Redação

Embarcação de pequeno porte afundou na tarde deste domingo (10). Havia nove venezuelanos e um brasileiro no barco.

Um barco de pequeno porte com dez pessoas naufragou por volta das 16h45 deste domingo (10) no Rio Branco, em Boa Vista. Três estão desaparecidos. O Corpo de Bombeiros fez buscas no local até às 18h40.

Os trabalhos devem ser retomados na manhã desta segunda-feira (10).

Segundo a oficial dos Bombeiros tenente Lúcia Frasão, que acompanhou as buscas, estavam no barco nove venezuelanos e um brasileiro, que era o condutor.

"Tinha um grupo de venezuelanos tomando banho próximo da margem de lá do rio e na hora de vir embora teve uma pessoa que não conseguiu embarcar e o barco virou com todos dentro", disse a tenente.

Sete conseguiram nadar até a margem e os outros desapareceram. Conforme os Bombeiros, havia mais pessoas que o permitido para o tamanho da embarcação.

Duas embarcações dos Bombeiros fizeram buscas durante toda a tarde e início da noite, mas ninguém foi achado. A equipe era composta por mergulhadores que fizeram buscas na superfície e no fundo do rio.

Todos os tripulantes e o condutor, segundo a tenente Frasão, estavam sem equipamentos de segurança.

"Nenhum estava utilizando o colete salva vidas e a capacidade da embarcação não estava sendo respeitrada", disse Frasão.

Um pescador que estava próximo do local relatou que o barco afundou próximo de uma balsa que fica ancorada no rio.

"Eram nove venezuelanos e o brasileiro que conduzia a embarcação. Todos que estavam no barco eram homens. Os três que sumiram ainda nadaram até uma parte do rio, mas não conseguiram chegar até a margem", relatou.

'Foi muito rápido, questão de segundos'
O venezuelano Rafael Bohorquez, de 31 anos, disse que ele os amigos estavam se divertindo quando ocorreu o acidente. Emocionado, ele lamentou o ocorrido e disse que a correnteza do rio estava muito forte.

"Foi tudo muito rápido, questão de segundos. Estávamos nadando, nos divertindo. Quando afundou começamos a nadar para nos salvar. Gostaria muito de ter ajudado meus amigos, mas foi algo inexplicável", disse.

Fonte: G1

Um grave acidente deixou uma vitima fatal entre Ivinhema e o Distrito de Amandina na noite deste domingo (10), por volta das 20horas após uma colisão entre uma moto e um carro, na rodovia MS-276, próximo à Vila Alice.

Conforme apurou o Site Ivinoticias, um choque muito violento entre uma moto Honda CG 150 de placa ALT-1457 que era conduzida pelo jovem Rodrigo Domingos de Jesus de 27 anos, com um Fiat Uno de placas HQM-3673 que era conduzido por Virgilio Alves Barbosa de 50 anos, resultou na morte do jovem Rodrigo, que teve parte do seu corpo dilacerado.

Com o impacto a motocicleta ficou totalmente destruída, o jovem Rodrigo teve um pé e um braço dilacerados, sendo que o braço da vitima parou no banco dianteiro do Fiat Uno, já o pé ficou na pista, próximo ao corpo.

O motorista do Fiat Uno Virgilio não teve ferimentos graves, ele estava com sua esposa e mais dois filhos, que foram encaminhados pelo corpo de bombeiros para o hospital municipal em estado de choque, sem ferimentos.

A Policia Militar Rodoviária da base de Amandina, o corpo de bombeiros de Ivinhema, juntamente com a Policia Civil e Militar estiveram no local para auxiliar no atendimento.

Segundo informações apuradas no local, o jovem Rodrigo era morador do distrito de Amandina.

Fonte: Ivinoticias

Segundo o governador, demora em concluir suas promessas tem relação direta com a crise econômica

Após ocupar por 12 anos a cadeira de governador de São Paulo, em quatro mandatos diferentes, Geraldo Alckmin chega à presidência nacional do PSDB com a fama de político conciliador e gestor responsável do ponto de vista fiscal, mas descumpridor de prazos na execução de obras e entrega de promessas.

Ao mesmo tempo em que os pagamentos estão em dia, o caixa registra superávit primário de R$ 1,5 bilhão e a reforma previdenciária estadual já tenha sido finalizada em 2011, Alckmin não transformou as facilidades de estar à frente de um Estado administrado há mais de duas décadas pelo mesmo partido em benefícios imediatos para a população. A lista de obras e cronogramas alterados é extensa.

Até mesmo agora, quando inaugurar estações de metrô, por exemplo, é vitrine essencial para a fase de pré-campanha de qualquer candidato, o planejamento registra atrasos. Em janeiro, o tucano havia prometido inaugurar até o fim deste mês nove estações da Linha 5-Lilás. A única que ficaria para 2018 seria Campo Belo. Passado quase um ano, só três foram abertas e as demais têm prazos escalonados entre janeiro e dezembro do ano que vem. Inicialmente, todo o ramal deveria ter sido entregue em 2014.

A demora em concluir as promessas

há atrasos também nos canteiros de obras do Rodoanel Norte, do trem que chegará ao Aeroporto de Cumbica, do novo sistema de abastecimento de água São Lourenço, entre outros - tem relação direta, segundo a gestão Alckmin, com a crise econômica que fez a capacidade de investimento do Estado ser reduzida em 26% nos últimos três anos.

Em 2014, quando se reelegeu, em primeiro turno, para o quarto mandato, Alckmin alcançou o teto de recursos investidos em novas obras ou programas: R$ 21 bilhões. No ano passado, esse valor caiu para R$ 15,6 bilhões, mesmo ritmo atual. Diante do quadro de queda na arrecadação de impostos no Estado e alta da taxa de desemprego no País, o governo afirma que precisou fazer escolhas.

Prioridades

 Os números oficiais mostram que foram quatro frentes: transporte público, transporte rodoviário, habitação e saneamento básico. As duas primeiras áreas consumiram mais da metade dos recursos aplicados em investimentos no ano passado. Entre os motivos estão o Trecho Norte do Rodoanel (previsto para fevereiro deste ano e prorrogado para março de 2018) e as obras não só da Linha 5-Lilás, mas das Linhas 4-Amarela (que começaram em 2004 e deveriam ter sido finalizadas em 2014), 17-Ouro e 15-Prata, esses dois últimos monotrilhos que deveriam já estar em operação.

A primeira preocupação do governo tem sido pagar as despesas do dia a dia e evitar atraso de salários, aposentadorias e pensões. Diferentemente de outros Estados, como o Rio, em São Paulo os servidores recebem em dia - o pagamento da segunda parcela do 13.º salário foi até antecipado por Alckmin em cinco dias -, mas, em compensação, grande parte das categorias não tem reajuste há pelo menos três anos, como os professores.

Líder do PT na Assembleia Legislativa, o deputado Alencar Braga diz que é o funcionário público do Estado quem paga o preço do ajuste fiscal de Alckmin. "E nem sabemos ao certo se as contas do governo são assim tão equilibradas. Falta transparência. E, se o caixa está cheio, por que é necessário privatizar linhas de metrô, parques e a própria Cesp (Companhia Energética de São Paulo), como quer o governador?"

Membro da base aliada de Alckmin, o deputado estadual Coronel Camilo (PSD) não poupa elogios à gestão do tucano, mas também avalia que ele poderia ter "equalizado" melhor a questão do funcionalismo.

"Com a crise, a gente percebe que o governo deu uma segurada em tudo que era gasto e hoje você tem uma defasagem em áreas do funcionalismo. Houve uma queda na arrecadação também, e Alckmin fez uma ótima gestão, inteligente. Mas acho que ele teria condições de equalizar um pouco melhor, são três anos e quatro meses sem reajuste salarial. Ele fez superávit em todos os anos, então a gente calcula que ele poderia colaborar um pouco mais", disse o ex-comandante-geral da Polícia Militar.

Gargalos

A relação com o funcionalismo público é um dos gargalos da atual gestão Alckmin, que comemora bons resultados na área da segurança pública (São Paulo é o Estado com a menor taxa de homicídios por 100 mil habitantes do País), mas não consegue superar as metas no ciclo da educação que é de sua responsabilidade, o ensino médio. Segundo o último Índice de Desenvolvimento de Educação Básica (Ideb) divulgado, de 2015, as notas melhoraram, mas ficaram abaixo da meta estipulada.

Na saúde, os investimentos continuam estáveis, consumindo uma média de 12% da fatia total. No ano passado, esse índice cresceu, alcançando 13,2% de todo o montante aplicado em novas obras e melhorias para a população. Alckmin tem priorizado reforma e construção de hospitais gerais pelo Estado, na linha de que seu governo se preocupa em cuidar das pessoas, oferecendo bons serviços e ainda gerando empregos.

Nos cálculos divulgados pela equipe de Alckmin, entre empregos diretos e indiretos, as obras do governo geram hoje 116 mil vagas de trabalho, a maior parte delas na construção de moradias populares. São números para pôr na vitrine de 2018, quando o foco de uma eventual campanha presidencial poderá ser a capacidade do tucano de promover emprego e gerar renda sem abrir mão da austeridade fiscal.

A trajetória do governador na política paulista

Mário Covas

Alckmin se elegeu vice-governador de Mário Covas em 1994. Em 1998, os dois são reeleitos. Com a morte de Covas em 2001, assume o governo pela primeira vez.

Segundo mandato

Em 2002, o tucano ganha a disputa para o Palácio dos Bandeirantes derrotando Paulo Maluf (PP) e José Genoino (PT). Sua candidatura foi contestada na Justiça.

Presidência

Alckmin tenta chegar pela primeira vez ao Planalto em 2006, mas perde para Lula. No 2º turno tem uma votação menor do que a conquistada na 1ª etapa da disputa.

De volta ao governo

Depois de perder a disputa pela Prefeitura em 2008, o governador foi eleito mais duas vezes ao governo do Estado: 2010 e 2014, esta em primeiro turno. 

Fonte: Band

 

Valor do produto chegou a R$ 73,82 e consome quase 8% do salário mínimo

Em um ano, preço do gás de cozinha alcançou R$ 73,82 em Mato Grosso do Sul e subiu cinco vezes mais que a inflação oficial medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), além de consumir quase 8% do salário mínimo do trabalhador no mês. É o que apontam dados do levantamento de preços mensais da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), com base na primeira semana deste mês e dezembro de 2016, comparado com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado nesta semana.

De acordo com os números da ANP, no intervalo de 12 meses o preço médio do botijão de GLP (gás liquefeito de petróleo) no Estado teve alta de 14,54%, saltando de R$ 64,45 para R$ 73,82.

Em termos de impacto sobre o rendimento, um ano atrás o consumidor pagava o equivalente a 7,32% do salário mínimo então vigente (de R$ 880,00) para comprar um botijão por mês; neste ano, o percentual passou para 7,87%.

Na Capital, a alta sobre o gás de cozinha foi menor, mesmo assim os campo-grandenses também tiveram impacto no orçamento doméstico, de 9,64%: o botijão passou de R$ 66,40 para R$ 72,80.

Fonte: Correio do Estado

Parlamentar toma posse no cargo após apresentar o relatório da CPI da JBS; principal desafio será a aprovação da reforma da Previdência

O presidente Michel Temer (PMDB) convidou oficialmente o deputado federal Carlos Marun (PMDB-MS) para ser o novo ministro-chefe da Secretaria de Governo, assumindo a articulação política junto ao Congresso. O parlamentar substituirá o tucano Antonio Imbassahy que enviou carta ao presidente nesta sexta-feira pedindo demissão do cargo.

Um dos mais próximos aliados do presidente no Legislativo, Carlos Marun passará a exercer a função a partir da próxima quinta-feira. A pedido de Temer, segundo nota do Planalto, Imbassahy aceitou permanecer no cargo até a cerimônia de posse do peemedebista.

O grande desafio do novo ministro é conseguir a aprovação, na Câmara e no Senado, da reforma da Previdência, principal proposta do governo Temer. A missão é difícil: por se tratar de uma proposta de emenda à Constituição (PEC), são necessários os votos de dois terços das duas Casas – na Câmara, primeira etapa da tramitação, representa o alto número de 308 votos. A expectativa é que o teste inicial entre os deputados ocorra entre os dias 18 e 19 de dezembro.

Antonio Imbassahy estava fragilizado no cargo pela dificuldade de dialogar com as siglas do chamado “Centrão”, grupo de siglas médias que dá sustentação ao governo no Legislativo, e pela posição do seu partido, o PSDB, que se distanciou da base aliada nos últimos meses e dá sinais dúbios em relação ao apoio às mudanças no sistema de aposentadorias.

Essa é a segunda vez que Marun é anunciado para assumir a Secretaria de Governo. Na primeira, em uma ação atabalhoada, ele chegou a ser anunciado pelo Twitter oficial do Palácio do Planalto, mas a mensagem – e a nomeação – foram apagadas depois de uma má repercussão.

A principal razão para que o deputado só assumir o cargo na quinta-feira é a sua posição como relator da CPI da JBS na Câmara, cujo relatório deve apresentar em sessão a ser marcada para o primeiros dias da próxima semana.

Do baixo clero ao Planalto
Membro da tropa de choque do governo no Congresso, Carlos Marun está no primeiro mandato na Câmara e, até entrar no círculo de parlamentares mais próximos do presidente, integrava o chamado “baixo clero” da Casa, grupo de deputados sem maior expressão política.

Marun ganhou notoriedade por ser o maior defensor do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) no processo que levou à cassação do mandato dele. Cunha está preso em Curitiba há mais de um ano e já foi condenado na segunda instância na Operação Lava Jato pelos crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Carlos Marun chegou a visitar o aliado na cadeia, viagem bancada com dinheiro da Câmara – que ele devolveu depois.

Além de defender Eduardo Cunha, Marun foi um dos líderes da articulação pela derrubada, na Câmara, das duas denúncias da PGR contra Michel Temer. Após a votação da segunda acusação da PGR contra o presidente, pelos crimes de organização criminosa e obstrução de Justiça, o deputado foi filmado cantando e dançando no plenário, em comemoração da decisão da Casa de não permitir que a denúncia seguisse ao Supremo Tribunal Federal (STF).

No vídeo, o peemedebista entoa uma paródia de Tudo Está no Seu Lugar, música que ficou conhecida na versão de Benito di Paula e provoca a oposição. “Tudo está no seu lugar. Graças a Deus, graças a Deus. Surramos mais uma vez essa oposição, que não consegue nenhuma ganhar”, entoou para as câmeras o parlamentar, antes de bater palmas e sair de cena (assista abaixo).

Ao ascender politicamente, Carlos Marun foi indicado a posições de destaque no Congresso, como a presidência da Comissão Especial que debateu a reforma da Previdência e a relatoria da CPMI da JBS, que mira os executivos do Grupo J&F, cujas delações premiadas levaram a PGR a denunciar o presidente.

Fonte: Veja

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