Redação

O Flamengo não mostrou um grande futebol, mas estreou com vitória por 2 a 1 sobre o Bangu, neste domingo, no Maracanã, pela primeira rodada do Campeonato Carioca. O triunfo veio de virada, mas com polêmica no lance do primeiro gol rubro-negro. O Bangu surpreendeu no início e abriu o placar. No entanto, o Flamengo empatou com Diego, de pênalti, em lance polêmico. Na etapa final, os rubro-negros chegaram a vitória com Rhodolfo, de cabeça.

Na próxima rodada, o Flamengo vai até Volta Redonda para enfrentar o Resende, na quarta-feira. No mesmo dia, o Bangu encara o Botafogo, no Nilton Santos.

O JOGO

O Bangu surpreendeu o Flamengo no inicio e quase abriu o placar aos dois minutos. Após lateral na área, Pingo aproveitou erro da zaga e cabeceou para grande defesa de Diego Alves. No entanto, no escanteio, Anderson Lessa levou a melhor sobre Rodrigo Caio e mandou para a rede.

O revés fez o Flamengo partiu para o ataque. Aos sete minutos, Willian Arão cabeceou, mas Anderson Penna salvou em cima da linha. Dois minutos depois foi a vez de Uribe aproveitar cruzamento rasteiro e finalizar para grande defesa de Jefferson.

De tanto insistir, os rubro-negros chegaram ao empate em lance polêmico. Renê levou a melhor sobre o marcador e cruzou para Diego. O meia finalizou e viu a bola tocar no goleiro e na mão de Felipe Dias. O árbitro marcou pênalti e expulsou o jogador do Bangu. No entanto, no início do lance, a bola havia saído pela linha de fundo antes do passe do lateral do Flamengo. Diego não quis saber e cobrou com categoria para igualar no placar.

Com a vantagem em campo, os flamenguistas seguiram na pressão em busca do gol. Os rubro-negros quase viraram aos 20 minutos, quando Renê cruzou para Diego cabecear e parar em mais uma boa defesa de Jefferson.

Após a parada técnica, o Bangu acertou a marcação e passou a impedir as boas jogadas do Flamengo, que passou a buscar os cruzamentos na área. Com isso, os banguenses conseguiram se aventurar no ataque, mas sem incomodar goleiro Diego Alves.

Nos minutos finais, o Flamengo não conseguiu manter o mesmo ritmo e teve que se contentar com o empate no intervalo.

No segundo tempo, os rubro-negros voltaram pressionando o Bangu e chegaram ao gol aos oito minutos. Após cruzamento na área, Rhodolfo se antecipou a marcação e cabeceou para a rede.

O Bangu não se intimidou com a virada e assustou logo depois do revés. Anderson Lessa aproveitou falta cobrada na área e quase empatou. No entanto, o Flamengo seguiu com a vocação ofensiva e criou nova chance aos 13 minutos. Vitinho fez boa jogada individual e chutou para grande defesa de Jefferson.

Os rubro-negros continuavam com a pressão e quase marcaram aos 15 minutos. Pará arriscou de fora da área, a bola bateu no defensor e acertou o travessão. Depois, foi a vez de Rodrigo Caio cabecear próximo da trave. O Flamengo teve a chance de ampliar o placar aos 18 minutos. Éverton Ribeiro foi derrubado na área e o árbitro marcou pênalti. Só que desta vez, o goleiro Jefferson defendeu a cobrança de Diego.

Os rubro-negros pareceram sentir o cansaço e começaram a diminuir o ritmo. Mesmo assim, os comandados de Abel Braga mantinham a posse de bola e não era incomodados pelo Bangu. Nos minutos finais, o Bangu ainda ameaçou esboçar uma pressão, mas viu o Flamengo administrar o resultado para garantir os três pontos na estreia.

FICHA TÉCNICA:
FLAMENGO 2 X 1 BANGU

Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 20 de janeiro de 2019, domingo
Hora: 17h (de Brasília)
Árbitro: Bruno Arleu de Araújo
Assistentes: Luiz Claudio Regazoone e Thiago Henrique Neto Corrêa Farinha
Renda: R$ 1.067.172,00
Público: 43.761 pagantes
Cartões amarelos: Vitinho e Diego (Flamengo); Dieyson e Michel (Bangu)
Cartões vermelhos: Felipe Dias (Bangu)

GOLS
FLAMENGO: Diego, aos 12min do primeiro tempo; Rhodolfo, aos 8min do segundo tempo
BANGU: Anderson Lessa, aos 2min do primeiro tempo

FLAMENGO: Diego Alves, Pará, Rhodolfo, Rodrigo Caio e Renê; Cuéllar, Willian Arão, Diego (Vitor Gabriel) e Éverton Ribeiro (Piris da Motta); Vitinho (Thiago Santos) e Uribe
Técnico: Abel Braga

BANGU: Jefferson, Kelvin, Michel, Anderson Penna e Dieyson; Felipe Dias, Serginho (Josiel), Marcos Júnior (Yaya Banhoro) e Robinho; Anderson Lessa e Pingo (Jairinho)
Técnico: Alfredo Sampaio

Fonte: Gazeta Esportiva

 

 

Assim que Bolsonaro sair do espaço aéreo brasileiro, o vice assume o cargo oficialmente

O presidente Jair Bolsonaro transmitirá o cargo, neste domingo, 20, ao vice, o general da reserva Hamilton Mourão. Bolsonaro embarca às 22h partindo de Brasília com destino a Las Palmas, na Espanha, e depois, já na segunda, parte para Zurique, na Suíça, e então para Davos, sede do Fórum Econômico Mundial. A distância entre as duas cidades suíças é de 150 quilômetros. Assim que Bolsonaro sair do espaço aéreo brasileiro, o vice assume o cargo oficialmente.

Neste domingo, Bolsonaro se reuniu com o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e com seu filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). Responsável pela Secretaria de Governo, o general Santos Cruz também participou da reunião.

O fórum começa na terça-feira, 22, e vai até o dia 25. Cerca de 70 países e representantes de diversos setores da economia estarão reunidos no evento - são 3.500 participantes. O evento será o palco da estreia internacional do presidente Jair Bolsonaro.

Temas como a abertura ao comércio internacional, o combate à corrupção e a disposição de fazer as reformas estruturantes devem estar na pauta do discurso do presidente brasileiro.

Além de Bolsonaro, participam os ministros Paulo Guedes (Economia), Sérgio Moro (Justiça) e o chanceler Ernesto Araújo. Eduardo Bolsonaro também acompanhará a comitiva, bem como o governador de São Paulo, João Doria (PSDB).

Vice-presidente

Neste domingo, Hamilton Mourão deu uma declaração à agência de notícias Reuters dizendo que o caso de Flávio Bolsonaro não tem impacto no governo. "É preciso dizer que o caso Flávio Bolsonaro não tem nada a ver com o governo", disse Mourão, afirmando ser necessário esperar a conclusão das investigações.

Assim como fez na última semana, o vice pedalou com sua esposa na capital federal. O jornal O Estado de S. Paulo flagrou parte do trajeto realizado pelo vice.

Fonte: Noticias ao minuto

 

Na madrugada desta segunda-feira, dia 21 de janeiro, o Brasil poderá ver um eclipse lunar total – quando Sol, Terra e Lua se alinham e nosso planeta faz sombra sobre o satélite. O fenômeno será parecido com o que vimos em julho de 2018, mas poderá ser observado por mais tempo em todas as cidades do país.

O eclipse começa à 00h36. A fase da umbra – quando a sombra do Sol começa a ser observada na Lua tem início à 01h33. Às 03h12, o satélite estará na fase total máxima. A fase parcial segue até às 04h50 e tudo termina às 5h48.

Diferente de um eclipse solar total – quando o que é "escondido" é o Sol – a observação da versão lunar não exige um óculos de proteção. A visão da Lua é a olho nu. Um binóculo ou uma luneta simples podem ajudar. É mais fácil de assistir em áreas menos iluminadas – campos e praias – e com o horizonte livre.

"Quando o eclipse começar, a Lua vai estar alta. Mas quando a fase total começar, ela já vai estar no lado oeste do céu, e é pra lá que as pessoas precisam olhar", disse Josina Nascimento, pesquisadora do Observatório Nacional.

Mais próxima

A Lua também estará próxima de seu perigeu – ponto de sua órbita mais perto da Terra. Por isso, ela parecerá maior para quem a observa da perspectiva do nosso planeta. Quando isso acontece, o fenômeno é chamado de "superlua".

"O perigeu será no dia 21, às 18h, horário de Brasília. E a gente considera superlua quando esse perigeu acontece no mesmo dia, no dia anterior, ou até no dia seguinte da lua cheia", explicou Josina.

Lua de sangue

Em todo eclipse lunar total se observa a chamada "lua de sangue" – termo usado popularmente, mas não adotado tecnicamente pelos astrônomos, e que se refere ao tom avermelhado que a Lua assume quando entra na fase máxima de sombreamento. Essa mudança de cor é provocada pelos mesmos fatores que fazem o céu ser azul.

Nesta segunda, a Lua deverá assumir essa tonalidade na fase total do eclipse. Sol, Terra e Lua ficarão alinhados, e nosso planeta bloqueará a passagem dos raios solares até o satélite. A forma como a luz de cores vermelho e laranja é "desviada" ao passar pela atmosfera da Terra e reflete na Lua, criando o tom da "lua de sangue".

Próximo eclipse lunar total

O mundo verá o próximo eclipse total da lua só em 2021 – com possibilidade de observação parcial no Brasil. Outros fenômenos parciais acontecem antes. No Brasil, um eclipse total plenamente visível ocorrerá apenas em 16 de maio de 2022.

Em compensação, teremos um eclipse solar total "aqui do lado" no dia 2 de julho: a Lua passará entre o Sol e a Terra, "tampando" sua luz. O Sol ficará escuro por alguns minutos, os animais se escondem, um fenômeno bastante raro. Ele poderá ser observado em uma faixa que vai do Chile até a Argentina.

"Eclipse solar é mais interessante, porque ele só acontece em uma faixa muito pequena na Terra. É diferente da Lua: quem está vendo a Lua no horário, está vendo o eclipse", disse Josina. "Ele é muito mais raro. Poucas pessoas já viram um eclipse total do Sol uma vez, e pouquíssimas viram duas vezes na vida. Isso porque ele não vai passar duas vezes no mesmo lugar tão cedo".

Fonte: Dourados News

 

A demora por uma reação consistente por parte de Flávio Bolsonaro está causando "grande desconforto" entre setores do governo

A falta da apresentação de uma justificativa "plausível" para os depósitos de R$ 96 mil na conta do deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro, incomodou integrantes da equipe do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro. Nesse sábado, 19, Flávio visitou o pai no Palácio da Alvorada. Havia a expectativa de que o parlamentar desse explicações após o encontro.

A demora por uma reação consistente está causando "grande desconforto" entre setores do governo. Além do grupo de Moro, militares não escondem o incômodo, apesar de manterem a defesa enfática do presidente. Para eles, esta "não é uma crise do governo", mas há a avaliação de que a repercussão sobre as movimentações atípicas detectadas pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) pode atingir a imagem do presidente.

Um dos interlocutores de Bolsonaro ouvidos pelo jornal O Estado de S. Paulo afirmou que continua valendo "a máxima de que a mulher de César não precisa apenas ser honesta, mas tem de mostrar que é honesta".

Entre os interlocutores próximos do presidente, era esperado que, ainda na tarde deste sábado, Flávio se manifestasse sobre o relatório do Coaf revelado na sexta-feira pelo Jornal Nacional, da TV Globo.

Segundo a reportagem, o Coaf detectou 48 depósitos suspeitos feitos em dinheiro na conta pessoal do deputado, no valor total de R$ 96 mil. Os repasses foram feitos entre junho e julho de 2017 em um caixa eletrônico da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

O jornal O Estado de S. Paulo mostrou neste sábado que as investigações do caso Coaf começaram há seis meses e envolvem esquemas suspeitos de "lavagem de dinheiro e ocultação de bens".

Reação

Parte do governo avalia que o objetivo da investigação do Ministério Público do Rio é atingir a imagem de Bolsonaro. Desde a sexta-feira, o presidente tem se mostrado "chateado" com o que considera "ataques" contra seu filho.

Para um grupo próximo a Bolsonaro, a cada hora que passa sem explicações, a contaminação acaba sendo inevitável.

Em sua página no Facebook, Flávio Bolsonaro atacou o Ministério Público do Rio dizendo que seu sigilo bancário foi quebrado "sem autorização judicial" e "vazados propositalmente".

"A história que inventaram sobre os depósitos em minha conta, querendo insinuar que possuem alguma relação com meu ex-assessor, é uma mentira deslavada que terei o prazer de derrubar com provas reais e documentais", escreveu o senador eleito.

Fonte: Noticias ao minuto

 

Outros dois homens morreram e cinco pessoas ficaram feridas na colisão que aconteceu na tarde deste domingo


Uma das vítimas do acidente da tarde deste domingo (20) na BR-262 é uma ciclista que passava pelo local no momento da colisão. Segundo informações preliminares, ela foi atropelada depois o Ford EcoSport invadiu a contramão e atingiu outros dois veículos, um Honda CRV e um Gol.

O acidente, que aconteceu a cerca de cinco quilômetros da entrada de Anastácio, resulto na morte da ciclista, de dois homens e deixou ainda cinco pessoas feridas.

Informações preliminares apontam que o motorista da EcoSport seguia em direção a Capital quando teria invadido a pista contraria e atingido os outros dois veículos. Com a colisão o CRV saiu da pista e atropelou a ciclista, que estava no acostamento da rodovia. A mulher ficou embaixo do veículo e não resistiu aos ferimentos.

O Gol também saiu da rodovia e só parou em meio ao matagal nas margens da BR-262. No EcoSport, dois homens ficaram presos as ferragens e morreram no local. Outras cinco pessoas foram socorridas e levadas para o hospital de Aquidauana. Até o momento, nenhuma das vítimas foi identificada.

Conforme o Corpo de Bombeiros, a suspeita é que o motorista EcoSport tenha dormido ao volante. Os dois sentidos da pista ficaram completamente interditados, causando um congestionamento de três quilômetros de cada lado. Após mais de uma hora de espera, os motorista foram orientados a seguirem viagem por uma rota alternativa.

Fonte: Campo Grande News

 

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