Redação

Uma delas disse traficar para sustentar vício

Duas mulheres, de 34 anos e 22 anos, foram detidas pela Polícia Militar, uma por tráfico de drogas e outra por porte de droga para consumo, respectivamente. Fato ocorreu na noite de sexta-feira (19), em Nova Andradina.

A equipe da Força Tática realizava patrulhamento pela Vila Operária, quando ao passarem por um veículo, a motorista apresentou nervosismo acelerando o carro, atitude que desencadeou a abordagem. Os policiais solicitaram o apoio da Rádio Patrulha onde havia policial feminina, e ao perceber que a policial iria efetuar a busca pessoal, a condutora do veículo tentou jogar uma embalagem que ao ser verificado o conteúdo, foi constatada que se tratava de cocaína dividida em 13 porções.

Dentro do veículo foi encontrada uma porção de maconha, além de materiais usados para auxiliar na confecção do cigarro. Todos os entorpecentes estavam embalados para comércio. A mulher de 34 anos, disse que compra a droga em Nova Andradina e que há dois meses pratica o tráfico de drogas para sustentar seu vício.

No automóvel havia uma passageira, que após revista pessoal, foi encontrado dentro da bolsa uma porção de cocaína.

As mulheres foram encaminhadas para a Delegacia de Polícia Civil, onde o caso foi registrado.

Fonte: Jornal da Nova

O Corpo de Bombeiros foi acionado, na manhã deste domingo (21), para socorrer um homem que estava caído e ensanguentado, em Corumbá. A vítima ficou desorientada após ser espancada durante um assalto na esquina das Ruas Ciriaco de Toledo e J. B. Morra, no Bairro Guanã 2.

O jovem, de 20 anos, contou ser abordado por 4 suspeitos que anunciaram o assalto. Durante a ação, o grupo chutou e espancou a vítima até levar o celular e a carteira. Na tentativa de pedir ajuda, o rapaz caiu em um terreno abandonado.

Conforme os bombeiros, a vítima apresentava um corte na testa e reclamava de fortes dores na costela. Devido à gravidade dos problemas, ele foi encaminhado para a UPA (unidade de Pronto Atendimento).

Fonte: Midiamax

A principal diretriz apresentada no programa é o que a candidatura chama de um “novo projeto nacional de desenvolvimento”

O programa do candidato Fernando Haddad (PT), que teve sua versão atualizada neste segundo turno, têm um total de 62 páginas e dedica ao menos 18 para diversos temas relacionados à economia, incluindo a revisão de reformas aprovadas nos últimos anos e a mudança no modelo tributário do país.

 

A principal diretriz apresentada no programa é o que a candidatura chama de um “novo projeto nacional de desenvolvimento”. Para isso, Haddad defende, primeiramente, a revogação a Emenda Constitucional 95. Essa emenda determina que até 2036 as despesas federais não poderão crescer acima da inflação de 12 meses, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Outra proposta desse projeto de desenvolvimento é a revogação da reforma trabalhista, substituindo pelo Estatuto do Trabalho, produzido de forma negociada. A campanha diz que a “terceirização irrestrita” e a reforma trabalhista aprovadas pela atual governo impôs um “cardápio de contratos precários de trabalho”, desequilibrando as relações entre capital e trabalho, em favor dos empresários, e precarizando ainda mais o trabalho.

O novo estatuto do trabalho prevê “a reformulação e ampliação do sistema de formação ao longo da vida laboral dos trabalhadores, capaz de integrar no novo sistema de formação e aprendizagem das distintas linhas atualmente existentes. “Ao mesmo tempo, a sua operacionalização contará com a valorização de sindicatos e associações de trabalhadores e empresários na orientação da preparação para a qualificação profissional. Também fará parte a reorganização dos fundos sociais existentes para criar uma nova política de proteção durante a vida laboral dos trabalhadores”, diz o plano de governo.

A revogação das reformas depende de aprovação do Congresso Nacional.

Ainda na área do mercado de trabalho, a proposta de Haddad prevê a criação do Programa Meu Emprego de Novo. Para isso, serão necessárias várias medidas para elevar a renda, ampliar o crédito e gerar novas oportunidades, como prioridade para a juventude e retomada de obras.

O plano de governo de Haddad prevê o Programa Salário Mínimo Forte, com a manutenção da atual política de reajuste, ou seja, definido por meio da fórmula que garante variação da inflação do ano anterior medida pelo INPC, acrescida da variação do PIB de dois anos antes, desde que ela seja positiva. “Haverá ganho real do salário mínimo em todos os anos, mesmo que o crescimento do PIB seja negativo. Isso porque aumentar o poder de compra do trabalhador é uma das maneiras mais eficazes de fazer a economia crescer”, diz o plano de governo.

Haddad também propõe suspender, caso eleito, a política de privatização de empresas estratégicas para o desenvolvimento nacional e a venda de terras, água e recursos naturais para estrangeiros. Além de “recuperar o pré-sal para servir ao futuro do povo brasileiro, não aos interesses de empresas internacionais”. A campanha do PT critica as mudanças nas regras para leilões de áreas de petróleo e gás realizadas pelo governo Michel Temer, que permitiu maior participação de companhias estrangeiras nos certames sob regime de partilha no pré-sal.

O plano de governo de Haddad prevê “regulações que reduzam os movimentos puramente especulativo de curto prazo sobre o mercado interbancário e sobre o mercado de derivativos”. “Dessa forma, a volatilidade da taxa de câmbio, causada pela especulação financeira, deverá ser fortemente inibida”.

Para isso, a proposta é que o imposto de exportações incidente sobre as commodities (produtos primários com cotação internacional) poderá ser usado para estimular a elevação do valor agregado das exportações e minimizar a variação cambial. “Esse imposto deve acompanhar a variação dos preços e formar um fundo de estabilização cambial que beneficiará os exportadores no longo prazo”, diz a proposta.

Em eventual governo de Haddad, o Banco Central (BC) terá a autonomia mantida e o mandato de controlar a inflação, “permanecendo atento a temas como a estabilidade do sistema financeiro e o nível de emprego”. A proposta prevê a redução do custo do crédito, com aprofundamento da competição bancária estimulada pelos bancos públicos e pela difusão de novas instituições de poupança e crédito. “Daí porque torna-se fundamental revitalizar os bancos públicos, especialmente BNDES [Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social], BB [Banco do Brasil] e CEF [Caixa Econômica Federal], e os mecanismos de financiamento ao desenvolvimento nacional. O Brasil precisa superar a estrutura oligopolista que controla o sistema financeiro e bancário privado. Tudo isso para a retomada da bancarização, ampliação dos serviços bancários e difusão do crédito aos pequenos negócios e à população de baixa renda”, diz a proposta. Simultaneamente, propõe a adoção de uma tributação progressiva sobre os bancos, com alíquotas reduzidas para os que oferecerem crédito a custo menor e com prazos mais longos

O programa de governo de Haddad também propõe alteração da Taxa de Longo Prazo (TLP), “visando filtrar a volatilidade excessiva típica dos títulos públicos de longo prazo e dar incentivo a setores e atividades de alta externalidade e retorno social”

Um eventual governo Haddad pretende fazer renegociação das dívidas e da situação de guerra fiscal entre estados e municípios. O outro tema considerado central é a realização da reforma tributária voltada para alteração na composição dos tributos, estabilizando, ao longo do mandato, a carga tributária líquida no patamar do último período, assegurando as transferências para as políticas sociais sem perda de receita real dos entes federados.

A reforma tributária compreenderá, entre outras medidas, a tributação direta sobre lucros e dividendos e a criação e implementação gradual de Imposto sobre Valor Agregado (IVA), que substitua a atual estrutura de impostos indiretos. No âmbito da reforma tributária, o plano de governo prevê uma reestruturação da tabela do Imposto de Pessoa Física, para isentar quem ganha até cinco salários mínimos (R$ 4.770), condicionado ao aumento das alíquotas para os “super-ricos”. Com informações da Agência Brasil.

Fonte: Noticias ao minuto

Um casal de Ivinhema morreu em um acidente na noite deste último sábado (20), o casal Josiane da Silva Rodrigues de 26 anos e Wallison Adriel da Silva de 27 anos.

O acidente ocorreu por volta das 19h30min altura do KM 322 da BR 267 entre Rio Brilhante e Maracaju próximo a região da entrada da Fazenda Caçadinha. O casal que viajava sentido a Maracaju foi atingido por uma caminhonete Chevrolet S10 cor preta placa BMQ 46 36 de Rio Brilhante conduzida por um homem que fugiu do local após o acidente e ainda não foi identificado.

De acordo com a perícia realizada no local a caminhonete que seguia sentido Rio Brilhante invadiu a pista contaria causando a colisão. Josiane e Wallison morreram na hora. Dentro da S10 haviam manchas se sangue e a chave estava no contato. A caminhonete foi parar a cerca de 50 metros do local do impacto fora da rodovia.

Segundo os familiares o casal estava indo para Sidrolândia posar na casa de uma tia e neste domingo Wallison iria para Campo Grande realizar exame psicotécnico do concurso da Policia Militar do estado.

Os corpos foram encaminhados ao IML de Dourados e depois serão traslados para Ivinhema. Os dois eram casados, não ha informações se deixaram filhos.

A moto e dois capacetes foram encaminhados a Delegacia de Polícia Civil de Rio Brilhante juntamente com uma mochila com pertences e celulares.

O caso foi registrado como homicídio culposo na direção de veículo automotor.

A PRF, Polícia Civil de Rio Brilhante, perícia técnica de Dourados e corpo de Bombeiros de Maracaju estiverem atendendo a ocorrência.

Fonte: Ivinoticias

Página MS Sem Corrupção tem postagens patrocinadas de cunho eleitoral

A Justiça Eleitoral de Mato Grosso do Sul concedeu tutela de urgência para que o Facebook remova a página MS Sem Corrupção da rede social em 24 horas. A decisão é de ontem (20) e hoje pela manhã, ainda não tinha sido removida.

A página referida tem 122 seguidores e postagens contra o governador e candidato à reeleição, Reinaldo Azambuja (PSDB). A coligação “Avançar com Responsabilidade”, do PSDB e mais 11 partidos, ajuizou representação eleitoral contra o Facebook, pela constatação da existência da página, que teria como propósito divulgar notícias falsas e caluniosas contra Azambuja.

Segundo a decisão, a página seria anônima, sem qualquer identificação do administrador ou responsável, tendo conteúdo eminentemente eleitoral, sendo que todas as postagens são impulsionadas através de patrocínio. Essa prática é vedada pela legislação eleitoral, que permite o impulsionamento apenas por partidos, candidatos ou coligações.

O juiz Wagner Mansur Saad, determinou também que o Facebook informe o número de IPs utilizados para o acesso pelo administrador da página, o endereço eletrônico (e-mails) e os números de telefone celular vinculados ao perfil e a identificação dos IPs de impulsionamento e valores expendidos, além da identificação do responsável financeiro e forma de pagamento.

A página foi criada no dia 16 de outubro deste ano. Ao acessar o link fornecido pela coligação, o juiz concluiu que a página referida teria sido criada com objetivo eleitoral. Segundo ainda o juiz, as postagens contêm direcionamento às eleições 2018, especialmente voltadas contra o candidato Reinaldo Azambuja, “devendo ser ressaltado que duas delas contêm informação sabidamente inverídica ou de difícil constatação, além de possuírem natureza difamatória”.

A Justiça determina ainda que o Facebook também deverá adotar providências para interromper o impulsionamento contratado, no mesmo prazo de 24 horas, para cessar a divulgação paga das postagens da página. Caso não cumprir a decisão, o Facebook poderá pagar uma multa diária de R$ 30.000,00.

O juiz concluiu ainda que “as publicações da página ultrapassam a mera manifestação do pensamento, transformando-se, ou melhor, sendo criadas como propagandas eleitorais com o propósito de degradar a imagem do candidato, imputando-lhe fatos e qualificativos inadequados e inverídicos”.

PDT

Na sexta-feira (19), a Polícia Federal e Oficial de Justiça, cumpriram mandado de busca e apreensão na casa do publicitário Júlio Cabral, voluntário da campanha do juiz Odilon de Oliveira (PDT), adversário de Azambuja.

A suspeita é de que Júlio estava produzindo Fake News contra o governador. Ele negou as acusações e o material apreendido ainda será periciado.

Fonte: Correio do Estado

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