Estaduais 2019 (147)

Embalado pela ginga de Nego Ney, o menino que popularizou a dancinha reproduzida por Gabigol na comemoração dos gols sobre o Madureira, o Flamengo assegurou a classificação para a semifinal geral do Carioca. A vitória por 2 a 0 no Maracanã ainda não selou vaga no mata-mata da Taça Rio, mas foi suficiente para levar o time à fase decisiva do Estadual pelo que fez nos dois turnos.

O Flamengo alcançou 24 pontos — tem a melhor campanha até o agora. Independentemente do que acontecer no segundo turno (outro título do Vasco ou não), ele não pode ser mais alcançado pelo Volta Redonda, o quarto time com mais pontos acumulados, e já cumpriu requisito do regulamento para estar na semifinal geral. No grupo B, o Fla virou líder.

A ressalva em relação à vitória sobre o Madureira é que a diferença de gols poderia ter sido muito maior, mas o time não foi competente para isso. O próprio Gabigol, que abriu o placar na reta final do primeiro tempo, perdeu duas chances de forma absurda. Um atacante desse quilate não pode se dar ao luxo de falhar em situações tão claras, embora o camisa 9 seja o artilheiro do Flamengo na temporada, com sete gols.

É pertinente citar que o primeiro gol foi irregular. A comemoração à la Nego Ney não era para ter acontecido nesse momento. Gabigol estava impedido quando aproveitou o rebote da cabeçada de Willian Arão, uma bola defendida por Douglas que ainda tocou na trave antes de sobrar para o atacante do Fla.

Mas a dancinha tornou-se legítima no segundo tempo, quando Gabigol fez o segundo gol (regular) e sacramentou o placar.

Fonte: Extra.globo

 

Se no sábado o Vasco se tornou meme na internet aparentemente sem razão, por conta de um comentário do ídolo Edmundo no perfil do craque Lionel Messi, neste domingo há um motivo mais específico para a brincadeira: o festival de gols perdidos. Embora superior os 90 minutos, o time perdeu por 2 a 0 para a Cabofriense, pela Taça Rio, e inaugurou a primeira derrota na temporada. O resultado interrompeu a lua de mel da torcida com a equipe e o técnico Alberto Valentim, vaiados em Cariacica (ES). Com cinco pontos, o Vasco é apenas o terceiro colocado no grupo B, mas tem vaga garantida na final do Estadual por ter conquistado a Taça Guanabara. Na quarta-feira, o adversário é o Resende.

Sem Cáceres, Werley, Castan e Lucas Mineiro, que não atuaram por desgaste físico, além do suspenso Maxi López, o Vasco não demonstrou o mesmo conjunto das partidas anteriores. Mesmo assim, a equipe criou uma série de chances claras, na pequena área, mas a dupla de ataque formada por Ribamar e Marrony desperdiçou várias oportunidades no início. Marrony mandou uma bola na trave, assim como o lateral Claudio Winck. E um gol de Ribamar anulado por impedimento. Sem nada com isso, a Cabofriense se postou bem na defesa, e na única chance de perigo, fruto de falha coletiva da defesa vascaína, saiu em vantagem no primeiro tempo, gol de Rincon.

Galhardo foi acionado por Alberto Valentim, e provocou as principais jogadas de perigo no segundo tempo. No entanto, o Vasco seguiu perdendo gols. Rossi parou no goleiro George, e Marrony, artilheiro do time na temporada, errou o alvo sem marcação dentro da área, mais uma vez. Com Pikachu em campo, o Vasco se abriu de vez em busca do empate, e a Cabofriense se fechou completamente. Os dois titulares se somaram a Bruno Cesar na criação e no domínio das ações.

Mas não era o dia do Vasco. Em contra-ataque veloz, a Cabofriense ampliou com Bruno Lima. Assim como no primeiro gol, o goleiro Fernando Miguel não saiu na bola, e permitiu, assim como os zagueiros, que o jogador escorasse o cruzamento. O time de Valdir Bigode, que teve o nome gritado pela torcida do Vasco, ainda poderia ter ampliado. Liga-se o sinal amarelo em São Januário. Em dia que poupou jogadores, o Vasco deu sinais claros de que o cobertor curto de um elenco limitado cobraria seu preço.

Fonte:Extra

 

No estádio do Pacaembu neste sábado (16), o São Paulo recebeu o Palmeiras pressionado na tabela e perdeu para o rival por 1 a 0, um golaço de Carlos Eduardo aos 34 do segundo tempo.

Se a equipe tricolor teve domínio do jogo no primeiro tempo, criando mais chances que o adversário, a derrota concretizada já na parte final da partida complica o clube na classificação.

Com 14 pontos, o São Paulo é atualmente o segundo colocado do Grupo D, três pontos atrás do Ituano, mas pode ser ultrapassado pelo Oeste, caso este vença o Corinthians no domingo (17).

Almejar a liderança é ainda mais difícil, já que o clube pode apenas empatar empontos com o primeiro colocado do grupo e precisaria tirar uma diferença de cinco gols de saldo.

Na última rodada, o time comandado por Vagner Mancini terá a difícil missão de vencer o São Caetano fora de casa e que briga contra o rebaixamento, enquanto o Oeste recebe o também ameaçado da degola Mirassol.

A torcida presente no estádio e que aplaudiu o time na saída para o intervalo terminou o jogo protestando contra os atletas, contra a diretoria e xingando o presidente do clube, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco.

Já do lado palmeirense, a vitória não só manteve o tabu (são agora 10 jogos sem perder para o rival no Paulista), como também classificou a equipe, atualmente líder do Grupo B.

Na última rodada, o Palmeiras receberá a Ponte Preta. Um empate bastará para garantir o primeiro lugar do grupo e a vantagem de decidir em casa o duelo das quaras de final, que será contra Novorizontino ou Guarani.

Foram 17.755 pagantes para um total de 19.208 presentes para prestigiar o Choque-Rei. A renda foi de R$ 689.900,00.

SÃO PAULO

Tiago Volpi, Igor Vinícius, Arboleda, Ardeson Martins e Reinaldo (Leo); Luan (Everton Felipe), Hudson e Hernanes (Brenner); Antony, Pablo e Gonzalo Carneiro
T.: Vagner Mancini

PALMEIRAS

Weverton; Marcos Rocha, Gustavo Gómez, Antônio Carlos e Victor Luís; Felipe Melo, Moisés (Bruno Henrique) e Ricardo Goulart; Dudu (Jean), Gustavo Scarpa e Borja (Carlos Eduardo)
T.: Luiz Felipe Scolari

Árbitro: Thiago Duarte Peixoto
Assistentes: Marcelo Carvalho Van Gasse e Tatiane Sacilotti dos Santos Camargo
Público/Renda: 17.755 mil torcedores/19.208 mil torcedores
Renda: R$ 689.900,00
Cartões amarelos: Pablo e Anderson Martins (São Paulo); Moisés, Gustavo Gómez, Antônio Carlos e Borja (Palmeiras)
GOL: Carlos Eduardo, aos 34 minutos do segundo tempo (Palmeiras)

Fonte: Correio do Estado

 

Time de Sorocaba teve oportunidade de virar o jogo no fim, mas Alecsandro desperdiçou.

O Corinthians não manteve a sua boa fase na tarde deste sábado (2). Depois de abrir 1 a 0, em Sorocaba, com Clayson, parecia caminhar tranquilo para a vitória no intervalo.

O problema ocorreu no segundo tempo, quando o time não conseguiu mais jogar, levou o empate de Paulo Henrique e só não saiu perdendo porque Alecsandro perdeu um gol incrível no último lance de perigo do São Bento, time de pior campanha do Campeonato Paulista.

O resultado faz com que o Timão alcance seis jogos de invencibilidade, agora com 14 pontos conquistados no Grupo C do Campeonato Paulista, ainda na liderança da chave, à frente de Ferroviária e Bragantino. Os dois adversários, porém, seguem vivos na disputa.

Com a primeira semana livre da temporada para trabalhar, o Alvinegro só voltará aos campos no domingo, dia 10 de março, para encarar o Santos, na Arena, pela 10ª rodada da competição.

O Bentão, por sua vez, segue na lanterna com apenas quatro pontos conquistados e nenhuma vitória, buscando a recuperação frente à Ponte Preta, mais uma vez dentro de casa, também no dia 10.

Fonte: Campo Grande News

 

Ganso não marcou e nem deu um passe para gol. Mas isso não diminuiu em nada a alegria da torcida do Fluminense, que recebeu com festa o novo candidato a ídolo e ainda viu a equipe vencer o Bangu por 2 a 0, no Maracanã. Foi um bom começo de Taça Rio para o Tricolor e também para o camisa 10.

— Eu me senti super bem. Conversei bastante com o Fernando (Diniz) sobre isso. Era um jogo para me condicionar fisicamente, o que fiz na partida. Procurei o jogo de um lado para o outro, mesmo sem a bola. A cada partida a gente vai evoluindo — disse Ganso em sua autoanálise.

A próxima chance para a torcida ver Ganso em campo e para o próprio ganhar mais ritmo será na próxima sexta, em Moça Bonita, no jogo contra o Resende. Antes disso, no entanto, o Fluminense estreia na Copa Sul-Americana contra o Antofogasta, do Chile, no Maracanã. O meia não está inscrito na primeira fase do torneio.

Nesta sexta, ele sofreu com a marcação no começo do jogo. Até os 25m, gastou mais energia se movimentando em campo para achar espaços do que participando da criação. À medida que os jogadores do Bangu diminuíram o ritmo, o camisa 10 conseguiu aparecer. Com alguns lançamentos precisos e plásticos, fez a torcida se empolgar e já imaginar como ficará o time quando ele encontrar o entrosamento com os companheiros e a proposta de jogo de Fernando Diniz.

Mas o apoiador não participou dos principais lances. Aos 34m, só assistiu Yony González ajeitar com a cabeça para Digão acertar, de primeira, um belo chute cruzado e abrir o placar. Golaço como os que a torcida espera um dia ver Ganso marcar.

— Fico feliz por ter feito meu primeiro gol no ano. Mais ainda porque a equipe está jgando bem. O Bangu veio com proposta de contra-ataque e conseguimos anular bem — festejou Digão.

Aos 12m da etapa final, o 10 também foi um mero expectador quando Caio Henrique — um dos melhores em campo — desarmou o rival ao pressionar a marcação e contou com a sorte ao ter seu chute desviado na zaga rival. A bola parou no canto do gol.

Fonte: Extra

 

O Santos venceu o Guarani por 3 a 0 na noite desta segunda-feira, no Pacaembu, pela sétima rodada do Campeonato Paulista. Jean Mota fez dois e Rodrygo completou.

O Peixe dominou todo o jogo e, mesmo com 1 a 0 parcial no intervalo seguiu em cima do Bugre. Jean se isolou na artilharia do Paulistão, agora com sete gols. E o novo camisa 11 fechou o placar na estreia pelo Alvinegro na temporada depois do Sul-Americano Sub-20 com a seleção brasileira.

O Santos, líder geral do Estadual, voltará a campo no clássico diante do Palmeiras, sábado, na arena do rival. No mesmo dia, o Guarani receberá o São Caetano.

O JOGO

O Santos, como de costume, controlou o jogo desde os primeiros minutos e voltou a enfrentar uma boa defesa. O Guarani encurtou os espaços do Peixe assim como feito pelo Mirassol na última rodada.

O Peixe ficou com a bola, não sofreu na defesa e só foi perigoso na primeira metade da etapa inicial pelo alto. Gustavo Henrique teve duas boas chances e desperdiçou.

Quando o lado direito passou a ser mais acionado com Victor Ferraz e Derlis González saiu da área para buscar espaços, o Alvinegro cresceu. Aos 35, na primeira boa triangulação, a arbitragem marcou impedimento duvidoso de Sánchez. Dois minutos depois, veio o primeiro gol.

A jogada foi precisa. Tabela de Victor Ferraz com Cueva, passe para trás, chute cruzado de Sánchez e Jean Mota, artilheiro do Campeonato Paulista com seis gols, aproveitou na pequena área. 1 a 0 parcial.

VITÓRIA CONFIRMADA

O segundo tempo foi mais aberto. Em cinco minutos, três oportunidades foram criadas – duas para o Guarani, com Thiago Ribeiro e Viana, e uma do Santos, com Carlos Sánchez.

O Bugre se expôs e ofereceu espaço ao Peixe. Os donos da casa, porém, voltaram a mostrar falta de pontaria e não mataram o jogo.

O Alvinegro teve diversas oportunidades na bola parada e, em uma delas, quase marcou um golaço. Carlos Sánchez bateu escanteio para trás, Derlis fez o corta luz e Jean Mota bateu bonito, rente à trave, aos 22. Aos 28 e 29, Sánchez e Aguilar voltaram a assustar no jogo aéreo.

No minuto 33, o Santos teve mais um gol anulado. Em novo escanteio perigoso, Copete desviou e Derlis guardou. Paraguaio, porém, estava à frente. Na sequência, o Guarani sucumbiu. Jean Mota marcou o segundo dele em cobrança de falta direta para o gol e decretou a vitória.

Nos minutos finais, o Santos administrou o resultado e ainda deu tempo de fazer o terceiro. Aos 44, Derlis caiu na área e optou por cruzar ao invés de reclamar de pênalti. Rodrygo, sozinho, cabeceou para o fundo do gol. Vitória do líder geral do Campeonato Paulista.

Mesmo com Cueva, Jean Mota segue como principal destaque do Santos (Foto: Sergio Barzaghi/Gazeta Press)

FICHA TÉCNICA

SANTOS 3 x 0 GUARANI

Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)

Data: 18 de fevereiro de 2019, segunda-feira

Horário: 20 horas (Brasília)

Árbitro: Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral (SP)

Assistentes: Neuza Ines Back (SP) e Leandro Matos Feitosa (SP)

Público e renda: 14.708/R$ 399.272,00

Cartões amarelos: SANTOS: Alison. GUARANI: Victor Ramos e Carlinhos

GOLS

Santos: Jean Mota, aos 37 do 1T, e 35 do 2T, e Rodrygo, aos 44 do 2T.

SANTOS: Vanderlei, Victor Ferraz, Aguilar, Gustavo Henrique e Copete; Alison (Jean Lucas), Diego Pituca, Carlos Sánchez (Yuri) e Jean Mota; Cueva (Rodrygo) e Derlis González.

Técnico: Jorge Sampaoli

GUARANI: Giovanni, Léo Principe, Ferreira, Victor Ramos e William Matheus (Inácio); Deivid (Carlinhos) e Ricardinho; Lucas Crispim (Álvaro), Thiago Ribeiro e Jefferson Nem; Fernando Viana

Técnico: Osmar Loss

Fonte: Gazeta Esportiva

 

 

A final da Taça Guanabara de 2019 ficará marcada na história do futebol carioca. Não por questões estatísticas ou pelo enredo do título invicto do Vasco, que venceu o Fluminense por 1 a 0, neste domingo, no Maracanã, com gol de Danilo Barcelos. Mas pela vaidade de dirigentes dos dois clubes sobre a polêmica do setor Sul do estádio, que manchou a festa nas arquibancadas, vazias até os 30 minutos do primeiro tempo.

O improviso nas ações em consequência de uma ordem judicial que obrigava a partida acontecer com os portões fechados deixou um clima de tensão fora do estádio, o que provocou confusão entre policiais e torcedores. No fim, a Justiça reviu a decisão e 29 mil torcedores estiveram presentes na partida.

Se nas arquibancadas a supremacia era do Vasco, com um número muito maior de torcedores depois dos portões abertos, no campo, o domínio foi do Fluminense em todos os momentos. A oposição de estilos se definiu logo cedo, tal qual ocorreu no encontro na fase de grupos da competição.

A revanche, porém, confirmou a vocação vascaína de se defender e sair em velocidade. Enquanto o estilo de Fernando Diniz, de organização e intensidade, sofreu um revés por não ser objetivo e incisivo como deveria.

O Fluminense tentou a todo custo atrair o Vasco para o seu campo de defesa, para que pudesse trocar passes mais verticais na construção do ataque. O Vasco, por sua vez, só se atirou à frente no segundo tempo, e demorou a morder a isca tricolor. O primeiro tempo acabou com uma chance de perigo para cada lado, com Bruno César e Yoni Gonzalez.

O meia vascaíno, aliás, teve atuação abaixo da crítica, o que contribuiu para a dificuldade de criação da equipe de Alberto Valentim. Restava ao Vasco bolas esticadas para Marrony e Maxi Lopez, este sem velocidade para criar problemas.

Na segunda etapa, já com o estádio tomado pela torcida, principalmente a do Vasco, o jogo ganhou contornos mais dramáticos. O Fluminense teve a chance mais clara da partida. Dodi levantou na pequena área, e Everaldo, sem marcação, cabeceou para fora.

Sem vantagem do empate para nenhum dos lados, o Vasco achou um gol aos 35 minutos do segundo tempo, em falta cobrada por Danilo Barcelos após carga desnecessária de Marlon perto da linha lateral. Danilo alçou a bola na área, mas ela foi direto no gol.

O tempo que o Fluminense normalmente usava para a construção de cada uma de suas jogadas não existia mais. Com a necessidade de mais velocidade e jogo vertical, a equipe de Fernando Diniz perdeu em organização.

O jogo mais truncado deu ao Vasco a vantagem defensiva. Se já estava bem postado sem o placar mexido, com o o gol a postura se consolidou para garantir o título. O comportamento dos jogadores do Vasco irritou o time do Fluminense, e os últimos minutos foram com muita confusão também dentro de campo.

Fonte: Extra

 

O Palmeiras retomou a liderança do Grupo B do Campeonato Paulista na noite desta segunda-feira. No último jogo pela sexta rodada do torneio estadual, com o atacante Dudu inspirado no primeiro tempo, o time alviverde conseguiu se impor e ganhou do Bragantino por 2 a 0.

Com 13 pontos, o Palmeiras volta ao primeiro lugar de sua chave. A equipe palestrina havia sido temporariamente ultrapassada pelo Novorizontino, agora segundo colocado com 11 pontos. Já o Bragantino é o vice-líder do Grupo C e tem oito pontos, um a mais do que o Corinthians.

Pela sétima rodada do Campeonato Paulista, o Bragantino volta a campo para enfrentar o São Caetano às 16h30 (de Brasília) deste sábado, no Estádio Anacleto Campanella. Já o Palmeiras pega a Ferroviária às 17 horas de domingo, na Fonte Luminosa.

O Jogo – Superior ao Bragantino desde o início, o Palmeiras conseguiu sair na frente logo aos sete minutos do primeiro tempo. Em bela jogada de contra-ataque, Moisés recebeu pelo meio e passou para Dudu na esquerda finalizar com categoria na saída do goleiro Alex Alves.

O Palmeiras ampliou sua vantagem no Pacaembu aos 28 minutos do primeiro tempo. Após jogada individual iniciada pela esquerda, Dudu deixou Borja em condições de marcar. Ao tentar driblar o arqueiro adversário, o colombiano sofreu pênalti. Na cobrança, Gustavo Scarpa converteu.

O Bragantino chegou a levar algum perigo um minuto antes do fim do tempo regulamentar. Matheus Peixoto aproveitou sobra na entrada da área e bateu forte. O veterano Fernando Prass, bem posicionado, espalmou a bola pela linha de fundo e cedeu escanteio.

O Palmeiras voltou aceso para a etapa complementar e teve três boas chances para marcar. Ao pegar rebote de chute de Dudu, mesmo com o gol vazio, Borja mandou por cima. Pouco depois, Marcos Rocha recebeu de Felipe Pires e bateu cruzado, muito perto. Em seguida, Moisés arriscou de longe e deu trabalho a Alex Alves.

Em uma rara chegada do Bragantino, Adriano Paulista cobrou falta pela esquerda e exigiu boa defesa de Fernando Prass. Com o domínio das ações, o Palmeiras quase aumentou em chute de Felipe Pires, que pegou a sobra de jogada equivocada de Gustavo Scarpa e bateu para fora.

Sem correr grandes riscos no campo de defesa, o Palmeiras encurralou o Bragantino durante boa parte da etapa complementar. O técnico Luiz Felipe Scolari usou Bruno Henrique (Moisés), Carlos Eduardo (Dudu) e Lucas Lima (Gustavo Scarpa), mas o placar permaneceu inalterado.

FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS 2 x 0 BRAGANTINO

Local: Pacaembu, São Paulo (SP)
Data: 11 de fevereiro de 2019, segunda-feira
Horário: 20h (Brasília)
Árbitro: Vinicius Furlan
Assistentes: Gustavo Rodrigues de Oliveira e Vitor Carmona Metestaine (SP)
Público: 20.144 pagantes
Renda: R$ 554.857,50
Cartões amarelos: Antônio Carlos (PAL); Itaqui, Lázaro, Klauber e Magno (BRA)
Gols:
PALMEIRAS: Dudu, aos 7 minutos do 1º Tempo, Gustavo Scarpa, aos 28 minutos do 1º Tempo

PALMEIRAS: Fernando Prass; Marcos Rocha, Antônio Carlos, Edu Dracena e Victor Luis; Thiago Santos, Moisés (Bruno Henrique) e Gustavo Scarpa (Lucas Lima); Felipe Pires, Dudu (Carlos Eduardo) e Borja
Técnico: Luiz Felipe Scolari

BRAGANTINO: Alex Alves; Itaqui (Buiú), Lázaro, Júnior Goiano e Léo Rigo; Klauber (Renan), Magno, Adriano Paulista (Jefferson Galego), Rafael Chorão, Wesley; Matheus Peixoto
Técnico: Marcelo Veiga

Fonte: Gazeta Esportiva

 

O São Paulo sofreu mais uma derrota no Campeonato Paulista neste sábado e desanimou ainda mais o torcedor para o jogo de volta contra o Talleres, pela Pré-Libertadores. Visitando a Ponte Preta no Moises Lucarelli, em Campinas, pela sexta rodada do Estadual, o time comandado pelo técnico André Jardine pouco criou durante os 90 minutos. Sem qualquer poderio ofensivo, o Tricolor fez um segundo tempo de se esquecer e teve de se conformar com o revés por 1 a 0 graças ao gol de Hugo Cabral, jogador bastante contestado pela torcida da Macaca.

Com o resultado, o Tricolor se manteve na liderança do Grupo D do Paulistão, com nove pontos, mas agora só leva vantagem para o vice-líder Oeste por conta dos critérios de desempate, uma vez que o time rubro-negro também foi a nove tentos com a vitória deste sábado sobre o São Caetano.

Agora, o São Paulo volta o foco completamente para a decisão da próxima quarta-feira, contra o Talleres, às 21h30 (de Brasília), no Morumbi. Após perder o jogo de ida por 2 a 0, o Tricolor terá de vencer por 3 gols de diferença para avançar à próxima fase da Pré-Libertadores. Se sofrer um gol em casa, passa a ter a obrigação de superar os adversários por 4 tentos de vantagem.

O jogo – A Ponte Preta buscou se impor logo no começo do jogo. No primeiro minuto, Matheus Oliveira decidiu experimentar de fora da área, mas mandou à esquerda do goleiro Tiago Volpi, que apenas acompanhou a trajetória da bola com os olhos.

Daí para frente a disputa se concentrou entre as intermediárias, com o São Paulo tendo mais posse de bola, porém, mais uma vez, sem efetividade. Rodando para lá e para cá, o time comandado por André Jardine tinha um pouco mais de desenvoltura quando o garoto Antony, aberto pela direita, participava das jogadas.

Somente na reta final do primeiro tempo que ambas as equipes acabaram tendo suas melhores oportunidades de abrir o placar. Aos 31 minutos, Thalles aproveitou o vacilo de Araruna na defesa, roubou a bola, e Gerson Magrão ficou com a sobra, batendo cruzado. No rebote, Thalles completou para o gol, mas mandou por cima.

Já aos 38 minutos foi a vez de o São Paulo assustar. Após cruzamento de Reinaldo pela esquerda, Bruno Alves apareceu no segundo pau e completou com o pé direito, mas mandou para fora, em jogada muito semelhante à do jogo contra o Talleres, em que o zagueiro tricolor também não conseguiu mandar para o fundo das redes.

Se o primeiro tempo foi, tecnicamente, bem abaixo do esperado, na etapa complementar as equipes conseguiram ser ainda piores. Sem qualquer iniciativa mais agressiva, tanto a Ponte Preta como o São Paulo ficavam trocando passes até o momento de entregar a bola para o adversário e pareciam se recusar a chutar ao gol.

Apesar da ineficiência dos dois times, a Ponte Preta ainda assim conseguiu levar perigo à meta de Tiago Volpi no segundo tempo através dos cruzamentos. Aos 18 minutos, por exemplo, Thalles recebeu de Luis Ricardo, mas cabeceou para fora. Depois, aos 23, após nova bola alçada na área pelo lateral-direito da Macaca, Diego Renan ficou com a sobra e devolveu para o meio da área, mas ninguém completou para o gol.

De tanto insistir pela bola aérea, a Ponte Preta, enfim, abriu o placar aos 32 minutos. Após cobrança de escanteio fechada, Renan Fonseca escorou, e Hugo Cabral fez a antecipação sobre Reinaldo para completar para o gol e estufar as redes no Moisés Lucarelli, garantindo, assim, a importante vitória por 1 a 0 para a Macaca no Paulistão.

FICHA TÉCNICA
PONTE PRETA 1 X 0 SÃO PAULO

Local: estádio Moisés Lucarelli, em Campinas (SP)
Data: 9 de fevereiro de 2019, sábado
Horário: 19h (de Brasília)
Árbitro: Raphael Claus
Assistentes: Danilo Ricardo Simon Manis e Luiz Alberto Andrini Nogueira
Público: 4652 pessoas
Renda: R$ 94.130,00
Gols: Hugo Cabral, aos 32 do 2ºT (Ponte Preta)
Cartões amarelos: Arnaldo (Ponte Preta); Hernanes e Reinaldo (São Paulo)

PONTE PRETA: Ivan; Arnaldo (Luis Ricardo), Renan Fonseca, Reginaldo e Diego Renan; Nathan, Igor Henrique, Matheus Oliveira, Matheus Vargas e Gerson Magrão; Thalles (Hugo Cabral)
Técnico: João Paulo Sanches

SÃO PAULO: Tiago Volpi; Araruna, Arboleda, Bruno Alves e Reinaldo; Willian Farias, Hernanes (Igor Vinicius) e Nenê; Antony, Gonzalo Carneiro (Diego Souza) e Everton (Biro Biro)
Técnico: André Jardine

Fonte: Gazeta Esportiva

 

Incêndio no Ninho do Urubu deixou 10 mortos e três feridos

A Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj) cancelou toda a rodada do Campeonato Carioca deste final de semana. Flamengo e Fluminense jogariam amanhã, às 19h, enquanto Vasco e Resende se enfrentariam no domingo, às 17h. Os jogos estavam marcados para o Maracanã pelas semifinais da competição. As novas datas ainda não foram marcadas.

A decisão foi tomada após o incêndio que deixou pelo menos dez mortos e três feridos no Ninho do Urubu, o centro de treinamento do Flamengo, localizado na Vargem Grande.

O governo do Rio de Janeiro decretou luto de três dias em respeito às vítimas do incêndio e o governador Wilson Witzel determinou uma investigação minuciosa das causas do incêndio.

A secretaria municipal de Saúde do Rio de Janeiro divulgou os nomes dos três atletas feridos no incêndio, que estão internados do Hospital Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca. Jonathan Cruz Ventura, de 15 anos, está em estado gravíssimo, teve 40% do corpo queimado, foi operado e deve ser transferido ainda hoje para o Hospital Pedro II, em Santa Cruz, especializado em queimados.

Cauan Emanuel Gomes Nunes, de 14 anos, e Francisco Diogo Bento Alves, de 15 anos, também estão no Lourenço Cruz, mas serão transferidos para um hospital particular ainda hoje.

Os clubes do Flamengo e Fluminense jogariam amanhã, às 19h, e o Vasco enfrentaria o Resende no domingo, às 17h. Ambos os jogos seriam no Maracanã e válidos pelas semifinais da competição. A Ferj ainda não informou para quando os jogos serão remarcados. Ambos os jogos estavam marcados para o Maracanã pelas semifinais da competição. Com informações da Agência Brasil.

Fonte: Noticias ao minuto

 

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