Mato Grosso do Sul (221)

Se a página não for tirada do ar empresa terá multa diária de R$ 30 mil

O juiz eleitoral Wagner Mansur Saad determinou que a empresa Facebook tire do ar num prazo de 24 horas a página “MS sem Corrupção” que, segundo a coligação Avançar Com Responsabilidade, teria sido criada com o propósito de divulgar notícias falsas e caluniosas contra o candidato ao governo de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja. Despacho em questão foi definido ontem, sábado (20), contudo, até por volta das 15h deste domingo (21), a página ainda permanecia no ar.

Além de determinar a remoção da página, a corte eleitoral determinou ainda que o Facebook “deverá adotar providências para interromper o impulsionamento contratado, a fim de cessar a divulgação paga das postagens da página MS sem corrupção, sob pena de multa diária de R$ 30.000,00, devendo comunicar este Juízo do cumprimento da tutela de urgência ao final dos prazos”.

De acordo com representação da aliança do governador, “o perfil anônimo teria sido criado no dia 16 de outubro de 2018 com único propósito de atacar e denegrir a imagem do candidato e governador Reinaldo Azambuja, e que buscaria criar na população estados mentais, com intuito de denegrir a imagem do Governador e candidato Reinaldo Azambuja, estimulando a população a desacreditar no candidato e, por via transversa, favorecer o outro candidato na disputa eleitoral”.

Ainda conforme a representação, “todas as suas postagens contêm direcionamento às eleições 2018, especialmente voltadas contra o candidato Reinaldo Azambuja, devendo ser ressaltado que duas delas contêm informação sabidamente inverídica ou de difícil constatação, além de possuírem natureza difamatória”.

Para o juiz Mansur Saad, "ao acessar o link fornecido pela representante, não se pode concluir de outra forma senão a de que a página referida teria sido criada com objetivo eleitoral".

Fonte: Topmidianews

Mandado determina apreender "Fake News" produzido contra PSDB

A Justiça Eleitoral de Mato Grosso do Sul, determinou nesta sexta-feira (19), um mandado de contestação, busca e apreensão de materiais impressos e computadores produzindo Fake News, em um imóvel sob a coordenação de Júlio Cabral, diretamente envolvido na campanha ao governo estadual, juiz Odilon de Oliveira (PDT).

A suspeita é de que pessoas ligadas à coordenação da campanha do juiz federal aposentado, está sendo elaborado material digital e impresso falso, as conhecidas Fake News, tão faladas nas campanhas deste ano.

Os materiais deturpam a imagem do governador e candidato à reeleição, Reinaldo Azambuja (PSDB), de acordo com a coligação “Avançar com Responsabilidade” do PSDB e mais 11 partidos, que ingressou com pedido de providências, alegando as Fake News.

Segundo o pedido, após a elaboração dos materiais, é repassado a terceiros para iniciarem o compartilhamento e depois delegam, para ocultação de provas. A criança das Fake News está sendo feita na rua 14 de Julho.

A coligação pediu ainda a expedição do mandado de busca e apreensão e a perícia em computadores apreendidos no local.

Diante dos fatos, o juiz eleitoral Paulo Afonso de Oliveira, decidiu que com a ausência de prova dos fatos a expedição de mandado de busca e apreensão de materiais ligados no escritório informado pela coligação.

Julio Cabral é o consultor da campanha de Odilon. A reportagem do Correio do Estado tentou entrar em contato com ele por telefone, mas o celular está desligado.

De acordo com a Polícia Federa, ainda não há, pelo menos não hoje, deflagração de qualquer operação relativa ao combate de Fake News. Porém, para cumprir a decisão do juiz, agentes da PF apenas acompanharam Oficial de Justiça na execução de buscas em endereço no Centro de Campo Grande. Todos os itens apreendidos já estão custodiados no Cartório Eleitoral. Ainda segundo a nota, a participação da PF no cumprimento do presente mandado foi apenas de garantir a segurança dos Oficiais de Justiça.

Fonte: Correio do Estado

A esposa do homem, que é mãe da criança, disse que o tiro foi acidental

Gerson Reinaldo da Silva, 44 anos, é suspeito de matar o próprio filho, um menino de 10 anos identificado como Vicente de Oliveira da Silva. A esposa do homem e mãe da criança alega que o tiro foi acidental.

O caso aconteceu na tarde desta quinta-feira (18), no assentamento São Pedro, em Sidrolândia, município distante aproximadamente 70 quilômetros de Campo Grande.

De acordo com o Sidrolândia News, o tiro foi de uma espingarda calibre 36 e atingiu o ouvido da criança, provocando a sua morte.

Quando os policiais chegaram ao local, a mãe de Vicente informou que seu esposo atingiu o filho acidentalmente.

Conforme o boletim de ocorrência, Gerson estava com a espingarda para mostrar para um amigo, quando acidentalmente, a arma disparou e atingiu menino. Com a gravidade do ferimento, Vicente não resistiu e morreu.

Por estar com um mandado de prisão em aberto, Gerson Reinaldo da Silva não permaneceu no local. A perícia foi acionada e esteve no local juntamente com o Delegado de Sidrolândia.

A espingarda foi apreendida e o corpo da criança transportado para o IML (Instituto Médico Legal) da cidade onde o caso aconteceu.

Fonte: Topmidianews

Integrante da Comissão Nacional de Ética, deputado disse sigla não sabe do tema

O presidente regional do PDT, deputado federal Dagoberto Nogueira, confirmou que a nota do Conselho Nacional de Ética do partido não é verdadeira. “Isso não existe. É coisa de quem não tem o que fazer. Estive ontem em Brasília e conversei com o [Carlos] Lupi e nem ele sabia de onde saiu isso”, disse se referindo ao presidente nacional da sigla.

Dagoberto faz parte do conselho e também não foi informado sobre qualquer reunião. “Acha que alguém reúne conselho de ética para falar isso? É um absurdo mesmo. Não consegui entender. Lupi me perguntou se tinha tido convocação de reunião recentemente, e nem isso houve. Então ele pediu para esquecer. É fake news”.

Ele voltou a ressaltar que o PDT nacional não está apoiando nem Haddad (PT) e nem Jair Bolsonaro (PSL), na disputa do segundo turno para presidência da república. “Estão liberados. Não tem problema nenhum o candidato declarar apoio, pode fazer o que quiser. Nós não vamos manifestar apoio, mas os governadores que estão concorrendo podem conforme seus arranjos e ideologias”.

A notícia de uma possível represália contra os candidatos que ainda seguem no segundo turno para governo nos estados foi divulgada nesta semana, após 15 integrantes do Diretório Nacional enviarem uma carta à Comissão de Ética do partido pedindo expulsão de Amazonino Mendes (AM), Carlos Eduardo Alves (RN) e juiz Odilon (MS), por apoiarem Bolsonaro.

Em Campo Grande já é possível adesivar o carro com os nomes do Messias ao lado Juiz. A onda bolsonariana que ficou evidente no primeiro turno e tem chamado a atenção dos que ainda lutam por uma vaga nos Estados para ficar na administração nos próximos quatro anos. Por isso, na Capital, tanto Reinaldo Azambuja (PSDB), como Odilon são vistos ao lado do ‘Mito’.

Fonte: Correio do Estado

Único deputado federal do PT eleito por Mato Grosso do Sul e com 55.970 votos, Vander Loubet foi entrevistado pelo Jornal Midiamax nesta quinta-feira (18) O deputado afirmou que suas bases de votação estão mais próximas de apoiar o candidato a reeleição ao governo, Reinaldo Azambuja (PSDB).

“Minha base está muito mais neste apoio ao Reinaldo. São vários prefeitos, vices, que me apoiaram. Tento trazê-los para que apoiem a eleição do Haddad para presidente, mas respeitando o apoio deles ao Reinaldo”.

Para o deputado, apesar do PT ser bancada de oposição, sempre houve respeito com o governo tucano no Estado. “Temos uma relação muito forte e próxima, mas institucional. O governador honrou conosco parceria para agricultura familiar, infraestrutura”, comentou.

Agora o único parlamentar com cinco mandatos consecutivos no Congresso por Mato Grosso do Sul, Vander espera que o PT, eleita maior bancada, com 57 deputados, faça uma oposição com responsabilidade.

“O Brasil passa por uma crise, independente de quem ganhar. Tem que ter uma agenda de reformas. Para mim, se o Bolsonaro ganhar, a dificuldade é esta bancada nova, que não tem muita experiência e vai assumir. Eu fui governo por 13 anos e oposição por três anos. Todos os lados têm seus ônus e bônus”.

Confira a entrevista completa aqui: 

Fonte: Midiamax

Criança disparou por acidente em sua coxa esqueda

A Polícia Militar revelou no início da noite desta quarta-feira (17) que o aluno de 9 anos ferido após ser baleado dentro de uma sala do quarto ano do Colégio Adventista de Campo Grande, no Jardim dos Estados, região central, portava uma pistola calibre 6,35.

Segundo informações apuradas pelo Correio do Estado junto à PM, o menino levou a arma na mochila, chegou a exibir para alguns amigos no intervalo das aulas.

Testemunha ouvida prelimirnamente pela PM contou que o menino teria disparado por acidente ao pegar algo na mochila durante a aula. Ou seja, não estava manuseando a arma durante a aula.

Foi a professora de uma sala vizinha quem fez os primeiros-socorros. O professor de geografia, assustado com o disparo, correu para pedir ajuda após se certificar que as demais crianças se deitaram no chão. Ele que encontrou a arma, dentro da bolsa escolar, quente pelo disparo.

O caso ocorreu por volta das 16h30. Era a énúltima aula do dia no local.

Os primeiros pais não demoraram mais que 15 minutos para chegarem no local após o ocorrido, avisados pelos próprios filhos. Informações desencontradas, normais em uma situação como essa. Uma das ligações à Central da PM chegou a dizer que "mais de um atirador matava crianças na escola."

Segundo a corporação, foi uma decisão da própria diretoria segurar os alunos por mais de 30 minutos após o disparo na área interna da escola. O objetvo era tranquilizar a situação, mostrar que tudo não passou de um acidente e mostrar o amigo socorrido para evidenciar que a tragédia não foi maior.

Mas o estresse de uma situação como essa foi grande. Muitas das crianças choravam copiosamente até por volta de uma hora depois do ocorrido.

O trecho da Rua Rio Grande do Sul onde fica o colégio ficou interditado para trânsito no momento do resgate do menino por uma ambulância. Ele foi socorrido consciente até um pronto-socorro particular da região central.

Segundo informações, a arma levada à escola era de seu pai, perito da Polícia Civil.

Ainda não está definido em qual delegacia o caso será registrado.

O Colégio Adventista disse que irá se pronunciar sobre o caso por meio de uma nota.

Fonte: Correio do Estado

Municípios enfrentam problemas financeiros e atribuem problema à queda na arrecadação


Prefeituras de Mato Grosso do Sul têm tido dificuldade para manter as contas em dia. As cidades de Coxim e Aral Moreira atrasaram o pagamento dos servidores neste mês, causando greve entre servidores e a demissão de servidores comissionados é uma alternativa.

Em Coxim, a 253 km de Campo Grande, os servidores entraram em greve devido ao atraso nos pagamentos. A paralisação dura oito dias e a principal reivindicação é o cumprimento de data base para o pagamento dos servidores. Procurado pelo Jornal Midiamax, o prefeito Aluizio São José (PSB) explica que a Prefeitura efetivou o pagamento de 60% dos servidores municipais, mas alguns ainda permanecem sem receber.

Aluizio admite que a Prefeitura tem tido dificuldade em manter as contas em dia. “Tivemos uma queda na nossa cota de participação do ICMS, que resultou em uma diminuição da receita em R$ 3 milhões. Além disso, o nosso FPM (Fundo de Participação dos Municípios) sofreu com alterações e problemas fiscais. Junta tudo isso com uma dívida que estamos pagando de direitos trabalhistas da antiga Santa Casa”, explica.

Para tentar manter as contas em dia, o prefeito afirma que já começou a demitir servidores comissionados, além de reduzir o tempo de trabalho em serviços não essenciais, cortando horas extras. Ainda assim, há perspectiva de atraso no pagamento do 13º salário neste ano. “A gente tem feito de tudo para não afetar a prestação de serviços à população, nossa maior dificuldade é a folha de pagamento. Estamos tentando pagá-la em setembro, estamos tentando colocar em ordem”, diz Aluizio.

Ao todo, são 1.100 servidores municipais em Coxim. O prefeito se reúne com os servidores em greve nesta terça-feira (16) para definir se a paralisação continua. Segundo ele, os servidores em greve são, em sua maioria, trabalhadores da educação. O Jornal Midiamax entrou em contato com o SINSMC (Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Coxim), mas não obteve resposta.

A Prefeitura de Aral Moreira, a 402 km de Campo Grande também passa por dificuldades para manter as contas em dia. Neste mês, o salário dos servidores atrasou cerca de uma semana e a situação já é encarada como normal. Segundo o prefeito Alexandrino Garcia (PR), o município passa por dificuldades devido à redução de repasses federais, além da participação no ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação De Serviços) e a queda de arrecadação do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano).

“Este mês tivemos um atraso de uma semana no pagamento dos salários dos servidores, mas não chegou a ter greve porque é uma situação normal. Passamos por uma crise e, como uma cidade pequena, temos dificuldade de caixa devido à baixa arrecadação de impostos, como o IPTU, por exemplo”, cita o prefeito.

Alexandrino cita que a Prefeitura tem buscado alternativas para melhorar as contas públicas e que este ano já fez o Refis (Programa de Recuperação Fiscal) para ajudar os contribuintes a quitarem as dívidas com a prefeitura. Apesar das dificuldades de pagamento, ele afirma que nenhum serviço essencial foi afetado.

Para ajustar as contas, o prefeito não descarta um corte no quadro de pessoal da administração municipal. “Estamos buscando alternativas para tentar melhorar esta situação. Não descartamos cortes. Não faremos cortes em áreas essenciais, mas deve haver um corte de pessoal para manter em ordem a administração”, afirma.

Fonte: Midiamax

Presidente é primeiro suplente de Soraya ao Senado

A senadora eleita Soraya Thronicke e o segundo suplente, Danny Fabrício Cabral Gomes impetraram uma ação de investigação judicial contra o presidente do próprio partido, o PSL, Rodolfo Oliveira Nogueira para que seja decretada a sua inelegibilidade. Com isso, ele pode ser retirado do posto de 1º suplente.

A ação pede produção de provas para que Rodolfo mostre os recebidos de pagamentos das gráficas responsáveis pelo material de campanha. O desembargador Sérgio Fernandes Martins indeferiu a liminar para que o presidente seja obrigado a mostrar as notas e concedeu ao presidente do partido cinco dias para que ele se defenda contra o pedido de inelegibilidade.

A briga entre a senadora e o presidente do PSL em Mato Grosso do Sul teria iniciado, segundo os autos, quando a senadora descobriu que Rodolfo estaria imprimindo material de campanha com o nome de Jair Bolsonaro, candidato à presidência, juntamente com o nome de outros candidatos ao Senado por Mato Grosso do Sul que não eram coligados.

De acordo com a senadora e o segundo suplemente, “o material de propaganda estava incorreto, porque induziu o eleitor a pensar que os candidatos ao senado pelo PSL seriam” outros. “A conduta do representado incorreu em abuso de poder econômico, quando da confecção de material gráfico de propaganda eleitoral”.

No processo, Soraya também relata ter registrado boletim de ocorrência por ameaça que teria sofrido de Rodolfo.

A decisão do desembargador é do último dia 9 de outubro. Após a manifestação de Rodolfo e possível arrolamento de testemunhas, o pedido de inelegibilidade será analisado e pode ser deferido ou não.

Fonte: Midiamax

355 candidaturas disputaram os 24 mandatos na Assembleia Legislativa

355 candidaturas disputaram uma das 24 vagas de deputados estaduais em Mato Grosso do Sul.

Dos nomes com mandato, apenas três não concorreram à reeleição: Beto Pereira, do PSDB, e George Takimoto, do MDB, que tentaram vagas na Câmara Federal, e Grazielle Machado, do PSD, que anunciou a desistência da reeleição logo no início deste ano.

Confira abaixo o resultado da apuração
1º - Capitão Contar (PSL) - 77.802 votos

2º - Coronel David (PSL) - 45-599 votos

3º - Jamilson Name (PDT) - 33.605 votos

4º - Renato Câmara (MDB) - 32.764 votos

5º - Onevan de Matos (PSDB) - 30.461 votos

6º - Zé Teixeira (DEM) - 30.317 votos

7º - Lídio Lopes (PATRI) - 27.680 votos

8º - Paulo Corrêa (PSDB) - 27.432 votos

9º - Felipe Orro (PSDB) - 27.432 votos

10º - Barbosinha (DEM) - 27.025 votos

11º - Marçal Filho (PSDB) - 24.976 votos

12º - Professor Rinaldo (PSDB) - 24.417 votos

13º - Marcio Fernandes (MDB) - 23.131 votos

14º - Eduardo Rocha (MDB) - 22.175 votos

15º - Cabo Almi (PT) - 20.771 votos

16º - Pedro Kemp (PT) - 20.720 votos

17º - Londres Machado (PR) - 20.616 votos

18º - Neno Razuk (PTB) - 19.006 votos

19º - Herculano Borges (SD) - 17.582 votos

20º - Gerson Claro (PP) - 16.249 votos

21º - Antonio Vaz (PRB) - 16.086 votos

22º - Evander Vendramini (PP) - 12.585 votos

23º - Lucas de Lima (SD) - 12.133 votos

24º - João Henrique (PR) - 10.981 votos

Fonte: Jornal da Nova

Juiz aposentado disputará o governo com Reinaldo Azambuja

Com a confirmação do segundo turno nas eleições para o governo do Estado, o juiz federal aposentado Odilon de Oliveira (PDT) já começou a pensar nas tratativas em busca de apoio na corrida para a sucessão estadual. Segundo mais votado, ele foi até o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) para comemorar o segundo turno, que será disputado com o atual governador Reinaldo Azambuja (PSDB).

Odilon disse que pretende fazer aliança com o PT. “Vamos pedir apoio de todos os eleitores do PT, mas ainda não fechamos com nenhum partido”, disse, acrescentando que as tratativas começam amanhã.

O candidato aproveitou para dizer que defende a redução de partidos políticos e que vai votar para que as vagas para mulheres nas eleições sejam de mais de 30%, que ele considera como uma “formalidade”.

SEGUNDO TURNO

O atual mandatário, Reinaldo Azambuja (PSDB), e o juiz federal aposentado Odilon de Oliveira (PDT), voltarão a disputar a preferência dos eleitores no dia 28 de outubro.

Com 99% das urnas eletrônicas do Estado já apuradas, Azambuja somava 44,61% dos votos válidos. Odilon de Oliveira acumulava 31,67%.

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Junior Mochi (MDB) tinha 11,81% dos votos, com 145.506 eleitores. Humberto Amaducci (PT) somava 9,90%, com 121.955; seguido por Marcelo Bluma (PV), com 1,29% da preferência e 15.877 votos). João Alfredo (PSOL), estava em último, com
0,63% e 7.724 eleitores.

Fonte: Correio do Estado

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