Politica (590)

Presidenciável do PSL lidera com 21% a 23% dos votos em diferentes cenários

Com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fora do páreo, o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL) assume a ponta em pesquisa de intenções de voto para o Planalto realizada pelo Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe), divulgada nesta sexta-feira (17). O candidato do PSL tem entre 21% e 23% em dois cenários simulados pelo levantamento.

Já o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), provável substituto em caso de inegibilidade de Lula, saltou de 3% para 7%. Apesar do crescimento, ele segue atrás de Ciro Gomes (8%), Geraldo Alckmin (9%) e Marina Silva (11%).

Contudo, o jogo vira quando Haddad é apresentado como “apoiado por Lula”. Com esta abordagem, o ex-prefeito tem 15% das intenções de voto e assume a vice-liderança. Neste cenário, Marina e Alckmin estão empatados com 9% e Ciro Gomes soma 7%.

Nas duas abordagens “ninguém/branco/nulo” representam 24% das entrevistas.

Em um terceiro cenário com Lula, o ex-presidente lidera com 31%, seguido por Bolsonaro (20%), Alckmin (9%), Marina (8%) e Ciro Gomes (7%). “Ninguém/branco/nulo” cai para 13%.

A pesquisa foi contratada pela XP Investimentos e realizada pelo Ipespe. Mil pessoas foram ouvidas pelo telefone entre os dias 13 e 15 de agosto. O levantamento tem margem de erro de 3,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e taxa de confiança de 95,5%. A pesquisa foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-02075/2018.

Fonte: Noticias ao Munuto

Um advogado alegou que a Constituição prevê que um presidente da República condenado por crime de responsabilidade pelo Senado deve ficar inabilitado para qualquer cargo público por oito anos

Logo após o PT de Minas Gerais registrar a candidatura da ex-presidente Dilma Rousseff ao Senado, nesta quarta (15), um advogado contestou o procedimento no TRE (Tribunal Regional Eleitoral).

No documento, ele alega que a Constituição prevê que um presidente da República condenado por crime de responsabilidade pelo Senado deve ficar inabilitado para qualquer cargo público por oito anos.

"Portanto, em 31 de agosto de 2016 o Senado deu um entendimento totalmente diverso do constituinte originário ao votar o fatiamento da pena da Dilma para não deixá-la inelegível. Mas agora cabe ao juízo eleitoral finalmente declarar a inelegibilidade da Dilma", disse o autor da contestação, Mariel Marley Marra.

Ele é o mesmo que, anteriormente, havia protocolado pedido de impeachment do presidente Michel Temer (MDB) e também do governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT). A ação contra Pimentel chegou tramitar na Assembleia Legislativa mineira, mas foi suspensa. Com informações da Folhapress.

Fonte: Noticias ao munuto

Barroso encaminhou o caso Lula para Rosa Weber, a nova presidente do TSE, decidir

O ministro Luis Roberto Barroso encaminhou o caso Lula para Rosa Weber, a nova presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), decidir com quem fica a análise da viabilidade da sua candidatura.

Logo depois que o petista registrou candidatura à Presidência, no fim da tarde de quarta (15), os candidatos a deputado federal Kim Kataguiri (DEM-SP) e Alexandre Frota (PSL-SP) contestaram a candidatura do ex-presidente no TSE. O caso foi direcionado ao ministro Admar Gonzaga, com quem a defesa de Lula pede para que se concentrem todos os processos relacionados a ele.

No entanto, o registro de Lula ainda não tinha número específico para ser distribuído a um relator e o caso foi sorteado para Barroso. Segundo Barroso, "a decisão cabe à Presidência deste Tribunal Superior Eleitoral, a quem compete dirimir dúvida quanto à distribuição", escreveu o ministro. Com informações da Folhapress.

Fonte: Noticias ao minuto

“A desistência, mesmo no começo da batalha, é um autêntico exemplo de covardia, de desmerecimento da confiança alheia”, destacou o candidato ao Governo de Mato Grosso do Sul, juiz Odilon de Oliveira (PDT), em nota enviada por meio de sua assessoria de imprensa a veículos de comunicação, na tarde desta quarta-feira (15).

A nota não é “endereçada”, no entanto foi divulgada horas após a renúncia de candidatura por parte do senador Pedro Chaves (PRB).

Para justificar a saída da disputa, o parlamentar se posicionou sobre a desistência afirmando que o PRB havia topado compor uma aliança encabeçada pelo PDT de Odilon, mas que o partido do juiz sem o conhecimento dele “infelizmente fez uma aliança espúria e silenciosa com o Podemos, lançando mais um candidato ao senado”.

Pedro Chaves, na época no PSC, era suplente do ex-senador Delcídio do Amaral e assumiu o cargo em maio de 2016 após a cassação do então parlamentar.

Odilon não mediu palavras na nota divulgada nesta quarta-feira (15), e disparou “Quando resolvi deixar o cargo de juiz federal para ingressar na política, impus uma condição: não aceitar corruptos ao meu lado. Esqueci-me de incluir os covardes”.

O juiz que já registrou a candidatura junto ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) cita ainda no texto que “o verdadeiro soldado é aquele disposto a morrer lutando, se preciso for. O resto é simplesmente o resto".

Veja a nota na íntegra:

Quando resolvi deixar o cargo de juiz federal para ingressar na política, impus uma condição: não aceitar corruptos ao meu lado. Esqueci-me de incluir os covardes.

A honestidade não e uma virtude, mas um dever. Na política, arte de transformação da sociedade, antes sozinho do que mal acompanhado ou junto com egoístas, frouxos, covardes ou venáveis, sob pena de se andar pelo caminho de sempre.

A desistência, mesmo no começo da batalha, é um autêntico exemplo de covardia, de desmerecimento da confiança alheia. O verdadeiro soldado é aquele disposto a morrer lutando, se preciso for. O resto é simplesmente o resto.

Fonte: Dourados News

Acordo firmado é de que coligação teria candidatura única ao senado

O senador Pedro Chaves (PRB), anunciou nesta quarta-feira (15), por meio de nota oficial enviada ao partido, que renunciou à candidatura para o senado federal, nas eleições 2018.

A motivação aconteceu em razão do não cumprimento da condição firmada durante as tratativas iniciais, na qual, ficou definido que o partido teria um candidato único.

"Quando o PRB foi convidado para firmar coligação com o PDT foi combinado que o grupo teria somente um representante, no entanto, o PDT fez uma aliança silenciosa com o 'Podemos' lançando sem meu conhecimento mais um candidato, inviabilizando assim minha candidatura", argumenta Chaves.

O parlamentar explicou ainda que aguardou 12 dias para que o PDT resolvesse a situação e cumprisse a palavra empenhada, porém, como não voltou atrás e ficou confirmada a pré-candidatura de Humberto Figueiró (Podemos), o senador considerou que a melhor decisão era desistir do pleito.

"Não quero atrapalhar os destinos da coligação, por isso, 'saio de cena', renunciando em caráter irrevogável e irretratável minha candidatura", conclui Chaves.

Fonte: Midiamax

Definição saiu na tarde desta terça-feira, na sede do partido

Após mudar de planos duas vezes, o MDB anunciou nesta terça-feira (14) que o deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa, Junior Mochi, será candidato ao Governo do Estado. Segundo antecipou o Jornal Midiamax, a definição se deu após reunião entre lideranças do partido, nesta tarde, e às vésperas do início da campanha eleitoral.

Depois de mais de 2 horas de reunião na sede do partido, na Capital, Mochi afirmou ter aceitado o desafio de ser o nome do partido na candidatura própria ao Governo do Estado. “Temos uma árdua campanha pela frente”, afirmou.

O candidato lembrou, ainda, que teve apoio dos filiados do partido para se lançar ao Governo. “Coube a mim nesse momento enfrentar esse desafio, que é o maior da minha vida política. Com certeza tenho apoio e por unanimidade, em uma decisão coletiva, assumimos o compromisso com as ações a serem desenvolvidas nos próximos 45 dias. Faremos uma campanha propositiva, mostrando alternativas para um MS maior e mais forte”.

Entre os partidos aliados anunciados por Mochi estão o PR, PHS, PRP, DC, PRTB e o PTC. Waldeli Rosa, prefeito de Costa Rica, será o coordenador da campanha do partido ao Governo.

O nome de Mochi era o mais citado entre deputados desde o domingo (12), quando a senadora Simone Tebet desistiu da disputa. Ainda segundo o MDB, o candidato a vice-governador na chapa será uma mulher, mas as negociações continuam e o nome ainda não foi revelado.

A primeira opção nos planos do MDB para retornar ao Governo do Estado era o ex-governador André Puccinelli, que acabou sendo preso no dia 20 de julho em razão da Operação Lama Asfáltica. Diante da situação, Simone ocupou o lugar de André a pedido do próprio ex-governador. No último domingo, no entanto, a senadora alegou motivos pessoais para desistir da disputa.

Trajetória
Oswaldo Mochi Junior é advogado e está no 3º mandato como deputado estadual, pela segunda vez preside a Assembleia Legislativa. Foi eleito pela última vez, em 2014, com 35.297 votos.

Mochi deu início às atividades político-partidárias em Fátima do Sul, assumindo a presidência da Juventude do PMDB na cidade. Ainda em Fátima, trabalhou no Banco do Brasil e no TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul).

Em Coxim, Mochi candidatou-se e foi eleito prefeito por duas vezes consecutivas em 1996 e 2000. Durante o período em que esteve no Executivo foi diretor-tesoureiro da Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul (Assomasul).

Dois anos depois de ter deixado a prefeitura, Mochi foi eleito deputado estadual. No primeiro mandato Junior Mochi foi o deputado com mais leis aprovadas. Ao todo 47 projetos.

Fonte: Midiamax

Partido também avalia a possibilidade de abrir espaço para o procurador licenciado Sérgio Harfouche (PSC)

O nome do presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, Junior Mochi, ganhou força nas últimas horas para a candidatura ao governo, depois da senadora Simone Tebet desistir da disputa. Simone havia sido anunciada duas semanas atrás para substituir o ex-governador André Puccinelli, preso desde 20 de julho.

De acordo com o presidente municipal do partido, Ulisses Rocha, a "única" opção estudada dentro do MDB é a de Mochi. “É a intenção do partido”.

Ulisses Rocha, que também é advogado, esteve nesta segunda-feira (13) no Centro de Triagem Anísio Teixeira para visitar o ex-governador André Puccinelli, presidente estadual do partido. A comitiva formada por cinco homens passou pouco menos de duas horas dentro da unidade.

O dirigente do partido também não descartou do procurador licenciado Sérgio Harfouche (PSC), que seria vice de Simone, como principal nome da chapa.

O nome de Mochi já havia sido ventilado após a prisão de Puccinelli no dia 20 de julho. Também foram presos André Puccinelli Junior e João Paulo Calves. As prisões foram decretadas pela 3ª Vara Federal de Campo Grande, atendendo solicitação do Ministério Público Federal e da Polícia Federal, que apontaram novos fatos envolvendo a Papiros de Lama. A apuração envolve o uso do Instituto Ícone para a suposta lavagem de dinheiro de propinas destinadas a agentes públicos da gestão estadual anterior.

Do presídio, Puccinelli indicou a senadora Simone Tebet, que prontamente atendeu o pedido. Porém, ontem a parlamentar desistiu da candidatura e apontou "ordem pessoal" para deixar a disputa. Em carta destinada aos integrantes do MDB, Simone indicou o nome de Harfouche para substitui-la.

Fonte: Campo Grande News

Campanha nas ruas começa na quinta-feira (16)

Com o início das campanhas, fica permitido aos candidatos: realizar comícios; carreatas; distribuir material gráfico; fazer propaganda na internet (desde que não paga), cita o 'G1'.

Lula

O PT deve registrar a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso em Curitiba, até esta quarta-feira (15). A candidatura do petista será questionada na Justiça, pois a Lei da Ficha Limpa considera inelegível quem for condenado por órgão colegiado, como é o caso do ex-presidente.

Mudanças no TSE

A ministra Rosa Weber vai assumir a presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta terça-feira (14) e deve ditar as regras durante as eleições.

Calendário eleitoral

15/8 - Limite para os partidos e as coligações apresentarem junto à Justiça eleitoral o requerimento de registro de candidaturas.

16/8 - Passa a ser permitida a realização de propaganda eleitoral, como comícios, carreatas, distribuição de material gráfico e propaganda na internet (desde que não paga), entre outras formas.

31/8 - Início da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão.

9/9 - A primeira parcial da prestação de contas deve ser enviada para a Justiça Eleitoral.

17/9 - Data limite para a Justiça julgar todos os pedidos de registro de candidatos que vão concorrer ao pleito.

22/9 - A partir desta data, nenhum candidato pode ser detido ou preso, salvo em flagrante delito.

2/10 - Nenhum eleitor pode ser detido ou preso a partir desta data, salvo em flagrante delito, em caso de sentença criminal condenatória por crime inafiançável ou por desrespeito a salvo-conduto.

4/10 - Data-limite para a realização de debates no rádio e na televisão. Também termina a propaganda política feita através de comícios.

6/10 - Data-limite para a distribuição de material gráfico e promoção de caminhadas, carretas, passeatas ou carros de som. Também é o último dia para o TSE divulgar comunicados e instruções ao eleitorado.

7/10 - Primeiro turno das eleições.

28/10 - Segundo turno das eleições.

Fonte: Noticias ao minuto

Senadora do MDB alegou “pressão familiar” para jogar a toalha

Durou apenas 15 dias a candidatura da senadora Simone Tebet (MDB) ao governo de Mato Grosso do Sul. Na noite deste domingo, ela desistiu de sua tentativa de concorrer ao cargo máximo do Estado nas eleições de outubro. A senadora alegou “pressão familiar” para desistir do pleito. É a segunda troca de candidatos no MDB em menos de 30 dias. Até então, o ex-governador André Puccinelli era o pré-candidato do partido, mas sua prisão, em 20 de julho último, inviabilizou os planos da legenda.

Foi Puccinelli, há duas semanas, durante conversa com Simone Tebet no Centro de Triagem de Campo Grande, onde está preso preventivamente, que apelou a ela para substituí-lo na cabeça da chapa do MDB nas próximas eleições. A senadora havia atendido ao pedido e, agora, acatando apelo de seu núcleo familiar, recuou.

“Conhecendo meus problemas de ordem pessoal, recebi apelos contundentes da minha família para não ser candidata. Assim, acatando ao apelo de meus familiares, renuncio, à minha candidatura ao Governo do Estado de Mato Grosso do Sul pelo MDB”, afirmou Simone Tebet em ofício encaminhado na noite deste domingo (12) à direção do MDB.

No mesmo documento, ela critica a prisão do ex-governador André Puccinelli, e sugere o procurador de Justiça, Sérgio Harfouche, seu vice até então, como nome na disputa ao governo.

PRISÃO CRITICADA

“Não posso – e os emedebistas e o povo sul-mato-grossense não podem – compreender como “normal” a prisão de um candidato a governador às vésperas da eleição, sem prévia condenação. Vimo-nos, então, obrigados a reagir a esse novo quadro de forma imediata, levados pela emoção e ainda chocados com as medidas que lhe foram impostas”, afirmou Simone, ao criticar a prisão preventiva de seu correligionário.

Em outro trecho, ela lembrou que a candidatura do ex-governador, já estava viabilizada. “Nosso Partido estava, até duas semanas atrás, com a sua campanha totalmente estruturada em torno do nosso candidato natural ao Governo do Estado, André Puccinelli”, frisa.

O ex-governador, investigado por lavagem de dinheiro, figurava entre os preferidos do eleitor nas pesquisas de intenção de voto realizadas até a data de sua prisão.

RUMO

No documento em que renunciou à candidatura ao governo de Mato Grosso do Sul, Simone Tebet fala em apoiar candidatos de outros partidos, e cita seu vice na chapa, Sérgio Harfouche, como uma das possibilidades. “Se a opção for a escolha de um quadro partidário para ocupar a cabeça de chapa, quero lembrar o nome do companheiro Sérgio Harfouche, cuja competência e cujo compromisso com esse projeto não podem ser postos em causa” indica.

Ela conclui o ofício, colocando-se à disposição do MDB nas próximas eleições. “Seja qual for a opção a ser adotada por esse Diretório, terá em mim uma militante aguerrida e disciplinada na defesa – volto a repetir – do nosso projeto político, que considero (e não precisaria dizê-lo) o melhor para a nossa gente”.

Fonte: Correio do Estado

Em nota, sigla criticou falas do diretor-geral da PF publicadas neste domingo

O Partido dos Trabalhadores (PT) reagiu à entrevista com o diretor-geral da Polícia Federal, Rogério Galloro, publicada no jornal "O Estado de S. Paulo" neste domingo, 12.

Em nota, a legenda criticou o que qualifica como "abuso de autoridade" e "violência jurídica" e afirmou que as declarações de Galloro são um retrato do sistema atual, que teria como objetivo evitar um novo mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado e preso pela Operação Lava Jato.

Na entrevista, a primeira desde que assumiu o cargo, há cinco meses, o diretor da corporação relata detalhes das negociações para prender o ex-presidente e cita que 30 policiais estavam prontos para invadir o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC caso Lula não se entregasse. Detalha também os bastidores da ordem do desembargador Rogério Favreto para soltar Lula e a contraordem do juiz Sérgio Moro em 8 de julho.

"É um verdadeiro retrato do sistema podre a que estamos submetidos", diz a nota. "A ilegalidade da prisão de Lula e da revogação do habeas corpus concedido a ele naquele domingo (8 de julho) já haviam sido denunciadas pela comunidade jurídica. Mas é ainda mais escandalosa a desfaçatez de agentes do Judiciário e da Polícia Federal, ao expor em público sua conduta ilegal e as razões políticas que os moveram", afirma o documento.

O partido pede que a sociedade e as forças democráticas exijam do Conselho Nacional da Justiça, do Ministério da Justiça e do Senado pronunciamentos sobre o assunto. O documento diz ainda que a sigla não vai aceitar "passivamente a perseguição política e injusta" ao ex-presidente Lula.

Fonte: Noticias ao minuto

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