Carli.

Carli estava internado para tratamento de saúde desde 4 de junho último. Há alguns dias, conforme informou o Tribunal de Justiça, estava internado na Clínica Campo Grande.

O TJ decretou luto oficial por causa da morte do magistrado. As causas do falecimento não foram oficialmente informadas, porém, ele tratava um câncer.

O velório do desembargador terá início às 8h do domingo (18), no saguão do Tribunal de Justiça. O sepultamento será no cemitério Parque das Primaveras, em Campo Grande, em horário que ainda será definido.

Trajetória

O desembargador era natural de Andradina (SP) e casou-se com Vilma Maria Inocêncio Carli, com quem teve dois filhos, Juliana Inocêncio Mendes Carli e Manoel Carlos Inocêncio Mendes Carli.

Formado em Direito, pela Faculdade de Direito Laudo de Camargo, em Ribeirão Preto (SP), em 1975, foi aprovado em concurso público para a Magistratura, como juiz substituto, em 1982. Foi promovido por merecimento ao cargo de Juiz de Direito, em 1982, para Mundo Novo e em 1984, promovido também por merecimento para a comarca de Amambai.

Em 2010, foi promovido, por antiguidade, ao cargo de desembargador, na vaga deixada pelo Des. Elpídio Helvécio Chaves Martins, que se aposentou, onde permaneceu no exercício de função até hoje.

Fonte: Correio do Estado

Queda foi amortecida por estrutura de zinco que fica na cobertura da fachada do hotel

Um hóspede de um hotel na Avenida Mato Grosso se jogou do 9º andar e sobreviveu a queda. Informações preliminares repassadas para a polícia militar revelam que o rapaz veio de Recife, na tentativa de reatar um namoro.

Segundo o aspirante a oficial Gabriel Lopes, do Corpo de Bombeiros, a vítima aparenta ter 30 anos e deixou o local consciente. “Três médicos estavam hospedados no hotel e quando chegamos, a vítima já recebia os primeiros atendimentos. Existe a suspeita de que o rapaz tenha consumido bebida alcoólica. Em seguida, uma equipe do Samu veio prestar atendimentos e ele vai ser encaminhado ao hospital”, informou o militar.

Ainda conforme o oficial, a queda da vítima foi amortecida pela estrutura de zinco que fica na cobertura da fachada do hotel.

Fonte: Midiamax

Concessionária foi multada em R$ 19,5 mil por dia, pela ANTT e o valor já ultrapassou os R$ 2,5 milhões

A CCR MSVia, concessionária da BR-163 em Mato Grosso do Sul, deixou para trás pelo menos 20 quilômetros de obras de duplicação abandonadas ao longo da rodovia. Os trabalhos nestes canteiros foram paralisados em abril de 2017, quando a empresa alegou problemas de financiamento para cumprir a meta de duplicar todos os 843 quilômetros da rodovia previstos em contrato.

Um dos maiores trechos de obras de duplicação deixados para trás pela concessionária da rodovia que atravessa Mato Grosso do Sul de norte a sul, está no município de Itaquiraí. Há um longo percurso de quase dez quilômetros com parte da nova pista já pavimentada, localizado entre a sede do município e a rotatória no entroncamento com a MS-487, rodovia que dá acesso ao Noroeste do Paraná.

Um outro trecho, menor, de aproximadamente três quilômetros, está localizado entre o Rio Amambai, na divisa entre os municípios de Naviraí e Itaquiraí, e o posto de cobrança de pedágio localizado entre as duas cidades. Apesar da paralisação das obras, as cobranças continuam ocorrendo normalmente.

Fonte: Correio do Estado

Governador defendeu linha de financiamento para aumentar segurança na região fronteiriça

Em encontro com o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), o governador de Mato Grosso do Sul Reinaldo Azambuja (PSDB) defendeu a blindagem da fronteira e o reajuste da tabela do Sistema Único de Saúde (SUS). Azambuja foi o primeiro entre os gestores de 20 estados a apresentar propostas no encontro, que tem como objetivo tratar demandas em comum, em Brasília (DF).

Azambuja defendeu a criação de uma linha de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social (BNDES) para realizar investimentos na segurança pública. Segundo o governador, é necessária uma linha de crédito que financie o armamento, os policiais e a segurança na faixa fronteiriça.

“Fechar a fronteira é muito difícil, mas temos que blindar. Com uma inteligência compartilhada, com um trabalho em conjunto, podemos diminuir o poderio do tráfico. Temos também o Fundo Nacional de Segurança Pública que nos dá a possibilidade de ampliar o número de policiais, usar o recurso para e custear as diárias e realizar o chamamento dos policiais da reserva”, disse Azambuja.

Ainda na área de segurança pública, Azambuja citou o Fundo Penitenciário Nacional que, segundo ele, pode destravar falhas no sistema prisional, mas não está sendo utilizado.

“Com ele podemos destravar novas vagas no sistema prisional, o que é menos custoso do que a construção de presídios. Não queremos construir mais presídios, queremos aumentar as vagas no sistema”, afirmou.

Além das demandas de Azambuja, as dos demais governadores também foram expostas e transformadas em pautas permanentes, que foram inseridas em carta entregue a Bolsonaro. O presidente eleito garantiu que analisará todas as demandas.

“Cada item será minuciosamente estudado pela nossa equipe, para encontrarmos soluções.Temos que aproveitar o rico potencial que o Brasil tem para alavancar nossa economia. Faremos todo o possível para atendê-los”, afirmou Bolsonaro.

Além do presidente eleito, o economista Paulo Guedes, confirmado para o Ministério da Economia, também participou do evento.

Fonte: Correio do Estado

Ele está em Mato Grosso do Sul e disse ter colocado nome à disposição

O senador Pedro Chaves (PRB) deverá assumir a presidência de uma nova agência no segundo mandato do governador Reinaldo Azambuja (PSDB). A pasta ainda não foi criada, por isso, mesmo confirmando o convite para fazer parte do primeiro escalão do tucano, Chaves - que termina o mantato este ano - ainda é cauteloso para confirmar sua ida para o Executivo estadual.

“Estou em Mato Grosso do Sul. Tenho conversado muito com o governador e coloquei meu nome a disposição. E ele está avaliando meu perfil e já me convidou para algumas secretarias. Eu estou realmente reticente quanto isso, mas provavelmente devo assumir uma agência”, disse.

A Agência Sustentável de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso do Sul, ainda precisa ser criada e passar pela aprovação da Assembleia Legislativa. Mas a atuação de Chaves na pasta será para fomentar a economia do Estado. “Vou trazer investimentos não só nacionais, como internacionais para Mato Grosso do Sul. Analisando os municípios, a vocação e cada um. Eu tenho já, muitos investidores que estão só aguardando isso. Para geração de emprego e renda que será muito bom para o Estado”.

Sobre a oferta para assumir uma das secretarias do Executivo, Chaves informou que o governador “falou de maneira geral” e afastou a possibiliade de ser o novo secretário de Estado de Educação. “A educação está muito bem com a Maria Cecíclia (da Motta, atual titular da SED), entendeu? Ele falou de maneira geral e nós estamos mais concentrados na agência mesmo. Porque eu acho que me dá mais liberdade e flexibilidade”.

Conhecido pelo trabalho na área da educação o senador, que optou por não se candidatar a reeleição, deve mudar sua atuação para a área de desenvolvimento e economia. Mesmo com a posse do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), em 2019 e a mudança de todos os ministros, Pedro Chaves afirmou ter bom relacionamento na Capital do País.

“Eu tenho grande relacionamento em Brasília, São Paulo, Rio (de Janeiro). Em Brasília eu conheço praticamente todos os ministros, muitos embaixadores, os grandes investidores que estão lá. Então eles estão muito interessados em Mato Grosso do Sul. Cada um na sua vocação. Tenho muitos contatos com Embaixadas também, a China, Coréia, e países da Europa, estão intessados em investir não só na Capital, mas também no interior”.

A intenção é criar emprego e renda, mas a formalização da agência precisa ser feita. “Está em fase final do projeto criado e precisa passar pela Assembleia. E a partir daí a gente assumiria isso”, afirmou Chaves.

Fonte: Correio do Estado

Sem previsão de reajuste e com as isenções haverá uma renúncia fiscal de R$ 3,4 milhões

A taxa de lixo de Campo Grande pode não sofrer aumento em 2019. Projeto de lei da prefeitura quer que reajuste previsto para o próximo ano não seja aplicado e prevê ainda que aposentados e pensionistas, que recebem até dois salários mínimos, além de outros beneficiários, fiquem isentos do pagamento. A proposta tramita na Câmara Municipal da Capital desde a última quinta-feira (8) e deve passar por votação amanhã.

De acordo com o projeto, assinado pelo prefeito Marcos Trad (PSD), sem o reajuste e com isenções, haverá renúncia fiscal de R$ 3.420 milhões, sendo que R$ 2,2 milhões representam às novas isenções e R$ 1,1 milhão é em virtude do não reajuste. Sendo assim, a arrecadação prevista com a taxa cairá de R$ 36.150 milhões para R$ 32.719 milhões.

No entanto, ainda segundo o texto, a renúncia de receita representa “tão somente 2,75% da estimativa de acréscimo dos impostos e transferências (R$ 139.784.000,00), portanto, não afetará as metas de resultados previstas na Lei de Diretrizes Orçamentárias”.

Fonte: Correio do Estado

Menor valor do imposto elevou consumo e vendas nos postos de combustíveis

O governo de Mato Grosso do Sul deve manter, no próximo ano, a alíquota de 12% do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre o óleo diesel, em vigor desde maio, quando eclodiu a greve dos caminhoneiros em todo o País. Antes das manifestações, a alíquota era de 17%, e grupos de caminhoneiros e transportadoras cobravam a redução prometida pelo governador Reinaldo Azambuja (PSDB) no período de campanha eleitoral. “A redução é uma medida definitiva do governo, não existe previsão de ser revertida”, afirmou ao Correio do Estado o secretário-adjunto da Fazenda de MS (Sefaz), Cloves Silva.

Ainda de acordo com Silva, após a implementação da medida, foi possível constatar “diminuição no preço do diesel nas bombas dos postos de combustíveis”. “Antes, o preço era acima dos R$ 4 e hoje está abaixo disso. Claro que não foi só por causa da redução da alíquota do ICMS, existiram outros fatores, mas nós entendemos que parte disso é reflexo das ações do governo do Estado”, destacou.

Segundo informações do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo e Lubrificantes de MS (Sinpetro), de janeiro a setembro deste ano, houve um acréscimo de 3,03% nas vendas de óleo diesel no Estado, em comparação ao mesmo período de 2017. Em litros, a porcentagem representa 16,152 milhões de diesel vendidos a mais nos nove meses contabilizados. O número total de litros comercializados até setembro deste ano ficou em 554,552 milhões, contra 538,400 milhões do ano passado.

Já em relação ao preço do diesel, o combustível atualmente custa, em média, R$ 3,65 na Capital e R$ 3,75 no interior de MS. No fim de maio e início de junho, o litro do diesel chegou a valer até R$ 4,15 em Campo Grande, com média de R$ 3,97 nos postos da cidade. A queda no preço médio é de 7,12%, o que pode explicar o aumento nas vendas. “Foi realmente detectado uma alta interna do consumo do diesel, mas que ainda não foi suficiente pra recompor toda a receita que deixou de entrar com arrecadação [do ICMS]”, pontua Silva.

INSTÁVEL

Mesmo com a reação nas vendas, o mercado de combustível ainda está apreensivo, de acordo com informações do Sinpetro-MS. Em agosto, o Correio do Estado divulgou levantamento sobre fechamento de postos de combustíveis no Estado. Em um ano e meio, foram 30 estabelecimentos que encerraram as atividades em MS.

“O mercado de combustíveis está muito preocupante por causa das margens bastante afetadas pela concorrência às vezes predatória, o que ocasiona fechamento de postos. Os revendedores de combustíveis ainda estão na expectativa do novo governo para ver com ficará nosso setor e como caminhará a economia; portanto, o quadro é de estagnação quanto à abertura e/ou fechamento de postos”, informou a Sinpetro em nota.

Nesse cenário de incertezas, a continuidade da alíquota reduzida do ICMS sobre o diesel parece ser um dos poucos pontos concretos para os revendedores de combustíveis no Estado. “O governo entende que isso é importante para movimentar a economia interna, para a indústria, para o agronegócio, para os comerciantes e para os consumidores em geral”, finaliza o secretário-adjunto da Sefaz.

Fonte: Correio do Estado

 

O preço médio da gasolina em Mato Grosso do Sul teve queda de 1,02% nesta semana segundo pesquisa da ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustível). Os resultados do levantamento feito em 88 postos espalhados em sete cidades mostram que o produto gira em torno dos R$ 4,35.

É a segunda queda seguida que o produto teve depois de dois meses de altas, acumulando baixa de 2,46% desde o dia 21 de outubro. A gasolina mais cara achada no estado era vendida por R$ 4,89 em Três Lagoas, rompendo com a estabilização registrada nas seis semanas anteriores, quando o teto se manteve em R$ 4,82. Esses sete centavos representam um acréscimo de 1%.

O município localizado no Bolsão é conhecido por ter os combustíveis mais caros por conta de problemas na logística de distribuição. A falta de uma central na região da divisa com São Paulo faz com que o produto passe direto por Três Lagoas para seguir a Campo Grande e depois refazer todo o trajeto para encher os reservatórios dos postos. Todo o custo desse processo acaba repassado aos consumidores.
Já a gasolina mais barata do estado foi encontrada por R$ 4,16 em Campo Grande, queda de 0,48% em relação à semana passada. Na Capital, o combustível mais caro foi encontrado por R$ 4,49.

O teto teve queda de 2,39% em comparação com as quatro semanas anteriores, quando o valor máximo do produto se manteve em R$ 4,49.

O preço médio na cidade é de R$ 4,28. A conta fechou com queda de 0,16% em relação à pesquisa anterior da ANP, quando o valor do produto oscilava em torno dos R$ 4,29.

Fonte: Campo Grande News

Ação de criminosos que explodiram duas agências bancárias de Chapadão do Sul durante a madrugada desta quarta-feira (7), é considerada por agentes da polícia como práticas de grupo denominado ‘o novo cangaço’. Característicos no modo de agir, o bando é conhecido por ter armamento pesado e estudar detalhadamente a logística de suas ações.

“Eles são ousados e sitiam toda uma cidade para que a população fique a mercê deles. Além disso, são fortemente armados e têm todo um aparato de logística para cometer crimes e tentar cercear a ação das polícias Civil e Militar”, explica Giancarlo Miranda, presidente do Sinpol-MS (Sindicato dos Policiais Civis de Mato Grosso do Sul).

De acordo com Giancarlo, na maioria das vezes criminosos implicados neste tipo de crime são de fora do Estado, geralmente do norte do País, onde explosões a bancos acontecem com mais frequência.

Lojas Saqueadas
Além das agências explodidas, uma loja de roupas e uma ótica foram saqueadas pelos ‘novo cangaço’ que atacou Chapadão do Sul. De acordo com a funcionária da boutique de roupas, depois de sair do banco os suspeitos os suspeitos deram um tiro na porta de vidro do estabelecimento e de lá, levaram cerca de R$ 7 mil em produtos.

“Aqui é uma cidade tranquila, tanto que nossas câmeras de segurança ficavam ligadas apenas durante o dia e à noite desligávamos. Essa foi a primeira vez em três anos que fomos assaltadas”, conta a trabalhadora.

Como o circuito de segurança da loja estava desligado, a funcionária da loja disse que teve acesso às imagens feitas pelas câmeras instaladas na agência bancária. Ela conta que a ação dos bandidos durou cerca de 18 minutos e começou horas antes de o prédio ser invadido.

“Eles entraram na agência por volta das 2 horas, mas antes, cerca de 23 horas, uma das assaltantes ficou vigiando o local. Ela parou em um container de lanche que fica ao lado e, para disfarçar, pediu um refrigerante e ficou circulando, olhando câmeras. Era como se estivesse mapeando”, relata.

Da ótica, os autores não conseguiram levar nenhum produto porque os óculos estavam presos na vitrine. Apenas a porta de vidro foi danificada.

Vigilância
Ainda segundo a funcionária da loja saqueada, há 20 dias, comerciantes da região notaram a presença de homens em atitudes suspeitas na região. “Algumas funcionárias estranharam e reclamaram para a dona da loja. Eles ficavam em um carro branco olhando para as lojas e para as agências. Ficaram por cerca de duas semanas e depois sumiram”, conta.

As explosões
As agências bancárias ficam 250 metros de distância uma da outra e a primeira a ser a arrombada foi a do Banco do Brasil, em seguida a da Caixa Econômica Federal. Os bandidos ainda fecharam uma saída da cidade.

Parte da quadrilha foi para frente do quartel da Polícia Militar e outra parte para o prédio da Policia Civil. Eles efetuaram disparos contra os prédios para impedir que os policiais saíssem do local.

Os valores levados pelos bandidos não foram revelados. Mas, informações são de que os caixas estavam cheios, já que nesta quarta (7) seria pagamento de quem trabalha em usinas e fazendas próximas.

 

Fonte: Midiamax

 

Representante das revendedoras diz que setor foi pego de surpresa

Com reajuste entre 8,2% e 9% para o botijão de gás de 13 kg nas refinarias, anunciado pela Petrobras e divulgado pelo Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liqüefeito de Petróleo (Sindigás), o preço em Campo Grande pode atingir até R$ 92,65 a partir desta terça-feira (6).

Conforme o presidente do Simpergasc-MS (Sindicato das Micro, Pequenas Empresas e Revendedores Autônomos de GLP, Gás Canalizado e Similares do Estado de Mato Grosso do Sul), Vilson de Lima, o anúncio de reajuste foi uma grande surpresa para todos do setor nesta segunda-feira (5).

“Totalmente fora do planejamento. Nosso telefone não para com os revendedores desesperados não entendendo de onde vem esse reajuste. Não tem justificativa nenhuma, simplesmente anunciaram o aumento. Ainda vamos fazer um estudo para calcular quanto isso deve afetar”, disse o presidente.

Conforme o levantamento de preços da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o preço médio em Campo Grande, registrado entre 21 e 27 de outubro, era de R$ 68,82. Levando esse valor em consideração, o preço deve chegar a R$ 75,01.

Ainda segundo a ANP, o maior preço registrado foi de R$ 85. Com o reajuste de 9% programado a partir da 0h desta terça-feira, o valor do gás chega a R$ 92,65.

Fonte: Mídiamax

 

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