Politica (819)

Índice de reprovação está em 24%

A pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira (20) mostra que a aprovação do governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL) caiu 15 pontos percentuais desde a posse e está em 34%. Já o percentual de reprovação saltou de 11% para 24%.

De acordo com o levantamento, 34% dos eleitores ouvidos classificaram o governo como "ótimo/bom"; outros 34% dizem que é "regular"; 24%, "ruim/péssimo"; e 8%, "não sabe/não respondeu".

A avaliação do presidente perdeu 15 pontos percentuais desde a posse. Em fevereiro, segundo a pesquisa, 19% consideravam o governo "ruim/péssimo"; 30%, "regular"; e 39% o avaliavam como "bom/ótimo".

O Ibope comparou o resultado com o índice de aprovação dos últimos presidentes eleitos em pesquisas feitas no mesmo período de governo.

A avaliação positiva de Bolsonaro é inferior às registradas por Fernando Henrique Cardoso (1º mandato), Lula (1º e 2º mandatos) e Dilma Rousseff (1º mandato). No entanto, é maior que as de Fernando Henrique e Dilma no início do segundo mandato.

A pesquisa ouviu 2.002 pessoas entre os dias 16 e 19 de março. O nível de confiança é de 95%, considerando a margem de erro de 2 pontos para mais ou para menos.

Fonte: Noticias ao minuto

 

Ele havia dito, em entrevista nos Estados Unidos, que “a grande maioria dos imigrantes em potencial não tem boas intenções"

Um dia depois de dizer, em entrevista à TV norte-americana Fox News, que “a grande maioria dos imigrantes em potencial não tem boas intenções nem quer o melhor ou fazer bem ao povo americano", o presidente brasileiro voltou atrás.

 

Ao deixar a Casa Branca, nesta terça-feira (19), após se reunir com o presidente Donald Trump, ele disse ter se equivocado.

“Uma boa parte tem boas intenções, a menor parte não. Houve um equívoco da minha parte, peço desculpas. Agora tem muita gente que está de forma ilegal aqui e isso uma questão de política interna deles, não é nossa. Então, gostaria que no Brasil só tivesse estrangeiro legalizado, não de forma ilegal como existe muita gente no Brasil. Me desculpe mais uma vez o equívoco, o ato falho que cometi no dia de ontem”, pediu.

A declaração de Bolsonaro foi feita no mesmo dia em que o presidente dispensou os cidadãos dos Estados Unidos da necessidade de visto para viajar ao Brasil. A dispensa também vale para os visitantes da Austrália, do Canadá e do Japão.

Fonte: Noticias ao minuto

 

Presidente brasileiro também afirmou apoiar construção do muro

O presidente Jair Bolsonaro, que está em Washington, nos Estado Unidos, afirmou que apoia a ideia do mandatário americano Donald Trump de construir um muro na fronteira do país com o México, e que a maioria dos imigrantes não tem boas intenções.

"Nós vemos com bons olhos a construção do muro", afirmou Bolsonaro em entrevista à Fox News, nesta segunda (18). "A maioria dos imigrantes não tem boas intenções."

A declaração de Bolsonaro foi feita no mesmo dia em que o presidente dispensou os cidadãos dos Estados Unidos da necessidade de visto para viajar ao Brasil. A dispensa também vale para os visitantes da Austrália, do Canadá e do Japão.

Neste sábado (16), o filho do presidente, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), que acompanha o pai nos EUA, deu declaração polêmica sobre imigrantes. Segundo ele, os brasileiros que vivem ilegalmente no exterior são uma preocupação do governo porque são "uma vergonha" para o país. "O brasileiro que vem pra cá [EUA] de maneira regular é bem-vindo. Brasileiro ilegalmente fora do país é problema do Brasil, é vergonha nossa", declarou.

+ Eduardo Bolsonaro rebate Malafaia: 'já trabalhei como imigrante'

+ Nos EUA, Bolsonaro diz que é preciso resolver 'questão da Venezuela'

Sobre a situação da Venezuela, o presidente disse à Fox que o Brasil tomaria rumo parecido se continuasse sendo comandado por governos petistas. Pouco antes da entrevista, durante discurso, Bolsonaro disse que o Brasil conta com o apoio e a capacidade bélica dos Estados Unidos para "libertar o povo" da Venezuela.

Ao ser comparado com Trump pela jornalista Shannon Bream e de ser chamado de "Trump dos Trópicos", Bolsonaro sorriu e disse que sempre admirou Trump.

Ao ser questionado sobre o vídeo obsceno que publicou em sua redes sociais no Carnaval, Bolsonaro disse que queria mostrar o que estava acontecendo. "Esse vídeo já estava circulando na internet e compartilhei para mostrar como o Carnaval estava acontecendo."

Bolsonaro também rebateu acusações de que teria ligação com milícias e a com o assassinato da vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco (Psol), há um ano. Um dos acusados pela morte, o policial reformado Ronie Lessa, mora no mesmo condomínio em que o presidente tem casa.

"Sou um capitão do Exército brasileiro e parte dos oficiais da polícia do Rio de Janeiro são grandes amigos meus. Por coincidência, um desses suspeitos de ter matado a Marielle não era na verdade vizinho meu, mas morava do outro lado de uma outra rua [do condomínio]. Só descobri que ele vivia lá depois de ver as notícias."

Fonte: Noticias ao minuto

 

FHC se disse preocupado com o envolvimento da família no "jogo do poder" porque "leva o sentimento demasiado longe"

De sapatênis marrom e meia verde-abacate, Fernando Henrique Cardoso recebeu O Estado de S. Paulo na segunda-feira passada, no centro de São Paulo, para falar do tema de seu mais recente livro: a juventude. Contou entusiasmado que tem ido caminhar na Avenida Paulista aos domingos, quando a via é fechada para os carros, e disse que tem procurado se adaptar ao modo de pensar das redes sociais, nas quais procura sempre se manter presente. "Eu tenho 87 anos. Quando nasci, a vida era diferente. E daí? Bom não é o passado, é o futuro", disse o sociólogo e presidente do Brasil por dois mandatos (1995-1998 e 1999-2002).

FHC queria deixar a política partidária de lado na conversa e se concentrar apenas no lançamento de Legado para a Juventude Brasileira, uma coautoria com a educadora Daniela de Rogatis. Porém, ao abordar as redes sociais, acabou analisando o uso do Twitter pelo presidente Jair Bolsonaro: "É muito difícil pensar 'tuitonicamente', você pode, no máximo, emitir um sinal". Para o ex-presidente, a democracia exige raciocínio e a rede social é operada por impulso.

Questionado diretamente sobre o comportamento de Bolsonaro e de seus filhos (Flávio, Eduardo e Carlos) nas rede sociais, FHC se disse preocupado com o envolvimento da família no "jogo do poder" porque "leva o sentimento demasiado longe" e disparou: "Eu acho perigoso. É abusivo, polariza (...) Nós estamos assistindo ao renascimento de uma família imperial de origem plebeia. É curioso isso. Geralmente, na República, as famílias não têm esse peso". Segundo ele, "Bolsonaro está indo mal por conta própria". Leia a entrevista:

Como surgiu a ideia deste seu mais recente livro?

A ideia foi da Daniela de Rogatis, de fazer um livro que resumisse um pouco o que eu tento passar para as novas gerações. É uma coautoria. Também foram acrescentadas aulas que eu dei, uma coisa é falar, outra é escrever.

Qual é o legado que se pode deixar para a juventude brasileira neste momento?

Procuro transmitir um sentimento de amor ao País, respeito ao povo e valorar a democracia. Fui ministro da Fazenda, conheço um pouco de economia, acho que o crescimento econômico é importante, mas a mensagem principal está nos valores e na crença de se ter organizações abertas em que todos possam participar. Tenho em minha fundação atividades com os jovens. Uma é essa, que se deve basicamente a Dani Rogatis, que tem como alvo jovens de famílias empresariais. Há um outro grupo de pessoas, estudantes de curso secundário, escolas públicas e privadas, escolas profissionalizantes. Eles me perguntam qualquer coisa e eu só não gosto de responder a questões de política partidária, não é o meu objeto fazer pregação. O curioso é que as perguntas dos dois grupos, que são diferentes quanto à renda, não são muito diferentes.

O senhor se atualiza com esses encontros?

Claro, é bom manter contato com as gerações mais jovens, participar das inquietações deles também. Eu tenho 87 anos. Quando nasci a vida era diferente. E daí? Bom não é o passado, é o futuro. Sem desprezar o que já aconteceu.

O livro expressa uma grande preocupação com a ausência de líderes de peso. Por quê?

A sociedade contemporânea, paradoxalmente, na medida em que as estruturas e os partidos deixaram de ser tão significativos, porque o contato direto é mais fácil, requer referências. Essas referências só existem quando existem pessoas que as simbolizam. Isso significa que pode estar faltando rumo, alguém para dizer para onde nós vamos. O (Nelson) Mandela na África era isso. Certa vez fui com ele a uma reunião em uma área quase florestal da África do Sul. Quando ele chegou, mesmo sem falar, ele transmitia uma emoção. O que ele estava dizendo não era tão surpreendente. Ele era surpreendente, ele transmitia, ele significa. O mundo precisa disso, de pessoas que apontem rumos mesmo sem falar. Aqui no Brasil, infelizmente, tem muita gente falando e muito pouca gente simbolizando qualquer coisa. Eu posso não estar de acordo com o Lula, mas ele simbolizou em certo momento. Eu vi, em greves, ele simbolizava, por exemplo.

Fonte: Noticias ao minuto

 

Enquanto partidos estão focados na Prefeitura de Campo Grande, Democratas buscam 2022

Enquanto diversos partidos e lideranças políticas se preocupam com as eleições municipais de 2020, o Democratas (DEM) está de olho no governo do Estado e busca viabilizar a campanha de nomes como Tereza Cristina, deputada federal licenciada e atual ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, e o vice-governador e secretário de Infraestrutura de Mato Grosso do Sul, Murilo Zauith.

Atualmente comandada pelo vice-governador e dois deputado estaduais, José Roberto Teixeira – Zé Teixeira – e o ex-secretário de Justiça e Segurança Pública José Carlos Barbosa – Barbosinha –, a sigla é representada pelos ministros de Agricultura, Tereza Cristina, e da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.

“Temos bons nomes para disputar o governo do Estado em 2022. O DEM tem muitas possibilidades, temos o Zauith, que é um nome e está no governo, e a deputada Tereza, que vem se destacando em Brasília pelo seu trabalho”, disse Zé Teixeira.

Fonte: Correio do Estado

 

Modesto frisou que a irmã dele foi a deputada mais bem votada da bancada de MS

O deputado estadual e irmão da deputada federal Rose Modesto (PSDB), Rinaldo Modesto (PSDB), saiu em defesa dela sobre a presidência do partido em Mato Grosso do Sul e disse que, além de ela ter competência para assumir o cargo, seria natural se o também tucano Beto Pereira, atual presidente, desistisse de sua reeleição e cedesse o espaço para a colega de bancada.

“Quando foi a vez dele ser presidente, ela também queria, mas tirou seu nome. E ele ficou com a presidência, foi escolhido. Agora, seria natural ele ceder para ela”, disse Rinaldo, frisando a escolha de Beto para a presidência do PSDB no Estado no fim de 2017.

Os deputados federais Rose Modesto e Beto Pereira buscam a liderança do ninho tucano. E essa disputa já chegou à Assembleia Legislativa.

Fonte: Correio do Estado

 

Integrantes do MP são acusados de abuso de autoridade nos processos investigatórios

movimentação de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) para impor limites à atuação dos procuradores da República, procuradores de Justiça e promotores de Justiça conta com apoio político de Mato Grosso do Sul e restrições do chefe do Ministério Público Estadual, procurador-geral Paulo Passos. A decisão de ministros da Suprema Corte é negar pedidos considerados “abusivos” ou desnecessários.

O senador Nelsinho Trad (PSD) defende a aprovação do projeto de abuso de autoridades para conter a sanha dos investigadores e atacar a violação dos direitos dos cidadãos. Os ministros do Supremo, destacando-se Gilmar Mendes, defendem a aprovação da matéria para atacar os abusos, sobretudo, dos integrantes do Ministério Público.

Por essa razão, Nelsinho apoia as medidas do STF para limitar a atuação do Ministério Público. Ele, no entanto, acredita que “o abuso de autoridade ocorre de alguma forma em todas as esferas, inclusive nas investigações e, se comprovadas, merecem punição (dos agentes), pois entendo que ninguém deve estar acima da lei”.

Fonte: Correio do Estado

 

Após críticas sobre interferência de Carlos, presidente afirma que outras pessoas não conseguirão distanciar os dois

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente Jair Bolsonaro (PSL) saiu em defesa de seu filho Carlos na noite deste domingo (3) de Carnaval, afirmando que há pessoas que querem afastá-los, mas "não conseguirão".

Junto com a mensagem, o presidente publicou uma foto em que Carlos o ampara em um corredor de hospital.

"Algumas pessoas foram muito importantes em minha campanha. Porém, uma se destacou à frente das mídias sociais, com sugestões e conteúdos: Carlos Bolsonaro, meu filho. Não por acaso muitos, que nada ou nunca fizeram para o Brasil, querem afastá-lo de mim", escreveu o presidente.

"Não conseguirão: estando ou não em Brasília continuarei ouvindo suas sugestões, não por ser um filho que criei, mas por ser também alguém que aprendi a admirar e respeitar pelo seu trabalho e dedicação", concluiu.

A influência do filho, que é vereador no Rio pelo PSC, tem sido motivo de insatisfação de alguns militares ligados ao governo e tem gerado críticas de políticos da base.

Em um dos episódios mais ruidosos, em meio à crise das candidatas-laranjas do PSL reveladas pelo Folha de S.Paulo, Carlos divulgou em seu perfil no Twitter uma gravação de seu pai indicando que o presidente não havia conversado com o então ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno.

Bebianno acabou sendo demitido. O ex-ministro, que nega irregularidades na campanha eleitoral, era o responsável por liberar verbas do partido para candidatos.

Na última quinta (28), em um café da manhã com jornalistas convidados pelo Planalto, o presidente disse que nenhum filho seu manda no governo e que declarações públicas de Carlos que possam ter relação com o governo agora passam por sua aprovação. "Tudo passou a ter um filtro da minha parte", afirmou Bolsonaro.

Logo após o café da manhã, Carlos reagiu, por meio do Twitter, e responsabilizou a imprensa pelas declarações do pai.

"Como vocês [da imprensa] são baixos! Nenhum dos filhos mandam no governo mesmo e qualquer um que converse com o presidente o deve e tem de ser filtrado. Quanto a mira de vocês em mim. Eu e Jair Bolsonaro sabemos as intenções! Abraços de nós dois pra vocês!", escreveu Carlos.

Fonte: Noticias ao minuto

 

Diretor do Dops, Romeu Tuma, autorizou que então sindicalista acompanhasse enterro de Dona Lindu, em São Caetano do Sul

Em 1980, durante a ditadura militar no Brasil, o então operário Luiz Inácio Lula da Silva foi autorizado pelo diretor-geral do Departamento de Ordem Política e Social (Dops), Romeu Tuma, a comparecer ao velório de sua mãe, Eurídice Ferreira, conhecida como Dona Lindu.

Dona Lindu morreu no dia 12 de maio de 1980, por volta das 11h30. Na ocasião, Lula estava preso há 24 dias, por liderar uma greve no ABC paulista. O ex-presidente ficou preso por 32 dias. O velório ocorreu na capela do Hospital da Benificencia Portuguesa em São Caetano do Sul. Lula retornou para o Dops no fim da noite, mas, no dia seguinte, retornou para a missa de corpo presente de sua mãe.

Segundo a jornalista Denise Paraná, autora do livro A História de Lula – O Filho do Brasil, obra que inspirou o filme Lula, O Filho do Brasil, centenas de trabalhadores disputaram espaço no cemitério da Vila Pauliceia.

Quase quatro décadas depois, a juíza federal Carolina Lebbos, responsável pela execução da pena do petista, decidiu autorizá-lo a comparecer ao velório do neto Arthur Araújo Lula da Silva, de 7 anos, que faleceu na manhã desta sexta-feira, 1º, vítima de meningite.

O governo do Paraná informou que, atendendo a um pedido da Polícia Federal (PF), vai liberar um avião do poder público paranaense para que o ex-presidente viaje para São Paulo, onde vai acompanhar o velório de Arthur.

Fonte: Veja

 

Odilon de Oliveira deve brigar com deputado Jamilson Name para ser candidato a prefeitura da Capital

O juiz federal aposentado e ex-candidato ao Governo de Mato Grosso do Sul, Odilon de Oliveira (PDT) ameaçou deixar o partido caso não tenha espaço nas eleições municipais de 2020. Oliveira pretende ser candidato a administração de Campo Grande, porém dentro da sigla terá que disputar espaço com o deputado estadual Jamilson Name.

“Com relação a ficar no partido ou não depende do partido e do cenário que tiver traçado a partir do final deste ano. Não tenho como contar só como filiado, mas como ex-candidato também. Se o partido não tiver nenhuma pretensão política para mim, eu saio”, disse.

Derrotado por Reinaldo Azambuja (PSDB) nas urnas, Odilon conseguiu vencer o então presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALMS), Junior Mochi (MDB), Humberto Amaducci (PT), Marcelo Bluma (PV) e João Alfredo (PSOL) e foi para o segundo turno. Ele teve 47,65% dos votos no segundo turno, representando a preferência de 616.422 eleitores.

Fonte: Correio do Estado

 

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