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Politica

Politica (689)

Nova pesquisa Datafolha mostra Bolsonaro com 59%, e Haddad com 41%

O candidato do PSL à Presidência da República segue na frente do candidato do PT

A nove dias do segundo turno da eleição presidencial, o candidato do PSL, Jair Bolsonaro, mantém vantagem confortável sobre seu adversário, Fernando Haddad (PT), de acordo com pesquisa concluída pelo Datafolha nesta quinta (18). Segundo o instituto, o capitão reformado tem 59% das intenções de votos válidos, sem contar eleitores dispostos a votar em branco ou nulo, ou que estão indecisos. O ex-prefeito petista está com 41%.


No levantamento anterior do Datafolha, realizado na semana passada, três dias após o primeiro turno da eleição, Bolsonaro apareceu com 58% das intenções de voto e Haddad, com 42%.

O Datafolha entrevistou 9.137 eleitores em 341 municípios na quarta (17) e nesta quinta. A pesquisa foi contratada pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo.

As oscilações observadas nas preferências dos dois candidatos estão dentro da margem de erro do estudo, que é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. A vantagem de Bolsonaro sobre Haddad continua maior entre os homens (58% a 32%) do que entre as mulheres (43% a 39%). A resistência do eleitorado feminino ao capitão é grande desde o início da campanha presidencial. O candidato do PT só aparece à frente do adversário no Nordeste, o mais fiel reduto petista. Haddad tem 53% das intenções de voto na região e Bolsonaro aparece ali com 31%.

Em todas as outras regiões, o candidato do PSL vence o rival petista com ampla vantagem. No Sudeste, ele alcança 55% e Haddad tem 29%. Na região Sul, Bolsonaro está com 61% e o petista, 27%.

+ MBL leva boneco de Bolsonaro com suástica para ser esfaqueado

Os eleitores do capitão são mais convictos do que os seguidores de Haddad. Segundo o Datafolha, 95% dos apoiadores de Bolsonaro dizem que estão completamente decididos. Entre os que votam em Haddad, 89% dizem o mesmo.

Entre os eleitores que se dizem dispostos a votar em branco ou anular o voto, 25% afirmam que ainda podem mudar de ideia e optar por um candidato até o dia da votação, que será realizada no dia 28.

A rejeição a Haddad superou a de Bolsonaro. De acordo com a pesquisa, 54% dos eleitores dizem que não votariam no petista de jeito nenhum e 41% rejeitam o capitão.

A poucos dias do segundo turno da eleição presidencial de 2014, quando Dilma Rousseff (PT) foi reeleita com pequena vantagem sobre Aécio Neves (PSDB), a candidata petista era rejeitada por 37% do eleitorado e seu rival tucano, por 41%, como Bolsonaro agora.A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número BR-07528/2018.

Vale lembrar que esta pesquisa foi feita antes de o jornal "Folha de S. Paulo" noticiar um suposto esquema de caixa dois da campanha de Bolsonaro envolvendo o aplicativo "WhatsApp".

Fonte: Noticias ao minuto

Haddad e partido de Ciro vão à Justiça para cassar chapa de Bolsonaro

O presidenciável Fernando Haddad (PT) e o PDT, partido que o apoia no segundo turno, vão entrar na Justiça para pedir a punição de Jair Bolsonaro (PSL) e a impugnação de sua chapa em razão de reportagem desta quinta-feira do jornal Folha de S. Paulo que revela que empresários bancaram a disseminação de mensagens contra o PT nas redes sociais.

Segundo o jornal, as empresas – que também terão suas punições pedidas à Justiça – custearam, com contratos de 12 milhões de reais, serviços de disparos de conteúdos por meio do WhatsApp contra o partido e favorecendo Bolsonaro. Haddad disse que há indícios de outros “milhões de reais” em contratos ainda não identificados.

“Em qualquer lugar do mundo, isso seria um escândalo de proporções avassaladoras, poderia encerrar até com a impugnação da candidatura com a chamada do terceiro colocado para disputar o segundo turno”, disse Haddad. Quem chegou em terceiro lugar no primeiro turno foi Ciro Gomes, que é do PDT, partido que anunciou que vai à Justiça – ele teve 13.344.366 votos, representando 12,47% dos votos válidos.

O petista citou que o próprio Bolsonaro, falando por viva-voz no celular, pediu a empresários que financiassem a disseminação de mensagens aos eleitores. Para Haddad, houve crimes de organização criminosa, caixa 2, calúnia, difamação e lavagem de dinheiro.

Independentemente do resultado eleitoral, Haddad afirmou que sua campanha vai rastrear os responsáveis pela disseminação do conteúdo e pedirá a prisão em flagrante ou prisão preventiva dos responsáveis. O petista também afirmou que vai cobrar de Bolsonaro uma reparação por informações mentirosas feitas contra ele durante o processo eleitoral. “Isso não tem prazo para acabar, vamos até as últimas consequências.”

O presidente do PDT, Carlos Lupi, disse que os argumentos do pedido que o partido irá apesentar à Justiça ainda estão sendo preparados pelos advogados da legenda, que devem endereçar a solicitação ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Em seu Twitter, Bolsonaro se defendeu e disse que “apoio voluntário é algo que o PT desconhece e não aceita”.

Fernando Haddad 13
@Haddad_Fernando
 
 

Vamos acionar a Polícia Federal e a Justiça Eleitoral para impedir o deputado Bolsonaro de agredir violentamente a democracia como ele tem feito. Fazer conluio com dinheiro de caixa 2 pra violar a vontade popular é crime. Ele que foge dos debates, não vai poder fugir da Justiça.

Jair Bolsonaro 1️⃣7️⃣
@jairbolsonaro
 
 

Apoio voluntário é algo que o PT desconhece e não aceita. Sempre fizeram política comprando consciências. Um dos ex-filiados de seu partido de apoio, o PSOL, tentou nos assassinar. Somos a ameaça aos maiores corruptos da história do Brasil. Juntos resgataremos nosso país!

 

Impugnação

Especialistas ouvidos pela agência Reuters avaliam que, confirmadas as informações reveladas pela reportagem, a campanha de Bolsonaro pode ser acusada de abuso de poder econômico, abuso do uso de meios de comunicação e omissão de doações de campanha, o que poderia levar à impugnação da chapa, mesmo que Bolsonaro não soubesse da ação de empresários a seu favor.

“Se confirmada, a prática pode configurar abuso de poder econômico, levando à inelegibilidade nessa própria eleição. A jurisprudência diz que, mesmo que não tenha sido ele ou a campanha, a candidatura pode responder pelo ilícito”, disse Daniel Falcão, coordenador do curso de pós-graduação em Direito Eleitoral do Instituto Brasiliense de Direito Público.

O advogado especialista em legislação eleitoral Francisco Emerenciano acrescenta que o caso pode ainda configurar omissão de despesas, o popular caixa 2, além do abuso de poder econômico, se as acusações forem verdadeiras.

“Em se configurando isso, no mínimo, se houver o conhecimento prévio da campanha – e não tem como o beneficiário não ficar sabendo em valores como esse – eu poderia ter um questionamento de que houve omissão de despesa de campanha”, disse Emerenciano.

O jornal Folha de S. Paulo relata que cada pacote de disparos em massa custaria cerca de 12 milhões de reais, para o envio de centenas de milhões de mensagens. Ao menos quatro empresas podem ter usado essa prática, segundo a reportagem.

Quatro especialistas ouvidos pela Reuters concordam que, em tese, mesmo a campanha alegando que não tem relação com a decisão de empresários que agiram em prol de Bolsonaro, o candidato poderá ser responsabilizado por crime eleitoral, já que o resultado da eleição pode ser alterado por ações em seu benefício.

“A responsabilização é objetiva. Não está sendo avaliado a conduta pessoal de Bolsonaro. A responsabilidade do abuso de poder é objetiva, não importa se a campanha agiu com culpa (sem intenção) ou dolo (propositalmente). Vai ser avaliado se conduta teve ou não influência na campanha”, diz Guilherme Salles Gonçalves, especialista em Direito Eleitoral e membro fundador da Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político.

Os advogados explicam que a suposta ação de empresários a favor do candidato do PSL infringe diversos pontos da lei eleitoral. Se a ação foi feita pelas empresas, configura doação ilegal, já que uma decisão do Supremo Tribunal Federal proibiu empresas de doarem a partidos, campanhas ou candidatos a qualquer tempo, não apenas em período eleitoral.

Se tiverem sido feitas em nome dos empresários, as doações não apenas têm limites que podem ter sido ultrapassados, como teriam sido feitas por meio do pagamento de serviço de terceiros, o que também é proibido.

A ação ainda infringe outra norma, a de que o impulsionamento de propagandas em mídias sociais só pode ser feito pelo candidato, a campanha ou a coligação e deve ser identificado como propaganda. Apoiadores ou eleitores são proibidos de agir em benefício de seu candidato.

“É um caso clássico de caixa 2 duplamente qualificado. Primeiro é um caso de gasto a favor da candidatura vindo fora do orçamento da campanha. Depois, é feito por fonte vedada. A decisão do Supremo Tribunal Federal proibiu doação de empresa a partidos e candidatos em qualquer momento, sobretudo em campanha eleitoral”, explicou Guilherme Salles Gonçalves. “A punição não tem gradação. Ou caça ou não pune.”

No início da tarde, sem mencionar a reportagem da Folha, Bolsonaro afirmou no Twitter que “apoio voluntário é algo que o PT desconhece e não aceita”.

Fonte: NSN

 

 

Deputados pedem ao Ministério Público investigação contra Bolsonaro

Uma reportagem da Folha de S.Paulo revelou a compra, por empresas, de pacotes de disparos em massa de mensagens contra o PT no WhatsApp

O deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) protocolou junto à PGE (Procuradoria-Geral Eleitoral) um pedido de investigação em decorrência de reportagem da Folha de S.Paulo desta quinta-feira (18) que revela a compra, por empresas, de pacotes de disparos em massa de mensagens contra o PT no WhatsApp.

A prática é considerada ilegal já que se trata de financiamento empresarial de campanha, o que é proibido por lei, e, ainda por cima, não é declarado.

Wyllys diz no pedido, feito nesta quinta, que a reportagem indica atos ilícitos, como caixa dois e abuso de poder econômico, e que o resultado da eleição pode ser fraudado com a iniciativa dos apoiadores do candidato do PSL, Jair Bolsonaro.

O congressista pede "providências junto à Justiça Eleitoral para punir a chapa presidencial em questão de acordo com a lei, inclusive, se for o caso, com a cassação da chapa".

Em outro pedido ao Ministério Público, o deputado federal petista Jorge Solla (BA) requer uma investigação sobre a divulgação de notícias falsas pela candidatura de Bolsonaro.

Solla escreveu que o candidato do PSL tem, por exemplo, vinculado, o candidato Fernando Haddad (PT) com a distribuição do livro "Aparelho Sexual e Cia". O deputado, porém, sustenta que o próprio Ministério da Educação, comandado por Haddad até 2012, afirma que nunca produziu, adquiriu ou distribuiu a obra.

O deputado do PT diz que uma eleição "viciada de falsidade" é passível até de anulação e pede que, "ao final, seja provocado o Tribunal Superior Eleitoral para que sejam anulados os votos direcionados ao candidato Jair Messias Bolsonaro nas eleições gerais de 2018, especialmente no segundo turno". Com informações da Folhapress.

Fonte: Noticias ao minuto

Vídeo mostra criança com arma e sugere tiro no pai em peça divulgada por Haddad

A 11 dias do 2º turno, a campanha de Fernando Haddad carregou no tom dos ataques a Jair Bolsonaro, que tem 18 pontos de vantagem segundo a última pesquisa Ibope.

Além da presença de uma vítima de tortura na televisão — Amelinha Teles —, que foi alvo do coronel Brilhante Ustra, "herói" de Bolsonaro, um vídeo divulgado por Haddad e a candidata a vice, Manuela D'ávila, usa uma criança para intensificar a retórica do medo. Nesta quarta-feira (17), a peça postada por Haddad mostra um menino com arma e sugere um tiro no pai.

O filmete é feito na perspectiva da criança. Mostra o pequeno brincando com carrinhos, nave e bonecos do Star Wars. O pai, que está tomando café da manhã com a mãe na sala, chama: "filho, vem comer. Filho, olha a hora".

O menino, entretanto, está distraído com os brinquedos no quarto e resolve revirar o guarda-roupas do pai. Entre roupas e tablet, ele encontra um revólver.

A cena a seguir é um diálogo desesperado. "Olha, pai", diz a criança. "Calma, filho", reage o genitor. "Meu filho, pelo amor de Deus", brada a mãe.

Ouve-se um tiro. Entra a tela escuro com os dizeres: "é melhor jair se acostumando?" — uma frase muito usada pelos militantes pró-Bolsonaro. "Vote pela vida", conclui o vídeo.

Porte e posse de arma para Bolsonaro
A peça de Haddad é um claro ataque à histórica defesa de Jair Bolsonaro contra o Estatuto do Desarmamento. "Irresponsável o governo que desarma o cidadão de bem e deixa a vagabundagem muito bem arma", já disse o deputado federal.

Para Bolsonaro, é necessário "equilibrar o jogo" da segurança pública, conferindo à população o direito à legítima defesa.

"Quem é cidadão de bem tem arma [nos EUA], não tem problema nenhum. Aqui, com algum critério obviamente, a gente vai passar pelo Parlamento... Não é decisão minha a posse de arma de fogo. E o porte a gente vai ter que dar uma flexibilizada muito grande", explica.

Ele pretende, portanto, propor ao Congresso a liberação da posse de arma e a flexibilização do porte de arma.

O Estatuto do Desarmamento, que está em vigor, permite hoje a compra de armas e o porte, em condições bastante restritas. As autorizações, tanto para compra quanto para porte, são dadas pela Polícia Federal e dependem de uma série de exigências que precisam ser atendidas pelo requerente (leia mais aqui).

Fonte: MSN

Mourão convoca e cancela entrevista coletiva; PRTB não informa motivo

A assessoria de imprensa do PRTB não informou o motivo do cancelamento da entrevista e afirmou que o general Mourão segue em compromissos privados

O candidato a vice-presidente na chapa de Jair Bolsonaro (PSL), general Hamilton Mourão (PRTB), cancelou a entrevista coletiva que havia convocado para a na tarde desta quarta-feira, 17.

A assessoria de imprensa do PRTB não informou o motivo do cancelamento da entrevista e afirmou que o general Mourão segue em compromissos privados.

Esta seria a primeira coletiva convocada por Mourão desde que ele foi desautorizado pelo próprio Bolsonaro a falar em público, em meio a declarações controversas sobre o décimo terceiro salário, Constituição e famílias comandadas por mulheres, no fim de setembro. Desde então, ele tem se restringido a fazer agendas fechadas e falado pouco à imprensa.

Em entrevista ao Jornal Nacional um dia depois do primeiro turno, Bolsonaro qualificou as falas do vice como "caneladas". "Ele é general, eu sou capitão. Mas eu sou o presidente", emendou.

Fonte: Noticias ao minuto

Reinaldo Azambuja lidera pesquisa com 57% dos votos válidos

Com 14 pontos atrás, o juiz aposentado Odilon de Oliveira fica com 43% da preferência do eleitorado.

Se o 2º turno das eleições fossem nesta terça-feira (16), Reinaldo Azambuja (PSDB) seria reeleito com 57% dos votos válidos –que exclui do cálculo brancos, nulos e indecisos– contra 43% para Odilon de Oliveira (PDT). O governador tem 51% das intenções de voto, conforme divulgou o instituto Real Time Big Data.

O juiz federal aparece com 38% da preferência do eleitoral na pesquisa estimulada encomendada pela TV Record. No levantamento, 6% do eleitorado declara que votará branco ou nulo e outros 5% que ainda estão indecisos.

Mais detalhes – Dentre os que votaram em Júnior Mochi (MDB) –o terceiro colocado no 1º turno–, 58% diz que votará no governador no dia 28 de outubro e ainda 55% dos entrevistados diz aprovar a atual gestão.

Conforme a pesquisa, 27% ficam com Odilon. Outros 15% declararam que anularão o voto.

Dos que votam em Azambuja, 26% declaram que as propostas de Azambuja para a saúde o fazem escolher o governador. Já 28% dos dizem votar em Odilon, opta pelo candidato do PDT porque prefere não votar no outro candidato e outros 28% por causa das propostas de combate a corrupção.

Fonte: Real Time Big Data

Presidência – Em Mato Grosso do Sul, o presidenciável Jair Bolsonaro (PDT) terá 61% dos votos. Já Fernando Haddad (PT) fica com 23%. Ainda conforme a consulta, 12% dos eleitores declaram votar branco ou nulo, enquanto 4% ainda está indeciso.

No cruzamento de dados das votações para governador e presidente, Reinaldo aparece com 67% da preferência do eleitorado de Bolsonaro e Odilon com 32%. Já dentre os que preferem Haddad, 66% diz votar no juiz e outros 28% no governador.

Pesquisa - O levantamento foi feito nos dias 13 e 14 de outubro com 1,5 mil entrevistados, segundo divulgado pelo Big Data. A pesquisa está registrada sob o nº MS-04015-2018.

Fonte: Campo Grande News

TSE manda remover da internet vídeos de Bolsonaro contra o 'kit gay'

O ministro Carlos Horbach, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou a remoção de vídeos publicados no Facebook e Youtube nos quais o candidato a presidente pelo PSL, Jair Bolsonaro, aparece criticando a suposta distribuição pelo Ministério da Educação a escolas públicas de um livro, dentro do chamado “kit gay”.

O kit fazia parte do programa Escola Sem Homofobia, que Bolsonaro atribui ao adversário Fernando Haddad, candidato pelo PT e ex-ministro da Educação.

A decisão que mandou remover os vídeos da internet foi assinada nesta segunda-feira (15) e atendeu a pedido da campanha de Haddad. A defesa do petista nega que houve distribuição do livro, segundo declarações do Ministério da Educação e da editora que o publicou.

Na decisão, o ministro concluiu que o vídeo "gera desinformação no período eleitoral, com prejuízo ao debate político". "É igualmente notório o fato de que o projeto 'Escola sem Homofobia' não chegou a ser executado pelo Ministério da Educação, do que se conclui que não ensejou, de fato, a distribuição do material didático a ele relacionado", escreveu na decisão.

No total, os advogados de Haddad pediram ao TSE a remoção de 42 links da internet relacionados ao tema, mas o ministro mandou retirar do ar apenas 6, nos quais Bolsonaro diz que o livro era distribuído. Disse que os demais não tiveram sua "veracidade posta em xeque".

Os vídeos

Nos vídeos, publicados na sua maioria em 2016 por apoiadores do deputado, Bolsonaro ataca a suposta inclusão, dentro de material escolar contra a homofobia, da obra "Aparelho Sexual e Cia", destinado a crianças e que apresenta desenhos de cunho sexual.

"Todo ele é uma coletânea de absurdos que estimula precocemente as crianças a se interessarem por sexo e no meu entender, isso é uma porta aberta para a pedofilia também", diz Bolsonaro, mostrando partes do livro.

"O que o governo de Dilma Rousseff faz? Compra centenas de milhares desses livros e distribui para as escolas. É uma grana para os companheiros e fica pervertendo seus filhos em sala de aula", completa o deputado em outro trecho.

#FATO ou #FAKE

Em agosto, em entrevista ao Jornal Nacional, da TV Globo, e do Jornal das 10, da GloboNews, Jair Bolsonaro afirmou que o livro "Aparelho Sexual e Cia" estava dentro do material do programa.

"Estavam discutindo ali, comemorando o lançamento de um material para combater a homofobia, que passou a ser conhecido como 'kit gay'. Entre esse material, estava esse livro [Aparelho Sexual e Cia - Um guia inusitado para crianças descoladas]. Se bem que na biblioteca das escolas públicas tem", disse.

A declaração foi checada pela equipe do Fato ou Fake. A afirmação do candidato é #FAKE. O livro "Aparelho Sexual e Cia - Um guia inusitado para crianças descoladas", do suíço Phillipe Chappuis, publicado no Brasil pela Companhia das Letras, não fez parte do projeto conhecido como "kit gay".

O kit fazia parte do projeto Escola sem Homofobia, que por sua vez estava dentro do programa Brasil sem Homofobia, do governo federal em 2004. Era voltado para a formação de educadores, e não tinha previsão de distribuição do material para alunos. O programa não chegou a ser colocado em prática.

Fonte: Correio do Estado

Odilon: pai e filho se contradizem sobre visita a ex-governador preso

O presidente regional do PDT, deputado federal Dagoberto Nogueira, confirmou, na tarde desta segunda-feira (15), a conclusão das negociações do vereador de Campo Grande Odilon Júnior com o ex-governador André Puccinelli, na prisão, sobre aliança do MDB com o PDT no segundo turno das eleições para governador. Dagoberto disse ainda que o presidente de honra do partido, João Leite Schimidt, foi quem começou o acordo com o MDB. Odilon Júnior apenas terminou de selar a aliança com André.

Diante da repercussão sobre as negociações feitas na prisão com o ex-governador, cada um apresenta versão diferente dos fatos. O pai do vereador e candidato a governador, juiz Odilon de Oliveira, disse em live pelo Facebook que o filho foi colega de André Puccinelli Júnior na vida acadêmica e não foi ao presídio para negociações. Mas o filho, Odilonzinho, como é mais conhecido, disse outra coisa. Ele explicou ter ido ao presídio a convite do ex-governador para dar orientação jurídica sobre o caso dele. Puccinelli está preso desde o dia 20 de julho, com o filho, em razão dos desdobramentos da Operação Lama Asfáltica.

Só que André já tem os melhores advogados do Brasil na sua defesa, como o criminalista Antônio Mariz e Cézar Bitencourt, além de Renê Siufi, em Mato Grosso do Sul.

Pela manhã, o vice-presidente regional do partido e ex-deputado federal, Antonio Carlos Biffi, declarou que Odilon Júnior foi ao Centro de Triagem de Campo Grande “alinhar o que já estava costurado”.
Ontem à tarde, Dagoberto se reuniu com o juiz Odilon. O dirigente partidário não estava disposto a falar muito com os jornalistas. O juiz saiu pelos fundos do seu escritório particular para não dar entrevistas. Pelo comportamento de Dagoberto, sempre acessível à imprensa, ele parecia tenso. Ele vem sendo ignorado pelo juiz e admitiu, na semana passada, a existência de racha no partido.

Mas essa crise não foi admitida pelo vice-presidente, Antônio Carlos Biffi. Ele tentou mostrar unidade inexistente dentro do PDT. “Quem conduziu aliança com MDB foi o João Leite Schimidit antes e também depois do primeiro turno. O acordo era de que quem passasse para o segundo turno apoiava o outro”, disse.

A aliança dos dois partidos, de acordo com Biffi, foi alinhada, propositalmente, anteriormente. “Você pode até ganhar eleição sozinho, mas você não governa sozinho. MDB é o fiel da balança assim como foi em 2014; Delcídio [do Amaral] perdeu porque não conseguiu apoio do MDB”, justificou Biffi. Com relação às reuniões da legenda realizadas ontem, Odilonzinho se explicou dizendo que foram necessárias para alinhar os militantes. “A Executiva do PDT se reuniu pela manhã para definir como poderá contribuir mais com a campanha do juiz Odilon. À tarde, nos reunimos com Dagoberto para tratar como seria essa ajuda, qual seria o papel de cada um eleito e das pessoas do partido”.

Mas as conversas com os filiados ao partido não acabaram. “Ficou definido que hoje vamos ter outra conversa com o pessoal do partido para delimitar as funções, como quem vai ajudar a coordenar cada região, determinar quem vai auxiliar para fechar mais alianças, pois nem todas foram fechadas, e qual a função do deputado federal para falar com a Câmara Federal”.

Questionado sobre o que foi fazer no Centro de Triagem, o vereador contou ter ido visitar Puccinelli a pedido dele. “Fui visitar a pedido dele, na condição de advogado, para dar orientação sobre o caso dele. Não estou advogando, foi a convite dele para um parecer. Não posso falar sobre o que foi, pois tem que preservar sigilo entre cliente e advogado”, afirmou.

Na saída da reunião, Dagoberto relatou insegurança por parte do PDT em relação à campanha. “Estamos administrando para arrumar isso. Vamos fazer uma reunião grande com o PDT do Estado inteiro. Vou ajustar isso para saber se vai ser na quinta ou sexta, para todos eles estarem aqui”.

Fonte: Correio do Estado

É #FAKE que imagens revelam índices reais de pesquisas para a Presidência no 2º turno

Imagens de pesquisas eleitorais com resultados falsos ou fora do contexto circulam pelas redes sociais e aplicativos de mensagens após o 1º turno das eleições presidenciais, realizado no último dia 7 de outubro. Os posts são #FAKE.

Uma das imagens que circula se refere a uma pesquisa eleitoral que jamais foi divulgada pela GloboNews. Na imagem, a data que aparece é o dia 14 de outubro deste ano (um domingo) e o Datafolha como fonte. A pesquisa citada considera os votos válidos para a contagem. Não houve nenhuma divulgação de pesquisa na data.


Na verdade, a última pesquisa Datafolha, registrada no TSE com o número BR-00214/2018, teve seus resultados divulgados no último dia 10 de outubro. Nos votos válidos, considerando a margem de erro de 2 pontos para mais ou para menos, os índices foram: Jair Bolsonaro (PSL), com 58%, e Fernando Haddad (PT) com 42%.

Desde o fim do primeiro turno, essa foi a última pesquisa realizada pelo Datafolha divulgada. Ou seja, os números do post não batem com os resultados oficiais.

Em outra imagem compartilhada, um print de uma pesquisa para presidente com a logo da Band News mostra Haddad com 53% e Bolsonaro com 47%. O crédito da pesquisa é o Índice Band. Há também a seguinte mensagem na parte inferior da imagem: “Isso a Globo não mostra”. Os números que aparecem na imagem compartilhada batem com uma simulação de 2º turno apresentada no dia 29 de setembro. Ou seja, os números se referem a uma pesquisa de intenção de voto feita antes da realização do primeiro turno e não tem relação com o contexto atual.

Post fora do contexto que tem circulado; imagem se refere a pesquisa realizada no dia 29 de setembro, data anterior ao primeiro turno Foto: Reprodução

Já outra imagem semelhante e também com a logo da Band News apresenta os dois candidatos com outros índices: Bolsonaro com 73% e Haddad com 27%. Essa é totalmente falsa, segundo a assessoria da Band News.
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Fonte: Extra

Bolsonaro tem 59% dos votos válidos e Haddad, 41%, aponta Ibope

A margem de erros é de dois pontos percentuais para mais ou para menos

O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, abriu 18 pontos de diferença do seu adversário Fernando Haddad (PT).

Segundo pesquisa Ibope divulgada na noite desta segunda-feira, o deputado tem 59% dos votos válidos e Haddad, 41%.

A contagem, que exclui brancos, nulos e indecisos como a Justiça Eleitoral faz no dia da eleição, confirma a onda conservadora que quase deu a vitória em primeiro turno ao presidenciável do PSL.

No primeiro turno, Bolsonaro teve 46% dos votos válidos e Haddad, 29%.A sondagem do Ibope, de âmbito nacional, ouviu 2.506 eleitores entre os dias 13 e 14 de outubro.

A margem de erro da pesquisa, contratada pela TV Globo e pelo jornal O Estado de São Paulo, é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, e o levantamento tem o registro BR01112/2018 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O intervalo de confiança é de 95%. Com informações da Folhapress.

Fonte: Noticias ao minuto

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