Redação

Funcionários comissionados farão declaração; concursados estão livres

A partir de janeiro do ano que vem, quem tiver algum parente servidor do município em linha reta ou colateral, em até 3º grau, não poderá ser funcionário da Prefeitura de Campo Grande. Decreto de combate ao nepotismo foi assinado hoje (17) pelo prefeito Marcos Trad (PSD).

Já na próxima semana, todos os servidores contratados pela prefeitura da Capital terão que preencher um formulário declarando se tem ou não algum parente também como funcionário da administração municipal. Se isso ocorrer, um dos dois será exonerado a partir do ano que vem, independente se os dois trabalharem em secretarias ou setores diferentes. Os funcionários concursados não entram nessa regra.

Parentes em linha reta são consanguíneos, quando há vínculos entre os descendentes e ascendentes de um progenitor comum, como por exemplo bisavós, avós, pais, filhos, netos e bisnetos. O grau se conta a cada geração. O filho é 1º grau, neto 2º grau e bisneto 3º grau. Já parentes colaterais são os irmãos, primos, tios, sobrinhos. Na linha colateral, embora não descendendo um do outro, são descendentes de um tronco ancestral comum. O parentesco começa no 2º grau, por exemplo, irmão é parente de 2º grau, tios e sobrinhos de 3º grau. Primos são parentes de 4º grau, ou seja, não entram no decreto.

De acordo com o secretário municipal de Gestão, Agenor Mattiello, os servidores têm até o fim desse ano para fazer o credenciamento. “A partir de janeiro do ano que vem serão as exonerações, mas já começamos na próxima semana a disponibilizar os formulários para a auto-declaração. Eles que vão declarar se tem ou não parentes na prefeitura. Tem até o final do ano para fazer essa declaração. O próprio servidor que vai fazer a opção quem sai. Se ninguém tomar a escolha, a prefeitura assume a decisão”, explicou.

Ainda conforme Mattiello, em consequência a saída de servidores, vagas em concursos devem ser ampliadas. “É inevitável que vai acontecer alguns desligamentos. Quantos nós ainda não sabemos. Estamos trabalhando nisso através do E-social, que é um recadastramento de todos os funcionários da ativa e inativa, mas é indiscutível que nós vemos ter uma redução e alguns serão desligados. Em consequência, a gente vai ter que ampliar o número de vagas em concurso. Felizmente nós já temos alguns concursos programados. Tem de auditor, de procurador, de médicos e também na área administrativa. Já temos esses concursos no nosso horizonte, já estão previstos”, completou.

O prefeito explicou no evento de hoje que os concursados não correm risco de demissão, mas podem ser afetados também pelo decreto. “Se há um parente concursado, mas que está com função de confiança, vai perder”, disse.

Ainda segundo o prefeito, o decreto acaba com o “jeitinho brasileiro” na administração municipal. “Ela atinge interesses individuais de determinadas pessoas que pregam a moralidade, mas sempre desejam um “jeitinho brasileiro”. Um universo de 25 mil pessoas. Não é questão necessária, é questão de ser justo e decente. Poderia contestar a medida do Ministério Público, fazer uma consulta ao Tribunal de Contas, ao Judiciário e esperar passar minha gestão”, concluiu.

MINISTÉRIO PÚBLICO
A criação do decreto surgiu a partir de uma recomendação do Ministério Público Estadual (MPE), que pretende antecipar a irregularidade do nepotismo e evitar denúncias. “A tentativa de uma normativa, de um decreto que preveja medidas preventivas é justamente para evitar que venha acontecer. Quando fizemos essa recomendação no ano passado, um dos fundamentos que colocamos lá, eram os casos recorrentes que chegavam ao MPE de nepotismo”, explicou o promotor de Justiça Adriano Lobo, da 29ª Promotoria de Justiça de Campo Grande.

Fonte: Correio do Estado

Presidenciável do PSL lidera com 21% a 23% dos votos em diferentes cenários

Com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fora do páreo, o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL) assume a ponta em pesquisa de intenções de voto para o Planalto realizada pelo Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe), divulgada nesta sexta-feira (17). O candidato do PSL tem entre 21% e 23% em dois cenários simulados pelo levantamento.

Já o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), provável substituto em caso de inegibilidade de Lula, saltou de 3% para 7%. Apesar do crescimento, ele segue atrás de Ciro Gomes (8%), Geraldo Alckmin (9%) e Marina Silva (11%).

Contudo, o jogo vira quando Haddad é apresentado como “apoiado por Lula”. Com esta abordagem, o ex-prefeito tem 15% das intenções de voto e assume a vice-liderança. Neste cenário, Marina e Alckmin estão empatados com 9% e Ciro Gomes soma 7%.

Nas duas abordagens “ninguém/branco/nulo” representam 24% das entrevistas.

Em um terceiro cenário com Lula, o ex-presidente lidera com 31%, seguido por Bolsonaro (20%), Alckmin (9%), Marina (8%) e Ciro Gomes (7%). “Ninguém/branco/nulo” cai para 13%.

A pesquisa foi contratada pela XP Investimentos e realizada pelo Ipespe. Mil pessoas foram ouvidas pelo telefone entre os dias 13 e 15 de agosto. O levantamento tem margem de erro de 3,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e taxa de confiança de 95,5%. A pesquisa foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-02075/2018.

Fonte: Noticias ao Munuto

Vítima estava no carro com amiga e mais quatro crianças

Cláudia Ferreira da Silva, de 27 anos, morreu em acidente de trânsito ocorrido ontem, na BR-359, em Alcinópolis. A vítima foi arremessada para fora do Fiat Uno que conduzia e acabou atingida pelo veículo.

No carro estavam os filhos de Cláudia, duas crianças de um e quatro anos, bem como a amiga Alessandra Gonçalves, 32, e seus dois filhos de 14 e cinco anos. O acidente ocorreu próximo à Vila Novo Belo Horizonte, distante 45 quilômetros de Alcinópolis. Segundo o site Teodoro News, informações apontam que Cláudia estava sem cinto de segurança.

Por razões que estão sendo apuradas, a mulher perdeu o controle da direção e atravessou a via, subindo em um barranco, provocando o capotamento. As vítimas foram socorridas pela ambulância do hospital de Alcinópolis. Testemunhas que estavam no local retiraram o veículo de cima da vítima. O caso é investigado.

Fonte: Correio do Estado

Um advogado alegou que a Constituição prevê que um presidente da República condenado por crime de responsabilidade pelo Senado deve ficar inabilitado para qualquer cargo público por oito anos

Logo após o PT de Minas Gerais registrar a candidatura da ex-presidente Dilma Rousseff ao Senado, nesta quarta (15), um advogado contestou o procedimento no TRE (Tribunal Regional Eleitoral).

No documento, ele alega que a Constituição prevê que um presidente da República condenado por crime de responsabilidade pelo Senado deve ficar inabilitado para qualquer cargo público por oito anos.

"Portanto, em 31 de agosto de 2016 o Senado deu um entendimento totalmente diverso do constituinte originário ao votar o fatiamento da pena da Dilma para não deixá-la inelegível. Mas agora cabe ao juízo eleitoral finalmente declarar a inelegibilidade da Dilma", disse o autor da contestação, Mariel Marley Marra.

Ele é o mesmo que, anteriormente, havia protocolado pedido de impeachment do presidente Michel Temer (MDB) e também do governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT). A ação contra Pimentel chegou tramitar na Assembleia Legislativa mineira, mas foi suspensa. Com informações da Folhapress.

Fonte: Noticias ao munuto

Se antes da Copa não faltou torcida pela convocação de Lucas Paquetá, agora os sentimentos são divididos. Sua presença nos amistosos da seleção contra Estados Unidos e El Salvador, em 7 e 11 de setembro, o deixaria mais motivado e valorizado. Por outro lado, representará desfalque importante para o Flamengo num momento decisivo. Por isso, o clube já se mobiliza por uma solução. Afinal, poucas ausências são tão sentidas.

Titular absoluto, Paquetá ficou fora do time poucas vezes no ano. Mas o suficiente para o rendimento da equipe cair. Nos 37 jogos com o meia, o Flamengo possui 67,5% de aproveitamento. Sem ele, o que ocorreu sete vezes, o número despenca para 57,1%.

Curiosamente, a produção ofensiva é até melhor quando ele não está em campo: a média é de 1,6 gol por jogo, contra 1,4. Defensivamente, no entanto, o Flamengo parece outra equipe. Com o meia, são 0,5 gols sofridos por partida. Mas em suas ausências esta marca mais que triplica: 1,6.

No sistema de Barbieri, só com um volante, Paquetá é peça importante no auxílio à marcação. No Brasileiro, é dele a quinta maior média de desarmes entre os atletas ainda no elenco. Com 2,8 por partida, está à frente de nomes como Réver, Léo Duarte e Rodinei.

Confirmada a convocação, Paquetá não poderá enfrentar o Inter-RS, em Porto Alegre, dia 5, pelo Brasileiro. Mas o jogo que mais preocupa é a semifinal da Copa do Brasil, contra o Corinthians, no dia 12. Até o fim do ano, o Flamengo ainda pode viver esta situação em outubro e novembro, meses que também contam com datas Fifa. O anúncio de Tite está marcado para esta sexta, às 11h.

Flamengo com Paquetá (em 2018):

37 jogos

21 vitórias

12 empates

4 derrotas

67,5% de aproveitamento

51 gols marcados (1,4 gol por jogo)

18 sofridos (0,5 por jogo)

Flamengo sem Paquetá (em 2018):

7 jogos

4 vitórias

0 empates

3 derrotas

57,1% de aproveitamento

11 gols marcados (1,6 por jogo)

9 sofridos (1,3 por jogo)

Fonte: Extra.globo

 

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